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Prova Auxiliar de Serviço Escolar - Pref. Carrancas/MG
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Questão 1 de 8 Q1934264 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O LOBO E O CORDEIRO Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin Quando a razão não convence, A força se torna razão E, sem querer ouvir não, O forte ao mais fraco vence. Assim se deu certo dia, Quando um tenro cordeirinho, Feliz, bebia tranquilo Num riacho cristalino. Eis que chega um feroz lobo À margem do tal riacho E, vendo o pobre a beber, Pensou como seria bom Matar a sede e comer. E sem demora ergueu a voz, Surpreendendo o coitado: "Por que turvas minha água? Quem te fez assim ousado Pra te indispores comigo? Tua temeridade merece castigo!" E o cordeiro com humildade Contestou o lobo num aparte: "Se estou vinte passos abaixo E a água corre para cá, Perdão, então como posso A vossa água sujar?" "Mas sujas", disse o malvado. "E até pior: me contaram que falaste mal de mim durante o ano passado!" "Eu, senhor?! Não pode ter sido. No ano passado, nem era nascido!" "Então foi teu irmão, teu pai ou algum outro parente!", retrucou o lobo impaciente. E, antes que o outro replicasse, o lobo resolveu o impasse: saltou ágil e num golpe sóabateu o cordeiro e devorou sem dó! (Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)

"Mas sujas", disse o malvado. / "E até pior: me contaram / que falaste mal de mim / durante o ano passado!" No trecho acima, existem palavras e expressões que introduzem os sentidos de

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Questão 2 de 8 Q1934267 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O LOBO E O CORDEIRO Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin Quando a razão não convence, A força se torna razão E, sem querer ouvir não, O forte ao mais fraco vence. Assim se deu certo dia, Quando um tenro cordeirinho, Feliz, bebia tranquilo Num riacho cristalino. Eis que chega um feroz lobo À margem do tal riacho E, vendo o pobre a beber, Pensou como seria bom Matar a sede e comer. E sem demora ergueu a voz, Surpreendendo o coitado: "Por que turvas minha água? Quem te fez assim ousado Pra te indispores comigo? Tua temeridade merece castigo!" E o cordeiro com humildade Contestou o lobo num aparte: "Se estou vinte passos abaixo E a água corre para cá, Perdão, então como posso A vossa água sujar?" "Mas sujas", disse o malvado. "E até pior: me contaram que falaste mal de mim durante o ano passado!" "Eu, senhor?! Não pode ter sido. No ano passado, nem era nascido!" "Então foi teu irmão, teu pai ou algum outro parente!", retrucou o lobo impaciente. E, antes que o outro replicasse, o lobo resolveu o impasse: saltou ágil e num golpe sóabateu o cordeiro e devorou sem dó! (Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)

"E, sem querer ouvir não, / O forte ao mais fraco vence ." Analisando a oração destacada no período acima, fica CORRETA a seguinte alternativa:

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Questão 3 de 8 Q1934269 Q3 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O LOBO E O CORDEIRO Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin Quando a razão não convence, A força se torna razão E, sem querer ouvir não, O forte ao mais fraco vence. Assim se deu certo dia, Quando um tenro cordeirinho, Feliz, bebia tranquilo Num riacho cristalino. Eis que chega um feroz lobo À margem do tal riacho E, vendo o pobre a beber, Pensou como seria bom Matar a sede e comer. E sem demora ergueu a voz, Surpreendendo o coitado: "Por que turvas minha água? Quem te fez assim ousado Pra te indispores comigo? Tua temeridade merece castigo!" E o cordeiro com humildade Contestou o lobo num aparte: "Se estou vinte passos abaixo E a água corre para cá, Perdão, então como posso A vossa água sujar?" "Mas sujas", disse o malvado. "E até pior: me contaram que falaste mal de mim durante o ano passado!" "Eu, senhor?! Não pode ter sido. No ano passado, nem era nascido!" "Então foi teu irmão, teu pai ou algum outro parente!", retrucou o lobo impaciente. E, antes que o outro replicasse, o lobo resolveu o impasse: saltou ágil e num golpe sóabateu o cordeiro e devorou sem dó! (Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)

