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Quanto ao teste da antiglobulina direto, pode-se afirmar que:
Paciente, 68 anos de idade, com história de insuficiência renal, recebeu transfusão de três unidades de concentrados de hemácias. Cerca de uma hora após a transfusão apresentou dispneia, hipertensão arterial, hipoxemia. Foi medicado com diurético e oxigênio suplementar com melhora do quadro. O diagnóstico mais provável, nesse caso, é:
Paciente, 50 anos de idade, com história pregressa de gastroplastia redutora, apresenta astenia e palidez cutâneo-mucosa. Exames laboratoriais Ht 27%, Hb 8.8g/dL, VCM 108, plaquetas 130.000/ µL e leucócitos 4.000/mm³. Função renal e hormônios tireoidianos normais. O diagnóstico mais provável, nesse caso, é:
Quanto ao tratamento da anemia ferropriva no adulto, é correto afirmar que:
Paciente será submetido à cirurgia abdominal. Contagem atual de plaquetas 100.000/ µL. Nesse caso, a transfusão profilática de plaquetas está:
A rastreabilidade é muito importante para a segurança transfusional. Nesse contexto, a retro vigilância trata da investigação retrospectiva:
Após o descongelamento, o plasma deve ser transfundido em até:
Paciente apresenta diarreia líquida e dor abdominal tipo cólica. Exame parasitológico de fezes evidenciou presença de Entamoeba hystolitica. Nesse caso, a conduta mais indicada é:
A alteração genética que está frequentemente presente nos pacientes com diagnóstico de linfoma folicular é:
Uma paciente de 76 anos de idade, com diagnóstico, há seis meses, de leucemia linfocítica crônica, Binet C, com deleção do 17p, deu entrada no pronto‐socorro. Tem antecedentes de hipertensão arterial leve controlada com losartana 50 mg/dia. A equipe médica indicou início do tratamento com ibrutinibe 420 mg VO após falha de resposta ao tratamento prévio. Após dois meses de uso do ibrutinibe, a paciente procurou atendimento de urgência com quadro de dispneia aos mínimos esforços e palpitações com início há duas semanas. Ao exame físico, verificou‐se pulso irregular sem sinais de instabilidade hemodinâmica, sendo confirmada pelo eletrocardiograma fibrilação atrial (FA) e sendo iniciada anticoagulação plena com warfarina e controle da FA. Nas últimas 24 h, a paciente evoluiu com dor lombar de forte intensidade à direita, sendo revelado pela tomografia de abdome um sangramento espontâneo de retroperitôneo.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o mecanismo fisiopatológico dos eventos adversos relacionados ao ibrutinibe.
Um estudante universitário de 28 anos de idade procurou atendimento de urgência com queixa de fadiga, astenia e equimoses espontâneas. Ao hemograma: leucócitos 153 × 109/L (VR: 4.000 a 12.000), com 60% de blastos; hemoglobina (Hb) 11,7 g/dL (VR: 12 a 15); e contagem de plaquetas 26 × 109/L (VR: 130.000 a 450.000). A imunofenotipagem de medula óssea foi compatível com o diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda (LLA) de células B precursoras (CD19 +, CD20 +, CD10 +, CD22 +, CD34 + eTdT +), a pesquisa de presença de BCR/ABL1 (que codifica para uma proteína de 190) foi positiva e a análise citogenética mostrou t (9; 22) (q34; q11.2) em todas as vinte metáfases analisadas. Foi realizado estudo familiar, que identificou irmã de vinte anos de idade compatível 10/10.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica.
No exame físico de uma paciente de 72 anos de idade, com quadro de astenia, fadiga, emagrecimento e aumento do volume abdominal, observou‐se esplenomegalia palpável16 cm abaixo do rebordo costal esquerdo. O hemograma realizado mostrou: leucócitos 53 × 109/L (VR: 4.000 a 12.000),com 2% de blastos; hemoglobina (Hb) 9,7 g/dL (VR: 12 a 15);contagem de plaquetas 46 × 109/L (VR: 130.000 a 450.000);LDH igual a 678 (VR: 180 a 260); perfil de ferro normal; dosagem sérica de eritropoetina igual a 30 (VR: 10 a 150); pesquisa de JAK‐2 positiva; e BCR‐ABL negativo.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica.
