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Prova Motorista - Transporte Escolar II - Pref. Treviso/SC
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Questão 1 de 18 Q2231441 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Teleamigos, telepiadas, hora certa

As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade. Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades. Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo. Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo. Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nos sos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais. Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos. Gritávamos: — Baixe o fone aí, está ocupado! Não devíamos nos estender demais na prosa. Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratava-se do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento. O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda: — Telefone é para dar recado, não para bobagens. Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe. Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço. O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos. Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além. As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados. Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata. Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados. A conta aumentava astronomicamente no fim do mês. Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos. Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia. Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.

Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

O texto de Fabrício Carpinejar descreve mudanças de comportamento social provocadas pela evolução das tecnologias de comunicação. O autor recorda hábitos da época do telefone fixo, em contraste com a atual relação das pessoas com o celular. Nesse contexto, o narrador menciona o temor de emprestar o aparelho telefônico a familiares como reflexo de um traço contemporâneo marcado pela:

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Questão 2 de 18 Q2231443 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Teleamigos, telepiadas, hora certa

As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade. Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades. Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo. Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo. Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nos sos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais. Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos. Gritávamos: — Baixe o fone aí, está ocupado! Não devíamos nos estender demais na prosa. Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratava-se do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento. O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda: — Telefone é para dar recado, não para bobagens. Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe. Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço. O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos. Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além. As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados. Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata. Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados. A conta aumentava astronomicamente no fim do mês. Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos. Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia. Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.

Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

O texto retrata de forma nostálgica o uso do telefone fixo nas décadas passadas. A partir da leitura literal do trecho, analise as assertivas:

I. Os pais exerciam vigilância constante sobre as conversas telefônicas dos filhos.
II. As ligações eram limitadas pela presença física do aparelho e pelo comprimento do fio.
III. O serviço de “teleamigos” representava uma alternativa de interação para quem se sentia solitário.

Das assertivas acima, pode-se afirmar que:

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Questão 3 de 18 Q2231445 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Teleamigos, telepiadas, hora certa

As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade. Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades. Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo. Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo. Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nos sos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais. Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos. Gritávamos: — Baixe o fone aí, está ocupado! Não devíamos nos estender demais na prosa. Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratava-se do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento. O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda: — Telefone é para dar recado, não para bobagens. Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe. Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço. O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos. Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além. As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados. Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata. Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados. A conta aumentava astronomicamente no fim do mês. Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos. Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia. Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.

Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

No texto, o autor explora um vocabulário que mescla nostalgia e humor, recriando expressões típicas do cotidiano familiar das décadas de 1970 e 1980. As palavras e expressões selecionadas a seguir revelam diferentes efeitos de sentido dentro do contexto narrativo. Analise-as e assinale a alternativa incorreta quanto à interpretação literal de seus significados.

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Questão 4 de 18 Q2231447 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Teleamigos, telepiadas, hora certa

As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade. Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades. Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo. Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo. Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nos sos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais. Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos. Gritávamos: — Baixe o fone aí, está ocupado! Não devíamos nos estender demais na prosa. Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratava-se do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento. O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda: — Telefone é para dar recado, não para bobagens. Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe. Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço. O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos. Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além. As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados. Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata. Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados. A conta aumentava astronomicamente no fim do mês. Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos. Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia. Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.

Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

O texto “Teleamigos, telepiadas, hora certa” apresenta diversas palavras acentuadas conforme as regras do Acordo Ortográfico vigente. Considerando a classificação quanto à tonicidade, assinale a alternativa cuja palavra é acentuada por ser proparoxítona.

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Questão 5 de 18 Q2231448 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Teleamigos, telepiadas, hora certa

