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Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde * SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. Nesse caso,
Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde * SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. Nesse caso,
Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde * SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. Nesse caso,
Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde * SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. Nesse caso,
Compete à direção nacional do Sistema Único da Saúde:
Compete à direção nacional do Sistema Único da Saúde:
Sobre a luta antimanicomial, relacionada e intersecciona lizada com os feminismos e aluta de classe, a partir do livro organizado por Pereira e Passos (2017), coloque (V) para as alternativas verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) A relação das mulheres com a saúde mental encontra-se subalternizada e invisibilizada no processo de construção dá reforma psiquiátrica brasileira. No entanto, hoje, grupos, coletivos e movimentos sociais antimanicomiais estão cada vezmais atentos para a problemática.
( ) Os estudos feministas e as construções teóricas da reforma psiquiátrica, especialmente quando articuladas, trazem diversos pontos em comum. Colocam-nos frente à problemática da dominação burguesa patriarcal sobre as mulheres, a partir da medicalização e institucionalização.
( ) É tarefa da luta antimanicomial pautar e problematizar as múltiplas patologizações da vida e da existência humana, buscando, assim, a transformação da sociedade, o fim das opressões/explorações de gênero, raça, classe e da propriedade privada.
( ) O estudo das relações de gênero, comovi és para compreender o campo da saúde mental, é bastante amplo. A saúde mental da mulher, no modelo medica lizado e patriarcal, dialoga e extrapola às lógicas que tomam a mulher a partir de suas funções biológicas e reprodutivas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Passos e Pereira (2017) lembram que, em dezembro de 1987, o primeiro encontro de Bauru tomava corpo, organizado principalmente por trabalhadores ligados Ao sistema manicomial que eram contra apolíticas públicas em vigor e reivindicavam a garantia de direitos básicos dos pacientes. Um movimento começou a ser desenhado, e um manifesto foi assinado por profissionais da área de saúde. Sobre a chamada Carta de Bauru, documento fundante do Movimento Nacional de Luta Antimanicomial, avalie se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) oufalsas (F):
( ) Nela, há a definição de um projeto de desinstitucionalização, numa basebasagliana, que chama atenção para diversos outros tipos de opressões existentes na sociedade, em especial as de gênero, raça/etnia e classe.
( ) Nela, há trechos que evidenciam a visibilidade da redução das lutas ao campo institucional ou a uma mera modernização da psiquiatria e suas instituições.
( ) A carta aponta o compromisso estabelecido pela luta antimanicomial, que incorpora uma aliança com o movimento popular e a classe trabalhadora organizada. De cima para baixo, a sequência correta é:
O conceito de população de rua foi trabalhado de pontos de vista bastante diversos no Brasil e no mundo, como contam Leal e Calderón, no livro organizado por Pereira e Passos (2017). Esses autores explicam que não é possível definir, de forma homogênea, que fatores contribuíram para que as pessoas tenham, em determinado momento de suas vidas, ido parar nas ruas. Sobre as populações de rua, é correto afirmar que
Para Leal e Calderón (2017), o imaginário social, fortemente marcado pelo moralismo, diferencia o uso de drogas feito por homens e mulheres. Analise as assertivas abaixo:
I O uso de drogas por mulheres tem socialmente um limite: elas podem fazê-lo, mas com moderação. A elas está permitido um consumo controlado que vele pela imagem de boa mulher.
II A decisão do uso de drogas por mulheres é vista como um ato egoísta. Isso porque, no imaginário social, a mulher é sempre cuidadora, ou seja, feita para cuidar, velar e reproduzir a vida dos outros cotidianamente.
III O uso de drogas por mulheres, assim como o dos homens, é sempre representado como um indício de degradação moral. O fato de as mulheres serem vistas como “guardiãs da moral e da ordem” não tem qualquer implicação no modo como a sociedade olha para a mulher adicta.
IV As pessoas que usam drogas são comumente consideradas dependentes, infantis, imaturas e débeis. No entanto, a carga simbólica que tem o uso de drogas para mulheres e homens é radicalmente diferente. Se, para as mulheres, pode ser considerado um desvio do que se entende por “ser mulher”, para os homens, chega a ser até comprovação de virilidade.
É correto o que está descrito apenas nas assertivas:
“Tratar da integralidade como exercício concreto é, então, tratar de dois temas fundamentais quando discutimos uma questão dessa natureza: ética e política” (Silva e Barros,2010, p. 383). Sobre integralidade da atenção, os autores afirmam que
I O tema é potente em promover transformações nas práticas que constituem o SUS.
II A integralidade como prática está colocada como desafio ou como método para se efetivar outros princípios do SUS, ou seja, universalidade do acesso e equidade dos serviços.
III A integralidade como princípio afirma todos os sujeitos do SUS como protagonistas e corresponsáveis pela produção de saúde.
