O medicamento descrito como causador de delirium em unidades de terapia intensiva é:
Uma causa de diarreia diretamente relacionada a nutrição enteral é a:
Homem, admitido na unidade de terapia intensiva, apresenta-se com desnutrição grave. Não tolera dieta via enteral, apresentando distensão abdominal e diarreia frequente. A equipe de suporte nutricional opta pelo início de nutrição parenteral, atingindo meta calórica no terceiro dia. No quinto dia de nutrição parenteral, os exames laboratoriais revelam hipocalemia, hipofosfatemia e hipomagnesemia acentuadas. O quadro é indicativo de:
Na cetoacidose diabética, o bolus e a taxa de infusão venosa contínua de insulina regular iniciais devem, respectivamente, ser:
Homem de 23 anos, com meningioma cerebral, foi levado à emergência, desacordado, em crise convulsiva com abalos nos quatro membros. Um familiar informou que essa crise é a oitava ocorrida nos últimos 60 minutos, todas com as mesmas características, negou trauma, etilismo ou uso de drogas e declarou que o paciente faz uso irregular de medicação anticonvulsivante. O paciente foi de pronto internado no CTI com os seguintes sinais vitais: frequência cardíaca (FC) = 110bpm; pressão arterial (PA) = 150x90mmHg; saturação de oxigênio (SaO2) = 91% (ar ambiente); frequência respiratória (FR) = 20irpm; e glicemia = 105mg/dL. Diante desse quadro, é correto afirmar que:
Mulher de 57 anos foi internada no CTI para vigilância neurológica, após diagnóstico de hemorragia subaracnoide Fisher I e Hunt-Hess II. Essas classificações indicam:
Para realização de manobras de reanimação em parada cardiorrespiratória no adulto, deve-se:
Quanto à avaliação de paciente com possível morte encefálica (ME), é correto afirmar que:
Mulher de 56 anos, pesando 120kg, com história de câncer de cólon metastático, em tratamento quimioterápico, é admitida no CTI com queixa de dispneia aos mínimos esforços nos últimos 5 dias. Ao exame, observa-se edema em membros inferiores, maior à direita. Em uso de cateter nasal O2 4L/min, sem esforço respiratório e com enchimento capilar periférico preservado, verificam-se: PA = 100x70mmHg, FC = 120bpm e SaO2 94%. Os exames laboratoriais revelam: hemoglobina = 10,5g/dL; plaquetas = 125.000/mm3; creatinina = 1,8mg/dL; d-dímero = 4500mg/dL; BNP = 800pg/mL. Ecocardiograma evidencia aumento de ventrículo direito (com função biventricular preservada) e pressão de artéria pulmonar de 56mmHg. Considerando o diagnóstico de trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar (TEP) provável, é correto afirmar que:
Paciente com 55 anos, 70kg, hipertenso prévio, é admitido no CTI com critérios clínico-radiológicos de Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo. Foi intubado na emergência, há 48 horas, por quadro sugestivo de pneumonia comunitária de rápida evolução. Ao exame, apresentou boa perfusão periférica com noradrenalina 0,1mcg/kg/min e diurese 1mL/kg/hora. PAM = 70mmHg e SaO2 87% com FiO2 a 100%. Gasometria arterial = pH 7,22; PaCO2 = 78mmHg; PaO2 = 50mmHg; BIC = 22mEq/L; SaO2 = 89%. A equipe opta por utilizar bloqueador neuromuscular, realizar manobra de recrutamento alveolar e utilizar posição prona nas primeiras 6 horas de CTI, mantendo os seguintes parâmetros de ventilação mecânica: PCV = 24cmH2O; PEEP = 16cmH2O; FR = 28irpm; FiO2 = 100%; VC = 320mL; Pressão de Pico = 40cmH2O; Pressão de Platô = 32cmH2O. Após 16 horas de prona, a gasometria arterial apresenta-se com os seguintes parâmetros: pH 7,19; PaCO2 = 98mmHg; PaO2 = 55mmHg; BIC = 24mEq/L; SaO2 = 86%. Nesse caso, a melhor estratégia é:
Paciente de 51 anos, com trombose de veia porta não cirrótica por trombofilia, anticoagulado com dabigatrana, é admitido em ambiente hospitalar com relato de hematêmese de vulto. Na emergência, encontra-se lúcido e orientado, bem perfundido, apresentando mais dois episódios significativos de hematêmese. Após hidratação venosa e transfusão de duas unidades de hemácias, é encaminhado ao CTI. Na admissão, observa-se paciente pálido, sonolento, porém responsivo a comandos simples e com extremidades frias. PA = 90x65mm Hg, FC = 110bpm, SaO2 = 95% (em uso de cateter nasal O2 2L/min). Estava em suporte transfusional de hemácias e plasma fresco congelado, quando apresentou novo episódio de hemorragia digestiva alta. Nesse caso, é correto afirmar que:
Sobre a utilização dos índices prognósticos em CTI, é correto afirmar que:
Paciente de 55 anos, 70kg, cirrótico por vírus C, com carga viral indetectada após tratamento antiviral, portador de carcinoma hepatocelular, Child B9, é admitido com quadro de piora da encefalopatia. Família relata uso regular de lactulose, espironolactona e propranolol; há relato de fezes enegrecidas nas últimas 72 horas. Ao exame clínico, apresenta encefalopatia grau III e ventilação espontânea com boa SaO2, apesar de ascite de monta, restritiva, sem dor abdominal à palpação. PA = 90x45mmHg, com extremidades aquecidas. Tax de 37,7ºC. Cateter vesical de demora com 300mL de diurese em 18horas. Exames laboratoriais: Hb = 7,1g/dL; Cr = 1,8mg/dL; bilirrubina direta = 2,1mg/dL; plaquetas = 89.000/mm3; BIC = 18mmol/L. Sobre a investigação diagnóstica e manejo desse paciente, é correto afirmar que:
Paciente de 38 anos, 32ª semana de gestação gemelar, é admitida no CTI após apresentar quadro de cefaleia importante, associada a náuseas, vômitos e turvação visual. Ao exame clínico, apresenta: Glasgow 12 (O3V3M6); PA = 160x110mmHg; FC = 115bpm; FR = 28irpm; SaO2 = 95%; abdômen gravídico, indolor e sem sinais de contrações uterinas. Os exames laboratoriais revelam: Hb = 9g/dL; plaquetas = 34.000/mm3; Cr = 1,9mg/dL; TGO = 240IU/L; LDH = 890IU/L; esquizócitos em sangue periférico. Sobre a hipótese diagnóstica e condução do quadro clínico, é correto afirmar que:
Homem de 28 anos é admitido no CTI após acidente automobilístico. Há diagnóstico de contusão pulmonar discreta associada a fratura de 2 arcos costais e trauma abdominal em andar superior do abdômen, com discreta laceração hepática vista na TC de abdômen. Após 16 horas no CTI, o quadro evoluiu com hipotensão significativa, rebaixamento do sensório e dessaturação, sendo realizada intubação orotraqueal e iniciada expansão volêmica. Uma hora após a intubação, o paciente persiste hipotenso: PA = 75x45mmHg; FC = 125bpm; SaO2 = 96%; GSA pH = 7,28; PaCO2 = 50mmHg; PaO2 = 165mmHg (FiO2 100%); Bic = 17mmol/L; lactato = 70mg/dL; noradrenalina = 0,6mcg/kg/min. Sobre a investigação da causa do choque, é correto afirmar que:
Ao se utilizar a vasopressina no tratamento de paciente em choque, deve-se considerar que:
O diagnóstico de choque cardiogênico é definido através de vários critérios, entre eles:
Após avaliação de paciente em choque, determinou-se que ele é fluido-responsivo. Nesse caso, observa-se que a:
Paciente foi internado, há 24 horas, para tratamento de infecção cutânea. O quadro evolui durante a noite, com rebaixamento do nível de consciência (Glasgow cai de 15 para 10), PA = 60x30mmHg e necessidade de suporte ventilatório (relação PaO2/FiO2 150 após intubação traqueal e ajuste da ventilação mecânica). Com base nesse caso, pela definição SEPSE 3.0 (2016), o diagnóstico sindrômico desse paciente é:
O tempo de tratamento antibiótico (em dias) preconizado para a maioria das infecções é de:
O manejo do curativo de um cateter venoso central envolve diversas particularidades que contribuem para redução das infecções de corrente sanguínea. Entre essas particularidades, deve-se:
Paciente internado no CTI apresenta períodos cíclicos de abertura ocular com esboço de fixação do olhar, não demonstra resposta a estímulos dolorosos, verbais ou táteis, é incapaz de se mover ou falar e não apresenta espasticidade e reflexos anormais. O diagnóstico mais provável é:
O bloqueador neuromuscular de escolha para uso em infusão prolongada em pacientes com insuficiência renal e hepática graves é a(o):
Em vista de sua gravidade, o rastreamento de via aérea difícil de ventilar é considerado de suma importância. É preditor dessa situação:
Por apresentar benefícios comprovados, a ventilação não invasiva é considerada forma de suporte ventilatório padrão para pacientes:
A abordagem da fibrilação atrial (FA) está cercada de particularidades terapêuticas que devem ser consideradas durante o seu manejo. Sobre essas particularidades, é correto afirmar que:
Paciente séptico, hipoxêmico e anêmico apresenta infarto tipo 2. O manejo mais adequado nesse caso inclui:
A localização da extremidade do cateter de Swan-Ganz é informada por meio de curvas de pressão durante sua instalação. Quando observamos o padrão de curva indicado na figura a seguir, o cateter está localizado na(o):
Um perfil hemodinâmico com elevação da resistência vascular sistêmica e redução das pressões de enchimento foi encontrado após a monitorização de paciente em choque. Nesse caso, deve-se pensar na hipótese de:

































