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Prova Eletricista - Pref. Seara/SC
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Questão 1 de 35 Q2183015 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso. Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes. O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean. Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH. Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas. Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem: Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado; Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção; Dificuldade para dormir ou acordar cansado; Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas; Hipersensibilidade a sons ou interações sociais; Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer; Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal. Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples: Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean. Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial. Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg. Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo. Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg. Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma. Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?" E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.

As manifestações do estresse crônico podem se apresentar de maneiras sutis e diversas, afetando tanto o corpo quanto as emoções. O texto mostra que esses sinais, embora variem entre indivíduos, revelam um padrão de desgaste progressivo que altera a percepção de si e do ambiente. Considerando essa descrição, qual conclusão é condizente com a interpretação do trecho?

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Questão 2 de 35 Q2183016 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso. Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes. O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean. Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH. Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas. Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem: Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado; Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção; Dificuldade para dormir ou acordar cansado; Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas; Hipersensibilidade a sons ou interações sociais; Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer; Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal. Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples: Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean. Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial. Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg. Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo. Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg. Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma. Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?" E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.

O enfrentamento do estresse cotidiano não depende apenas de eliminá-lo, mas de adotar estratégias capazes de reduzir seus efeitos nocivos. O texto apresenta diferentes formas de cuidado que buscam restaurar o equilíbrio físico e emocional do indivíduo, mesmo em meio às pressões diárias. Nesse sentido, qual interpretação está alinhada à proposta apresentada?

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Questão 3 de 35 Q2183018 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso. Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes. O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean. Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH. Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas. Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem: Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado; Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção; Dificuldade para dormir ou acordar cansado; Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas; Hipersensibilidade a sons ou interações sociais; Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer; Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal. Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples: Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean. Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial. Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg. Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo. Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg. Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma. Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?" E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.

Muitas vezes, situações do cotidiano que parecem inofensivas podem exercer um impacto profundo sobre o equilíbrio físico e mental das pessoas. No caso do estresse ambiental, descrito no texto, esse efeito não ocorre de forma imediata, mas de maneira contínua e cumulativa. Considerando a explicação apresentada, qual interpretação é a adequada?

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Questão 4 de 35 Q2183020 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso. Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes. O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean. Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH. Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas. Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem: Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado; Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção; Dificuldade para dormir ou acordar cansado; Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas; Hipersensibilidade a sons ou interações sociais; Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer; Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal. Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples: Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean. Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial. Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg. Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo. Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg. Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma. Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?" E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.

Muitas vezes, situações corriqueiras que antes eram administradas sem maiores dificuldades passam a ganhar proporções exageradas quando o organismo já se encontra sobrecarregado. Esse processo, ao se intensificar, desencadeia um efeito cascata que pode comprometer diversas dimensões da saúde. Considerando as informações do texto, qual interpretação é a adequada?

