Em relação às fraturas do calcâneo é correto afirmar que:
Criança de seis anos apresenta quadro febril com dor e limitação da movimentação do quadril, com melhora da sintomatologia na posição de semiflexão e rotação externa. No primeiro atendimento há relato de otite há 10 dias, dificuldade progressiva para andar a dois dias e no exame físico extrema dificuldade para realizar a movimentação do quadril. Apresentava leucocitose com desvio para a esquerda e VHS de 45 mm na primeira hora. Exame radiográfico do quadril normal. Nesse caso, a medida mais correta é:
Paciente vítima de atropelamento apresentando dor e incapacidade de deambular, acompanhada de aumento de volume na articulação do joelho. Após exame radiográfico foi constatada fratura do platô tibial. Em relação a essa lesão é correto afirmar que:
Criança de dezoito meses apresenta quadro de febre evoluindo após com paralisia motora do membro inferior direito e paresia no membro superior direito. A paralisia foi inicialmente flácida evoluindo para espástica ao longo dos meses. Não houve progressão da área afetada. A paresia do membro superior evoluiu para um déficit pequeno e a paralisia no membro inferior se manteve. Em relação a esse quadro é correto afirmar que:
Recém-nato apresenta deformidade fixa no pé direito com adução do antepé, varismo e equinismo no retropé. Em relação a essa patologia é correto afirmar que:
Jovem praticante de skate sofre queda sobre o punho, evoluindo com dor e deformidade no terço distal do antebraço direito. Foi levado ao pronto-socorro onde, após avaliação clinica e radiológica, foi diagnosticada fratura do rádio distal. Em relação a essa fratura é correto afirmar que:
Paciente de 45 anos apresenta dor lombar com irradiação para o membro inferior esquerdo ao se abaixar. Após três dias de evolução sem melhora, procura ambulatório de ortopedia. Na avaliação do ortopedista foram encontrados os seguintes aspectos: contratura da musculatura paraveterbral, mais intensa no lado esquerdo; limitação da flexão do quadril com o joelho em extensão a quarenta e cinco graus; manobra de Lasegue positiva; reflexo patelar e aquileu normais, diminuição da força de extensão do hálux. O exame radiográfico estava normal. Para confirmação desta patologia o melhor exame é:
Em relação à entorse de tornozelo é correto afirmar:
Na avaliação da lesão ligamentar do cruzado anterior do joelho pela manobra de Lachman a positividade se dá na movimentação do joelho:
Em uma discussão, paciente dá um soco na parede evoluindo com dor e edema na face dorsal da mão. No exame clínico nota-se incapacidade de completar a extensão do quinto dedo. As radiografias mostram fratura do colo do quinto metacarpiano com desvio volar. A melhor opção de tratamento é:
Mãe leva sua filha de doze anos ao ortopedista após notar que a menina apresenta um ombro mais alto que o outro, o que vem se acentuando nos últimos seis meses. Ao exame é notada giba torácica a manobra de flexão do tronco, o ângulo de talhe está alterado no lado direito, sendo o ombro esquerdo mais baixo em relação ao ombro direito. Não há queixas dolorosas e a adolescente participa de todas as atividades esportivas na escola. Ao examinar a mãe também é notada giba e o desnivelamento do ombro. A melhor conduta a ser tomada é:
Em relação à espondilolistese do tipo displásico é correto afirmar que:
As fraturas em cunha do corpo vertebral são desencadeadas por mecanismo de:
A osteoartrite ou artrose pode ser classificada como:
A osteotomia tibial proximal para tratamento da osteoartrose do joelho deverá seguir o seguinte critério em relação ao paciente:
Paciente sofre queda de motocicleta com trauma no braço direito, apresentando, após exame radiográfico, solução de continuidade no terço médio-distal do úmero. Ao ser retirada a jaqueta foi notada incapacidade de realizar a extensão do punho e dos dedos. Isso se deve a provável lesão do nervo:
Criança sofre queda de brinquedo infantil com a mão em extensão sentindo fortes dores no cotovelo esquerdo. Levado ao pronto-socorro foi feito diagnóstico de fratura supracondiliana do úmero. No centro cirúrgico, após anestesia, a fratura foi reduzida e gesso axilo-palmar com leve flexão do cotovelo foi aplicado. Após a alta, no dia seguinte, a criança começou a referir dor no antebraço que piorava com a extensão dos dedos e que se manteve forte mesmo após a administração de analgésico oral. Como a dor ainda estava muito intensa, retornou ao pronto-socorro. A complicação ocorrida foi:
Ao tentar defender um pênalti em partida de futebol, adolescente espalma a bola. Evolui com dor no punho, mas sem perda da movimentação do punho. Por não apresentar melhora da dor procura ambulatório de ortopedia três dias depois, onde, após exame radiográfico, foi constatado alargamento da placa epifisária distal do rádio quando comparada com radiografia contralateral, sem desvio. O paciente foi imobilizado por seis semanas com gesso axilo-palmar e se apresentava assintomático após a retirada do aparelho gessado. Radiografia de controle feita com dois meses se apresentava com espessura fisária idêntica ao lado não afetado. Em relação a esse caso é correto dizer que foi:
Paciente jogador de futebol nos finais de semana apresenta dor súbita na face posterior da panturrilha direita durante a partida, que referiu como se fosse uma “pedrada”. Teve que interromper o jogo sendo necessário procurar atendimento médico. Apresentava dificuldade de marcha, manobra de Thompson positiva e depressão na panturrilha. Em face desse quadro clínico é correto afirmar clinicamente uma lesão do tendão:
A epifisiólise proximal femoral pode ser detectada no exame radiológico panorâmico da bacia na incidência ântero-posterior, em que traçando-se uma linha sobre a parte superior do colo femoral a mesma:
Para avaliar o comprometimento do tendão do supraespinhal no quadro de dor e incapacidade do ombro utiliza-se a manobra de:
Paciente trabalhador rural com atividade pastoril apresenta quadro de dor na coluna toraco-lombar. Na sua história pregressa apresentava quadro febril vespertino com tosse e expectoração sanguinolenta, desaparecendo algumas semanas depois. A dor lombar no início era suportável, mas gradativamente foi se tornando pior. Ao ser examinado apresentava contratura muscular paravertebral com escoliose antálgica não estruturada. Na radiografia de tórax apresentava calcificação no lobo superior direito, junto com imagem radiopaca fusiforme mediana sobre a coluna na incidência postero-anterior e diminuição do espaço articular entre as vértebras de T12 e L1 e leve encunhamento com destruição da parte anterior de ambas as vértebras. Em relação a esse caso podemos dizer que se trata de:
Motociclista sofre acidente com trauma sobre a tíbia sendo levado para a emergência, onde foi constatada fratura dos ossos da perna direita com presença de ferida na face medial de cerca de sete cm de comprimento por três cm de largura expondo o terço médio da tíbia. Na ferida estavam presentes fragmentos de tecido e de couro da bota, além de restos de asfalto. Não havia outras lesões e o paciente estava lúcido e orientado. Não havia lesões vasculares e a sensibilidade na metade distal estava preservada. A melhor sequência a ser adotada inicialmente na emergência é:
Paciente sofreu fratura da diáfise do fêmur no seu terço médio tratado com haste medular fina e não fresada, bloqueada no segmento distal. Após 16 meses de evolução ainda mantém dor ao andar e apresenta, no exame radiográfico, osso exuberante ao redor do traço de fratura tanto na incidência de ântero-posterior, quanto no perfil. O diagnóstico atual é:
Senhora sofre queda da própria altura com trauma sobre o ombro esquerdo. Ao ser examinada no pronto-socorro é diagnosticada fratura do terço proximal do úmero desviada em três partes pela classificação de Neer. Essa classificação utiliza como referência os seguintes fragmentos:
Para se caracterizar radiologicamente o diagnóstico de hálux valgo, os ângulos metatarsofalângico e intermetatarsal deverão ser respectivamente:
Paciente do sexo feminino, acima do peso após entrar no climatério, apresenta dor no calcanhar direito, principalmente ao colocar o pé no chão pela manhã, apresentando melhora do quadro doloroso após algumas passadas. A dor vem aumentando progressivamente. Depois de algumas semanas, procurou consultório médico. A região plantar estava dolorosa à palpação e havia dor na extensão passiva dos dedos. Exame radiográfico estava normal. Não havia dor à palpação da face posterior do calcâneo. A percussão do seio do tarso foi negativa. Nesse caso devemos pensar em:
Digitador com 15 anos de trabalho no mesmo setor, ao acrescentar horas extras a sua rotina de trabalho iniciou quadro de parestesia nas mãos, mais intenso no lado esquerdo, com piora durante a noite, fazendo-o acordar e procurar posição. Após alguns minutos balançando as mãos, apresenta melhora que permite retorno ao sono. Acorda pela manhã com retorno da parestesia, melhorando ao longo do dia. Há melhora durante o final de semana. Procurou ortopedista que, ao exame, constatou parestesia na palma da mão predominante no dedo indicador e polegar. Ausência de parestesia no anular e dedo mínimo. Apresentou sinais de Phalen e Tinel positivos. Em relação ao quadro clínico trata-se de provável comprometimento do nervo:
Em relação ao cisto poplíteo ou de Baker é correto afirmar que:
Paciente no sétimo mês de gravidez, trabalhando com digitação, iniciou quadro de dor na estiloide radial com aumento de volume e dificuldade para movimentar o polegar. Após duas semanas sem tratamento, o lado esquerdo apresentou os mesmos sintomas. No momento tem dificuldade para realizar atividades profissionais e até pessoais como pentear o cabelo e se vestir. Ao ser examinada foi diagnosticada tendinite do primeiro compartimento extensor. Esse compartimento é ocupado pelos tendões:
Paciente procura consultório médico com incapacidade de fazer a extensão do punho e dos dedos. Relata que na noite anterior foi a uma festa e que, após consumir bebida várias vezes, acabou dormindo no local, sendo acordado no final da festa pelos amigos. Após exame clínico foi evidenciado que não havia nenhum tipo de corte ou hematoma no membro afetado. Apresentava incapacidade de fazer a extensão do punho e dos dedos, porém, a sensibilidade estava preservada. Houve recuperação após quarenta e cinco dias. O tipo de lesão neurológica provavelmente ocorrida foi:
Paciente caminhando pela mata sentiu dor na região pouco acima do tornozelo da perna direita, não dando importância ao fato. Após alguns minutos apresentou aumento importante da intensidade da dor, que o incapacitava de andar normalmente, fazendo-o retornar do passeio. Após uma hora, o membro estava muito edemaciado e a dor muito intensa, fazendo-o procurar a emergência. Lá foram evidenciados dois ferimentos paralelos de cerca de 1mm no local inicial da dor. Havia edema generalizado da perna com ausência do pulso pedioso e o tibial estava débil. Muita dor à extensão dos dedos e dificuldade para fazer a flexão plantar. Pouca melhora da dor mesmo com medicação analgésica potente. Na dúvida, foi aplicado soro antiofídico e indicada fasciotomia para descompressão da perna. Os compartimentos existentes na perna são:
Paciente etilista de longa data inicia quadro de dor no quadril, sem histórico de trauma ou esforço. Ao ser examinado pelo ortopedista, não apresentava febre ou sinais flogísticos, mas com limitação da flexão e da rotação do quadril em relação ao outro lado. Na radiografia panorâmica da bacia e do quadril direito foi evidenciado aumento na densidade e perda da esfericidade da cabeça femoral com manutenção do espaço articular. A patologia mais provável nesse caso é:
Paciente sofre queda de altura, sendo levado para o pronto-socorro. Na avaliação clínica apresentava paralisia dos membros inferiores acompanhada de anestesia infraumbilical, abolição dos reflexos patelar e aquileu, perianal e bulbocavernoso. A radiografia da coluna lombar mostrava fratura da vértebra de T12 e tomografia computadorizada não apresentava fragmentos dentro do canal medular. Após 48 horas o paciente foi reavaliado neurologicamente com retorno dos reflexos bulbocavernoso e perianal, porém, com manutenção da paralisia e da anestesia. Nesse caso, em relação ao choque medular é correto afirmar que:
Mulher de 53 anos apresenta quadro de dor no úmero direito sem relação com trauma ou esforço. Ao ser investigada foi detectada fratura do úmero acompanhada de lesões líticas no mesmo osso. Além do úmero apresentava lesões na calota craniana e bacia. Nos exames laboratoriais apresentava anemia, com alteração na eletroforese de proteínas com pico monoclonal das gamaglobulinas, além de hipercalcemia. Foi realizada punção do esterno com presença abundante de plasmócitos. Em relação à causa dessa fratura pode-se afirmar que:
Ao ser levantada pelo antebraço esquerdo, criança de três anos inicia quadro de choro com incapacidade de estender o cotovelo, mantendo o mesmo encolhido. Adota essa posição mesmo quando brinquedos ou alimentos são oferecidos. Levado ao pronto-socorro, foi radiografada, não sendo evidenciadas alterações no cotovelo e no ombro. Após manobra de flexão e supinação forçada, a criança reestabelece os movimentos, aceitando o brinquedo oferecido e movimenta o cotovelo livremente. Nesse caso é correto afirmar que:
Paciente sofre trauma no antebraço e, ao ser avaliado no pronto-socorro, foi feito diagnóstico de fratura da ulna e luxação da cabeça radial anteriormente. Este tipo de lesão recebe o nome de fratura de:
Jogador de tênis amador apresenta quadro de dor no ombro direito, de início insidioso, mas constante com as partidas de tênis. No início a dor incomodava somente após as partidas, porém, após algumas semanas passou a interferir nas atividades pessoais e profissionais e apresentar dor quando deitava sobre ombro afetado. No consultório médico referiu dor quando elevado o ombro acima do nível da cabeça e a manobra de Jobe estava dolorosa, com diminuição leve da força de abdução do ombro. O teste de Neer foi positivo. A radiografia estava normal, mas a ultrassonografia apresentava presença de líquido na bursa subacromial e espessamento do tendão do supra-espinhoso. A principal hipótese diagnóstica:
Paciente sofre ferimento cortante na mão e é atendido no pronto-socorro. Após cuidados de assepsia e anestesia, era incapaz de fazer a flexão da interfalangeana distal do dedo médio. O tendão seccionado foi o flexor:
A lesão tipo “livro aberto” do anel pélvico é caracterizada por estabilidade parcial devida à compressão no sentido ântero-posterior levando a lesão:
Criança de dois anos, aparentemente hígida, apresentando equimoses em vários estágios de resolução, associada com fratura de fêmur, com história queda de pequena altura e exame radiográfico apresentando outras fraturas em diferentes estágios de consolidação. A primeira hipótese a ser descartada é:
Corredor de longa distância intensifica treinamento apresentando dor na face ântero-medial da tíbia ao final das corridas. Após algumas semanas, a dor aumenta e começa a incomodar nas atividades de subir e descer escadas. Ele não consegue mais correr. O exame radiográfico inicial não evidenciou lesão. Por orientação médica, suspendeu o treino por quatro semanas, com diminuição considerável da dor. Conseguia andar normalmente, mas ainda com dor à palpação na face medial da tíbia. Feito novo exame radiográfico, com seis semanas, apresentava espessamento periostal e lesão fusiforme cortical circundante no local da dor. Após oito semanas de repouso a dor desapareceu. Esse quadro leva a pensar em:
Em relação à mielomeningocele é correto afirmar que:
Paciente sofre queda de bicicleta, passa por cima do guidom e cai com os cotovelos em extensão. Ao chegar ao pronto-socorro, apresenta dor à movimentação dos cotovelos, associada a dor à palpação na face lateral do cotovelo esquerdo e edema no local. Radiografias do cotovelo evidenciam fratura da cabeça do rádio no lado esquerdo com pequeno desvio. O paciente é capaz de realizar a prono-supinação completa com dor discreta ao final da extensão. A melhor opção de tratamento é:


