As pessoas são receosas de emprestar o celular ao marido ou à esposa — e mesmo aos filhos, como passatempo para distraí-los. Enfrentam o medo da invasão de privacidade. Somos viciados e compulsivos em nossas individualidades. Imagine um único telefone de uso comum para a família inteira. Nos anos 70 e 80, partilhava-se um fixo. Havia um só número, com um aparelho na sala e outro no quarto dos pais, que mantinham o controle de tudo. Se meus irmãos e eu atendíamos um colega da escola, eles chegavam ao despudor de nos ouvir na extensão: arapongas afetivos, espiões de nos sos romances, auditores de nossas amizades. Escutavam nossas confidências secretas, proibidas, passionais. Descobríamos a presença deles pela respiração pesada. Ou porque, no fim, tossiam ou espirravam em seus grampos domésticos. Gritávamos: — Baixe o fone aí, está ocupado! Não devíamos nos estender demais na prosa. Forçavam interrupções de seu esconderijo, girando números no disco de vidro como se quisessem fazer uma ligação. Tratava-se do aviso para desocupar imediatamente: um ultimato, um constrangimento. O mandamento mais corriqueiro vinha na forma de reprimenda: — Telefone é para dar recado, não para bobagens. Naquela época, era preciso permanecer parado no corredor para conversar, no aparato constituído pela mesinha, a toalhinha de crochê, a lista telefônica e a cadeira. O cabo preso à tomada não nos permitia ir para longe. Abstraíamo-nos do lugar. Enrolávamos o fio espiralado entre os dedos, como um terço. O bocal emanava um chulé das nossas bocas. Requeria limpeza mensal para a remoção do mofo dos perdigotos. Desenroscávamos a peça de plástico cheia de furinhos. Ainda sofríamos com as linhas cruzadas: uma voz desconhecida entrava do além. As ondas eletromagnéticas de dois aparelhos se sobrepunham, especialmente quando os fios estavam muito próximos ou danificados. Estranhava-se o timbre intruso surgido do nada: “quem é você?”. Convencíamos o sujeito a desligar. Às vezes, ele insistia e não arredava o pé. A saída que nos restava era bater o gancho, temendo que fosse um psicopata. Quem se sentia sozinho recorria ao 138, que apresentava a oportunidade do teleamigos, em que você interagia com usuários dos mais diferentes Estados. A conta aumentava astronomicamente no fim do mês. Vai parecer loucura para as gerações digitais, mas pagávamos pelo serviço da hora certa da CRT no 130, que oferecia uma singela gravação do horário em segundos. Também colecionávamos taxas de aproximadamente R$ 0,20 com telepiadas, horóscopo ou meteorologia. Quem tem mais de 40 anos desfruta de uma espartana paciência. Passou por cada uma que ninguém acredita.

Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

No trecho — Baixe o fone aí, está ocupado! qual sinal de pontuação NÃO foi utilizado?

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Questão 6 de 18 Q2231453 Q8 da prova

Na oficina de jardinagem da escola Flor do Campo, os alunos precisaram medir o canteiro onde seriam plantadas novas mudas. O espaço tem 4 metros de comprimento e 2,5 metros de largura. Após a medição, utilizaram 3 sacos de terra, cada um com 12,5 kg. Considerando as medidas apresentadas, qual alternativa apresenta a área total do canteiro em metros quadrados e a massa total de terra utilizada em gramas?

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Questão 7 de 18 Q2231455 Q9 da prova

Durante o balanço anual de uma livraria, a gerente Renata registrou que foram vendidos 4.237 livros ao longo do ano. Desse total, 2.100 exemplares eram de literatura, 1.080 de didáticos e o restante de obras infantis. Assim, o número de livros infantis vendidos é de:

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Questão 8 de 18 Q2231456 Q10 da prova

Na escola Sol Nascente, as turmas do 5º ano e do 6º ano têm atividades esportivas em dias diferentes, mas seguem uma sequência fixa: a) a turma do 5º ano pratica esportes a cada 4 dias; b) a turma do 6º ano, a cada 6 dias. Hoje, ambas tiveram aula de Educação Física no mesmo dia. Considerando o mínimo múltiplo comum (MMC) entre 4 e 6, as duas turmas voltarão a ter aula no mesmo dia daqui a:

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Questão 9 de 18 Q2231458 Q11 da prova

O patrimônio do Município de Treviso, conforme estabelece sua Lei Orgânica, abrange todos os bens e direitos que compõem sua estrutura material e financeira, assegurando a continuidade dos serviços públicos e a proteção dos interesses coletivos. Com base no disposto no Art. 5º da Lei Orgânica, os bens do domínio patrimonial compreendem, EXCETO:

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Questão 10 de 18 Q2231460 Q12 da prova

O Prefeito, enquanto Chefe do Poder Executivo municipal, exerce funções político-administrativas essenciais à condução dos negócios públicos locais. A Lei Orgânica do Município de Treviso/SC define, no Art. 45, um conjunto de competências privativas que lhe asseguram a direção da Administração. Nesse sentido, analise as assertivas:

I. Compete ao Prefeito sancionar, vetar e promulgar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos necessários à sua execução.
II. Cabe ao Prefeito prestar contas da administração e publicar relatórios e balancetes dentro dos prazos fixados em lei.
III. Cabe ao prefeito prestar anualmente à Câmara Municipal, dentro de trinta dias após a abertura da sessão legislativa, as contas relativas ao exercício anterior, acompanhadas de inventários e balancete orçamentário, econômico e patrimonial.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 11 de 18 Q2231462 Q13 da prova

Entre as garantias funcionais asseguradas pela Lei Orgânica de Treviso/SC estão aquelas relativas à isonomia, à proteção contra discriminações e à valorização do trabalho em condições seguras. Com base no Art. 90, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 12 de 18 Q2231463 Q14 da prova

Os Secretários e Intendentes Distritais são auxiliares do Prefeito, escolhidos dentre brasileiros no exercício de seus direitos políticos. Compete ao Secretário Municipal, além de outras atribuições legais, exercer a ______, ______ e ______ dos órgãos e entidades da administração municipal em sua área de competência e referendar os ______ relativos à sua Secretaria. Nos termos da Lei, qual alternativa preenche, correta e respectiva mente, as lacunas?

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Questão 13 de 18 Q2231464 Q15 da prova

A competência tributária municipal está disciplinada na Lei Orgânica de Treviso/SC e deve observar os princípios constitucionais do sistema tributário nacional, garantindo justiça fiscal e função social dos tributos. Com base no Art. 53 da referida Lei, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir:

( ) O Município pode instituir impostos, taxas e contribuições de melhoria, conforme previsto na Lei Orgânica.
( ) As taxas municipais podem ter base de cálculo própria dos impostos, desde que não ultrapassem o valor do custo do serviço.
( ) A função social dos tributos é princípio que deve orientar a legislação tributária municipal.
( ) A contribuição de melhoria tem como limite individual a valorização que a obra pública gerar para o imóvel beneficiado.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?

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Questão 14 de 18 Q2231466 Q16 da prova

A velocidade máxima permitida em uma via deve ser indicada por sinalização e definida conforme as características técnicas e as condições de trânsito. Quando essa sinalização não existir, a legislação estabelece limites diferentes conforme o tipo de via e a natureza do tráfego. Com base nessa norma geral, assinale a alternativa correta.

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Questão 15 de 18 Q2231468 Q17 da prova

No transporte escolar, a segurança começa antes do veículo sair da garagem e continua durante todo o trajeto, exigindo verificação dos itens obrigatórios, atenção constante e domínio do veículo. Nesse sentido, analise as assertivas:

I. Antes de colocar o veículo em circulação, cabe a verificação dos equipamentos de uso obrigatório e a existência de combustível suficiente.
II. A todo momento, impõe-se o domínio do veículo, com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.
III. Diante de veículo de transporte coletivo parado em embarque/desembarque, impõe-se reduzir a velocidade, dirigir com atenção redobrada ou parar o veículo, com vistas à segurança dos pedestres.

Sobre os deveres do condutor nessa situação, pode-se afirmar que:

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Questão 16 de 18 Q2231470 Q18 da prova

A condução de escolares exige respeito às normas de preferência, de ultrapassagem e de aproximação de cruzamentos, para evitar conflitos com pedestres e outros veículos. Com base nessas regras, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 17 de 18 Q2231472 Q19 da prova

Durante a rotina do transporte escolar, o motorista percebe que o veículo apresenta ruído metálico ao frear, vibração no volante e dificuldade em manter estabilidade em curvas. Esses sinais indicam que mais de um sistema pode estar comprometido, exigindo manutenção imediata. Com base no funcionamento dos principais sistemas do veículo e nas práticas de verificação preventiva, assinale a alternativa que relaciona corretamente os sintomas observados aos sistemas correspondentes.

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Questão 18 de 18 Q2231473 Q20 da prova

Durante o trajeto, um aluno dentro do veículo começa a apresentar tontura, palidez e perde momentaneamente a consciência. O motorista estaciona em local seguro, liga o pisca-alerta e busca preservar a segurança de todos enquanto aguarda o socorro especializado. Com base nas condutas recomendadas em primeiros socorros, assinale a alternativa correta.

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