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Prova Arquiteto - Pref. Passos Maia/SC
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Questão 1 de 17 Q1984129 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma pausa nas redes sociais

Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.
Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.
Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo. Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.
No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.
Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.
Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.
Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.
Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).
Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.
“O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”
Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o-que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais (adaptado).

No texto, é discutido o impacto das redes sociais no cérebro humano e os benefícios de pausas no uso dessas plataformas. De acordo com Anna Lembke, qual é o principal mecanismo cerebral afetado pelo uso excessivo de redes sociais?

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Questão 2 de 17 Q1984131 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma pausa nas redes sociais

Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.
Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.
Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo. Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.
No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.
Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.
Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.
Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.
Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).
Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.
“O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”
Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o-que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais (adaptado).

O texto menciona um estudo sobre os efeitos de pausas nas redes sociais em jovens adultos e adolescentes. De acordo com Paige Coyne, coautora de um desses estudos, o que deve ser levado em conta para o sucesso de uma "desintoxicação" digital?

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Questão 3 de 17 Q1984132 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 5.

Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma pausa nas redes sociais

Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.
Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.
Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo. Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.
No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.
Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.
Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.
Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.
Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).
Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.
“O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”
Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o-que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais (adaptado).

O texto cita o termo “brain rot” (podridão cerebral) escolhido pela Oxford University Press como a palavra do ano de 2024. Esse termo está diretamente relacionado:

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Questão 4 de 17 Q1984134 Q4 da prova

Sobre as palavras "pessoas" e "diferentes", assinale a alternativa correta em relação ao número de fonemas.

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Questão 5 de 17 Q1984137 Q6 da prova

Um operário é capaz de montar 135 peças de um equipamento em 9 horas de trabalho contínuo. Se o mesmo ritmo for mantido, quantas peças ele conseguirá montar em 15 horas?

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Questão 6 de 17 Q1984139 Q7 da prova

Um pesquisador realizou um estudo com trabalhadores de uma fábrica e registrou as seguintes idades: 31, 37, 35, 39, 33, 41 e 29. Com base nesses dados, qual é a mediana das idades desses trabalhadores?

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Questão 7 de 17 Q1984144 Q10 da prova

Um fabricante de peças industriais possui um custo fixo de R$ 3.125,00 e um custo variável de R$ 85,00 por unidade produzida. O preço de venda de cada peça é de R$ 125,00. Qual é a quantidade mínima de peças que ele deve vender para cobrir os custos totais?

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Questão 8 de 17 Q1984146 Q11 da prova

O Município, como entidade autônoma e básica da Federação, garantirá vida digna, em ambiente ecologicamente equilibrado, a seus moradores e será administrado:

I. Com transparência de seus atos e ações.
II. Com moralidade.
III. Com descentralização administrativa.
IV. Com respeito à ordem constitucional e legal.

Quantos dos itens estão corretos?

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Questão 9 de 17 Q1984148 Q12 da prova

Sobre as competências do Município de Passos Maia, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 10 de 17 Q1984150 Q13 da prova

Qual alternativa apresenta uma vedação ao Município?

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Questão 11 de 17 Q1984152 Q14 da prova

Sobre os bens públicos municipais, como se classificam aqueles sobre os quais o Município exerce os direitos de proprietário e são considerados como bens patrimoniais e disponíveis?

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Questão 12 de 17 Q1984153 Q15 da prova

Quando houver interesse público devidamente justificado, o uso de bens municipais por terceiros poderá ser feito mediante, EXCETO:

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Questão 13 de 17 Q1984155 Q16 da prova

No que se refere ao conforto acústico em edificações, assinale a alternativa correta:

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Questão 14 de 17 Q1984157 Q17 da prova

No AutoCAD, a ferramenta "Offset" é utilizada para:

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Questão 15 de 17 Q1984159 Q18 da prova

Sobre a prevenção contra incêndios em edificações, assinale a alternativa correta:

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Questão 16 de 17 Q1984160 Q19 da prova

São instrumentos da política urbana, nos termos da Lei federal nº 10.257/01, EXCETO:

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Questão 17 de 17 Q1984162 Q20 da prova

A execução e fiscalização de obras públicas são fundamentais para garantir a qualidade e a conformidade dos projetos. Sobre esse tema, analise as assertivas a seguir:

I. A fiscalização de obras públicas deve assegurar o cumprimento do projeto executivo, verificando a conformidade dos materiais e serviços executados com as especificações técnicas estabelecidas.
II. O fiscal da obra tem autonomia para alterar o projeto e especificações técnicas sem necessidade de autorização formal, caso julgue necessário para a execução.
III. O Diário de Obras é um documento essencial para o registro de ocorrências diárias, medições, problemas identificados e providências adotadas durante a execução da obra.

Está correto o que se afirma em:

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