As afirmações acima se encontram ordenadas, de cima para baixo, do seguinte modo:
Camargo Jr, no texto “Medicalização: um quadro de referência”, publicado no livro “Por uma sociedade cuidadora” e organizado por Roseni Pinheiro e Aluísio Gomes da Silva Jr, lembra a descrição de Conrad (2007) sobre medicalização: “Processo pelo qual problemas não médicos são definidos e tratados como médicos, usualmente em termos de doenças desordens” (p. 209). O autor chama atenção para algumas características do termo medicalização que merecem ser destacadas. Entre as afirmativas abaixo, a única alternativa correta é:
Almeida e Pinheiro (2010), ao discutirem as práticas avaliativas, retomam uma análise feita por Silva Jr e Mascarenhas (2006). Dizem: “Traduzindo as práticas avaliativas para a nossa realidade, nota-se que o acompanhamento de diversas experiências de atenção à saúde em curso no país vem se dando principalmente por meio de avaliação normativa, com priorização de aspectos como cobertura, produção de serviços e indicadores de impacto epidemiológico”(p. 255). Para os autores, quando se coloca a integralidade como questão a ser considerada na avaliação da atenção à saúde da população, pode-se apontar para três dimensões de análise. Sobre esse assunto, analise as afirmações abaixo, colocando(V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) São dimensões de análise: integralidade na dimensão da organização de serviços; integralidade na dimensão dos conhecimentos e práticas dos trabalhadores; integralidade na dimensão das políticas governamentais.
( ) Sobre a integralidade na dimensão da organização de serviços, pode-se afirmar que basta garantir acesso aos diferentes níveis de sofisticação tecnológica demandados para cada situação, para que o atendimento tenha resolutividade.
( ) Na dimensão dos conhecimentos e práticas dos trabalhadores, a integralidade pode ser qualificada como um dispositivo político, de críticas de saberes e poderes instituídos por práticas cotidianas que habilitam os sujeitos, nos espaços públicos, a engendrar novos arranjos sociais e institucionais de saúde.
( ) A integralidade, na dimensão das políticas governamentais, relaciona-se com a capacidade de as políticas governamentais ordenarem o sistema de saúde, com destaque para proposições e fomento a novos arranjos descentralizados, resolutivos, solidários e permeáveis à participação do sistema local de saúde. A sequência encontrada, de cima para baixo, é:
“Toda profissão define-se a partir de um corpo de práticas que busca atender a demandas sociais, norteadas por elevados padrões técnicos e pela existência de normas técnicas que garantam a adequada relação de cada profissional com os seus pares e a sociedade como um todo”. Assim, é apresentado o Código de Ética Profissional do Psicólogo (2005), terceiro da profissão de psicólogo no Brasil. Ele é reflexo da necessidade sentida pela categoria, e por suas entidades representativas, de atender à evolução do contexto institucional legal do país, marcadamente a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, chamada Constituição Cidadã, e das legislações dela decorrentes. Sobre o Código de Ética Profissional do Psicólogo vigente, é correto afirmar que
O Conselho Federal de Psicologia publicou a Resolução CFP no 06/2019, que institui regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o)psicóloga(o) no exercício profissional e revoga-as Resoluções CFP no 15/1996 e 07/2003. A elaboração de documentos escritos produzidos ela(o) psicóloga(o), em sua prática profissional, tem sido pauta no sistema Conselhos de Psicologia, desde 2001, visando ao fornecimento de diretrizes para as(os)psicólogas(os) e à garantia de mais uniformidade e qualidade na produção desses documentos. Analise as considerações abaixo, verificando se são verdadeiras ou falsas.
I As demandas sociais, surgidas nos últimos anos, exigem da(o) psicóloga(o) uma atuação transformadora e significativa, com papel mais ativo na promoção e no respeito aos direitos humanos.
II A(o) psicóloga(o) encontra-se inserida(o) em diferentes setores de nossa sociedade, conquistando espaços emergentes que exigem normatizações e determinam sua ação.
III A(o) psicóloga(o) deve pautar sua atuação profissional no uso diversificado de conhecimentos, técnicas e procedimentos, devidamente reconhecidos pela comunidade científica, que se configuram-nas formas de avaliação e intervenção sobreas pessoas, grupos e instituições.
IV A(o) psicóloga(o) deve atuar com autonomia intelectual e visão interdisciplinar, potencializando sua atitude investigativa e reflexiva para o desenvolvimento de uma percepção crítica da realidade diante das demandas das diversidades individuais, grupais e institucionais, sendo capaz de consolidar o conhecimento da Psicologia com padrões de excelência ética, técnica e científica em favor dos direitos humanos.
