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Prova Técnico Legislativo - Câmara de Mirabela/MG
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Questão 1 de 24 Q1398686 Q1 da prova
Texto 01 A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade Kaká Werá No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul. Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano. É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto. Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra. Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige? Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana? Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador. Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido. Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos. Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente. Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea. Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”. No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade. Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024. INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os paradoxos que eles constroem com a “borboleta azul”. I- Devaneio primaveril. II- Muralhas de concreto. III- Vida vegetal. IV- Pedaço de céu. V- Cinza urbano. Estão CORRETOS os itens

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Questão 2 de 24 Q1398689 Q2 da prova
Texto 01 A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade Kaká Werá No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul. Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano. É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto. Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra. Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige? Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana? Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador. Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido. Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos. Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente. Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea. Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”. No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade. Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024. INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.

Na passagem “Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos”, os termos “indelével”, “efêmera” e “inóspito” foram usados, respectivamente, com valor semântico de

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Questão 3 de 24 Q1398691 Q3 da prova
Texto 01 A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade Kaká Werá No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul. Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano. É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto. Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra. Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige? Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana? Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador. Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido. Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos. Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente. Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea. Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”. No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade. Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024. INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os aspectos a que a borboleta azul é associada no texto. I- Esperança. II- Beleza. III- Monotonia. IV- Leveza. V- Ilusão. Estão CORRETOS os itens

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Questão 4 de 24 Q1398692 Q4 da prova
Texto 01 A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade Kaká Werá No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul. Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano. É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto. Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra. Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige? Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana? Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador. Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido. Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos. Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente. Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea. Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”. No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade. Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024. INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.

Analise as passagens a seguir, tendo em vista a presença da linguagem conotativa. I- “Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?” II- “É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros [...].” III- Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente [...].” IV- “No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza [.. .].” V- “Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.” Estão CORRETAS as passagens

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Questão 5 de 24 Q1398694 Q5 da prova
Texto 01 A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade Kaká Werá No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul. Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano. É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto. Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra. Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige? Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana? Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador. Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido. Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos. Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente. Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea. Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”. No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade. Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024. INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de expressão presentes na construção do texto. I- Intertextualidade. II- Subjetividade. III- Exemplificação. IV- Interrogação. V- Injunção. Estão CORRETOS os itens

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Questão 6 de 24 Q1398696 Q6 da prova
Texto 01 A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade Kaká Werá No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul. Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano. É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto. Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra. Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige? Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana? Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador. Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido. Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos. Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente. Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea. Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”. No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade. Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024. INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 01, 02, 03, 04, 05 e 06, que a ele se referem.

Considere a seguinte passagem do texto: “Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.” Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática da referida passagem. I- A conjunção “enquanto” insere um adjunto adverbial oracional, o qual indica uma circunstância de tempo. II- O termo “azul” passou pelo processo de derivação imprópria, já que se encontra substantivado. III- A vírgula usada depois de “lentos”, é facultativa, pois separa um adjunto adverbial deslocado. IV- O acento agudo em “mantém” indica o uso do verbo “manter” na terceira pessoa do plural. V- O termo “muitas vezes” aparece intercalado por vírgulas, de acordo com a norma, porque se trata de uma expressão adverbial que se encontra antecipada. Estão CORRETAS as afirmativas

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Questão 7 de 24 Q1398698 Q7 da prova
Texto 02 Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

O comportamento criticado na tira, em relação às redes sociais, é

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Questão 8 de 24 Q1398700 Q8 da prova
Texto 02 Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

Sobre a estrutura morfossintática das falas da tira, é CORRETO afirmar que:

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Questão 9 de 24 Q1398702 Q9 da prova
Texto 03 Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 03. I- Os pais ficam ansiosos pela chegada das férias dos filhos. II- As férias trazem alegrias aos filhos e também aos seus pais. III- As férias são ansiosamente esperadas pelos filhos. IV- Os pais ficam em plena liberdade nas férias dos filhos. V- As férias são ótimas para os filhos, mas não para seus pais. Estão CORRETAS as afirmativas

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Questão 10 de 24 Q1398704 Q10 da prova
Texto 03 Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

Na fala do segundo quadro, na expressão “ventos doces”, verifica-se o uso do recurso de expressão denominado

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Questão 11 de 24 Q1398706 Q11 da prova

Em uma prova contendo apenas questões de português e matemática, João acertou 3/5 das questões. Das questões que ele errou, 1/3 foram de português. Considerando todas as questões, a fração de questões de português que João errou é:

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Questão 12 de 24 Q1398710 Q13 da prova

Considere a sequência de números inteiros 1, 2, 3, 10, 43, 73 e 81. São primos os números

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Questão 13 de 24 Q1398712 Q15 da prova

Considerando a divisão do polinômio p(x) = -2x³+4x² -x+1 pelo polinômio q(x) = x+2, pode-se afirmar que

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Questão 14 de 24 Q1398714 Q16 da prova

Uma função polinomial de grau 2 f(x) = ax²+bx+c é tal que a soma de suas raízes é 3. Nesse caso, o valor de x do vértice é?

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Questão 15 de 24 Q1398717 Q17 da prova

Fatorando o polinômio +++++, encontra-se

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Questão 16 de 24 Q1398718 Q18 da prova

Um triângulo retângulo isósceles possui os dois catetos medindo X e a medida da hipotenusa é Y:. Logo, a área desse triângulo pode ser representada por

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Questão 17 de 24 Q1398720 Q19 da prova

Uma amostra com 10 elementos é formada por números inteiros positivos e possui média aritmética igual a 327. O maior valor possível contido nessa amostra é

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Questão 18 de 24 Q1398725 Q21 da prova

O Microsoft Windows oferece a possibilidade de realizar combinações de teclas, no teclado, para substituir comandos que seriam feitos, normalmente, em vários passos através do mouse, as quais são conhecidas popularmente como atalhos de teclado. Assinale a alternativa que apresenta a função do atalho “Tecla Windows + E”.

