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Prova Controlador Interno - Câmara de Rio Claro/SP
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Questão 1 de 45 Q2170891 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Meu coração
No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa. Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos... Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita. — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha. Meu coração não quis acreditar. — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome? — Brasil. — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita? — É... — Você sabia disso quando me trouxe para cá? — Sabia. — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito? — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas... — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece? — Aí decidem nos pênaltis. — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração. — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso. — Quase aconteceu contra a Dinamarca! — É, mas... — Me tira daqui!

O texto é marcado pela figura de linguagem:

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Questão 2 de 45 Q2170893 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Meu coração
No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa. Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos... Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita. — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha. Meu coração não quis acreditar. — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome? — Brasil. — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita? — É... — Você sabia disso quando me trouxe para cá? — Sabia. — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito? — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas... — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece? — Aí decidem nos pênaltis. — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração. — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso. — Quase aconteceu contra a Dinamarca! — É, mas... — Me tira daqui!

Considere o seguinte excerto: “Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.” O pronome relativo empregado neste excerto retoma no texto o termo antecedente:

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Questão 3 de 45 Q2170895 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Meu coração
No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa. Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos... Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita. — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha. Meu coração não quis acreditar. — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome? — Brasil. — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita? — É... — Você sabia disso quando me trouxe para cá? — Sabia. — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito? — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas... — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece? — Aí decidem nos pênaltis. — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração. — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso. — Quase aconteceu contra a Dinamarca! — É, mas... — Me tira daqui!

Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto: I. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele [...] II. [...] desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. III. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. O pronome pessoal “ele” é empregado como oblíquo apenas em:

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Questão 4 de 45 Q2170897 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Meu coração
No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa. Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos... Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita. — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha. Meu coração não quis acreditar. — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome? — Brasil. — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita? — É... — Você sabia disso quando me trouxe para cá? — Sabia. — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito? — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas... — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece? — Aí decidem nos pênaltis. — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração. — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso. — Quase aconteceu contra a Dinamarca! — É, mas... — Me tira daqui!

O excerto a seguir cuja colocação pronominal está incorreta, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é:

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Questão 5 de 45 Q2170899 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Meu coração
No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa. Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos... Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita. — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha. Meu coração não quis acreditar. — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome? — Brasil. — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita? — É... — Você sabia disso quando me trouxe para cá? — Sabia. — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito? — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas... — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece? — Aí decidem nos pênaltis. — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração. — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso. — Quase aconteceu contra a Dinamarca! — É, mas... — Me tira daqui!

O advérbio que melhor substitui “deliberadamente”, em “— Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso?”, é:

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Questão 6 de 45 Q2170900 Q6 da prova

A sentença em que se verifica um substantivo próprio como complemento verbal é:

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Questão 7 de 45 Q2170902 Q7 da prova

Assinale a alternativa em que o elemento em destaque é um advérbio de possibilidade ou dúvida.

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Questão 8 de 45 Q2170904 Q8 da prova

Verifica-se verbo irregular apenas em:

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Questão 9 de 45 Q2170907 Q10 da prova

Considere a seguinte sentença: “Tinha vontade de se mudar para outro país, todavia não podia fazê-lo.” A palavra “todavia”, neste contexto, exprime o mesmo sentido de:

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Questão 10 de 45 Q2170909 Q11 da prova

Em uma padaria, um cliente leva 400 gramas de pão doce e 300 gramas de pão de mel, ele paga um total de R$ 13,80. Em outro dia, o mesmo cliente leva 200 g de pão doce e 500 g de pão de mel, pagando um total de R$ 14,60. Nesta situação, qual o preço por kg do pão de mel?

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Questão 11 de 45 Q2170911 Q12 da prova

Observe as seguintes afirmativas: I – Um losango possui os quatro lados congruentes, mas os ângulos internos não são todos congruentes entre si. II – Um triângulo retângulo tem necessariamente os sete lados congruentes. III – Um heptágono regular tem apenas 6 lados iguais, e todos os seus ângulos internos são congruentes. Estão corretas:

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Questão 12 de 45 Q2170913 Q13 da prova

Numa escola, sabe-se que 45% dos funcionários falam inglês, 65% falam espanhol e 25% falam ambas as línguas. Se há 500 funcionários no total, quantos não falam nem inglês nem espanhol?

