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Prova Agente Comunitário de Saúde - Pref. Vermelho Novo/MG
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Questão 1 de 24 Q2151545 Q1 da prova
Debaixo da ponte

Moravam debaixo da ponte. Oficialmente, não é lugar onde se more, porém eles moravam. Ninguém lhes cobrava aluguel, imposto predial, taxa de condomínio; a ponte é de todos, na parte de cima; de ninguém, na parte de baixo. Não pagavam conta de luz e gás, porque luz e gás não consumiam. Não reclamavam contra falta d’água, raramente observada por baixo de pontes. Problema de lixo não tinham; podia ser atirado em qualquer parte, embora não conviesse atirá-lo em parte alguma, se dele vinham muitas vezes o vestuário, o alimento, objetos de casa. Viviam debaixo da ponte, podiam dar esse endereço a amigos, recebê-los, fazê-los desfrutar comodidades internas da ponte.
À tarde surgiu precisamente um amigo que morava nem ele mesmo sabia onde, mas certamente morava: nem só a ponte é lugar de moradia para quem não dispõe de outro rancho.
Há bancos confortáveis nos jardins, muito disputados; a calçada, um pouco menos propícia; a cavidade na pedra, o mato. Até o ar é uma casa, se soubermos habitá-lo, principalmente o ar da rua. O que morava não se sabe onde vinha visitar os de debaixo da ponte e trazer-lhes uma grande posta de carne.
Nem todos os dias se pega uma posta de carne. Não basta procurá-la; é preciso que ela exista, o que costuma acontecer dentro de certas limitações de espaço e de lei. Aquela vinha até eles, debaixo da ponte, e não estavam sonhando, sentiam a presença física da ponte, o amigo rindo diante deles, a posta bem pegável, comível. Fora encontrada no vazadouro, supermercado para quem sabe frequentá-lo, e aqueles três o sabiam, de longa e olfativa ciência.
Comê-la crua ou sem tempero não teria o mesmo gosto. Um de debaixo da ponte saiu à caça de sal. E havia sal jogado a um canto de rua, dentro da lata. Também o sal existe sob determinadas regras, mas pode tornar-se acessível conforme as circunstâncias. E a lata foi trazida para debaixo da ponte. Debaixo da ponte os três prepararam comida. Debaixo da ponte a comeram. Não sendo operação diária, cada um saboreava duas vezes: a carne e a sensação de raridade da carne. E iriam aproveitar o resto do dia dormindo (pois não há coisa melhor, depois de um prazer, do que o prazer complementar do esquecimento), quando começaram a sentir dores.
Dores que foram aumentando, mas podiam ser atribuídas ao espanto de alguma parte do organismo de cada um, vendo-se alimentado sem que lhe houvesse chegado notícia prévia de alimento. Dois morreram logo, o terceiro agoniza no hospital. Dizem uns que morreram da carne, dizem outros que do sal, pois era soda cáustica. Há duas vagas debaixo da ponte.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Debaixo da ponte. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: José Agui lar Editora, 1967, p. 896 -897.)

O objetivo do texto é:

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Questão 2 de 24 Q2151548 Q2 da prova
Debaixo da ponte

