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Prova Professor II - Pref. Cachoeiras do Macacu/RJ
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Questão 1 de 33 Q2240515 Q1 da prova

Na literatura especializada da área, há várias correntes que procuram descrever como se dá o processo de aprendizagem. A Profa Cláudia entende a aprendizagem como resultado direto de associações entre estímulos e respostas observáveis, sempre mediados por reforços positivos ou negativos. Segundo sua concepção, o reforço é um instrumento educativo central: comportamentos desejados devem ser recompensados imediatamente para aumentar sua frequência; comportamentos indesejados têm seu reforço retirado ou recebem respostas negativas. De acordo com essas características, afirma-se que a Profa Cláudia defende o:

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Questão 2 de 33 Q2240517 Q2 da prova

A Profa Joana atua na educação infantil. Ela observa que a maior parte das crianças da turma apresenta pensamento egocêntrico e dificuldade para colocar-se no lugar do outro. As crianças misturam realidade com fantasia. Apresentam o chamado pensamento simbólico, anterior às noções de reversibilidade ou à capacidade de abstrações. De acordo com essas características, à luz da proposta de Jean Piaget, esse grupo de crianças está em um determinado estágio de desenvolvimento cognitivo, que é o:

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Questão 3 de 33 Q2240519 Q3 da prova

Wallon é um dos mais importantes teóricos a se debruçar sobre o estudo do desenvolvimento motor da criança, na perspectiva da chamada teoria psicogenética. Segundo esse estudioso, quando a criança faz a descoberta de si como alguém diferente das outras crianças e adultos e quando ela também já é capaz de identificar características singulares entre as pessoas com quem tem contato, ela está no estágio:

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Questão 4 de 33 Q2240523 Q5 da prova

“Age na manifestação dos interesses do sistema capitalista e na sua divisão entre a burguesia e o proletariado, onde a escola é um ambiente preparatório que atende os indivíduos e os conduz para desempenhar o papel social atrelado às suas habilidades individuais” (Ferreira e Rubim, 2022). Essa definição se refere à Pedagogia:

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Questão 5 de 33 Q2240524 Q6 da prova

A Profa Maria Antônia acredita que a avaliação deve medir o nível de aprendizado alcançado pelos alunos, com função classificatória. Geralmente é realizada ao final de um bimestre e classifica os estudantes conforme os níveis de aproveitamento e o rendimento alcançado, tendo os objetivos previamente estabelecidos. Essa é a caracterização da chamada avaliação:

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Questão 6 de 33 Q2240527 Q7 da prova

Há muitas concepções distintas acerca do conceito de planejamento. O Prof. Carlos compreende que o planejamento deve estar ligado à gestão das competências e à regulação das aprendizagens. O mais importante não é apenas planejar conteúdos, mas criar situações de aprendizagem significativas. Essa visão acarreta implicações para a prática docente, pois o foco deve ser a organização do ensino de modo a desenvolver competências, com momentos de avaliação formativa. Pode-se afirmar que a visão de planejamento do Prof. Carlos está em conformidade com o pensamento de:

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Questão 7 de 33 Q2240529 Q8 da prova

O Prof. João preparou uma aula baseada no seguinte tema: “Diversidade ecológica de Cachoeiras de Macacu”. Para isso, resolveu convidar três colegas de trabalho para ajudá-lo a desenvolver o tema. Cada docente visitou a sala do Prof. João em um dia diferente. Ele convidou o professor de Ciências para falar sobre os animais da região. Convidou o professor de Geografia para falar dos principais rios do município. Por fim, convidou o professor de Língua Portuguesa para declamar poemas sobre a natureza. Todos esses professores foram à sala de aula do Prof. João, mas cada disciplina abordou o tema da diversidade ecológica separadamente. Essa atividade é um exemplo de:

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Questão 8 de 33 Q2240530 Q9 da prova

É um documento orientador da identidade da escola, que define missão, valores, propostas pedagógicas, organização e gestão participativa. Deve ser construído de forma participativa, envolvendo todos os atores da escola e a comunidade, garantindo a gestão democrática. Enfim, serve como instrumento para garantir a qualidade da educação, a autonomia da escola e o desenvolvimento integral dos alunos. Esse documento denomina-se:

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Questão 9 de 33 Q2240532 Q10 da prova

Trata-se de uma perspectiva que defende o direito de todos os alunos à escolarização na escola regular, valorizando a diversidade. Assim, inclui todos os estudantes: com deficiência, altas habilidades/superdotação, transtornos globais do desenvolvimento, além de grupos historicamente excluídos (sociais, culturais, étnicos). Seu maior objetivo é garantir acesso, permanência, participação e aprendizagem em condições de equidade. Essas são as características:

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Questão 10 de 33 Q2240535 Q11 da prova

Caracteriza-se como bullying o seguinte fato:

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Questão 11 de 33 Q2240537 Q12 da prova

As teorias do currículo apresentam diferentes formas de compreender a organização do conhecimento e a função da escola. O Prof. Mateus entende que o currículo deve enfatizar diferenças, identidades, gênero, raça, multiculturalismo e discursos. Tomaz Tadeu da Silva é um dos autores preferidos do Prof. Mateus. Logo, pode-se afirmar que esse docente se filia à seguinte teoria do currículo:

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Questão 12 de 33 Q2240538 Q13 da prova

