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Prova Auxiliar de Saúde Bucal - Pref. Vermelho Novo/MG
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Questão 1 de 24 Q2119925 Q1 da prova
Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave

Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco. A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática. O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar. Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal. Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)

O título “Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave ” sugere que o texto abordará:

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Questão 2 de 24 Q2119927 Q2 da prova
Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave

Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco. A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática. O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar. Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal. Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)

Observe o trecho: “A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores .” (2º§) . São considerados sinônimos de “incidência”, EXCETO:

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Questão 3 de 24 Q2119929 Q4 da prova
Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave

Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco. A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática. O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar. Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal. Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)

Ao afirmar “ Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, ‘vacine-se’ todos os dias .” (5º§), o autor transmite a ideia de que:

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Questão 4 de 24 Q2119931 Q5 da prova
Atenção à Síndrome Respiratória Aguda Grave

Nas últimas semanas, parte do Brasil tem registrado aumento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), provocada por infecções diversas. A SRAG é uma condição clínica caracterizada por sintomas como febre alta, tosse intensa, dificuldade para respirar, calafrios e cansaço extremo. Pacientes acometidos pela síndrome podem evoluir rapidamente de forma desfavorável, levando à necessidade de internação hospitalar e, em casos mais graves, à ventilação mecânica e até mesmo ao óbito. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades correm maior risco. A incidência dos casos de SRAG está vinculada a diversos fatores. É comum que, durante as estações do outono e do inverno, ocorra o aumento na circulação de vírus respiratórios, que se proliferam com mais facilidade em ambientes secos e com temperaturas mais baixas. É o caso dos vírus que têm sido mais relacionados à síndrome nas últimas notificações, sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars-Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite. São velhos conhecidos da população, que continuam a circular e a causar contaminações, a maioria assintomática ou pouco sintomática. O tratamento pode variar dependendo do agente causador, mas costuma envolver suporte respiratório, hidratação intravenosa e medicamentos antivirais. A recuperação depende do estado geral de saúde do paciente e da rapidez com que o problema é identificado e o tratamento é iniciado. Quem se lembra do triste período do auge da pandemia de Covid com certeza se recorda do quanto é complicado viver nessa situação, necessitando-se de aparelhos para conseguir respirar. Há formas de reduzir de maneira drástica as chances de contaminação pelos vírus que circulam e, consequentemente, a incidência de SRAG. São métodos básicos de prevenção para praticamente todas as doenças respiratórias e suas complicações, que devemos lembrar e reforçar para garantir o combate eficiente aos vírus e formas graves de moléstias infecciosas causadas por eles. O principal de todos, como sempre, é manter atualizada a carteira de vacinação. A campanha de imunização contra a gripe é anual no Brasil e, ao final, costuma ser aberta a todos os públicos aptos a receber a dose protetora. Contra a Covid-19, a vacinação atualmente preconizada pelo Ministério da Saúde é bianual, e em breve passará a ser anual. Em fevereiro deste ano a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde, recomendou a inclusão de uma vacina na rede pública para proteger gestantes e seus bebês contra o VRS, em terapia associada a um anticorpo monoclonal. Além disso, cuidados básicos como lavar as mãos com água e sabão frequentemente e utilizar álcool em gel depois de manusear objetos continuam sendo medidas não farmacológicas importantes. Mas, caso sejam notados sintomas mais graves, como falta de ar ou febre persistente, é essencial buscar orientação médica especializada. Informações seguras e confiáveis sobre vacinas e prevenção contra formas graves de doenças respiratórias estão disponíveis nos canais oficiais dos órgãos sanitários e na imprensa. Mas muito cuidado com as fake news disseminadas em redes sociais e grupos de Whatsapp. Contra elas, “vacine-se” todos os dias.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/colunas. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)

No 1º§, a palavra “síndrome” aparece grafada com letra maiúscula e minúscula. Nesse sentido, assinale a afirmativa correta.

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Questão 5 de 24 Q2119932 Q6 da prova

Considerando que as palavras são classificadas em substantivos feminino e masculino, assinale, a seguir, o substantivo masculino.

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Questão 6 de 24 Q2119936 Q8 da prova

Qual o aumentativo do vocábulo “tratamento” (3º§)?

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Questão 7 de 24 Q2119938 Q9 da prova

Sobre a palavra “Respiratória” (1º§), é correto afirmar que:

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Questão 8 de 24 Q2119939 Q10 da prova

Observe o trecho : “[...] sendo eles principalmente os causadores da Covid (Sars -Cov-2) e gripe (Influenza), além do rinovírus e do VSR (Vírus Sincicial Respiratório), responsáveis respectivamente pelos resfriados e bronquiolite.” (2º§). Ao colocar a palavra “respectivamente” entre vírgulas, é correto afirmar que, nesse caso, a função da vírgula será:

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Questão 9 de 24 Q2119944 Q13 da prova

Uma prefeitura está analisando o custo-benefício de quatro programas de incentivo à educação, avaliando o custo por aluno em cada programa:
• Programa A: custa R$ 240.000,00 e atende 600 alunos;
• Programa B: custa R$ 180.000,00 e atende 500 alunos;
• Programa C: custa R$ 300.000,00 e atende 1.000 alunos; e
• Programa D: custa R$ 200.000,00 e atende 400 alunos. Qual programa tem o menor custo por aluno?