A sequência correta é:
A Resolução CFP no 06/2019 tem como objetivos orientar a(o) psicóloga(o) naelaboração de documentos escritos produzidos no exercício da sua profissão e fornecer ossubsídios éticos e técnicos necessários para à produção qualificada da comunicação escrita.A Resolução atenta para os deveres da(o)psicóloga(o), no que diz respeito ao sigiloprofissional sobre as equipes interdisciplinares,sobre as relações com a justiça e com aspolíticas públicas e sobre o alcance dasinformações, para a garantia dos direitoshumanos, e identifica riscos e compromissos doalcance social do documento elaborado.Constituem modalidades de documentospsicológicos: declaração, atestado, relatório,laudo e parecer. Sobre o relatóriomultiprofissional, é correto afirmar que
Minayo (2006), ao propor um quadro interpretativo da violência, sob a ótica do setor saúde, relata que “(...) do ponto de vista operacional, o setor saúde trabalha com classificações, tipologias e estratégias de abordagem” (p. 80). Sobre esse quadro interpretativo da violência, é correto afirmar que
Minayo (2006) introduz uma reflexão importante sobre as articulações possíveis entre o tema da violência e suas repercussões na saúde dos brasileiros. Afirma que o tema da violência é complexo, polissêmico e controverso. Para Minayo, a violência
Como e por que as desigualdades sociais fazem mal a saúde?”. Esta é a pergunta título do livro de Rita Barata. Nele, são apresentadas algumas considerações teóricas sobre o tema das desigualdades sociais em saúde, apontando correntes e tendências existentes. Classe, gênero, raça e etnia são tomadas como categorias importantes no estudo das desigualdades sociais e da produção de saúde e de doença. Coloque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo e, posteriormente, assinale a opção correta.
( ) A autora chama atenção para a tentativa de se esvaziarem o conteúdo político, as conotações de injustiça social e o desrespeito aos direitos humanos expressos em desigualdades, reduzindo-os, simplesmente, a diferenças entre indivíduos ou grupos de indivíduos definidos segundo características biológicas.
( ) A autora explica que, quando se fala em desigualdade social, geralmente, se está referindo-se a situações que implicam algum grau de injustiça, isto é, diferenças que são injustas porque estão associadas a características sociais que sistematicamente colocam algum grupo em desvantagem com relação à oportunidade de ser e se manter sadio.
( ) A autora lembra que desigualdade social em saúde não é nenhuma novidade e que vem sendo documentada há muito tempo, principalmente a partir do século XIX. As condições políticas e sociais que surgiram com o capitalismo, em sua fase de produção industrial, foram favoráveis ao tema, seja pelas péssimas condições devida da classe trabalhadora, seja pelo ideário político associado às revoluções burguesas
( ) A autora afirma que a desigualdade social em saúde pode se manifestar em relação ao estado de saúde, mas não em relação ao acesso e uso de serviços de saúde para ações preventivas e/ou assistenciais.
“A confusão entre os termos sexo e gênero presente em parte da pesquisa epidemiológica e de saúde, em geral, é sinal deum grave erro conceitual” (Barata, 2009, p. 75).Sobre o uso do conceito gênero na área da saúde, é correto afirmar que
“Racismo refere-se a uma ideologia social de inferioridade, que é usada para justificar o tratamento diferencial concedido a membros de grupos raciais ou étnicos, por indivíduos e instituições, usualmente acompanhados por atitudes negativas de depreciação com relação a esses grupos”(Barata, 2009, p. 65). Coloque verdadeiro(V) ou falso (F) nas afirmações abaixo.
( ) O racismo é um fenômeno estruturado, sancionado socialmente, justificado por ideologia e expresso por meio de interações entre indivíduos e instituições. Baseia-se na dominação e visa a manter privilégios para os grupos dominantes à custa de privação e exclusão dos demais.
( ) Os integrantes dos grupos étnicos ou raciais discriminados sofrem vários tipos de desvantagens, acumulando os efeitos da discriminação econômica, da segregação espacial, da exclusão social, da destituição do poder político e da desvalorização cultural.
( ) Ninguém pode ser tratado de maneira diferente e negativa com base nas diferenças. Por isso, as pesquisas em saúde indicam que, no Brasil, o racismo estrutural não opera no interior das instituições.
( ) Quando se pesquisa a qualidade da assistência pré-natal no Brasil, percebe-se, com bastante clareza, como o racismo institucional se manifesta. Por exemplo, mulheres negras recebem menos anestesia durante o parto do que as parturientes brancas.
A sequência correta, de baixo para cima, é:
O Consultório de/na Rua (CR) é um serviço relativamente novo no cenário do Sistema Único de Saúde (SUS). Entra em cena diante de um panorama intrincado em termos de assistência à saúde para pessoas em situação de rua, com uso problemático de crack, álcool e outras drogas. Avalie as afirmativas a partir das considerações de Londero, Ceccim e Bilibio (2014),
I A passagem do CR, que estava vinculado à Política Nacional de Saúde Mental até 2012,para a Política Nacional de Atenção Básica, representa uma mudança de nomenclatura(Consultório “de” para Consultório “na” Rua),e não das diretrizes estratégicas desse dispositivo.