Na história da Educação, houve um período em que se celebrou a centralidade da razão. A Educação, nesse período, deveria formar indivíduos racionais, críticos e autônomos, com forte crítica à Igreja. Nessa época, fixou-se que o saber científico e filosófico deveria ter primazia sobre a doutrina religiosa. Um dos grandes nomes desse período foi o filósofo Rousseau. Esse modelo de Educação corresponde ao período histórico:

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Questão 13 de 33 Q2240540 Q14 da prova

O Prof. Mário tem em sua sala de aula um estudante com severa dificuldade de concentração. O estudante é agitado e tem dificuldade de seguir instruções. Interrompe com frequência os colegas, apesar de boa capacidade intelectual. Normalmente, o aluno é muito impulsivo. Esse quadro tipicamente caracteriza:

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Questão 14 de 33 Q2240541 Q15 da prova

Em conformidade com a Lei nº 2.056, de 24 de junho de 2015, o Plano Municipal de Educação de Cachoeiras de Macacu deverá ser avaliado ao final do decênio, com a finalidade de subsidiar a elaboração do Plano subsequente. Além disso, o PME deverá ser avaliado periodicamente, com vistas à sua atualização e adequação. Essa avaliação periódica deverá ocorrer, de acordo com o texto da citada lei, no mínimo:

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Questão 15 de 33 Q2240543 Q16 da prova

A meta 6 do Plano Municipal de Educação de Cachoeiras de Macacu prevê a ampliação progressiva da jornada escolar integral, de modo a atender pelo menos 25% dos alunos da educação básica, com previsão de infraestrutura, alimentação, professores e funcionários em número suficiente a partir da vigência do Plano. Essa meta, segundo o documento, é aplicável:

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Questão 16 de 33 Q2240545 Q17 da prova

A Base Nacional Comum Curricular estabelece cinco unidades temáticas no campo do ensino da Matemática. A habilidade EF03MA11 a seguir, extraída da BNCC, é voltada para o terceiro ano do ensino fundamental: “Compreender a ideia de igualdade para escrever diferentes sentenças de adições ou de subtrações de dois números naturais que resultem na mesma soma ou diferença”. Essa habilidade está no campo da unidade temática denominada:

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Questão 17 de 33 Q2240549 Q19 da prova

Segundo o Ministério da Educação, o Ideb foi criado em 2007 e reúne, em um só indicador, os resultados de dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: o fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações. O Ideb é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos:

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Questão 18 de 33 Q2240553 Q21 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

De uma forma geral, no texto, predomina uma determinada função da linguagem, que é a:

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Questão 19 de 33 Q2240554 Q22 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

No texto, a função discursiva da menção à revista Nature é:

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Questão 20 de 33 Q2240556 Q23 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

No título do texto ( Cientistas criam modelo de IA para prever doenças ), a forma verbal em destaque está flexionada no:

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Questão 21 de 33 Q2240559 Q24 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque veicula sentido de:

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Questão 22 de 33 Q2240561 Q25 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT , um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. (3º parágrafo). Nesse trecho, ocorreu crase porque houve fusão da preposição “a” com:

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Questão 23 de 33 Q2240563 Q26 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. (6º parágrafo). Nesse trecho, as palavras em destaque podem ser classificadas, respectivamente, como:

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Questão 24 de 33 Q2240565 Q27 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

Quando o autor afirma que a IA poderia “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” (8º parágrafo), é possível inferir que:

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Questão 25 de 33 Q2240567 Q28 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

No trecho “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão ” (10º parágrafo), o termo em destaque sugere:

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Questão 26 de 33 Q2240569 Q29 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

Este avanço “ parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável” (13º parágrafo). O uso da forma verbal “parece”, em destaque, indica:

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Questão 27 de 33 Q2240571 Q30 da prova
Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças
Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI. Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature. Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa. Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”. O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca. No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung. As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso. Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo. Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney. Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável.”

Nas palavras ESCALÁ VEL e INTERPRETÁ VEL, o elemento em destaque serve para indicar a formação de adjetivos derivados de verbos (escalar > escalá vel; interpretar > interpretá vel). Esse elemento é denominado:

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Questão 28 de 33 Q2240573 Q31 da prova

“[...] É o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção e a socialização de significados no espaço social e que contribuem, intensamente, para a construção de identidades sociais e culturais dos estudantes. [...] deve difundir os valores fundamentais do interesse social, dos direitos e deveres dos cidadãos, do respeito ao bem comum e à ordem democrática, bem como considerar as condições de escolaridade dos estudantes em cada estabelecimento, a orientação para o trabalho, a promoção de práticas educativas formais e não formais”. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, esse é o conceito de:

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Questão 29 de 33 Q2240575 Q32 da prova

De acordo com o art. 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação infantil deve ser oferecida, de forma gratuita, às crianças de:

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Questão 30 de 33 Q2240581 Q35 da prova

De acordo com a meta 9 do Plano Municipal de Educação de Cachoeiras de Macacu, a educação de jovens e adultos (EJA) deve adequar os espaços já existentes às necessidades e especificidades da modalidade até o final da vigência do Plano. Ainda segundo esse documento, a EJA deverá ser oferecida:

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Questão 31 de 33 Q2240584 Q37 da prova

Um dos Municípios que fazem limite com Cachoeiras de Macacu é:

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Questão 32 de 33 Q2240586 Q38 da prova

A Pedra do Colégio é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral do Município, classificada como:

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Questão 33 de 33 Q2240590 Q40 da prova

O espaço cultural que mantém uma oficina permanente de formação de atores e atrizes, bem como oficinas paralelas voltadas para a capacitação de técnicos, é conhecido como:

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