Moravam debaixo da ponte. Oficialmente, não é lugar onde se more, porém eles moravam. Ninguém lhes cobrava aluguel, imposto predial, taxa de condomínio; a ponte é de todos, na parte de cima; de ninguém, na parte de baixo. Não pagavam conta de luz e gás, porque luz e gás não consumiam. Não reclamavam contra falta d’água, raramente observada por baixo de pontes. Problema de lixo não tinham; podia ser atirado em qualquer parte, embora não conviesse atirá-lo em parte alguma, se dele vinham muitas vezes o vestuário, o alimento, objetos de casa. Viviam debaixo da ponte, podiam dar esse endereço a amigos, recebê-los, fazê-los desfrutar comodidades internas da ponte.
À tarde surgiu precisamente um amigo que morava nem ele mesmo sabia onde, mas certamente morava: nem só a ponte é lugar de moradia para quem não dispõe de outro rancho.
Há bancos confortáveis nos jardins, muito disputados; a calçada, um pouco menos propícia; a cavidade na pedra, o mato. Até o ar é uma casa, se soubermos habitá-lo, principalmente o ar da rua. O que morava não se sabe onde vinha visitar os de debaixo da ponte e trazer-lhes uma grande posta de carne.
Nem todos os dias se pega uma posta de carne. Não basta procurá-la; é preciso que ela exista, o que costuma acontecer dentro de certas limitações de espaço e de lei. Aquela vinha até eles, debaixo da ponte, e não estavam sonhando, sentiam a presença física da ponte, o amigo rindo diante deles, a posta bem pegável, comível. Fora encontrada no vazadouro, supermercado para quem sabe frequentá-lo, e aqueles três o sabiam, de longa e olfativa ciência.
Comê-la crua ou sem tempero não teria o mesmo gosto. Um de debaixo da ponte saiu à caça de sal. E havia sal jogado a um canto de rua, dentro da lata. Também o sal existe sob determinadas regras, mas pode tornar-se acessível conforme as circunstâncias. E a lata foi trazida para debaixo da ponte. Debaixo da ponte os três prepararam comida. Debaixo da ponte a comeram. Não sendo operação diária, cada um saboreava duas vezes: a carne e a sensação de raridade da carne. E iriam aproveitar o resto do dia dormindo (pois não há coisa melhor, depois de um prazer, do que o prazer complementar do esquecimento), quando começaram a sentir dores.
Dores que foram aumentando, mas podiam ser atribuídas ao espanto de alguma parte do organismo de cada um, vendo-se alimentado sem que lhe houvesse chegado notícia prévia de alimento. Dois morreram logo, o terceiro agoniza no hospital. Dizem uns que morreram da carne, dizem outros que do sal, pois era soda cáustica. Há duas vagas debaixo da ponte.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Debaixo da ponte. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: José Agui lar Editora, 1967, p. 896 -897.)

A alternativa em que o sinônimo da palavra destacada está INCORRETAMENTE indicado é:

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Questão 3 de 24 Q2151549 Q3 da prova
Debaixo da ponte

Moravam debaixo da ponte. Oficialmente, não é lugar onde se more, porém eles moravam. Ninguém lhes cobrava aluguel, imposto predial, taxa de condomínio; a ponte é de todos, na parte de cima; de ninguém, na parte de baixo. Não pagavam conta de luz e gás, porque luz e gás não consumiam. Não reclamavam contra falta d’água, raramente observada por baixo de pontes. Problema de lixo não tinham; podia ser atirado em qualquer parte, embora não conviesse atirá-lo em parte alguma, se dele vinham muitas vezes o vestuário, o alimento, objetos de casa. Viviam debaixo da ponte, podiam dar esse endereço a amigos, recebê-los, fazê-los desfrutar comodidades internas da ponte.
À tarde surgiu precisamente um amigo que morava nem ele mesmo sabia onde, mas certamente morava: nem só a ponte é lugar de moradia para quem não dispõe de outro rancho.
Há bancos confortáveis nos jardins, muito disputados; a calçada, um pouco menos propícia; a cavidade na pedra, o mato. Até o ar é uma casa, se soubermos habitá-lo, principalmente o ar da rua. O que morava não se sabe onde vinha visitar os de debaixo da ponte e trazer-lhes uma grande posta de carne.
Nem todos os dias se pega uma posta de carne. Não basta procurá-la; é preciso que ela exista, o que costuma acontecer dentro de certas limitações de espaço e de lei. Aquela vinha até eles, debaixo da ponte, e não estavam sonhando, sentiam a presença física da ponte, o amigo rindo diante deles, a posta bem pegável, comível. Fora encontrada no vazadouro, supermercado para quem sabe frequentá-lo, e aqueles três o sabiam, de longa e olfativa ciência.
Comê-la crua ou sem tempero não teria o mesmo gosto. Um de debaixo da ponte saiu à caça de sal. E havia sal jogado a um canto de rua, dentro da lata. Também o sal existe sob determinadas regras, mas pode tornar-se acessível conforme as circunstâncias. E a lata foi trazida para debaixo da ponte. Debaixo da ponte os três prepararam comida. Debaixo da ponte a comeram. Não sendo operação diária, cada um saboreava duas vezes: a carne e a sensação de raridade da carne. E iriam aproveitar o resto do dia dormindo (pois não há coisa melhor, depois de um prazer, do que o prazer complementar do esquecimento), quando começaram a sentir dores.
Dores que foram aumentando, mas podiam ser atribuídas ao espanto de alguma parte do organismo de cada um, vendo-se alimentado sem que lhe houvesse chegado notícia prévia de alimento. Dois morreram logo, o terceiro agoniza no hospital. Dizem uns que morreram da carne, dizem outros que do sal, pois era soda cáustica. Há duas vagas debaixo da ponte.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Debaixo da ponte. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: José Agui lar Editora, 1967, p. 896 -897.)

