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Questão 1 de 6Q2324034Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.
Dois mais dois
O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história. Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. (...) Um dia, um garoto perguntará ao pai: – Pai, quanto é dois mais dois? – Não pergunte a mim – dirá o pai –, pergunte a Ele. E o garoto digitará os botões apropriados e num milésimo de segundo a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá: – Como é que sei que a resposta é certa? – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai. – E se Ele estiver errado? – Ele nunca erra. – Mas se estiver? – Sempre podemos contar nos dedos. – O quê? – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O Computador está certo. – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse: – Jamais saberemos... O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois . Disponível em .
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.
Dois mais dois
O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história. Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. (...) Um dia, um garoto perguntará ao pai: – Pai, quanto é dois mais dois? – Não pergunte a mim – dirá o pai –, pergunte a Ele. E o garoto digitará os botões apropriados e num milésimo de segundo a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá: – Como é que sei que a resposta é certa? – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai. – E se Ele estiver errado? – Ele nunca erra. – Mas se estiver? – Sempre podemos contar nos dedos. – O quê? – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O Computador está certo. – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse: – Jamais saberemos... O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois . Disponível em .
A repetição da palavra no trecho acima configura a existência da figura de linguagem conhecida como:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.
Dois mais dois
O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história. Contou a história do Supercomputador. Um dia, disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. (...) Um dia, um garoto perguntará ao pai: – Pai, quanto é dois mais dois? – Não pergunte a mim – dirá o pai –, pergunte a Ele. E o garoto digitará os botões apropriados e num milésimo de segundo a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá: – Como é que sei que a resposta é certa? – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai. – E se Ele estiver errado? – Ele nunca erra. – Mas se estiver? – Sempre podemos contar nos dedos. – O quê? – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O Computador está certo. – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse: – Jamais saberemos... O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Dois mais dois . Disponível em .
No texto “Dois mais dois”, o uso de “Ele”, “Supercomputador” e “Computador”, com inicial maiúscula, expressa:
Assinale a alternativa que apresenta o nome do documento técnico oficial utilizado especificamente para fazer o registro de ações e decisões de reuniões, sessões ou assembleias.