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Questão 13 de 45 Q2170914 Q14 da prova

Uma determinada empresa multinacional de tecnologia teve um lucro líquido de 1 bilhão de reais no primeiro semestre do ano. Esta empresa pagará a cada um dos seus diretores uma fração desse lucro correspondente a 0,01%. Quanto cada diretor irá receber?

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Questão 14 de 45 Q2170916 Q15 da prova

Observe a seguinte sequência lógica numérica: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, ... Qual será o 10° elemento desta sequência?

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Questão 15 de 45 Q2170921 Q18 da prova

Seis pintores conseguem pintar 360 m2 de parede em 5 dias. Em quantos dias 12 pintores conseguirão pintar 720 m2 de parede supondo a mesma produtividade?

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Questão 16 de 45 Q2170924 Q20 da prova

Considere a seguinte argumentação: 1. Se João vai ao cinema, então ele compra pipoca. 2. Se João compra pipoca, então ele fica satisfeito. 3. João não comprou pipoca. Com base nessas premissas, qual das conclusões abaixo pode ser logicamente inferida?

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Questão 17 de 45 Q2170926 Q21 da prova

A área de trabalho é a principal área exibida na tela quando você liga o computador e faz logon no Windows. Nela, é possível criar novos itens, como:

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Questão 18 de 45 Q2170927 Q22 da prova

Dentre as opções a seguir, qual representa um navegador amplamente utilizado para acessar e interagir com conteúdo da internet?

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Questão 19 de 45 Q2170929 Q23 da prova

O Windows dispõe de ferramentas que auxiliam na interação do usuário com os recursos do sistema. O facilitador em destaque na imagem acima, que pode ser encontrado na parte inferior da área de trabalho, na barra de tarefas, tem como principal função:

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Questão 20 de 45 Q2170931 Q24 da prova

Utilizando o Microsoft Word para edição e formatação de textos, o atalho de teclado Ctrl+Alt+Z tem a função de:

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Questão 21 de 45 Q2170933 Q25 da prova

Uma fórmula no Microsoft Excel é uma sequência de valores constantes, referências de células (o endereço da célula), nomes, funções ou operadores que produzem um novo valor a partir dos valores existentes. As fórmulas sempre começam com um sinal de:

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Questão 22 de 45 Q2170934 Q26 da prova

Considerando o campo de aplicação da Contabilidade Pública no Brasil, assinale a alternativa correta:

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Questão 23 de 45 Q2170936 Q27 da prova

No contexto da contabilidade aplicada ao setor público, o Sistema Orçamentário tem por finalidade registrar e controlar atos relacionados à previsão e execução orçamentária. Considerando seus principais grupos de contas, assinale a alternativa INCORRETA:

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Questão 24 de 45 Q2170938 Q28 da prova

Trata-se de lei de iniciativa do Presidente da República que prevê as receitas e estabelece as despesas para o exercício financeiro correspondente, abrangendo os orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimento das empresas estatais. Esse instrumento é nomeado:

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Questão 25 de 45 Q2170940 Q29 da prova

Na contabilidade aplicada ao setor público, há um sistema que registra contas destinadas exclusivamente ao controle de situações que não integram, no momento, o patrimônio público, mas que possuem potencial de afetá-lo futuramente. Esse sistema é denominado:

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Questão 26 de 45 Q2170941 Q30 da prova

No setor público, existe um crédito adicional destinado a reforçar o valor de uma dotação orçamentária já prevista, sem modificar a finalidade da despesa. Esse crédito é conhecido como:

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Questão 27 de 45 Q2170943 Q31 da prova

Segundo o Manual de Demonstrativos Fiscais (MDF), o Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) deve apresentar informações detalhadas sobre a execução orçamentária. Entre os componentes obrigatórios, estão o Balanço Orçamentário e o Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção, além de outros demonstrativos definidos em legislação específica. Esse relatório tem por finalidade:

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Questão 28 de 45 Q2170945 Q32 da prova

Existem despesas públicas cuja execução depende da análise do gestor quanto à conveniência e oportunidade de realizá-las. Essas despesas são classificadas como:

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Questão 29 de 45 Q2170946 Q33 da prova

Na responsabilidade da gestão fiscal implica que os gestores adotem práticas que sejam planejadas, transparentes e que permitam o controle social e o cumprimento das metas fiscais. Essa responsabilidade está prevista na:

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Questão 30 de 45 Q2170948 Q34 da prova

