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Questão 1 de 3Q2233276Q1 da prova
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09. O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto. Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fos-sas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento. Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável. Além da incidência de doenças diretamente relaciona -das à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, d isenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento e scolar, os valores imobiliários e o turismo. Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamen -to básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou r everter esse quadro, definindo metas para a universaliza -ção, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das com-panhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Sanea-mento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.
É correto afirmar que o texto atribui a situação crítica do saneamento básico no Brasil
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09. O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto. Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fos-sas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento. Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável. Além da incidência de doenças diretamente relaciona -das à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, d isenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento e scolar, os valores imobiliários e o turismo. Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamen -to básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou r everter esse quadro, definindo metas para a universaliza -ção, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das com-panhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Sanea-mento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.
Na afirmação – “O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.” –, defende-se a ideia segundo a qual
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09. O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto. Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fos-sas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento. Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável. Além da incidência de doenças diretamente relaciona -das à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, d isenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento e scolar, os valores imobiliários e o turismo. Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamen -to básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou r everter esse quadro, definindo metas para a universaliza -ção, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das com-panhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Sanea-mento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.
Nas passagens – “Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos …” (2 o pará- grafo) e “Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.” (5o parágrafo) – as palavras destacadas têm sinônimos adequados, respectivamente, em