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Prova Analista de Tecnologia e Informação - IFRS
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Questão 1 de 35 Q2218148 Q1 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir: I. O autor, a partir da frase anotada num pedaço de papel, compreendeu imediatamente o significado da felicidade. II. Parte da obra escrita do autor apresenta a criação de personagens deprimidos. III. O emprego da metáfora da ampulheta orgânica representa um alerta que nos indica a continuidade da vida e que temos que seguir adiante. Quais estão corretas?

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Questão 2 de 35 Q2218150 Q2 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que NÃO completa corretamente, de acordo com o texto, a frase a seguir: Para pararmos de buscar a felicidade, precisamos ...

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Questão 3 de 35 Q2218151 Q4 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que poderia substituir corretamente a palavra “fugaz” (l. 08) sem causar significativas alterações ao sentido original do texto.

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Questão 4 de 35 Q2218153 Q5 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego correto da vírgula, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Na linha 04, a vírgula hachurada separa a ocorrência de um adjunto adverbial. ( ) Na linha 13, a primeira ocorrência da vírgula separa duas orações. ( ) Na linha 17, a vírgula marca a separação de uma oração subordinada adverbial condicional. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão 5 de 35 Q2218155 Q6 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho “Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes” sem causar alterações ao sentido original do texto.

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Questão 6 de 35 Q2218156 Q7 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a correta função sintática da oração sublinhada no trecho a seguir: “ começamos a suspeitar de que existe algo mais importante ” (l. 07).

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Questão 7 de 35 Q2218158 Q8 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta o sentido correto expresso pela conjunção “pois” (l. 21).

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Questão 8 de 35 Q2218159 Q9 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual a palavra “que” (em destaque) NÃO tenha sido empregada como pronome relativo.

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Questão 9 de 35 Q2218161 Q10 da prova
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Em caso de felicidade Por Jeferson Tenório Em caso de felicidade eu prefiro a vida. Tenho essa frase anotada em algum bloco desses no qual costumo registrar meus pensamentos, passei anos sem entender ao certo o que ela de fato significava para mim, entretanto, os anos foram passando e um dia eu conheci a palavra lucidez. Desde então, comecei a entender o que essa frase me sinalizava. Quando conhecemos a palavra lucidez há algo de grave nisso. Dizemos adeus ___ ilusões e como num lampejo começamos a suspeitar de que existe algo mais importante que a ideia de felicidade, algo mais poderoso e simples, algo menos fugaz e menos ilusório. Quando abandonamos a ideia de felicidade, deixamos para trás aquilo que nos torna incapazes para ___ vida. Aos poucos, me dei conta de que tornar minha vida interessante era a única coisa importante a se fazer. Mas isso dá trabalho. E para começar, tive de aceitar a tristeza que é o que se faz quando achamos que a vida não tem razão. Ao longo de minhas tentativas com a escrita, construí alguns personagens tristes, mas a tristeza desses homens e mulheres que inventei e que estão a caminhar pelas ruas todos os dias, não é um recurso de auto piedade, nem tampouco são personagens deprimidos. A tristeza deles foi o modo que eles encontraram para viver. Se algum dia eu cedi ___ ideia de felicidade, foi quando descobri que vivo num tempo fora do tempo. Que corremos o tempo todo atrás de um presente que não existe, e que lutamos cotidianamente com a passagem das horas. E agora entendo o nosso corpo como uma ampulheta orgânica a nos dizer que temos de caminhar sempre e não há o que fazer quanto a isso. Pois, se não há o que fazer, que façamos que a peregrinação seja interessante. Talvez seja isto: precisamos deslocar nossa ideia de uma felicidade plena e sem sobressaltos para uma vida mais interessante e imprevisível. Uma vida capaz de nos cativar e que nos fizesse olhar para as coisas com mais honestidade. A grande ilusão de apostarmos tudo em um momento único, como se todas as alegrias estivessem reservadas num futuro longínquo é o que parece ser mais pernicioso. Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes. Simplesmente porque o cotidiano nos impõe uma série de obrigações burocráticas e que constantemente nos afastam daquele ideal de felicidade no qual tudo é eterno, um lugar onde não há fracasso, nem tédio, nem dor. Talvez seja melhor pensarmos que as pessoas se unem não para serem felizes, mas para tornar suas vidas interessantes. O que me parece menos ambicioso e arrogante de nossa parte. Assistindo a uma entrevista do psicanalista Contardo Calligaris, entendi melhor sobre essa ilusão de procurarmos a felicidade no futuro. E dessa supervalorização da política da felicidade. Dizia ele que o mais importante não são os momentos felizes, mas os de trabalharmos arduamente para nos apaixonarmos por aquilo que fazemos de nossas vidas. E tornar nossa vida apaixonante não depende apenas de nós mesmos, mas também depende daquilo que nós fazemos com as pessoas. (Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/tag/a-cronica-de-jeferson-tenorio/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “sobressalto”: I. A palavra foi formada por derivação parassintética. II. Identifica-se na palavra um dígrafo. III. Trata-se de um substantivo comum de dois gêneros. Quais estão corretas?