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Questão 19 de 24 Q1398726 Q22 da prova
A divisão faz com que o disco rígido faça um trabalho extra que pode atrasar o computador. O _________ _________ reorganiza os dados fracionados para que os discos e as unidades possam funcionar de maneira mais eficiente. É executado por agendamento, mas também é possível analisar os discos, as unidades e realizar o processo manualmente.

Avalie o trecho a seguir para responder a esta questão. Assinale a alternativa que apresenta o nome da ferramenta que completa corretamente a lacuna do texto.

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Questão 20 de 24 Q1398729 Q23 da prova
Software de código aberto é um software com código-fonte que qualquer pessoa pode inspecionar, modificar e aprimorar. O código-fonte é a parte do software que os programadores de computador manipulam para alterar o funcionamento de uma aplicação ou para adicionar novos recursos. Qualquer pessoa com acesso ao código-fonte de um software pode melhorar ou personalizar a aplicação, adicionando recursos ou solucionando problemas de erros existentes.

Assinale a alternativa que apresenta o software conhecido por ser de código aberto.

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Questão 21 de 24 Q1398731 Q26 da prova

Analise as afirmativas sobre algumas ferramentas presentes no Word a seguir: I- Distribui o texto uniformemente entre as margens. II- Aplica uma determinada customização em outro conteúdo no documento, bastando selecionar a área desejada. III- Permite escolher um tamanho de papel para o documento. IV- Adiciona uma quebra no texto para que se possa continuar a editá-lo na próxima página. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das ferramentas, considerando as afirmativas de cima para baixo.

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Questão 22 de 24 Q1398733 Q27 da prova
O protocolo de transferência de hipertexto seguro é o principal protocolo usado para enviar dados entre um navegador web e um site. Ele é criptografado para aumentar a segurança da transferência de dados e isso é particularmente importante quando usuários transmitem dados sensíveis, como ao se fazer login em uma conta de banco, serviço de e-mail ou provedor de seguro saúde. Disponível em: https://www.cloudflare.com/pt-br/learning/#:~:text=O%20Protocolo%20de%20transfer%C3%AAncia%20de,seguran%C3%A7a%20da%20transfer%C3%AA ncia%20de%20dados . Acesso em: 3 jun. 2024. Adaptado.

Avalie o texto a respeito dos protocolos de comunicação a seguir: O texto faz menção ao protocolo conhecido por

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Questão 23 de 24 Q1398735 Q28 da prova

Avalie as proposições sobre as definições dos três tipos de redes de dados mais comuns a seguir, para responder a esta questão. I- Baseia-se nos serviços de uso exclusivo de um determinado local, geralmente, utilizados em servidores locais instalados na empresa, que só podem ser acessados pelos seus utilizadores ou colaboradores internos, ou seja, não é possível acessar ou trocar informações com computadores dessa empresa, a não ser que se tenha credenciais de acesso. II- Possui funcionalidades restritas a um grupo específico de usuários, cujo objetivo é o acesso de qualquer lugar por esse grupo, ou seja, de qualquer parte do mundo o usuário pode acessar os dados e interagir com os demais colaboradores. É uma forma de melhorar a comunicação entre funcionários e parceiros. III- É um conglomerado de redes de computadores que utiliza um conjunto de protocolos para servir e conectar vários usuários no mundo inteiro por diversas redes, as quais consistem em empresas privadas, públicas, acadêmicas e do governo, tornando o seu alcance global. Está ligada a uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das redes de dados, considerando as afirmativas de cima para baixo.

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Questão 24 de 24 Q1398736 Q30 da prova
[...] são arquivos de texto que um site envia ao navegador de um usuário, com dados sobre o seu perfil e comportamento de navegação nas páginas, tendo como objetivo lembrar das informações da visita para facilitar o próximo acesso e melhorar a sua navegação no site. Disponível em: https://rockcontent.com/br/blog . Acesso em: 4 jun. 2024. Adaptado.

A computação em nuvem é uma grande mudança, na forma tradicional de pensamento, adotada pelas empresas sobre os recursos de tecnologia da informação. Considerando esse assunto, avalie as afirmativas a seguir. I- O uso da computação em nuvem ajuda as empresas a otimizar os custos de TI, pois elimina gasto de capital com a compra de hardware e software, configuração e execução de data centers locais, disponibilidade constante de eletricidade para energia e refrigeração, além de especialistas de TI para o gerenciamento da infraestrutura. II- A maior parte dos serviços de computação em nuvem é fornecida por autosserviço e sob demanda, para que até grandes quantidades de recursos de computação possam ser provisionadas em minutos, normalmente com apenas alguns cliques, fornecendo às empresas muita flexibilidade e aliviando a pressão do planejamento de capacidade. III- Os maiores serviços de computação em nuvem são executados em uma rede mundial de data centers seguros, que são atualizados regularmente com a mais recente geração de hardware de computação rápido e eficiente oferecendo diversos benefícios em um único data center corporativo. IV- A computação em nuvem facilita e reduz os custos de backup de dados, recuperação de desastre e continuidade dos negócios, já que os dados podem ser espelhados em diversos sites redundantes na rede do provedor de serviços de nuvem. Estão CORRETAS as afirmativas

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