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Questão 10 de 24 Q2119946 Q14 da prova

Neymarlin tem uma coleção de figurinhas de futebol e gosta de organizá-las em sequência. Ele decidiu criar uma sequência especial: no primeiro dia, ele separou duas figurinhas, no segundo dia, separou 4 figurinhas, no terceiro dia, separou 6 figurinhas, e assim por diante, sempre adicionando duas figurinhas a mais do que no dia anterior. Se Neymarlin continuar seguindo essa lógica, quantas figurinhas ele terá separado no 8º dia?

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Questão 11 de 24 Q2119948 Q15 da prova

A prefeitura de determinada cidade iniciou um projeto para reformar as praças do município. Cada praça leva exatamente 15 dias para ser reformada. Se o trabalho começou no dia 1º de abril e é realizado sem interrupções, em que dia estará concluída a reforma da 5ª praça?

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Questão 12 de 24 Q2119951 Q17 da prova

Determinada construtora venceu uma licitação para pavimentar uma praça retangular. A praça possui 30 m de comprimento e 20 m de largura. Para calcular a quantidade de pisos necessários, a instituição precisa saber a área total da praça. Com base nas informações, qual é a área da praça que será pavimentada?

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Questão 13 de 24 Q2119952 Q18 da prova

A secretaria de obras e infraestrutura de determinada cidade está planejando instalar placas comemorativas em uma nova avenida. Cada placa será decorada com um desenho simétrico. Qual das opções a seguir melhor representa uma forma com simetria, em relação ao centro, para decorar as placas?

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Questão 14 de 24 Q2119956 Q20 da prova

Em uma prova de concurso, Concursildo encontrou a seguinte sequência lógica formada por letras:
A, C, E, G, ...
Seguindo o mesmo padrão, qual será a 10ª letra dessa sequência?

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Questão 15 de 24 Q2119958 Q21 da prova

É importante conhecer as competências que o auxiliar de saúde bucal deve seguir para garantir um atendimento seguro, ético e eficiente no consultório odontológico. Assim, pode-se afirmar que uma das funções desse profissional é:

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Questão 16 de 24 Q2119960 Q22 da prova

Durante uma ação coletiva em saúde bucal, com alunos de uma escola pública, os profissionais orientaram as crianças sobre os cuidados com a saúde. Em relação aos cuidados bucais, a associação mais importante na prevenção da cárie dentária é:

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Questão 17 de 24 Q2119961 Q23 da prova

Após o término do atendimento Odontológico, o auxiliar de saúde bucal deverá seguir os protocolos de biossegurança para os instrumentais e incluir:

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Questão 18 de 24 Q2119963 Q24 da prova

Na prática diária da odontologia, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são importantes para:

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Questão 19 de 24 Q2119965 Q25 da prova

A cárie dentária é uma doença multifatorial que resulta na destruição dos tecidos dentários pela ação dos ácidos produzidos pelas bactérias presentes na placa bacteriana (biofilme dentário). Sobre a cárie, é possível afirmar que:

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Questão 20 de 24 Q2119967 Q26 da prova

Durante um atendimento odontológico, o cirurgião-dentista solicita que o auxiliar de saúde bucal organize os instrumentais necessários para exodontia de um dente 46 (primeiro molar permanente inferior direito). No entanto, durante o procedimento, o profissional decide extrair também o dente 32 (incisivo lateral permanente inferior esquerdo). Com base no caso hipotético, deverão ser utilizados os seguintes fórceps, respectivamente:

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Questão 21 de 24 Q2119968 Q27 da prova

Considerando que o flúor é um elemento importante na prevenção da cárie dentária, assinale a afirmativa correta.

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Questão 22 de 24 Q2119970 Q28 da prova

Após um atendimento clínico no consultório odontológico, o auxiliar de saúde bucal deverá realizar alguns descartes do material utilizado. Nesse sentido, os materiais perfurocortantes deverão ser descartados em:

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Questão 23 de 24 Q2119972 Q29 da prova

Em um atendimento odontológico infantil, o auxiliar de saúde bucal estava presente para auxiliar o cirurgião-dentista, a fim de promover um atendimento mais efetivo. Baseando-se na conduta com crianças, é necessário:

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Questão 24 de 24 Q2119974 Q30 da prova

Durante o atendimento de um paciente com 35 anos de idade, o cirurgião-dentista solicitou ao auxiliar de saúde bucal a manipulação do material Óxido de Zinco e Eugenol (OZE). Prontamente, ele entendeu que o material amplamente utilizado na odontologia seria indicado para:

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