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Questão 5 de 35 Q2183022 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O Que É Estresse Ambiental e Como Lidar com Ele Você já percebeu como, às vezes, a bateria do seu celular acaba rápido demais porque vários aplicativos estão rodando em segundo plano, sugando energia sem que você perceba? O estresse ambiental funciona da mesma forma no seu sistema nervoso. Diferente do estresse agudo, que surge de forma intensa e passageira (como prazos apertados, provas ou emergências), o estresse ambiental é mais sutil e contínuo. Ele vai se acumulando lentamente, alimentado por fatores como bagunça, barulho, poluição, excesso de estímulos digitais, multitarefa constante, necessidade de se adaptar a diferentes ambientes sociais e comparações nas redes. O problema do estresse ambiental é que ele se soma silenciosamente, mudando seu estado natural de calma para um de tensão constante, em que o corpo não consegue mais relaxar de verdade, afirma Bean. Esse tipo de estresse pode impactar sua saúde de formas que você não percebe de imediato. "Quando seu corpo está constantemente reagindo a estressores ambientais, sua resiliência vai diminuindo com o tempo. O cérebro e o corpo ficam sobrecarregados e com menos recursos para lidar com o que aparece", explica Polina Shkadron, terapeuta em Nova York especializada em TDAH. Esse acúmulo pode virar um ciclo vicioso, onde até os pequenos estresses do dia a dia, que antes pareciam fáceis de lidar, passam a ser opressores, já que o sistema nervoso está no limite. Com o tempo, isso pode levar a burnout, ansiedade, dificuldades emocionais, problemas de sono, inflamações, baixa imunidade e até dores crônicas. Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas comuns incluem: Sensação constante de estar "no limite", mesmo quando nada está visivelmente errado; Tensão no corpo (principalmente no pescoço, mandíbula, quadris ou assoalho pélvico) que só se percebe ao parar e prestar atenção; Dificuldade para dormir ou acordar cansado; Sentir-se sobrecarregado por decisões simples ou incapaz de concluir tarefas; Hipersensibilidade a sons ou interações sociais; Sentir-se emocionalmente anestesiado ou distante das coisas que antes traziam prazer; Uma sensação persistente de que nunca é suficiente — tempo, energia, produtividade ou até valor pessoal. Não dá para eliminar completamente esse tipo de estresse, mas é possível reduzir seu impacto. "O segredo é aprender a controlá-lo antes que ele se torne crônico", orienta Bean. Aqui vão algumas estratégias simples: Faça micro pausas: Afaste-se dos dispositivos, alongue-se, respire fundo, faça um escaneamento corporal ou dê uma volta rápida no quarteirão. "Até pausas de 60 segundos podem quebrar o ciclo do estresse", diz Bean. Estabeleça limites sensoriais: Reduza distrações digitais, barulhos de fundo, luzes fortes e bagunça sempre que possível. Isso ajuda a evitar a sobrecarga sensorial. Mantenha conexões sociais: Ligue para alguém querido, marque encontros, cozinhe com amigos ou faça atividades em grupo. Estar com pessoas que te entendem ajuda o sistema nervoso a se acalmar, afirma Schwartzberg. Mexa o corpo: Caminhadas, alongamentos, yoga ou tai chi ajudam a liberar tensão acumulada e te reconectar com o corpo. Reserve tempo para o prazer: "Separe ao menos um momento no dia que não seja sobre ser produtivo", recomenda Bean. Pode ser tomar um chá, escrever, cuidar das plantas ou ouvir seu podcast favorito. "Eu gosto de fazer um 'sacudir geral' no corpo para 'lavar' o dia", conta Schwartzberg. Use a voz: Cantar, fazer humming (zumbido com a boca fechada) ou soltar o ar lentamente estimula o nervo vago, o que ajuda a trazer calma. Não engula seus sentimentos: O estresse aumenta quando suprimimos o que sentimos. Schwartzberg sugere reconhecer suas necessidades, mesmo que de forma simples: "Preciso de um tempo de silêncio" ou "Podemos conversar quando estivermos mais descansados?" E lembre-se: você está dando conta. Um passo de cada vez já faz diferença.

Muitos processos relacionados à saúde não se manifestam de forma instantânea, mas resultam de desgastes acumulados ao longo do tempo. No caso do estresse ambiental, a descrição apresentada pela especialista evidencia que seus efeitos podem comprometer gradualmente a capacidade do organismo de reagir a novas demandas. Considerando esse contexto, qual conclusão se mostra coerente com o texto?

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Questão 6 de 35 Q2183032 Q11 da prova

A diversidade cultural de Santa Catarina é resultado da mistura de diferentes grupos étnicos que contribuíram para a formação histórica e social do estado. Entre as principais etnias formadoras, destacam-se:

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Questão 7 de 35 Q2183033 Q12 da prova

Antes da república, o Brasil viveu um regime monárquico, que existiu entre 1822 e 1889. Neste período, o país teve dois imperadores, que foram:

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Questão 8 de 35 Q2183035 Q13 da prova

Sobre o relevo do município de Seara/SC é correto afirmar que ele possui configuração de:

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Questão 9 de 35 Q2183037 Q14 da prova

Neste ano de 2025 o Brasil receberá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que é um dos eventos globais mais importantes sobre políticas ambientais e climáticas. Em qual cidade brasileira será este evento?

