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Prova Assistente Social do CRAS - Pref. Cuparaque/MG
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Questão 1 de 33 Q2194005 Q1 da prova

Assinale a alternativa que organiza, com base na Constituição de 1988, os princípios e o arranjo institucional da seguridade social para orientar a Assistência Social no território.

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Questão 2 de 33 Q2194006 Q2 da prova

Em relação à organização do SUAS por comando único, instâncias de pactuação e cofinanciamento, assinale a alternativa que expressa a combinação tecnicamente adequada.

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Questão 3 de 33 Q2194008 Q3 da prova

Considerando a distinção entre medidas protetivas do ECA e medidas socioeducativas destinadas a adolescentes autores de ato infracional. Marque a alternativa que explicita corretamente a natureza e os atores competentes.

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Questão 4 de 33 Q2194011 Q5 da prova

Assinale a alternativa que traduz diretrizes de cuidado em liberdade na Política de Saúde Mental com base territorial e integração à RAPS.

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Questão 5 de 33 Q2194013 Q6 da prova

Em relação ao Código de Ética do Assistente Social e aos fundamentos que sustentam a intervenção crítica, assinale a alternativa que alinha princípios e diretrizes.

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Questão 6 de 33 Q2194015 Q7 da prova

Assinale a alternativa que descreve com precisão finalidades e usos de estudo social, laudo e parecer na prática profissional do Serviço Social.

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Questão 7 de 33 Q2194017 Q9 da prova

Em relação à RAPS e ao cuidado em liberdade no território, assinale a alternativa que melhor expressa a diretriz de base comunitária e intersetorial.

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Questão 8 de 33 Q2194019 Q10 da prova

Considerando um usuário de 28 anos em crise relacionada ao uso de álcool, com risco para si e terceiros. Marque a alternativa que organiza um fluxo integrado e seguro.

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Questão 9 de 33 Q2194021 Q11 da prova

Assinale a alternativa que caracteriza o RGPS como seguro social contributivo, com exemplos de prestações e requisitos.

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Questão 10 de 33 Q2194024 Q13 da prova

Assinale a alternativa que define com rigor as entregas da vigilância socioassistencial para qualificar a oferta e a gestão do SUAS.

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Questão 11 de 33 Q2194026 Q14 da prova

Em relação à Declaração Universal dos Direitos Humanos e à Constituição de 1988, assinale a alternativa que orienta a prática no SUAS.

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Questão 12 de 33 Q2194028 Q15 da prova

Considerando o Benefício de Prestação Continuada e a avaliação da deficiência conforme o ordenamento vigente, marque a alternativa que está alinhada às definições legais.

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Questão 13 de 33 Q2194030 Q16 da prova

Em relação ao CREAS e ao PAEFI diante de violência sexual contra adolescente, assinale a alternativa que traduz o escopo de atuação com articulação intersetorial.

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Questão 14 de 33 Q2194032 Q17 da prova

Em relação à Proteção Social Especial de Alta Complexidade, assinale a alternativa que identifica corretamente serviços e finalidades.

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Questão 15 de 33 Q2194033 Q18 da prova

Em relação aos benefícios por incapacidade no RGPS, assinale a alternativa que descreve corretamente elementos de elegibilidade e proteção.

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Questão 16 de 33 Q2194035 Q19 da prova

Em relação à LOAS e ao desenho da proteção social, assinale a alternativa que explicita corretamente componentes e instrumentos.

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Questão 17 de 33 Q2194037 Q20 da prova

Considerando a história e os fundamentos do Serviço Social no Brasil, marque a alternativa que situa de forma precisa o movimento que consolidou a inflexão crítico-dialética na profissão.

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Questão 18 de 33 Q2194039 Q21 da prova
LEIA o texto a seguir para responder as questões de 21 a 24. O bom e o mau Carlos Heitor Cony Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos. É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever. Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate. O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara". Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau". CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30 -31.

Para o autor Carlos Heitor Cony:

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Questão 19 de 33 Q2194040 Q22 da prova
LEIA o texto a seguir para responder as questões de 21 a 24. O bom e o mau Carlos Heitor Cony Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos. É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever. Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate. O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara". Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau". CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30 -31.

São benefícios satisfatórios do computador, segundo o cronista, EXCETO:

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Questão 20 de 33 Q2194042 Q23 da prova
LEIA o texto a seguir para responder as questões de 21 a 24. O bom e o mau Carlos Heitor Cony Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos. É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever. Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate. O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara". Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau". CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30 -31.

De acordo com a citação feita a respeito da obra Quincas Borba, o autor deixa subentendido:

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Questão 21 de 33 Q2194044 Q24 da prova
LEIA o texto a seguir para responder as questões de 21 a 24. O bom e o mau Carlos Heitor Cony Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos. É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever. Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate. O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara". Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau". CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30 -31.

“Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".” Nesse trecho, o verbo destacado foi flexionado. Entretanto esse verbo, em certas construções, não permite flexão, devendo ser somente na 3ª pessoa do singular. Por isso é nomeado como verbo impessoal. Sendo assim, ASSINALE a alternativa em que o emprego desse verbo está em desacordo com a norma culta.

