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Senhora sofre queda da própria altura com trauma sobre o ombro esquerdo. Ao ser examinada no pronto-socorro é diagnosticada fratura do terço proximal do úmero desviada em três partes pela classificação de Neer. Essa classificação utiliza como referência os seguintes fragmentos:
Para se caracterizar radiologicamente o diagnóstico de hálux valgo, os ângulos metatarsofalângico e intermetatarsal deverão ser respectivamente:
Paciente do sexo feminino, acima do peso após entrar no climatério, apresenta dor no calcanhar direito, principalmente ao colocar o pé no chão pela manhã, apresentando melhora do quadro doloroso após algumas passadas. A dor vem aumentando progressivamente. Depois de algumas semanas, procurou consultório médico. A região plantar estava dolorosa à palpação e havia dor na extensão passiva dos dedos. Exame radiográfico estava normal. Não havia dor à palpação da face posterior do calcâneo. A percussão do seio do tarso foi negativa. Nesse caso devemos pensar em:
Em relação ao cisto poplíteo ou de Baker é correto afirmar que:
Paciente no sétimo mês de gravidez, trabalhando com digitação, iniciou quadro de dor na estiloide radial com aumento de volume e dificuldade para movimentar o polegar. Após duas semanas sem tratamento, o lado esquerdo apresentou os mesmos sintomas. No momento tem dificuldade para realizar atividades profissionais e até pessoais como pentear o cabelo e se vestir. Ao ser examinada foi diagnosticada tendinite do primeiro compartimento extensor. Esse compartimento é ocupado pelos tendões:
Paciente caminhando pela mata sentiu dor na região pouco acima do tornozelo da perna direita, não dando importância ao fato. Após alguns minutos apresentou aumento importante da intensidade da dor, que o incapacitava de andar normalmente, fazendo-o retornar do passeio. Após uma hora, o membro estava muito edemaciado e a dor muito intensa, fazendo-o procurar a emergência. Lá foram evidenciados dois ferimentos paralelos de cerca de 1mm no local inicial da dor. Havia edema generalizado da perna com ausência do pulso pedioso e o tibial estava débil. Muita dor à extensão dos dedos e dificuldade para fazer a flexão plantar. Pouca melhora da dor mesmo com medicação analgésica potente. Na dúvida, foi aplicado soro antiofídico e indicada fasciotomia para descompressão da perna. Os compartimentos existentes na perna são:
Paciente etilista de longa data inicia quadro de dor no quadril, sem histórico de trauma ou esforço. Ao ser examinado pelo ortopedista, não apresentava febre ou sinais flogísticos, mas com limitação da flexão e da rotação do quadril em relação ao outro lado. Na radiografia panorâmica da bacia e do quadril direito foi evidenciado aumento na densidade e perda da esfericidade da cabeça femoral com manutenção do espaço articular. A patologia mais provável nesse caso é:
Ao ser levantada pelo antebraço esquerdo, criança de três anos inicia quadro de choro com incapacidade de estender o cotovelo, mantendo o mesmo encolhido. Adota essa posição mesmo quando brinquedos ou alimentos são oferecidos. Levado ao pronto-socorro, foi radiografada, não sendo evidenciadas alterações no cotovelo e no ombro. Após manobra de flexão e supinação forçada, a criança reestabelece os movimentos, aceitando o brinquedo oferecido e movimenta o cotovelo livremente. Nesse caso é correto afirmar que:
Paciente sofre trauma no antebraço e, ao ser avaliado no pronto-socorro, foi feito diagnóstico de fratura da ulna e luxação da cabeça radial anteriormente. Este tipo de lesão recebe o nome de fratura de:
Jogador de tênis amador apresenta quadro de dor no ombro direito, de início insidioso, mas constante com as partidas de tênis. No início a dor incomodava somente após as partidas, porém, após algumas semanas passou a interferir nas atividades pessoais e profissionais e apresentar dor quando deitava sobre ombro afetado. No consultório médico referiu dor quando elevado o ombro acima do nível da cabeça e a manobra de Jobe estava dolorosa, com diminuição leve da força de abdução do ombro. O teste de Neer foi positivo. A radiografia estava normal, mas a ultrassonografia apresentava presença de líquido na bursa subacromial e espessamento do tendão do supra-espinhoso. A principal hipótese diagnóstica:
Paciente sofre ferimento cortante na mão e é atendido no pronto-socorro. Após cuidados de assepsia e anestesia, era incapaz de fazer a flexão da interfalangeana distal do dedo médio. O tendão seccionado foi o flexor:
A lesão tipo “livro aberto” do anel pélvico é caracterizada por estabilidade parcial devida à compressão no sentido ântero-posterior levando a lesão:
Corredor de longa distância intensifica treinamento apresentando dor na face ântero-medial da tíbia ao final das corridas. Após algumas semanas, a dor aumenta e começa a incomodar nas atividades de subir e descer escadas. Ele não consegue mais correr. O exame radiográfico inicial não evidenciou lesão. Por orientação médica, suspendeu o treino por quatro semanas, com diminuição considerável da dor. Conseguia andar normalmente, mas ainda com dor à palpação na face medial da tíbia. Feito novo exame radiográfico, com seis semanas, apresentava espessamento periostal e lesão fusiforme cortical circundante no local da dor. Após oito semanas de repouso a dor desapareceu. Esse quadro leva a pensar em:
Paciente sofre queda de bicicleta, passa por cima do guidom e cai com os cotovelos em extensão. Ao chegar ao pronto-socorro, apresenta dor à movimentação dos cotovelos, associada a dor à palpação na face lateral do cotovelo esquerdo e edema no local. Radiografias do cotovelo evidenciam fratura da cabeça do rádio no lado esquerdo com pequeno desvio. O paciente é capaz de realizar a prono-supinação completa com dor discreta ao final da extensão. A melhor opção de tratamento é:





















