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Prova Assistente Administrativo - Pref. Japaraíba/MG
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Questão 1 de 26 Q2094235 Q1 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

No início do texto, o fragmento que anuncia a solidão da personagem é:

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Questão 2 de 26 Q2094237 Q2 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

O segundo parágrafo

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Questão 3 de 26 Q2094239 Q3 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

A ação que mostra o momento de maior tensão da personagem é:

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Questão 4 de 26 Q2094241 Q4 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

No último parágrafo, a repetição do verbo “sorrir” é irônica, porque

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Questão 5 de 26 Q2094242 Q5 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo.

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Questão 6 de 26 Q2094244 Q6 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

A silepse é uma concordância ideológica, feita com a ideia que o falante quer transmitir. A alternativa em que há uma silepse é:

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Questão 7 de 26 Q2094246 Q7 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

Leia períodos adaptados do texto: I - Eu podia falar o que quisesse. II - Não havia pessoas perto de mim. III - Eu podia rolar no chão e ficar nu. Os itens I, II e III organizaram-se, com as devidas adaptações, em um único período, com clareza, correção gramatical e lógica, em:

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Questão 8 de 26 Q2094248 Q8 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. O conector destacado pode ser substituído, CORRETAMENTE, por:

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Questão 9 de 26 Q2094250 Q9 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

Desempenham uma mesma função sintática os elementos grifados na frase:

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Questão 10 de 26 Q2094252 Q10 da prova
As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo. Ninguém A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo. A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim. Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha. Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até morrer. De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul. (VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).

De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. A alternativa em que o verbo tem a mesma regência do verbo destacado acima é:

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Questão 11 de 26 Q2094254 Q11 da prova

Chico está utilizando o Microsoft Edge para pesquisar informações sobre uma viagem que planeja fazer. Para organizar as diferentes opções de hotéis, restaurantes e atividades, ele decide utilizar o recurso "Coleções". Qual das seguintes opções NÃO é uma funcionalidade disponível no recurso "Coleções" do Microsoft Edge para auxiliar na organização de suas pesquisas?

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Questão 12 de 26 Q2094256 Q12 da prova

Em uma empresa, a equipe de TI está implementando um novo sistema de gerenciamento de dados utilizando o Excel 365. Durante o treinamento, o instrutor explica a importância de proteger as informações sensíveis e garantir que apenas usuários autorizados possam acessar certos dados. Ele menciona que uma das ferramentas disponíveis no Excel 365 para ajudar nesse processo é a proteção de planilha. Com base nessa situação, qual das opções abaixo é a função CORRETA da proteção de planilha no Excel 365?

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Questão 13 de 26 Q2094258 Q13 da prova

Durante um workshop sobre formatação de tabelas no Word 365, o instrutor destacou a importância de aplicar estilos adequados para melhorar a apresentação e a legibilidade dos dados. Ele explicou que o uso de estilos não apenas uniformiza a aparência das tabelas, mas também facilita a edição e a manutenção do documento. Com base nesse contexto, qual das alternativas abaixo descreve CORRETAMENTE uma função dos estilos aplicados a tabelas no Word 365?

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Questão 14 de 26 Q2094260 Q14 da prova

Você está preocupado com sua privacidade on-line e deseja navegar na internet de forma mais segura. Decide utilizar o modo InPrivate do Microsoft Edge para suas atividades online. Qual das seguintes afirmativas sobre o modo InPrivate do Microsoft Edge é CORRETA?

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Questão 15 de 26 Q2094264 Q16 da prova

Você é um usuário frequente do Microsoft Edge e utiliza extensivamente a função de favoritos para organizar suas páginas preferidas. Ao criar uma nova pasta de favoritos, você percebe que o Edge oferece uma funcionalidade de hierarquização para facilitar a organização de seus itens. Qual das seguintes opções MELHOR descreve essa funcionalidade?

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Questão 16 de 26 Q2094266 Q17 da prova

Você está trabalhando em um projeto importante e precisa encontrar um arquivo específico que contém dados cruciais. Lembra-se de ter salvo o arquivo em uma pasta com um nome similar a outros projetos que você está trabalhando. Além disso, você modificou o arquivo recentemente, mas não se lembra do nome exato do arquivo após a modificação. Qual combinação de ferramentas do Windows 10 você utilizaria para encontrar esse arquivo de forma mais eficiente, considerando as informações disponíveis?

