Genitora traz criança de 5 anos ao pronto atendimento pediátrico, com relato de fezes liquefeitas 4-5x ao dia há 6 dias, de aspecto aquoso (água de arroz), volumosas, sem sangue e sem muco. Ao exame físico: olhos encovados, saliva espessa, sem lágrimas ao chorar. Foi realizado o exame de pesquisa de leucócitos nas fezes, que foi negativo. Qual é o diagnóstico?
Chega à emergência pediátrica paciente com 6 anos, sexo masculino, com dor intensa em região abdominal há 24h, associada a náuseas e vômitos. Ao exame físico, abdome doloroso em fossa ilíaca direita, com dor a descompressão brusca. Hemograma com leucócitos 5840 (58% segmentados, 1% bastões) PCR 10,5- sumário de urina 5 piócitos e nitrito negativo. Realizada USG Abdominal Total não foi visto o apêndice, devido a intensa interposição gasosa, mas foram encontrados dois linfonodos em região de mesogástrio 1,0x 0,6 cm e fossa ilíaca direita 0,6x 0,8 cm. Qual o provável diagnóstico?
Recém-nascido termo, 20 DDV, aleitamento materno exclusivo, 4580 g, com icterícia, fezes esbranquiçadas, a palpação abdominal tem fígado de consistência endurecida. Dosagem de bilirrubinas (BT 2,0 / BI 0,4 / BD 1,6), realizada ultrassonografia abdominal com o sinal do cordão triangular no hilo hepático. Qual a conduta imediata?
Escolar, 5 anos, com evacuações a cada 5 dias, fezes bristol 2, dor ao evacuar, já chegou a ter sangramento retal após esforço evacuatório. Ao exame físico, palpam-se fezes em região de mesogástrio e sigmoide. Qual o tratamento mais adequado para o caso?
Um menino de 8 anos, com quadro de dor epigástrica, disfagia e vômitos há cerca de 1 ano. A genitora relata que a criança se sente “entalada”, chegando a se engasgar. Tem passado de alergia a leite e a ovo. Foi realizada endoscopia digestiva alta. Na biópsia, foi vista a presença de 20 eosinófilos por campo de grande aumento em região de esôfago proximal. Qual é o diagnóstico e o tratamento inicial?
A doença celíaca é uma enteropatia inflamatória crônica, autoimune, desencadeada pela sensibilidade ao glúten da dieta em indivíduos geneticamente suscetíveis. Para o seu diagnóstico sem biópsia, são necessárias algumas condições:
Lactente, sexo feminino, 40 dias de vida, com regurgitação em todas as mamadas há 20 dias, em aleitamento materno complementado com fórmula infantil, não apresenta perda ponderal. A genitora relata que as regurgitações são em pequeno volume e com conteúdo lácteo. Ao exame abdominal: leve distensão abdominal. O diagnóstico provável e a conduta a ser tomada são:

































