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Prova Atendente de Serviços Gerais - Câmara de Marília/SP
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Questão 1 de 10 Q2122504 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05: A Bungavília 3 O Xico recusou vir para a quinta1. A mãe ficou zanga - da e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o di-nheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda. Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as fé- rias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos 2. Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende. O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão. Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contí-nuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões. (Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas . 2015) 1 Quinta: propriedade rural. 2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola. 3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos.

O uso do acento indicativo da crase atende à norma--padrão em:

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Questão 2 de 10 Q2122506 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05: A Bungavília 3 O Xico recusou vir para a quinta1. A mãe ficou zanga - da e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o di-nheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda. Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as fé- rias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos 2. Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende. O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão. Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contí-nuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões. (Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas . 2015) 1 Quinta: propriedade rural. 2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola. 3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos.

Eu concordo pai quanto à beleza da buganvília. Até é uma planta bonita. Por isso, entendo o zelo . Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Questão 3 de 10 Q2122508 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05: A Bungavília 3 O Xico recusou vir para a quinta1. A mãe ficou zanga - da e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o di-nheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda. Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as fé- rias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos 2. Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende. O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão. Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contí-nuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões. (Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas . 2015) 1 Quinta: propriedade rural. 2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola. 3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos.

A colocação pronominal atende à norma-padrão em:

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Questão 4 de 10 Q2122510 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05: A Bungavília 3 O Xico recusou vir para a quinta1. A mãe ficou zanga - da e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o di-nheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda. Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as fé- rias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos 2. Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende. O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão. Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contí-nuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões. (Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas . 2015) 1 Quinta: propriedade rural. 2 Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola. 3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos.

Na passagem do 2 o parágrafo – É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos. –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de:

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Questão 5 de 10 Q2122511 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10: Ciclismo e transporte urbano no Brasil Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Uni-das (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sus-tentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes. Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mor-tes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas pro-fundas, que acontecem diariamente pelo território nacional. O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização. No caso do transporte em duas rodas, o restrito inves-timento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocor-rência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veí-culos e pedestres, num quadro de perigo iminente. Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para im-plantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas. A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessi - dade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo signi - ficativo rumo à qualidade de vida. (Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)

O objetivo do editorial é analisar

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Questão 6 de 10 Q2122513 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10: Ciclismo e transporte urbano no Brasil Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Uni-das (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sus-tentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes. Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mor-tes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas pro-fundas, que acontecem diariamente pelo território nacional. O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização. No caso do transporte em duas rodas, o restrito inves-timento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocor-rência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veí-culos e pedestres, num quadro de perigo iminente. Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para im-plantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas. A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessi - dade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo signi - ficativo rumo à qualidade de vida. (Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)

A expressão destacada está empregada em sentido figurado em:

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Questão 7 de 10 Q2122515 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10: Ciclismo e transporte urbano no Brasil Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Uni-das (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sus-tentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes. Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mor-tes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas pro-fundas, que acontecem diariamente pelo território nacional. O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização. No caso do transporte em duas rodas, o restrito inves-timento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocor-rência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veí-culos e pedestres, num quadro de perigo iminente. Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para im-plantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas. A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessi - dade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo signi - ficativo rumo à qualidade de vida. (Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)

Considere as passagens: •  O interesse  aumentou  tanto que  rendeu uma data comemorativa... (1o parágrafo) •  ... mas diversas  questões  barram o avanço da prática. (1o parágrafo) •  No caso do transporte  em duas rodas, o restrito inves- timento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro... (4o parágrafo) Os termos destacados significam, correta e respectiva - mente:

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Questão 8 de 10 Q2122516 Q9 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10: Ciclismo e transporte urbano no Brasil Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Uni-das (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sus-tentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes. Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mor-tes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas pro-fundas, que acontecem diariamente pelo território nacional. O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização. No caso do transporte em duas rodas, o restrito inves-timento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocor-rência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veí-culos e pedestres, num quadro de perigo iminente. Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para im-plantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas. A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessi - dade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo signi - ficativo rumo à qualidade de vida. (Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal e concordância nominal.

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Questão 9 de 10 Q2122518 Q10 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 06 a 10: Ciclismo e transporte urbano no Brasil Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Uni-das (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sus-tentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes. Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mor-tes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas pro-fundas, que acontecem diariamente pelo território nacional. O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização. No caso do transporte em duas rodas, o restrito inves-timento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocor-rência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veí-culos e pedestres, num quadro de perigo iminente. Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para im-plantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas. A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessi - dade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo signi - ficativo rumo à qualidade de vida. (Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)

Nas passagens – O interesse aumentou tanto que ren- deu uma data comemorativa... (1 o parágrafo) – e – ... o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburaca - dos... (4o parágrafo) –, as expressões destacadas expri- mem, correta e respectivamente, sentidos de:

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Questão 10 de 10 Q2122519 Q11 da prova

A cada 15 dias, André realiza um serviço voluntário, enquanto Ana realiza o mesmo serviço, a cada 25 dias, independentemente de os dias serem uteis ou não. Na segunda-feira da semana passada, eles se encontraram no local do serviço comunitário. Isso significa que a próxima vez em que Ana e André se encontrarão no local desse serviço será em

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