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Questão 17 de 26 Q2094268 Q18 da prova

O novo auxiliar da diretoria está utilizando o Word 365 para preparar um documento complexo que requer uma formatação avançada, inclusão de referências e utilização de diferentes estilos de texto. A fim de otimizar seu tempo e eficiência, ele deseja utilizar todas ferramentas disponíveis no Word 365 que permitam essa otimização. Sobre edição e formatação de texto, analise as seguintes afirmações: I. É possível aplicar estilos predefinidos, como Título 1 e Título 2, para organizar o documento e gerar automaticamente um sumário com base nesses estilos. II. O Word 365 permite adicionar notas de rodapé e notas de fim ao documento, mas esses recursos são restritos apenas ao modo de exibição "Leitura". III. É possível comparar duas versões de um documento para identificar diferenças de forma automática, usando a ferramenta "Comparar" na guia "Revisão". Quais afirmações são CORRETAS?

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Questão 18 de 26 Q2094270 Q19 da prova

Analise a sequência numérica a seguir: 6, 10, 16, 22, 26, 32, 38, 42, 48, ... O 11º termo dessa sequência é

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Questão 19 de 26 Q2094272 Q20 da prova

Daniele e sua filha Bianca brincam com um jogo que contém n cartas. Elas colocam essas cartas, lado a lado, formando um círculo no centro da mesa, e depois as contam, cada uma a partir de uma carta diferente. Sabe-se que  a 10ª carta que a Daniele contou é a 20ª carta que a Bianca contou.  a 60ª carta que a Daniele contou é a 1ª carta que a Bianca contou. Com base nessas informações, o valor de n é igual a

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Questão 20 de 26 Q2094274 Q21 da prova

Dois corredores, Rodolfo e Paulo, participam de uma corrida que consiste em percorrer 10 vezes uma pista circular e plana. E ambos os corredores correm com velocidades constantes em todo percurso. Ao percorrer a primeira volta, Rodolfo gastou 2 minutos e 45 segundos, enquanto Paulo gastou 3 minutos. Então, quando Rodolfo terminar a corrida, faltará a Paulo percorrer

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Questão 21 de 26 Q2094278 Q23 da prova

Considere a seguinte afirmação: “Todos os moradores da cidade de Japaraíba são inteligentes ou gostam de praticar esportes”. Então, a negação dessa afirmação é

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Questão 22 de 26 Q2094280 Q24 da prova

Na primeira fase de um campeonato de futebol, as equipes são divididas em grupos com 4 equipes. Além disso, cada equipe enfrenta as outras 3 equipes do grupo, em jogos de ida e volta. Em cada partida, a equipe vencedora recebe 3 pontos e a perdedora não recebe ponto algum, e, em caso de empate, ambas as equipes recebem um ponto. Os critérios de classificação das equipes são, nessa ordem: número de pontos, saldo de gols, gols marcados e sorteio. As duas primeiras equipes de cada grupo se classificam para a próxima fase da competição. Considere as seguintes afirmações: I. É impossível que uma equipe se classifique para a próxima fase da competição com uma pontuação final inferior a 6 pontos. II. Qualquer equipe que terminar com 12 pontos nesta fase da competição estará automaticamente classificada à próxima fase. Então, é CORRETO afirmar:

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Questão 23 de 26 Q2094282 Q25 da prova

Marise e Helena decidem se enfrentar em partidas de xadrez. Na disputa das partidas, ficou estabelecido que:  em caso de vitória de Marise, Helena pagará R$ 10,00 por partida à Marise.  e em caso de vitória de Helena, Marise pagará R$ 30,00 à Helena por partida. Na disputa, Helena venceu somente uma partida e Marise ganhou o total de R$ 110,00. O número total de partidas que elas jogaram foi

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Questão 24 de 26 Q2094284 Q26 da prova

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Japaraíba/MG, o mandato de vereador exige as seguintes condições para elegibilidade, EXCETO:

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Questão 25 de 26 Q2094288 Q28 da prova

Em relação às concessões previstas no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Japaraíba/MG, é CORRETO afirmar que o servidor poderá se ausentar do serviço, sem qualquer prejuízo, por:

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Questão 26 de 26 Q2094292 Q30 da prova

Assinale a afirmativa que NÃO corresponde a um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

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