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Questão 10 de 35 Q2218162 Q11 da prova

Relativamente ao previsto na Constituição Federal, a União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal para:

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Questão 11 de 35 Q2218165 Q12 da prova

Segundo os exatos termos do Decreto nº 1.171/1994, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, a (o) ____ _______ da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. Assinale a única alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 12 de 35 Q2218166 Q13 da prova

Com referência na Lei nº 11.892/2008, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, em sua Seção I, que trata da criação dos Institutos Federais, analise as assertivas abaixo: I. Os Institutos Federais poderão conceder bolsas de pesquisa, desenvolvimento, inovação e intercâmbio a alunos, docentes e pesquisadores externos ou de empresas, a serem regulamentadas por órgão técnico competente do Ministério da Educação. II. A unidade de ensino que compõe a estrutura organizacional de instituição transformada ou integrada em Instituto Federal passa de forma automática, independentemente de qualquer formalidade, à condição de campus da nova instituição. III. A relação dos campi que integrarão cada um dos Institutos Federais criados nos termos da Lei nº 11.892/2008 será estabelecida em ato do Ministro de Estado da Educação. Quais estão corretas?

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Questão 13 de 35 Q2218168 Q14 da prova

Com fundamento no Estatuto Nacional da Igualdade Racial, Lei Federal nº 12.288/2010, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) O direito à saúde da população negra será garantido pelo poder público mediante políticas universais, sociais e econômicas destinadas à redução do risco de doenças e de outros agravos. ( ) Na produção de filmes e programas destinados à veiculação pelas emissoras de televisão e em salas cinematográficas, deverá ser adotada a prática de conferir oportunidades de emprego para atores, figurantes e técnicos negros, sendo vedada toda e qualquer discriminação de natureza política, ideológica, étnica ou artística. ( ) O poder público federal instituirá, na forma da lei e no âmbito dos Poderes Legislativo e Executivo, Ouvidorias Permanentes em Defesa da Igualdade Racial, para receber e encaminhar denúncias de preconceito e discriminação com base em etnia ou cor e acompanhar a implementação de medidas para a promoção da igualdade. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão 14 de 35 Q2218170 Q15 da prova

De acordo com os exatos termos da Lei nº 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, a(o ) __________ é a posição do servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso. Assinale alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 15 de 35 Q2218172 Q16 da prova

Com base nos termos da Lei nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 16 de 35 Q2218174 Q17 da prova

Em relação à Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) São capazes, para fins de processo administrativo, os maiores de vinte e um anos, ressalvada previsão especial em ato normativo próprio. ( ) Um órgão administrativo e seu titular poderão, se não houver impedimento legal, delegar parte da sua competência a outros órgãos ou titulares, ainda que estes não lhe sejam hierarquicamente subordinados, quando for conveniente, em razão de circunstâncias de índole técnica, social, econômica, jurídica ou territorial. ( ) O ato de delegação é revogável a qualquer tempo pela autoridade delegante. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão 17 de 35 Q2218176 Q18 da prova

Tendo como parâmetro o Regimento Geral do IFRS, analise as assertivas abaixo: I. A Defensoria Pública da União tem por finalidade a execução dos encargos de consultoria e assessoramento jurídicos, a defesa judicial e extrajudicial do IFRS, bem como zelar pelo cumprimento das normas legais emanadas do poder público. II. Os membros do Conselho Superior (titulares e suplentes) serão designados por ato do Reitor. III. As diretorias sistêmicas e outros órgãos da Reitoria, que possam vir a ser criados, são órgãos responsáveis por planejar, coordenar, executar e avaliar os projetos e atividades na sua área de atuação, de acordo com o Regimento da Reitoria ou das Pró-reitorias às quais estejam vinculados. Quais estão corretas?