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Questão 10 de 35 Q2183038 Q15 da prova

"Agricultores pobres vindos do_____, das regiões próximas a Guaporé, Serafina Corrêa e Casca. Vinham a se estabelecer em_____, munidos apenas de suas precárias ferramentas de agricultura, sementes e sonhos de um futuro bom." O trecho acima conta um pouco da história da colonização do município de Seara/SC. Qual das alternativas abaixo cita as duas localidades que preenchem corretamente o texto?

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Questão 11 de 35 Q2183040 Q16 da prova

O almoxarifado de uma unidade de saúde solicitou ao eletricista a reposição de lâmpadas incandescentes em algumas áreas administrativas. No entanto, o eletricista, seguindo as diretrizes de eficiência energética e sustentabilidade do setor público, percebe que as lâmpadas incandescentes não são mais recomendadas. Ele decide sugerir a substituição por lâmpadas de LED, que consomem significativamente menos energia e têm uma vida útil muito maior. Qual a principal vantagem da lâmpada de LED em relação à lâmpada incandescente, além da economia de energia?

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Questão 12 de 35 Q2183042 Q17 da prova

Em uma escola municipal, o eletricista percebe que diversos computadores estão sendo desligados devido a quedas de energia em tomadas de uso específico (TUE). Durante a inspeção, ele identifica o uso de cabos de seção inferior ao dimensionado no projeto original. Qual é o risco principal dessa situação?

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Questão 13 de 35 Q2183043 Q18 da prova

Um eletricista da Secretaria de Obras foi chamado para consertar um portão automático em uma repartição pública. O portão não está funcionando, e a análise preliminar indica um problema no capacitor de partida do motor. Ele sabe que o motor de partida precisa de um impulso inicial de energia para começar a girar. O capacitor armazena essa energia e a libera para criar um campo magnético auxiliar que ajuda na rotação. Se o eletricista substituir o capacitor por um de valor de capacitância muito maior que o especificado, o que pode ocorrer?

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Questão 14 de 35 Q2183045 Q19 da prova

No diagrama unifilar de um prédio público aparece: Rede elétrica → DPS → Disjuntor → DR → Tomadas. Se ocorrer uma descarga atmosférica que gere sobretensão, qual dispositivo deve atuar primeiro?

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Questão 15 de 35 Q2183047 Q20 da prova

Em uma escola pública, será instalado um novo ar-condicionado de 4400 W em rede de 220 V. O eletricista deve dimensionar a corrente do equipamento para verificar o disjuntor adequado. Qual a corrente aproximada?

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Questão 16 de 35 Q2183048 Q21 da prova

Durante uma inspeção em um prédio público, o eletricista responsável avaliou as condições do quadro geral de baixa tensão. Considere as afirmações abaixo: I. A ausência de barramento de proteção devidamente conectado ao aterramento representa risco de choque elétrico. II. A sobrecarga constante em um disjuntor pode reduzir sua vida útil. III. Um quadro de distribuição pode ser instalado em qualquer local, mesmo em áreas úmidas, sem restrição. Assinale a alternativa correta:

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Questão 17 de 35 Q2183050 Q22 da prova

Um eletricista de manutenção em um prédio público está inspecionando o sistema de aterramento para garantir a segurança dos usuários e a proteção dos equipamentos eletrônicos. Ele faz as seguintes observações: I. O sistema de aterramento tem como principal objetivo proteger o usuário contra choques elétricos e desviar correntes de fuga para a terra. II. A medição da resistência do aterramento é realizada com um equipamento conhecido como terrômetro. III. Um sistema de aterramento com alta resistência é ideal, pois dificulta a passagem de corrente para a terra, protegendo os equipamentos. IV. A cor padronizada para o condutor de aterramento, de acordo com as normas brasileiras, é azul claro. Após a análise das observações, classifique as afirmativas como verdadeira (V) ou falsa (F):

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Questão 18 de 35 Q2183052 Q23 da prova

Um eletricista foi encarregado de realizar a instalação de um novo painel de distribuição em uma escola municipal. O projeto elétrico especifica o uso de disjuntores termomagnéticos para a proteção dos circuitos. O disjuntor termomagnético é um componente essencial na proteção de uma instalação elétrica, pois combina duas funções de proteção em um único dispositivo. Assinale a alternativa que NÃO representa uma função ou característica do disjuntor termomagnético.