Uma mulher de 42 anos de idade, com queixa de astenia, fraqueza e palidez, procurou atendimento de rotina. Foram solicitados exames de sangue, que mostraram uma eletroforese de proteínas séricas, com uma para proteína kappa de imunoglobulina G (IgG) de 6,42 g/dL (VR
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica e o estadiamento clínico pela IMWG (International Myeloma Working Group).
Um homem de 81 anos de idade foi encaminhado ao consultório médico com um diagnóstico de mieloma múltiplo. Seus exames laboratoriais evidenciavam: hemoglobina de 7,6 g/dL (VR: 12 a 15); função renal e cálcio normais; e β2‐microglobulina de 2,6 mg/L e albuminade 3,3 g/dL, consistentes com a doença no estágio II da ISS. A dosagem de IgG foi de 5.400 mg/dL e a razão kappa‐lambda, de 124,2. A ressonância magnética de corpo inteiro mostrou osteopenia e lesão lítica na coluna vertebral em L5, sem sinais de compressão radicular. A biópsia da medula óssea foi digna de nota para 80% de plasmocitose, com citometria de fluxo demonstrando plasmócitos clonais. A citogenética revelou um cariótipo masculino normal, com análise de 46 e XY, e FISH negativo. Tinha insuficiência cardíaca classe funcional III. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica.
Um homem de dezenove anos de idade, previamente hígido, apresentou inchaço e dor na perna direita espontâneos. Negou viagens aéreas, traumas locais ou cirurgias recentes e não faz uso de medicações. Sua prima materna teve trombose venosa profunda aos quarenta anos de idade. O exame físico revelou calor, edema da coxa distal para baixo até o tornozelo e sensibilidade à palpação da panturrilha. O D‐dímero foi de 1.500 (VR
Com base nessa situação hipotética, o manejo clínico mais adequado será
Uma mulher de dezoito anos de idade, com epistaxe, sangramento gengival e equimose espontânea disseminada há uma semana, realizou exames laboratoriais, que mostraram: Hb 8,9 g/dL (VR: 12 a 15); contagem de leucócitos de 21,7 × 109/L (VR: 4 a 12× 109/L), com 90% de promielócitos(19,5 × 109/L), 4% (0,9 × 109/L) de mielócitos, 3% (0,7 x 109/L)de metamielócitos e 2% (0,4 x 109/L) de neutrófilos; e contagem de plaquetas de 16 x 109/L. A medula óssea continha 72% de promielócitos com bastões de Auer. A imunofenotipagem mostrou expressão de CD9, CD13 e CD33e foi negativa para CD34. A hibridização in situ fluorescente mostrou translocação (15; 17) e o gene de fusão PML‐RARα positivo, sendo o diagnóstico compatível com leucemia promielocítica aguda (LMA‐M3). A análise de coagulação revelou um tempo de protrombina (TAP) de 20 s (normal
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica.
Uma mulher de 28 anos idade, previamente saudável, apresentou fadiga de início recente. O exame físico foi notável apenas pela palidez leve. Os resultados dos exames laboratoriais foram: hemoglobina 9,3 g/dL (VR: 12 a 15,5);VCM 89,7 fL (VR: 81,6 a 98,3); contagem absoluta de reticulócitos 10% (VR: 1 a 2); haptoglobina
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o diagnóstico é de
Uma mulher de quarenta anos de idade, sem comorbidades ou antecedentes trombóticos, foi levada ao pronto‐socorro porque o hemograma de rotina que ela realizou mostrava Hb 13,9 g/dL (VR: 12 a 15), contagem de leucócitos 9,2 × 109/L (VR: 4 a 12 × 109/L) e contagem de plaquetas 464 × 109/L (VR: 130 a 450 × 109/L). O exame físico foi normal. O estado corporal do ferro era normal e a PCR estava abaixo de 1 mg/L (VR: 2 a 5). O gene de fusãoBCR‐ABL1 foi negativo. JAK2 (V617F) foi detectado no DNA de granulócitos (5% de alelos mutantes). A biópsia da medula óssea mostrou proliferação de megacariócitos aumentada em número. A impregnação de prata mostrou fibras de reticulina simples dispersas, sendo o diagnóstico detrombocitemia essencial (TE).