"Por que turvas minha água? / Quem te fez assim ousado / Pra te indispores comigo? / Tua temeridade merece castigo!" As palavras destacadas acima, na mesma ordem em que são apresentadas, são SINÔNIMAS de

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Questão 4 de 8 Q1934271 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O LOBO E O CORDEIRO Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin Quando a razão não convence, A força se torna razão E, sem querer ouvir não, O forte ao mais fraco vence. Assim se deu certo dia, Quando um tenro cordeirinho, Feliz, bebia tranquilo Num riacho cristalino. Eis que chega um feroz lobo À margem do tal riacho E, vendo o pobre a beber, Pensou como seria bom Matar a sede e comer. E sem demora ergueu a voz, Surpreendendo o coitado: "Por que turvas minha água? Quem te fez assim ousado Pra te indispores comigo? Tua temeridade merece castigo!" E o cordeiro com humildade Contestou o lobo num aparte: "Se estou vinte passos abaixo E a água corre para cá, Perdão, então como posso A vossa água sujar?" "Mas sujas", disse o malvado. "E até pior: me contaram que falaste mal de mim durante o ano passado!" "Eu, senhor?! Não pode ter sido. No ano passado, nem era nascido!" "Então foi teu irmão, teu pai ou algum outro parente!", retrucou o lobo impaciente. E, antes que o outro replicasse, o lobo resolveu o impasse: saltou ágil e num golpe sóabateu o cordeiro e devorou sem dó! (Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)

"Eis(1) que chega um feroz lobo / À margem do tal(2) riacho" Em relação às palavras destacadas e identificadas por números no trecho acima, apresenta-se CORRETA a seguinte afirmativa:

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Questão 5 de 8 Q1934273 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5. O LOBO E O CORDEIRO Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin Quando a razão não convence, A força se torna razão E, sem querer ouvir não, O forte ao mais fraco vence. Assim se deu certo dia, Quando um tenro cordeirinho, Feliz, bebia tranquilo Num riacho cristalino. Eis que chega um feroz lobo À margem do tal riacho E, vendo o pobre a beber, Pensou como seria bom Matar a sede e comer. E sem demora ergueu a voz, Surpreendendo o coitado: "Por que turvas minha água? Quem te fez assim ousado Pra te indispores comigo? Tua temeridade merece castigo!" E o cordeiro com humildade Contestou o lobo num aparte: "Se estou vinte passos abaixo E a água corre para cá, Perdão, então como posso A vossa água sujar?" "Mas sujas", disse o malvado. "E até pior: me contaram que falaste mal de mim durante o ano passado!" "Eu, senhor?! Não pode ter sido. No ano passado, nem era nascido!" "Então foi teu irmão, teu pai ou algum outro parente!", retrucou o lobo impaciente. E, antes que o outro replicasse, o lobo resolveu o impasse: saltou ágil e num golpe sóabateu o cordeiro e devorou sem dó! (Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)

Em relação ao texto "O lobo e o cordeiro", é CORRETO afirmar que se trata de um texto

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Questão 6 de 8 Q1934275 Q6 da prova

Analise atentamente a sequência abaixo, identificando a lógica da sua formação. A seguir, assinale a alternativa cujo elemento preenche CORRETAMENTE o espaço em branco. 23 − 36 − 51 − 68 − __

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Questão 7 de 8 Q1934276 Q7 da prova

Se M = 26, Q = 34 e T = 40, qual é o valor de A + V?

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Questão 8 de 8 Q1934278 Q8 da prova

Considere a seguinte situação: numa determinada cidade, todos os engenheiros são japoneses, e todos os japoneses são ricos. Nessa situação, é CORRETO afirmar que

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