II Com a instituição da Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Inter setorial de Acompanhamento e Monitoramento, o Ministério da Saúde adotou o CR como um serviço estratégico da atenção básica, fazendo a composição entre-os dispositivos da saúde mental e da saúde da família, ao invés de extinguir um emdetrimento do outro.
III Devido à ampla ação que se passa na rua, oCR é um serviço transversal que produz tanto uma atenção em relação à especialidade da saúde mental, como a disposição de práticas da atenção básica.
IV Produzir um serviço de saúde que ultrapasse o esperado, o programado, o prescrito, dentro de uma equipe, torna-se um grande desafio, sobretudo porque umCR não trabalha isoladamente. Ele necessita da rede de saúde e intersetorialpara abarcar o cuidado integral, universal igualitário preconizado pelo SUS.
V O CR oferta um serviço aberto e de demanda espontânea que busca acolher aquilo que pessoas em situação de rua estão necessitando. As ações são construídas de acordo com as particularidades da pessoa e vulnerabilidades, o que implica o desafio de produzir um cuidado capaz de absorver, em suas intervenções, o inesperado ou o não programado em termos da atenção prevista.
São verdadeiras as afirmativas, exceto:
Petuco (2019) relata que a redução dedanos (RD), estratégia de cuidado em saúdedirigida a pessoas que usam álcool e outrasdrogas, não posiciona a abstinência como únicoobjetivo do cuidado. A RD tornou-se conhecidapelas terapias de substituição e pela oferta de seringas esterilizadas para evitar infecções sanguíneas, como aids e hepatites virais. Foi nesta última forma que a RD chegou ao Brasil, em1989, na cidade de Santos, e sofreu forte oposição por parte de setores da justiça e da segurança pública, mas sem causar mais controvérsias entre trabalhadores e pesquisadores do campo da saúde. Analise as afirmativas abaixo e verifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A redução de danos foi, ao longo dos anos, se tornando uma estratégia de produção de saúde alternativa às estratégias pautadas na lógica da abstinência, incluindo a diversidade de demandas e ampliando as ofertas em saúde para a população de usuários de drogas.
( ) A diversificação das ofertas em saúde para usuários de drogas sofreu significativo impulso quando, a partir de 2003, as ações de RD deixaram de ser uma estratégia exclusiva dos Programas de DST/aids e se tornaram uma estratégia norteadora apenas da Política de Saúde Mental.
( ) Por paradigma da abstinência, entende-se uma rede de instituições que define uma governabilidade das políticas de drogas e que se exerce de forma coercitiva, na medida em que faz da abstinência a única direção de tratamento possível, submetendo o campo da saúde ao poder jurídico, psiquiátrico e religioso.
( ) A guerra às drogas, no Brasil, fortemente influenciada pelas políticas norte-americanas desde meados do século passado, perpetua uma série de consequências sociais e segrega-os mais pobres e os negros, que preenchemos espaços já superlotados do aparato penitenciário.
A opção que considera a sequência correta é:
“O termo promoção de saúde foi utilizado ela primeira vez por Henry Sigirist, historiador de medicina, quando, em 1945, definiu quatro funções da medicina: promoção de saúde, prevenção de doença, restauração do doente e reabilitação” (Terris, 1996 apud Czerina, Maciel, Oviedo, 2013). Foi a ideia de promoção dê saúde, e o discurso gerado em torno dela, que produziram maiores repercussões no Campo sanitário. Sobre promoção de saúde, é correto afirmar que
Antônio Lancetti, no livro “A clínica Peripatética” (2006), toma a redução de danos(RD) como ampliação da vida. Para o autor, RD é uma política e uma prática de saúde pública definidas como uma série de procedimentos destinados a atenuar as consequências adversas do consumo de drogas. Ainda sobrea RD, o autor afirma que:
O SUS não é uma estrutura que atua isolada na promoção dos direitos básicos de cidadania. Insere-se no contexto das políticas públicas de seguridade social que abrangem, além da saúde, a previdência e a assistência social. Nesse sentido, o capítulo da saúde na Constituição Federal de 1988 afirma que a assistência à saúde deve abranger atividades curativas e, prioritariamente, atividades preventivas. Em relação às diretrizes do SUS, a afirmação anterior referes e à
Analise as proposições seguintes:
O conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos denomina-se
A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com o inciso I do art. 198 da Constituição Federal, sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes órgãos
As comissões intersetoriais de âmbito nacional são subordinadas





