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Questão 19 de 35 Q2183053 Q24 da prova

Em uma manutenção em repartição pública, o eletricista precisa selecionar os materiais corretos para execução de serviços. Associe a Coluna A (material) com a Coluna B (finalidade). Coluna A 1 - Disjuntor diferencial residual (DR) 2 - Eletroduto metálico 3 - Multímetro digital 4 - Luvas isolantes Coluna B (__ ) Medição de tensão, corrente e resistência. (__ ) Proteção contra choques elétricos por fuga de corrente. (__ ) Condução e proteção mecânica de cabos elétricos. (__ ) Proteção individual contra contato elétrico. Qual das alternativas abaixo representa os números da coluna A, preenche corretamente a sequência da coluna B:

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Questão 20 de 35 Q2183055 Q25 da prova

Durante a manutenção em um painel elétrico de prédio público, o eletricista deve seguir uma sequência de segurança segundo a NR-10. Coloque os passos abaixo em ordem: 1. Testar a ausência de tensão. 2. Desligar a fonte de energia. 3. Bloquear o religamento. 4. Sinalizar a área de trabalho. Marque a sequência correta.

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Questão 21 de 35 Q2183057 Q26 da prova

Durante a execução de serviços em um prédio público, o eletricista responsável identifica que parte da equipe não está utilizando os EPIs obrigatórios, como luvas isolantes e óculos de proteção. De acordo com as normas de segurança, qual deve ser a conduta correta?

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Questão 22 de 35 Q2183059 Q27 da prova

Um eletricista da Secretaria de Educação está sendo treinado em segurança do trabalho. O instrutor enfatiza a importância de utilizar EPIs específicos para cada tipo de trabalho, especialmente em eletricidade. O instrutor apresenta o conceito de "barreira de proteção" e "isolação", que são essenciais para evitar acidentes. Qual das seguintes opções é um exemplo de EPI que serve como barreira de proteção entre o eletricista e partes energizadas?

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Questão 23 de 35 Q2183061 Q28 da prova

No serviço de manutenção em um prédio público, o eletricista deve seguir práticas básicas de segurança. Assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 24 de 35 Q2183062 Q29 da prova

No prédio de uma repartição pública, ocorreu um curto-circuito em uma tomada de uso geral, ocasionando o disparo do disjuntor. O eletricista foi acionado para a manutenção corretiva. Qual deve ser a ação prioritária antes de substituir a tomada?

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Questão 25 de 35 Q2183064 Q30 da prova

Durante uma manutenção corretiva em um hospital público, houve a necessidade de desligar temporariamente um quadro de distribuição para substituir um disjuntor termomagnético defeituoso. O procedimento deve ser realizado de acordo com a NR-10 e boas práticas de segurança. Qual é a sequência correta para garantir a segurança dos trabalhadores?

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Questão 26 de 35 Q2183066 Q31 da prova

Na construção de uma unidade de saúde pública, foi solicitado ao eletricista o uso de eletrodutos de PVC rígido para passagem de cabos em áreas internas. A escolha desse material se justifica principalmente por qual característica?

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Questão 27 de 35 Q2183067 Q32 da prova

Durante a manutenção elétrica de um centro cultural público, foi necessário verificar se os condutores e o sistema de aterramento estavam devidamente interligados. O instrumento utilizado para esse tipo de análise, que mede continuidade elétrica, tensões e resistência em diversos pontos da instalação, é o ______. Qual alternativa abaixo preenche corretamente a lacuna?

