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A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) é caracterizada por uma combinação de anormalidades antropométricas, clínicas, bioquímicas e metabólicas. Assinale a alternativa INCORRETA:
O hipotireoidismo congênito representa uma das causas mais frequentes de retardo mental, que pode ser prevenida com o diagnóstico precoce e tratamento adequado. Assinale a alternativa INCORRETA:
Com relação às neoplasias adrenocorticais, julgue as afirmativas abaixo:
Com relação ao GH recombinante humano (hGH), assinale a alternativa INCORRETA:
Com relação à dosagem de TSH, assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas:
| ( ) | Os glicocorticoides apresentam múltiplos efeitos na função e medidas dos hormônios tireoidianos. |
| ( ) | Em pacientes com hipotireoidismo ou hipertireoidismo crônico e severo, o TSH pode permanecer alterado apesar da normalidade dos níveis livres de hormônios tireoidianos. |
| ( ) | Nos pacientes com doença hipotalâmica, a reposição com levotiroxina deve ser monitorada pelo TSH sérico. |
| ( ) | Pacientes em tratamento supressivo com tiroxina para câncer de tireóide podem ser monitorados apenas com o TSH de terceira geração. |
Com relação à ginecomastia, assinale a alternativa INCORRETA:
Estão corretas as afirmativas sobre dislipidemia, EXCETO:
Os adenomas hipofisários são responsáveis por 10% dos tumores cerebrais e por 90% das lesões da sela túrcica. Sobre os adenomas hipofisários é INCORRETO afirmar que:
Acromegalia é uma doença sistêmica crônica, decorrente da produção excessiva do hormônio do crescimento (GH – growth hormone) e do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1 – insulin-like growth factor type 1). Sobre a acromegalia é INCORRETO afirmar que:
A retinopatia diabética (RD) é a complicação crônica microvascular mais comum do diabetes mellitus (DM). Sobre a RD é INCORRETO dizer que:
Apoplexia hipofisária é caracterizada por um súbito aumento no volume hipofisário secundário a isquemia e/ou necrose. O quadro clínico consiste de cefaleia, alteração visual, paralisia de nervos cranianos e hipopituitarismo, bem como síndrome de hipertensão intracraniana. Macroadenomas, especialmente não funcionantes e prolactinomas, são mais suscetíveis à apoplexia. É necessário um alto grau de suspeita para fazer o diagnóstico clínico, já que muitos pacientes não têm história prévia de adenoma hipofisário. Seu diagnóstico diferencial NÃO inclui:
A definição clássica de puberdade precoce em meninas é o desenvolvimento de características sexuais secundárias antes dos 8 anos ou menarca antes dos 9 anos. E, em meninos, aparecimento de qualquer característica sexual secundária antes dos 9 anos. Puberdade precoce é classificada de acordo com o processo fisiopatológico subjacente em variantes normais do desenvolvimento puberal, puberdade precoce central e puberdade precoce periférica. Várias são as causas de puberdade precoce central, dentre elas genéticas, alterações SNC (tumor, causas inflamatórias/infecciosas, malformações) e idiopática. Puberdade precoce central idiopática representa 90% dos casos em meninas, enquanto etiologias orgânicas são mais frequentes em meninos (60-70% dos casos).
