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Prova Assistente Social - Pref. Icapuí/CE
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Questão 1 de 11 Q1418452 Q1 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

[...] branquinha, no texto, dá a ideia de

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Questão 2 de 11 Q1418454 Q2 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

O poeta revela sua irrealização na vida em qual estrofe?

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Questão 3 de 11 Q1418456 Q3 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

No texto, “pai-joão”, representa

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Questão 4 de 11 Q1418458 Q4 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

As lembranças da infância do poeta eram trazidas pelo(a)(s)

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Questão 5 de 11 Q1418459 Q5 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

No texto, “serão” significa

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Questão 6 de 11 Q1418461 Q6 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

São versos que demonstram a afeição e o carinho do poeta para com sua família.

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Questão 7 de 11 Q1418463 Q7 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

Na 1ª estrofe, o sujeito de “ilumina” é

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Questão 8 de 11 Q1418465 Q8 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

Os verbos da 1ª estrofe no presente do indicativo mostram que o autor se refere a um (uma)

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Questão 9 de 11 Q1418466 Q9 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

Segundo o texto, marque a opção INCORRETA.

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Questão 10 de 11 Q1418468 Q10 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

Pelo texto, percebe-se que o autor fala de um ambiente

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Questão 11 de 11 Q1418470 Q11 da prova
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.

Candeeiro familiar

Nas noites de minha meninice existe um grande candeeiro amigo, que sobre a vasta mesa de jantar ilumina o meu serão antigo. As doces sombras dos meus se projetavam na parede branquinha do salão. O primeiro cinema que eu conheci foram essas sombras de carvão. À procura do velho candeeiro vinham asas da mata se queimar; vinham de longe insetos viageiros, borboletas de forma singular. O candeeiro era a lanterna mágica, que me fazia na parede branca o homem grande que eu queria ser e de que sou uma sombra, apenas uma sombra. A ventania às vezes surpreendia as janelas abertas do meu lar, e então as doces sombras se moviam, trêmulas, trêmulas a bailar. Quem é lá? perguntavam. - É a ventania que lá forte está. E com o vento, como que entravam, e se espalhavam pelos vãos da sala, a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala, todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima

Na última estrofe do texto, o sujeito de “entravam” é

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