Os arranjos organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS) que têm por objetivo a integralidade do cuidado, de forma regionalizada, integrando diversos pontos de atenção através de apoio técnico, logístico e de governança, são conhecidos como:
Na produção do cuidado em saúde, muitas vezes utilizam-se tecnologias leves. Um exemplo deste tipo de tecnologia é a:
O Código de Ética e Deontologia da Terapia Ocupacional, estabelecido pela Resolução 425 do COFFITO, dispõe, entre outras disposições, que o terapeuta ocupacional deve:
A Comunicação Alternativa Ampliada (CAA) é fundamental para a comunicação e cuidado no contexto hospitalar de muitas crianças e jovens cronicamente adoecidos. Na implantação da CAA o trabalho do terapeuta ocupacional envolve:
Em geral, durante a hospitalização de crianças no Brasil, costuma-se encontrar uma prevalência da figura materna como acompanhante. Não raro, estas mulheres sentem-se sobrecarregadas, e o terapeuta ocupacional deve estar atento a isto. É importante entender que nestes momentos:
O atendimento em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal com recém-nascidos de alto risco exige que o terapeuta ocupacional tenha conhecimentos e habilidades mínimas para:
A participação da Terapia Ocupacional nos Programas de Residência Multiprofissional em Saúde (RMS) trouxe novas perspectivas e possibilidades para a profissão. Como modalidade de pós-graduação lato sensu, as RMS são uma importante estratégia de ensino e formação em serviço, que dependem muito da atuação dos preceptores. O terapeuta ocupacional que atua como preceptor neste tipo de programa deve:
A brinquedoteca hospitalar é um espaço importante para a criança internada exercer não apenas seu direito de brincar, mas trabalhar várias outras questões. Entretanto, estudos apontam que os adolescentes internados, muitas vezes não frequentam este espaço, permanecendo em seus quartos ou enfermarias. Uma das causas para isto se deve ao fato:
A Resolução 415/2012 do COFFITO é o documento que orienta os terapeutas ocupacionais sobre o registro em prontuário. A partir dela, entende-se que o prontuário deve:
Na perspectiva da Associação Americana de Terapia Ocupacional (AOTA), o desempenho das ocupações é influenciado pelos fatores apresentados pelo cliente. Dentre estes, encontram-se as funções do corpo que seguem a Classificação Internacional de Funções (CIF). Por esta classificação, um exemplo de função cognitiva de nível superior, importante de ser observada nas intervenções de Terapia Ocupacional, é o de:
O adoecimento crônico na adolescência deve ser compreendido pelo terapeuta ocupacional a partir das características próprias desta fase de vida e suas ambivalências. Uma das características que se observam em jovens que vivem a experiência do adoecimento crônico é o desejo de:
O Programa do Ministério da Saúde, em que Terapeutas Ocupacionais compõem as equipes de apoio, voltado para a atenção de pessoas com dificuldades temporárias ou definitivas, para se deslocarem até uma unidade de saúde, ou que necessitem de atenção domiciliar para seu tratamento, chama-se Programa:
O desenvolvimento de técnicas de detecção precoce e intervenções complexas, dentre outros recursos, permitiu que atualmente uma parcela significativa de crianças, antes consideradas inviáveis, pudesse viver, ainda que muitas com dependências tecnológicas. Não raro estas crianças nascem e permanecem nos hospitais, vivendo grande parte de suas infâncias dentro de enfermarias ou unidades de tratamento intensivo, devido aos diferentes tipos de intervenção e dependência tecnológica que requerem. Uma nomenclatura que vem sendo utilizada para identificar esta população, destacar a especificidade e complexidade de seus quadros de saúde e o cuidado que demandam é a de crianças:
Durante a hospitalização, é frequente as crianças serem submetidas a exames, intervenções e procedimentos invasivos e dolorosos. Isto pode levar, principalmente em crianças muito pequenas e bebês, a reações adversas e até mesmo ao comportamento de evitar o contato com os profissionais que o atendem. Um exemplo que ilustra este tipo de comportamento é o aparecimento de:
Dentre as várias possibilidades de atuação do terapeuta ocupacional que atua com crianças e adolescentes em contextos hospitalares está a área cirúrgica. Com várias modalidades e possibilidades de intervenção, é uma área com algumas peculiaridades, e o profissional deve atuar também junto à família, como, por exemplo:
A internação hospitalar na infância pode desencadear na criança sentimentos diversos e nem sempre fáceis de serem elaborados por ela. Neste sentido é fundamental um olhar atento e sensível para o comportamento da criança, bem como de suas formas de expressão. Algumas crianças podem apresentar um maior medo do abandono e da morte. Isso pode ser percebido, por exemplo, quando:
A primeira infância é considerada uma etapa muito importante na vida da criança. Chama-se de primeira infância o período que vai desde:
Devido ao adoecimento crônico, muitas crianças necessitam de internações frequentes e/ou prolongadas, em um cotidiano que é construído dentro do hospital, não tendo muitas vezes acesso às atividades regulares da infância. Neste cenário diferenciado é fundamental que o terapeuta ocupacional possa estar atento às distintas necessidades desta criança, que:
Atualmente os computadores têm sido amplamente utilizados pelos terapeutas ocupacionais no ambiente hospitalar para trabalhar junto a crianças e jovens internados com diferentes demandas. Para construir pranchas de comunicação alternativa personalizadas, tanto impressas como utilizadas no próprio computador, os terapeutas ocupacionais costumam usar:
O Saúde e Brincar é um núcleo de atenção integral à criança hospitalizada do IFF/Fiocruz criado há 30 anos, de caráter interdisciplinar, que utiliza o lúdico como estratégia de intervenção para promover a saúde da criança. Diferente das brinquedotecas, que são um espaço especialmente planejado para brincar, ele acontece nos espaços comuns de internação. O objetivo disto é:
Entre as várias dificuldades que a hospitalização pode trazer para a criança, está a permanência prolongada no leito. Isso limita os estímulos vestibulares, o que poderá levar a alterações vestibulares e insegurança gravitacional. Estas alterações podem:
Leia com atenção as afirmativas a seguir, em relação ao brincar.
I. O que determina a existência do brincar é a intenção de quem brinca.
II. O brincar independe de objetos ou brinquedos.
III. O brincar não tem começo, meio e fim.
É interessante observar, quando vemos crianças brincando, no hospital ou fora dele, a repetição que muitas vezes fazem de determinadas brincadeiras ou situações. Segundo autores como Winnicott (1975), Freud (1998) e Santa Roza (1999), isso pode ser uma tentativa de:
A estimulação precoce busca estimular a criança a ampliar suas competências. Para isto, a estimulação:
I. deve ocorrer a partir dos 6 meses até os 2 anos de idade.
II. tem como referência os marcos do desenvolvimento neurotípico.
III. utiliza técnicas e recursos para estimular basicamente o desenvolvimento neuropsicomotor.
Dos itens acima:
Ao orientar a família de bebês, prematuros ou com transtornos no neurodesenvolvimento, para a posicionamento adequado e estimulação em casa, o terapeuta ocupacional pode sugerir colocar o bebê em decúbito lateral, com os braços livres. Esta posição vai ser facilitadora para estimular:
A partir da conceituação de ocupação da Associação Americana de Terapia Ocupacional (AOTA), avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F):
I. As ocupações incluem atividades que as pessoas precisam, querem e se espera que façam.
II. No processo de Terapia Ocupacional, a participação em ocupações é considerada tanto um meio como um fim.
III. Em cada grande categoria de ocupação encontram-se muitas ocupações específicas.
De cima para baixo, a sequência correta é:
O adoecimento crônico na infância e adolescência pode trazer, dentre outros desafios, a presença da dor associada à doença de base, a quadros clínicos secundários ou a procedimentos e intervenções. Sobre a dor, pode-se afirmar que:
A sequência correta, de cima para baixo, é:
No Brasil, o direito de a criança e o adolescente terem acompanhante durante o período da internação hospitalar é garantido através:
