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem terapêutica diante das recomendações atuais.
Uma estudante universitária de dezoito anos de idade, previamente hígida, apresenta dor torácica tipo pontada à direita, febre vespertina e dispneia progressiva há duas semanas. Realizou radiografia de tórax que revelou silhueta cardiomediastinal acentuadamente aumentada. Atomografia computadorizada de tórax revelou uma massa mediastinal anterior de 12,1 x 7,4 cm, envolvendo o arcoaórtico, e, na artéria pulmonar principal, compressão da veia cava superior, com pequeno derrame pericárdico e derrame pleural moderado bilateralmente. Foi realizada uma biópsia da massa mediastinal, cujo anatomopatológico evidenciou uma proliferação difusa de células linfoides atípicas de médio a grande porte, sendo as células atípicas positivas para CD20, BCL6, BCL2, MUM1, CD23 (parcial) e CD30 (fraca) e negativas para CD3, CD10 e CD15. O Ki67 foi de ∼90% e o PET mostrou uma massa mediastinal com um valor de captação (SUV)máximo de 20,4. Não havia anormalidades abaixo do diafragma e do arcabouço ósseo.
Com base nessa situação hipotética, o provável diagnóstico é de linfoma
Um aposentado de 62 anos de idade apresentou visão embaçada, lentidão de pensamento, adenomegalias cervicais e axilares de 2 cm bilateralmente e hemorragias nasais de início recente. O exame de fundo de olho revelou hemorragias retinianas. Os exames laboratoriais revelaram um hematócrito de 28% (VR: 35 a 54%), plaquetas de60.000/mm3 (VR: 140 a 450.000) e contagem de leucócitos de 1.500/mm3 (VR: 4 a 12.000). A eletroforese de proteínas séricas revelou uma proteína monoclonal IgMλ e níveis séricos de IgM de 4.000 mg/dL (VR: 80 a 210). A tomografia computadorizada mostrou adenopatia disseminada em tórax e abdome, associada à esplenomegalia moderada. Foi realizada a biópsia da BM, que demonstrou 80% de envolvimento de linfócitos linfoplasmacíticos. A mutação MYD88 estava presente. Considerando‐se esse caso hipotético, a melhor abordagem terapêutica diante das recomendações atuais é
Uma mulher de dezenove anos de idade, com anemiafalciforme (HbSS) e história de acidente vascular cerebral aos quatro anos de idade, em uso apenas de ácido fólico, com quatro crises vaso‐oclusivas nos últimos seis meses e acompanhamento irregular, procurou o atendimento de urgência com dores generalizadas no corpo, febre de 39 ºC, dispneia e tosse produtiva com evolução há dois dias. Seus sinais vitais eram: pressão arterial de 90 x 60 mmHg; frequência cardíaca de 125 bpm; frequência respiratória de 29 irpm; e saturação de oxigênio de 89% em ar ambiente. Exames laboratoriais mostraram: Hb 7 g/dL; Ht 23 (VR: 35 a 45%); e contagem de leucócitos 23.000 (VR: 4 a 12.000), com desvio à esquerda. Radiografias de tórax mostraram opacidade do lobo inferior esquerdo sugestiva de pneumonia lobar. Com base nessa situação hipotética, a melhor abordagem terapêutica diante das recomendações atuais é
Um homem de 45 anos de idade foi hospitalizado par indução de remissão de LMA citogenética favorável, usando citarabina e idarrubicina (7 + 3), com profilaxia com fluconazol, bactrin e aciclovir. No dia +15, foram observados retorno da febre, contagem de neutrófilos absolutos abaixo de quinhentas células e creatinina 2,1 (VR: 0,5 a 1,5). O examefísico foi normal e a tomografia computadorizada de tórax revelou infiltrados de nódulo de 1,4 cm, com halo e padrão de árvore em brotamento no lobo superior direito, com galactomana sérica igual a três vezes o valor da basal da internação. Hemoculturas até o momento negativas e em uso de meropenem e vancomicina.