Assinale a alternativa em que a oração assinalada expressa ideia de “explicação”.

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Questão 4 de 24 Q2151551 Q4 da prova

Sobre as estruturas linguísticas e os aspectos semânticos empregados no texto, assinale a afirmativa correta.

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Questão 5 de 24 Q2151553 Q5 da prova
Debaixo da ponte

Moravam debaixo da ponte. Oficialmente, não é lugar onde se more, porém eles moravam. Ninguém lhes cobrava aluguel, imposto predial, taxa de condomínio; a ponte é de todos, na parte de cima; de ninguém, na parte de baixo. Não pagavam conta de luz e gás, porque luz e gás não consumiam. Não reclamavam contra falta d’água, raramente observada por baixo de pontes. Problema de lixo não tinham; podia ser atirado em qualquer parte, embora não conviesse atirá-lo em parte alguma, se dele vinham muitas vezes o vestuário, o alimento, objetos de casa. Viviam debaixo da ponte, podiam dar esse endereço a amigos, recebê-los, fazê-los desfrutar comodidades internas da ponte.
À tarde surgiu precisamente um amigo que morava nem ele mesmo sabia onde, mas certamente morava: nem só a ponte é lugar de moradia para quem não dispõe de outro rancho.
Há bancos confortáveis nos jardins, muito disputados; a calçada, um pouco menos propícia; a cavidade na pedra, o mato. Até o ar é uma casa, se soubermos habitá-lo, principalmente o ar da rua. O que morava não se sabe onde vinha visitar os de debaixo da ponte e trazer-lhes uma grande posta de carne.
Nem todos os dias se pega uma posta de carne. Não basta procurá-la; é preciso que ela exista, o que costuma acontecer dentro de certas limitações de espaço e de lei. Aquela vinha até eles, debaixo da ponte, e não estavam sonhando, sentiam a presença física da ponte, o amigo rindo diante deles, a posta bem pegável, comível. Fora encontrada no vazadouro, supermercado para quem sabe frequentá-lo, e aqueles três o sabiam, de longa e olfativa ciência.
Comê-la crua ou sem tempero não teria o mesmo gosto. Um de debaixo da ponte saiu à caça de sal. E havia sal jogado a um canto de rua, dentro da lata. Também o sal existe sob determinadas regras, mas pode tornar-se acessível conforme as circunstâncias. E a lata foi trazida para debaixo da ponte. Debaixo da ponte os três prepararam comida. Debaixo da ponte a comeram. Não sendo operação diária, cada um saboreava duas vezes: a carne e a sensação de raridade da carne. E iriam aproveitar o resto do dia dormindo (pois não há coisa melhor, depois de um prazer, do que o prazer complementar do esquecimento), quando começaram a sentir dores.
Dores que foram aumentando, mas podiam ser atribuídas ao espanto de alguma parte do organismo de cada um, vendo-se alimentado sem que lhe houvesse chegado notícia prévia de alimento. Dois morreram logo, o terceiro agoniza no hospital. Dizem uns que morreram da carne, dizem outros que do sal, pois era soda cáustica. Há duas vagas debaixo da ponte.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Debaixo da ponte. In: Obra Completa. Rio de Janeiro: José Agui lar Editora, 1967, p. 896 -897.)