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Questão 22 de 33 Q2194047 Q26 da prova

“Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar”. CORTELLA, Mario Sérgio A classe de palavras pertencentes a essas destacadas, de acordo com o contexto são, respectivamente:

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Questão 23 de 33 Q2194048 Q27 da prova

“Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar”. CORTELLA, Mario Sérgio As palavras destacadas, estão como, respectivamente:

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Questão 24 de 33 Q2194050 Q28 da prova
LEIA o texto a seguir para responder as questões de 28 e 29. “Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal, em que as nuvens pairavam opressivamente baixas no céu, eu estive passeando, sozinho, a cavalo, através de uma região do interior, singularmente tristonha, e afinal me encontrei, ao caírem as sombras da tarde, perto da melancólica Casa de Usher. Não sei como foi, mas, ao primeiro olhar sobre o edifício, invadiu-me a alma um sentimento de angústia insuportável, digo insuportável, porque o sentimento não era aliviado por qualquer dessas semi-agradáveis, porque poéticas sensações com que a mente recebe comumente, até mesmo as mais cruéis imagens naturais de desolação e de terror. Contemplei o panorama em minha frente, a casa simples, os aspectos simples da paisagem da propriedade, as paredes glaciais, as janelas vazias, semelhando olhos, uns poucos canteiros de caniços e uns poucos troncos brancos de árvores mortas, que só posso comparar, com propriedade, a qualquer sensação terrena, lembrando os instantes após o sonho de ópio, para quem dele desperta, a amarga recaída na vida cotidiana, o terrível tombar do véu. Havia um enregelamento, uma tontura, uma enfermidade de coração, uma irreparável tristeza no pensamento, que nenhum incitamento da imaginação podia forçar a transformar-se em qualquer coisa de sublime”. (POE, Edgar Allan – A queda do solar de Usher)

Analisando o emprego dos adjetivos no excerto, a caracterização do espaço contribuiu para o estado de espírito do narrador:

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Questão 25 de 33 Q2194052 Q29 da prova
LEIA o texto a seguir para responder as questões de 28 e 29. “Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal, em que as nuvens pairavam opressivamente baixas no céu, eu estive passeando, sozinho, a cavalo, através de uma região do interior, singularmente tristonha, e afinal me encontrei, ao caírem as sombras da tarde, perto da melancólica Casa de Usher. Não sei como foi, mas, ao primeiro olhar sobre o edifício, invadiu-me a alma um sentimento de angústia insuportável, digo insuportável, porque o sentimento não era aliviado por qualquer dessas semi-agradáveis, porque poéticas sensações com que a mente recebe comumente, até mesmo as mais cruéis imagens naturais de desolação e de terror. Contemplei o panorama em minha frente, a casa simples, os aspectos simples da paisagem da propriedade, as paredes glaciais, as janelas vazias, semelhando olhos, uns poucos canteiros de caniços e uns poucos troncos brancos de árvores mortas, que só posso comparar, com propriedade, a qualquer sensação terrena, lembrando os instantes após o sonho de ópio, para quem dele desperta, a amarga recaída na vida cotidiana, o terrível tombar do véu. Havia um enregelamento, uma tontura, uma enfermidade de coração, uma irreparável tristeza no pensamento, que nenhum incitamento da imaginação podia forçar a transformar-se em qualquer coisa de sublime”. (POE, Edgar Allan – A queda do solar de Usher)

A gradação presente no trecho “Durante todo um pesado, sombrio e silencioso dia outonal” revela:

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Questão 26 de 33 Q2194055 Q31 da prova

“Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história – determino com falso livre arbítrio – vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...)” (LISPECTOR, Clarice – A Hora da Estrela) Em relação a esse trecho, a expressão destacada poderia ser substituída sem prejuízo de sentido por:

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Questão 27 de 33 Q2194057 Q32 da prova

“Por gentileza, irei (........) esclarecer uma coisa: nada aconteceu entre (........) e aquele sujeito durante o evento. você diz isso, sem argumentos para (........)”. As lacunas podem ser preenchidas, CORRETAMENTE, respeitando as regras que estabelecem a norma culta, por:

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Questão 28 de 33 Q2194058 Q33 da prova

“Vossa excelência ......... preocupada por quê ?

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Questão 29 de 33 Q2194060 Q34 da prova

Há coesão indevida em:

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Questão 30 de 33 Q2194062 Q35 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra destacada consiste num numeral multiplicativo.

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Questão 31 de 33 Q2194063 Q36 da prova

Leia o anúncio a seguir. “Não deixe sua vida em risco. Fique em casa ou se cuide bem ao sair.” Em relação aos verbos destacados. É CORRETO o que se afirma em:

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Questão 32 de 33 Q2194065 Q37 da prova

“A vida é repleta de desafios. Buscamos respostas para nossas angústias e somos surpreendidos a todo instante com momentos ora inesquecíveis, ora que não queremos nunca mais lembrar”. Analisando esse trecho e a palavra destacada, pode-se afirmar que a mesma:

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Questão 33 de 33 Q2194070 Q40 da prova

A crase consiste na junção da preposição com o artigo. Em algumas ocorrências a crase é obrigatória, em outras, indevidas, e outras pode se fazer facultativa. Em referência às frases a seguir e o emprego da crase, aquela em o acento grave foi empregado INDEVIDAMENTE é:

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