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Questão 18 de 35 Q2218178 Q19 da prova

Analise as assertivas abaixo assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, referenciando-se nos termos do Estatuto do IFRS. ( ) Estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento humano e socioeconômico local e regional, é um objetivo do Instituto Federal. ( ) Ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional, é uma finalidade e característica do IFRS. ( ) A inclusão social de pessoas afrodescendentes, indígenas e em situação de vulnerabilidade social, é um princípio norteador do IFRS. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão 19 de 35 Q2218180 Q20 da prova

Segundo os termos da Lei nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a(o ) __________ destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que, no interesse do serviço, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente, vedado o duplo pagamento de indenização, a qualquer tempo, no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor, vier a ter exercício na mesma sede. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 20 de 35 Q2218182 Q21 da prova

Sobre os componentes da Unidade Central de Processamento (CPU) de um computador, analise as assertivas abaixo: I. A unidade de controle é responsável pela execução de instruções. II. A unidade lógica e aritmética realiza operações necessárias à execução das instruções. III. Os registradores oferecem armazenamento interno à CPU. Quais estão corretas?

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Questão 21 de 35 Q2218184 Q22 da prova

RAID é um conjunto de unidades de discos físicos, que formam uma única unidade lógica, com o objetivo de obter maior segurança, desempenho e disponibilidade por meio da redundância de dados. Dentre os níveis de RAID, qual possui a característica de duplicar todos os dados, de forma a espelhar um disco em outro?

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Questão 22 de 35 Q2218185 Q23 da prova

No sistema operacional Linux, o comando pwd:

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Questão 23 de 35 Q2218187 Q24 da prova

A função ________ ________ do Windows Server 2016 permite a criação de um ambiente de computação virtualizado no qual é possível criar e gerenciar máquinas virtuais. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 24 de 35 Q2218189 Q25 da prova

Sobre o Visualizador de Eventos do Microsoft Windows 10, versão em português, assinale a alternativa que apresenta somente categorias de logs do Windows.

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Questão 25 de 35 Q2218190 Q28 da prova

Analise as tags abaixo da linguagem HTML: 

 
Quantas foram introduzidas no HTML5?

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Questão 26 de 35 Q2218192 Q29 da prova

Segundo o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG), em sua versão 3.1, qual das alternativas abaixo deve ser desencorajada no desenvolvimento de sítios e serviços eletrônicos no governo federal?

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Questão 27 de 35 Q2218193 Q30 da prova
Figura 3 – Tabela ESPECIALIDADE

Qual comando SQL poderá ser executado para que seja retornado o número de especialidades de nível igual a B e localidade diferente de 3?

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Questão 28 de 35 Q2218195 Q31 da prova

São Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBDs) relacionais, EXCETO:

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Questão 29 de 35 Q2218197 Q32 da prova

Na disciplina de Gerenciamento de Processos de Negócio (BPM – Business Process Management), um __________ é a decomposição do processo de negócio por afinidade, objetivo ou resultado desejado. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Questão 30 de 35 Q2218198 Q33 da prova

Segundo o Guia PMBOK 5 6!fR$r$67 Edição, uma das saídas do gerenciamento do projeto é um documento publicado pelo iniciador ou patrocinador do projeto que autoriza formalmente a existência de um projeto e concede ao gerente do projeto a autoridade para aplicar os recursos organizacionais nas atividades do projeto. Esse documento é chamado de:

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Questão 31 de 35 Q2218200 Q34 da prova

Sobre as mudanças do protocolo IPv6 em relação ao protocolo IPv4, analise as assertivas abaixo: I. Maior capacidade para endereçamento. II. Inexistência de suporte à autenticação e privacidade. III. Simplificação do formato de cabeçalho. Quais estão corretas?

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Questão 32 de 35 Q2218202 Q35 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma tecnologia que permite a utilização de recursos de TI, tais como armazenamento de dados, e-mail e aplicações, por meio de provedores que disponibilizam esses serviços na Internet.

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Questão 33 de 35 Q2218203 Q36 da prova

Qual das alternativas abaixo apresenta um protocolo da camada de rede cujo principal objetivo é fornecer segurança às comunicações da Internet na camada IP e que é muito utilizado em VPNs (Virtual Private Networks)?

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Questão 34 de 35 Q2218205 Q37 da prova

Assinale a alternativa que apresenta um tipo de código malicioso (malware) que torna inacessíveis os dados armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige pagamento de resgate para restabelecer o acesso ao usuário.

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Questão 35 de 35 Q2218207 Q38 da prova

No padrão de arquitetura de software conhecido pela sigla MVC, as letras V e C significam, respectivamente, View (Visão) e Controller (Controlador). Qual o significado da letra M?

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