O texto de Carlos Drummond de Andrade descreve com exatidão uma situação de extrema pobreza e miséria, salientando a falta dos meios necessários para satisfazer as necessidades básicas da vida, como alimentação e abrigo. Os seguintes trechos transcritos denotam ideia de indigência ou pobreza, EXCETO:

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Questão 6 de 24 Q2151561 Q10 da prova

As ações verbais destacadas se referem a um fato ocorrido no passado, mas que não foi completamente terminado, expressando, assim, uma ideia de continuidade e de duração no tempo. Assinale a alternativa em que tal fato NÃO ocorre.

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Questão 7 de 24 Q2151565 Q12 da prova

Uma unidade de saúde da família localizada em uma zona rural de difícil acesso atende, aproximadamente, 2.500 pessoas. A equipe mínima é composta por um médico, um enfermeiro, dois técnicos de enfermagem e quatro Agentes Comunitários de Saúde (ACSs). Nos últimos meses, a equipe observou aumento dos casos de hipertensão arterial e diabetes mellitus mal controlados, além de baixa adesão às atividades coletivas de educação em saúde. O enfermeiro da unidade identificou que muitos usuários faltam às consultas agendadas e alegam dificuldades de transporte, horários incompatíveis com o trabalho rural e desconhecimento sobre a importância do acompanhamento contínuo. A equipe propôs reorganizar o processo de trabalho para incluir visitas domiciliares mais frequentes, grupos educativos nos fins de semana, articulação com a escola local e associações de moradores para fortalecer ações intersetoriais. Nesse contexto, qual medida adotada pela equipe está mais alinhada às diretrizes da Atenção Básica no Sistema Único de Saúde (SUS)?

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Questão 8 de 24 Q2151566 Q13 da prova

O Sistema Único de Saúde (SUS) possui mecanismos estruturados para vigilância epidemiológica e sanitária, fundamentais para o controle de doenças e agravos à saúde. Sobre esse sistema, assinale a afirmativa correta.

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Questão 9 de 24 Q2151568 Q14 da prova

A organização dos serviços de saúde no Brasil, segundo os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), deve observar a regionalização e a hierarquização das ações e serviços. Nesse contexto, assinale a afirmativa correta.

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Questão 10 de 24 Q2151570 Q15 da prova

Durante uma audiência pública municipal, moradores de uma comunidade rural relataram dificuldades no acesso a serviços de saúde, como demora para marcação de consultas e falta de transporte para atendimento especializado. Após ouvir os relatos, um conselheiro de saúde recomendou que essas demandas fossem formalmente discutidas no Conselho Municipal de Saúde, com o objetivo de propor soluções em conjunto com a gestão do princípio ou diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS) local. Com base no caso hipotético apresentado, assinale a alternativa que representa corretamente um princípio ou diretriz do SUS evidenciado na situação.

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Questão 11 de 24 Q2151571 Q16 da prova

Em uma população de 1.000 habitantes, em 1º de janeiro, foram registrados 100 casos prevalentes de asma. Ao longo do ano, surgiram 20 casos novos da doença. Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a prevalência pontual e a incidência cumulativa anual.

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Questão 12 de 24 Q2151573 Q17 da prova

Um município do interior de Minas Gerais notificou, nas últimas quatro semanas, um aumento expressivo no número de casos de febre alta, cefaleia intensa, mialgia, náuseas e manchas avermelhadas pelo corpo. A Secretaria Municipal de Saúde acionou a vigilância epidemiológica, que iniciou o monitoramento dos casos suspeitos e confirmou, por meio de exames laboratoriais, a presença do vírus da dengue tipo 2 em circulação. Com base no caso descrito e nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a afirmativa correta.

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Questão 13 de 24 Q2151575 Q18 da prova

O Pacto pela Saúde, firmado em 2006, redefiniu as responsabilidades dos entes federativos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de fortalecer a gestão compartilhada e qualificar as políticas públicas de saúde. Esse pacto se desdobra em três componentes: Pacto pela Vida, Pacto em Defesa do SUS e Pacto de Gestão. Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.

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Questão 14 de 24 Q2151576 Q19 da prova

No contexto do sistema de saúde, o planejamento e a programação local devem considerar a realidade epidemiológica, social e organizacional dos territórios, de modo a orientar ações efetivas e equitativas. Os distritos sanitários são unidades operacionais fundamentais nesse processo. Com base no enfoque estratégico do planejamento em saúde, sobre distritos sanitários, assinale a afirmativa correta.