Considerando‐se esse caso hipotético, a melhor abordagem terapêutica diante das recomendações atuais é
Uma mulher de 24 anos de idade, previamente sem comorbidades, foi internada na emergência com hematom aem MMII espontâneos, epistaxe e sangramento gengival. Na apresentação, sua contagem de leucócitos era de 3,4 × 109/Lcom 330 neutrófilos totais, a hemoglobina era de 10,7 g/dL, a contagem de plaquetas era de 27 × 109/L e o coagulograma indicou coagulação intravascular disseminada com hiperfibrinólise reativa. Um diagnóstico de LMA M3 foi confirmado pelo mielograma e pela análise citogenética e molecular. A indução da remissão com ATRA + idarrubicina foi iniciada na enfermaria oncológica. Cinco dias após o início do ATRA, sua contagem de leucócitos aumentou para 8,7 × 109/L e ela desenvolveu edema periférico, com 5 kg de ganho de peso, febre (38,5 ºC), dispneia em repouso e saturação de oxigênio de 82%. A radiografia de tórax revelou infiltrados pulmonares bilaterais e uma sombra cardíaca aumentada, com derrame pleural laminar bilateral. A ecocardiografia mostrou derrame pericárdico moderado e uma fração de ejeção de 70%.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta quanto ao manejo clínico mais adequado.
Uma mulher de 58 anos de idade, previamente hígida, foi transferida para a unidade de terapia intensiva por insuficiência respiratória três dias após colecistectomia litiásica. Sua pressão arterial era de 90 x 60 mmHg, a frequência cardíaca era de 120 bpm, a frequência respiratória era de 28 irpm e a temperatura era de 38,1 ºC. A análise da gasometria arterial mostrou PaO2 de 63 mmHg e saturação de oxigênio de 84% sob 5 L de cateter nasal. A análise laboratorial mostrou: hemoglobina 11 g/dL(VR: 12 a 15); contagem de leucócitos de 9,2 × 109/L (VR: 4 a 12.000), com 7,7 × 109/L de neutrófilos (VR: 1.200 a 8.000); notável desvio para a esquerda com bastonetose; creatinina 2,4 mg/dL (VR: 1 a 2); bilirrubina total de 1 mg/dL (VR: 0,8 a 1,2); contagem de plaquetas de 98 × 109/L (VR: 130 a 450.000), sendo 152 × 109/L no dia anterior; TAP de 17 s (nível normal
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o provável diagnóstico, de acordo com critérios da International Society on Thrombosis and Hemostasis.
Uma paciente de 22 anos de idade, com talassemia beta major, foi admitida para avaliação de palpitações recorrentes nos últimos meses. Ela estava recebendo de duasa três unidades de concentrado de hemácias a cada 21 dias,com uma hemoglobina pré‐transfusional média de 10,5 g/dL. Suas comorbidades incluíam intolerância à glicose, hipogonadismo hipogonadotrófico e hipotireoidismo subclínico. Cinco anos antes da apresentação atual, sua ressonância magnética cardíaca T2* mostrou uma sobrecargamoderada de ferro no miocárdio (14,4 ms) e o nível deferritina sérica estava acima de 2.300 ng/dL (VR: 10 a 350).Em uso de ácido fólico 5 mg ao dia, estava com acompanhamento médico irregular. A ecocardiografia derotina nunca mostrou nenhuma anormalidade ou comprometimento da função ventricular esquerda, exceto por uma dilatação atrial leve/moderada e ritmo irregular. Faz uso regular de deferoxamina.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o manejo clínico mais adequado.