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Questão 28 de 35 Q2183069 Q33 da prova

Durante a reforma de um posto de saúde, o eletricista da equipe técnica municipal foi encarregado de instalar as tomadas elétricas em consultórios, seguindo rigorosamente o projeto elétrico. O projeto especifica a utilização de tomadas de 2P+T (2 polos + terra) em todas as áreas, com uma cor específica para cada tipo de tensão. O profissional identifica a necessidade de instalar uma tomada de uso específico (TUE) para um aparelho de raio-x portátil, que exige uma tensão diferente das demais tomadas de uso geral (TUG). Qual a finalidade do terceiro pino em uma tomada e por que ele é crucial para a segurança de equipamentos e usuários?

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Questão 29 de 35 Q2183071 Q34 da prova

No contexto de instalações elétricas em escolas públicas, o uso do____garante que, em caso de fuga de corrente, a energia seja desligada imediatamente, reduzindo o risco de choques fatais. Esse dispositivo é conhecido pela sigla_____. Qual alternativa preenche corretamente as lacunas acima?

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Questão 30 de 35 Q2183072 Q35 da prova

Um eletricista da equipe de manutenção do Tribunal de Justiça foi chamado para consertar um vazamento de água em uma das salas, que acabou atingindo uma tomada elétrica. Ele percebe que o gesso e a parede estão molhados ao redor da tomada, e ele precisa atuar imediatamente para evitar um curto-circuito. Antes de qualquer coisa, ele deve adotar a medida mais segura. O que o eletricista deve fazer para iniciar o reparo do problema com segurança?

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Questão 31 de 35 Q2183074 Q36 da prova

Um profissional eletricista está encarregado de realizar a montagem de um novo quadro de distribuição em uma biblioteca pública que passará por uma expansão. O projeto prevê a instalação de novos circuitos para tomadas de uso geral (TUGs) e tomadas de uso específico (TUEs) para computadores e ar-condicionado. Durante a fase de dimensionamento, ele deve escolher o tipo de cabo condutor mais adequado para cada circuito. Considerando os requisitos de segurança e eficiência previstos nas normas técnicas brasileiras, qual a finalidade principal de um cabo de aterramento e qual cor ele deve ter?

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Questão 32 de 35 Q2183075 Q37 da prova

Em um prédio público recém-reformado, o eletricista é solicitado para verificar a instalação de iluminação de emergência, já que em um teste realizado durante um corte programado de energia as luminárias não acenderam. Considerando as normas aplicáveis e a prática profissional, qual deve ser a primeira medida de verificação para identificar corretamente a falha no sistema?

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Questão 33 de 35 Q2183077 Q38 da prova

Um eletricista da Secretaria de Obras está trabalhando na instalação de novos painéis elétricos em uma escola. Ele precisa realizar o correto dimensionamento dos cabos de alimentação para evitar superaquecimento e perda de energia. Uma das considerações mais importantes é o fator de agrupamento dos cabos dentro de um eletroduto. O que é o fator de agrupamento e como ele influencia no dimensionamento dos cabos?

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Questão 34 de 35 Q2183079 Q39 da prova

Um eletricista é encarregado de realizar uma inspeção em um painel elétrico que controla o sistema de ar-condicionado de um teatro municipal. Ele identifica que o relé térmico está com a corrente de ajuste muito acima da corrente nominal do motor. Esse tipo de configuração pode trazer sérios riscos para o equipamento e para a segurança da instalação. A regulagem do relé térmico deve estar em conformidade com as especificações do motor. Qual é o principal risco para o motor, caso o relé térmico esteja regulado para uma corrente muito superior à nominal?

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Questão 35 de 35 Q2183080 Q40 da prova

Servidores de uma escola municipal relataram choques leves ao tocar nas carcaças de computadores e impressoras. O eletricista responsável constatou que não havia sistema de aterramento adequado e que os equipamentos estavam conectados diretamente à rede elétrica. Nesse caso, qual deve ser a medida mais indicada para eliminar o risco de acidentes?

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