São considerados recursos financeiros da administração pública aqueles obtidos por meio de tributos, contribuições, empréstimos ou venda de bens, destinados a financiar as ações e programas do governo. Essa classificação corresponde a:

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Questão 31 de 45 Q2170950 Q35 da prova

A organização das contas em um plano de contas adequado permite maior clareza na preparação das demonstrações contábeis, já que determinados grupos de contas são diretamente incorporados às demonstrações correspondentes. Essa prática tem como principal objetivo:

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Questão 32 de 45 Q2170951 Q36 da prova

O demonstrativo contábil que apresenta, em um determinado momento, a situação financeira e patrimonial do ente público, evidenciando os recursos disponíveis (ativo), as obrigações (passivo) e o patrimônio líquido, permitindo avaliar se a entidade possui superávit ou déficit patrimonial é:

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Questão 33 de 45 Q2170952 Q37 da prova

Durante uma reunião da equipe de planejamento, o secretário de finanças explicou que todas as despesas previstas para o próximo exercício precisavam estar autorizadas pela lei orçamentária. Ele destacou que não poderiam existir gastos públicos sem prévia autorização, sob pena de ilegalidade. Nesse caso, o secretário está ressaltando qual princípio orçamentário:

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Questão 34 de 45 Q2170954 Q38 da prova

Considere as afirmações abaixo: I. A escrituração das operações financeiras e patrimoniais deve ser realizada pelo método das partidas dobradas. II. Esse método assegura que cada lançamento contábil possua um débito e um crédito de igual valor. Acerca dessas afirmações, assinale a alternativa correta:

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Questão 35 de 45 Q2170956 Q39 da prova

Analise a situação hipotética a seguir: Maria, servidora pública, identificou indícios de irregularidades em processos de contratação e instaurou procedimento para apuração. No mesmo período, Pedro, cidadão, protocolou requerimento junto ao órgão solicitando o reconhecimento de um direito que entende possuir. Nessa hipótese, à luz do que dispõe a Lei nº 9.784/1999, é correto afirmar que:

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Questão 36 de 45 Q2170958 Q40 da prova

Na administração pública, se não houver impedimento legal, um órgão administrativo e seu titular poderão:

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Questão 37 de 45 Q2170959 Q41 da prova

As organizações privadas, que não visam lucro e prestam serviços de interesse público, caracterizam um setor da sociedade responsável por ações sociais e comunitárias. Esse setor é denominado:

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Questão 38 de 45 Q2170961 Q42 da prova

Alguns órgãos são estabelecidos diretamente pela Constituição e exercem funções representativas dos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) em diferentes níveis de governo, atuando de forma autônoma em relação aos demais. Esses órgãos são conhecidos como:

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Questão 39 de 45 Q2170963 Q43 da prova

No Brasil, o Poder Executivo é responsável pela administração do país, implementação de políticas públicas e execução das leis. A autoridade máxima que lidera esse Poder, representando a União nacionalmente e internacionalmente, é:

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Questão 40 de 45 Q2170965 Q44 da prova

Os atos administrativos são praticados por autoridades públicas ou particulares que exerçam prerrogativas públicas e caracterizam-se por dependerem exclusivamente da vontade de quem os realiza, sem necessidade de concordância de terceiros. Esses atos são classificados como:

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Questão 41 de 45 Q2170966 Q45 da prova

Assinale a alternativa que descreve corretamente a modalidade de responsabilização do Estado em que não é necessário provar culpa do agente público, bastando evidenciar o prejuízo causado e a relação direta entre a ação ou omissão e o dano sofrido:

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Questão 42 de 45 Q2170968 Q46 da prova

Mediante o exercício da função administrativa, o Estado aplica normas legais a situações concretas, buscando a realização do interesse público. Esse exercício caracteriza:

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Questão 43 de 45 Q2170969 Q47 da prova

Marque a alternativa que indica o momento em que ocorre o registro da receita orçamentária na contabilidade pública:

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Questão 44 de 45 Q2170972 Q48 da prova

Podem ser definidos como eventos que têm potencial de afetar negativamente as finanças públicas, decorrentes da execução das ações planejadas nos programas de governo ou do alcance das metas de resultados, correspondendo às obrigações financeiras assumidas pelo Estado. Assinale a alternativa que corresponde a esse conceito:

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Questão 45 de 45 Q2170975 Q50 da prova

O pregão é uma modalidade de licitação obrigatória para aquisição de bens e serviços comuns. Nessa modalidade, o critério de julgamento pode ser:

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