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Questão 15 de 24 Q2151581 Q21 da prova

Durante uma visita domiciliar em sua microárea, determinada Agente Comunitária de Saúde (ACS) atendeu Carla, uma mulher de 21 anos, que relatou estar com atraso menstrual de quase dois meses, mas que ainda não havia procurado atendimento. A moradora relatou, ainda, não sentir dores, mas não sabe se está grávida. Diante da situação hipotética e, ainda, considerando as atribuições do ACS, segundo o Caderno de Atenção Básica nº 32, qual deve ser a conduta da agente?

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Questão 16 de 24 Q2151582 Q22 da prova

Durante uma visita domiciliar, um Agente Comunitário de Saúde (ACS) foi questionado por Tereza, 62 anos, sobre como melhorar sua alimentação, pois tem se sentido cansada e sem disposição. Ela relata consumir, diariamente, alimentos ultraprocessados como refrigerantes, biscoitos recheados e macarrão instantâneo. Com base no Guia Alimentar para a População Brasileira (2014) e nas atribuições de educação em saúde do ACS, qual deve ser a orientação adequada?

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Questão 17 de 24 Q2151584 Q23 da prova

Em determinada unidade de saúde, a equipe observa que uma gestante da área de cobertura está com consultas pré-natais irregulares. Ao ser questionada, a Agente Comunitária de Saúde (ACS) responsável pela microárea relata que a gestante está realizando o pré-natal em uma unidade de outro município, por estar trabalhando em local distante. Com base nas atribuições do ACS, segundo o Caderno de Atenção Básica nº 32, qual das condutas a seguir é adequada?

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Questão 18 de 24 Q2151586 Q24 da prova

De acordo com a Lei nº 15.595/2018, qual das alternativas a seguir corresponde a uma atividade precípua do Agente Comunitário de Saúde (ACS) no modelo de atenção multiprofissional em saúde da família?

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Questão 19 de 24 Q2151587 Q25 da prova

Segundo a Lei nº 15.595/2018, trata-se de uma das atribuições típicas do Agente Comunitário de Saúde (ACS):

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Questão 20 de 24 Q2151589 Q26 da prova

Durante uma visita de rotina a uma gestante com 32 semanas de gestação, uma Agente Comunitária de Saúde (ACS) recebeu relatos de dor ao urinar, febre e calafrios. Segundo a paciente, ela ainda não havia procurado a unidade por acreditar que se tratava “apenas de um resfriado”. Com base nas atribuições do ACS, qual é a conduta correta diante dessa situação?

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Questão 21 de 24 Q2151591 Q27 da prova

Durante o acompanhamento de uma família em situação de vulnerabilidade social, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) notou que a alimentação das crianças maiores de 2 anos se baseia quase exclusivamente em alimentos prontos e industrializados, como salgadinhos, refrigerantes e embutidos, devido à praticidade e ao custo. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira (2014) e as atribuições do ACS, qual é a conduta adequada?

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Questão 22 de 24 Q2151592 Q28 da prova

Durante uma reunião com moradores da comunidade, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) recebeu relatos sobre dificuldades enfrentadas por famílias com crianças pequenas em relação ao acesso à creche local. De acordo com as atribuições do ACS, previstas no Caderno de Atenção Básica nº 33, qual a conduta mais adequada diante dessa situação?

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Questão 23 de 24 Q2151594 Q29 da prova

Durante uma ação de visita domiciliar, a Equipe de Saúde da Família (ESF) agenda o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento de uma criança de dois anos com histórico de baixo peso. De acordo com o Caderno de Atenção Básica nº 33, como o Agente Comunitário de Saúde (ACS) pode contribuir nessa situação?

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Questão 24 de 24 Q2151595 Q30 da prova

De acordo com o Caderno de Atenção Básica nº 33, que trata do crescimento e desenvolvimento infantil, é atribuição do Agente Comunitário de Saúde (ACS) no acompanhamento da saúde das crianças em sua área de atuação:

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