Uma mulher de 72 anos de idade iniciou quadro de astenia e palidez cutânea há quatro meses, de maneira progressiva. Foram solicitados alguns exames laboratoriais, que mostraram: anemia macrocítica (hemoglobina [Hb] 8,9 g/dL, volume celular médio 111 fl); contagem plaquetária 90 × 109/L (VR: 130 a 450 × 109); contagem de leucócitos 3 x 109/L; contagem absoluta de neutrófilos 500eritropoetina sérica 800 ng/dL (VR: 10 a 150); e demais séries dentro dos limites normais. Suas contagens anteriores não apresentavam achados patológicos. Estava em uso apenas delisinopril, amiodarona e sertralina. Os níveis de folato, de vitamina B12 e da eletroforese de proteínas séricas estavam dentro da normalidade. Realizou um mielograma, que evidenciou megacariócitos displásicos, displasia da série granulocítica e eritroide somando acima de 10% das células displásicas, com 8% de blastos, e o cariótipo foi metáfase feminina normal em vinte metáfases.
Com base nesse caso hipotético, o manejo clínico mais adequado será
Um homem de 22 anos de idade foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin clássico, estádio clínico IIA, envolvendo linfonodos cervicais bilaterais e mediastino. O estadiamento PET/TC demonstrou um nódulo cervical direito de 1,9 × 2,9 cm, comvalor de captação padronizado (SUV) de 10,6, um nó paratraqueal direito de 1,9 × 2,2 cm, com SUV 8, e um nó peitoral esquerdo de 1,3 × 1,7 cm, com SUV 8,6. Ele foi tratado com esquema de quimioterapia (QT) padrão, com ABVD. A PET/TC, após dois ciclos, demonstrou uma resposta parcial (RP), com SUV 3,6 no nódulo cervical direito e resolução dos outros locais nodais (Deauville 3). Após o terceiro ciclo, o paciente palpou um novo nódulo cervical direito e a PET/CT posterior ao quarto ciclo demonstrou um SUV aumentado de 10 de 3,6 no nódulo cervical direito anterior e um novo nódulo cervical direito com SUV 3,3 (Deauville 4). Repetiu a biópsia excisional, que confirmou LHC. Ele recebeu três ciclos do protocolo DHAP e novo PET, que evidenciou resposta completa ao último esquema de QT
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o manejo clínico mais adequado.
Uma mulher de 35 anos de idade precisou realizar duas transfusões de concentrados de hemácias depois de uma miomectomia. Após o término da infusão da última bolsa, a paciente apresentou dor intensa em região lombar, hematúria intensa (sic), palidez cutaneomucosa, pressão arterial de 100 x 60 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 22 irpm etax. de 37,2 ºC. Foi admitida na unidade de terapia intensiva e seu hemograma de controle evidenciou queda acentuada da Hb de 2 g/dL, com aumento da lactato desidrogenase(LDH) de 320 para 2.058 UI/L. A ausculta pulmonar e a radiografia de tórax foram normais. Não houve acompanhamento da instalação da transfusão e a paciente alegou desconforto álgico desde o início da primeira bolsa de hemácias. Negou comorbidades prévias.
Com base nesse caso hipotético, o diagnóstico da reação transfusional mais apropriado é o de
Um estudante de 26 anos de idade foi diagnosticado ao nascimento com hemofilia A grave. O paciente está realizando imunoprofilaxia corretamente e apresentou sangramento de tecidos moles e articulações espontaneamente. Nos exames de rotina, ele desenvolveu um inibidor (pico de titulação: 44 unidades Bethesda [BU]).
Considerando‐se essa situação hipotética, o manejo clínico mais adequado será





