Em relação ao descrito acima, é correto afirmar que:
Síndrome de Cushing endógena pode ser definida como uma condição resultando de exposição prolongada e inapropriada a quantidades excessivas de cortisol, perda parcial do sistema de feedback do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e perda do ritmo circadiano da secreção de cortisol. Como consequência do hipercortisolismo, pode-se observar comorbidades comuns na prática clínica como obesidade, hipertensão arterial, Diabetes mellitus, nefrolitíase, osteopenia ou osteoporose. Contudo, essas comorbidades não são específicas e são bastante prevalentes na população, o que pode gerar confusão na avaliação diagnóstica da síndrome de Cushing, já que os testes de screening são sujeitos a resultados falso positivos. Com isso em mente, diversas sociedades têm proposto critérios para indicar avaliação diagnóstica de Cushing. NÃO é um critério para avaliação de Cushing:
Adenomas hipofisários são tumores benignos classificados em funcionantes ou não funcionantes de acordo com a presença ou ausência de síndromes clínicas de hipersecreção hormonal. Podem ser ainda di v ididos de acordo com o tamanho em microadenomas ( 10 mm). A ausência de sinais clínicos de hipersecreção hormonal contribui para o diagnóstico tardio da doença. Portanto, a maioria dos pacientes procura atendimento médico por sinais e sintomas resultando de efeito de massa produzido por macroadenomas ou ainda por apresentar diagnóstico de incidentaloma de hipófise em exame de imagem do SNC.
Com relação à avaliação de um paciente com suspeita de adenoma hipofisário não funcionante, a conduta correta é:
Aldosteronismo primário (AP) é a causa mais comum de hipertensão arterial secundária com uma prevalência estimada de 4% nos pacientes hipertensos em atenção primária e em torno de 10% dos pacientes referenciados. É particularmente comum em pacientes com hipertensão arterial resistente, com prevalência de 14-21%, sendo a forma curável mais comum de hipertensão arterial. Por conta dos efeitos cardiovasculares do excesso de aldosterona que são independentes da pressão arterial elevada, pacientes com aldosteronismo primário tem maior morbimortalidade cardiovascular do que pacientes com hipertensão essencial pareados para idade, sexo e grau de elevação da pressão arterial. Pelo exposto, torna-se muito importante o seu reconhecimento e diagnóstico correto. Por outro lado, não é justificada a avaliação de todos os pacientes hipertensos. Dentre as recomendações para avaliação de AP, NÃO é possível incluir:
O tratamento do hipoparatireoidismo tem como objetivos a correção da hipocalcemia e hiperfosfatemia, melhora dos sintomas e prevenção de complicações crônicas resultantes da doença e do seu tratamento. O tratamento padrão compreende a suplementação de cálcio e vitamina D, de preferência na sua forma ativa (calcitriol). O uso de sais de cálcio é essencial e tem dois objetivos: oferecer cálcio para absorção intestinal e sequestrar o fósforo presente na alimentação indiretamente reduzindo a hiperfosfatemia. Os mais comumente utilizados são o carbonato de cálcio e o citrato de cálcio. O carbonato de cálcio tem maior quantidade de cálcio elemento por grama de sal e menor custo, sendo por isso o mais utilizado na prática clínica. Contudo, existem situações em que a utilização de citrato de cálcio deve ser considerada. Dentre as situações abaixo, NÃO é considerada indicação para utilização de citrato de cálcio a:
Paciente submetido a tireoidectomia total para tratamento de carcinoma diferenciado de tireoide desenvolve hipoparatireoidismo no pós-operatório. Vem assintomático em tratamento com sais de cálcio e calcitriol, mantendo cálcio sérico no limite inferior e fósforo sérico normal. Durante o acompanhamento apresenta hipercalciúria com nefrolitíase. A melhor conduta, nesse momento, é:
O tratamento de escolha para pacientes com prolactinomas é a utilização de agonistas dopaminérgicos. Essa terapia pode precipitar vários efeitos colaterais, geralmente leves e tolerados, mais frequentemente gastrointestinais (constipação, náuseas, vômitos), mas também hipotensão postural, tonteira e cefaleia. Efeitos colaterais mais graves já foram descritos em menor frequência, em particular sintomas psiquiátricos em pacientes suscetíveis. Dentre os sintomas abaixo, o melhor descrito é:
Com base nos achados de vários ensaios de resultados cardiovasculares (CVOTs=Cardio Vascular Outcome Trials), existem novas recomendações de tratamento para adultos com diabetes tipo 2, sugerindo um caminho para pessoas com doença cardíaca que, após gerenciamento de estilo de vida e metformina, deve incluir uma medicação validada para melhorar a saúde cardíaca. São drogas com demonstrado benefício cardiovascular associado à redução de morte cardiovascular:
As recomendações atualizadas enfatizam que os testes de rastreio para pré-diabetes/diabetes tipo 2 devem ser considerados em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos, com excesso de peso ou obesidade, e tem um ou mais fatores de risco adicionais para diabetes, tais como:
A Sociedade Brasileira de Diabetes - SBD revisou recentemente as metas laboratoriais do controle glicêmico, assumindo uma posição mais flexível e individualizando o grau de controle desejável, de acordo com as características dos pacientes. A meta ideal de A1C para pessoas adultas com diabetes e na ausência de gravidez continua sendo ao redor de 7,0%. No entanto, um controle mais flexível, aproximando-se de 8,5%, pode ser apropriado para determinados grupos de pacientes, como os descritos abaixo, com EXCEÇÃO de:
Paciente feminina vem encaminhada de dermatologista com o qual trata queda de cabelos apresentando "exames de tireoide alterados". Traz consigo dosagem de TSH suprimido, T4 livre elevado e TRAB positivo, bem como USG de tireoide com Doppler normal. Sem sinais/sintomas de tireotoxicose ou oftalmopatia. Frequência cardíaca normal. A causa mais provável da alteração dos exames é:
De acordo com as recomendações da Sociedade Americana de Endocrinologia - Endocrine Society para o diagnóstico de acromegalia, NÃO é correto afirmar:
Em relação à reposição de hormônio de crescimento (GH) em adultos, é correto afirmar que:
Com relação ao cuidado de uma gestante com insuficiência adrenal, pode-se afirmar que:
Obesidade é um grave problema de saúde pública com consequências importantes para os pacientes. Seu tratamento deve ser sempre iniciado com mudanças de estilo de vida e, se necessária, associação com medicamentos anti-obesidade. Além disso, deve-se ter um cuidado extra ao prescrever medicamentos para tratamento de outras condições, já que vários podem facilitar o ganho de peso. Dentre as drogas antipsicóticas, está associada com o menor ganho de peso a:
Mulher de 35 anos de idade, obesa, tabagista, procura atendimento para avaliação de terapia contraceptiva. Tem história de irregularidade menstrual com períodos de amenorreia e hirsutismo desde a época da menarca. História familiar de Diabetes mellitus e dislipidemia. Exames são compatíveis com síndrome dos ovários policísticos. Já tentou usar anticoncepcional oral que não sabe informar, mas apresentou efeitos colaterais. A melhor conduta, nesse caso, é:
Paciente 54 anos de idade, feminina, HIV positivo, apresenta osteoporose grave secundária ao uso de glicocorticoide, já com várias fraturas de vértebra a traumáticas e densitometria mostrando T score de - 4SD na coluna lombar.
A melhor opção terapêutica, nessa situação, é:
De acordo com as recomendações da Sociedade Americana de Endocrinologia - Endocrine Society, o diagnóstico de hipogonadismo masculino deve ser feito em pacientes com sinais/sintomas de deficiência de testosterona, bem como com níveis séricos de testosterona inequivocamente baixos. Contudo, os sinais e sintomas de deficiência de testosterona são pouco específicos e modificados pela idade, comorbidades, gravidade e duração da deficiência, variações na sensibilidade aos androgênios e terapia prévia com testosterona. O documento recomenda ainda que não se deve pedir dosagem de testosterona de rotina ou para pacientes assintomáticos ou com poucos sintomas inespecíficos.
Dentre as alternativas abaixo, a que representa o sintoma mais específico e que determinaria a avaliação de deficiência de testosterona é:
Paciente HIV positivo em uso de esquema anti-retroviral contendo ritonavir, apresenta rinite alérgica com episódios frequentes de sinusite necessitando uso de corticoide tópico. Nesse caso, a melhor opção de corticoide tópico a ser utilizado é:





















