A centrifugação de amostras é uma etapa fundamental para o correto preparo delas para análise. Acerca dessa premissa, o tipo de amostra, o tipo de tubo utilizado, a velocidade e tempo de centrifugação são variáveis importantes para se assegurar a qualidade e processamento adequado do material clínico para análise. Ao se preparar uma amostra de urina para sedimentoscopia, recomenda-se a utilização de:
Estão entre os critérios para rejeição de uma amostra sanguínea:
I. Hemólise.
II. Proporção sangue/aditivo imprópria.
III. Lipemia acentuada.
IV. Tubo/aditivo errado.
Estão CORRETOS:
Considerando-se os exames em que o jejum não é necessário, analisar os itens abaixo:
I. Colesterol total.
II. Glicemia.
III. Hemograma completo.
IV. Hemoglobina glicada.
Estão CORRETOS:
A manutenção preditiva é uma das modalidades de manutenção de centrífugas realizada a fim de que os equipamentos sejam otimizados em termos de eficiência e eficácia, visado melhorias tanto para a segurança operacional quanto para a qualidade das amostras e do resultado desejado. Sobre a manutenção preditiva de centrífugas, é CORRETO afirmar que:
Um exame útil na avaliação de inflamação sistêmica e na “atividade” de doenças reumatológicas é a velocidade de eritrossedimentação, também denominado “VHS” ou “VSG”. Sobre esse exame, o qual é realizado de modo manual, sobretudo, em laboratórios de pequeno e médio porte, é CORRETO afirmar que:
A dosagem de potássio sérico é primordial para identificar e monitorar alterações nesse analito que podem estar relacionadas a condições clínicas capazes de refletir a gravidade do estado de saúde dos pacientes com eventual ameaça à vida. O técnico de análises clínicas que atende a um hospital de médio porte foi chamado à Unidade de Terapia Intensiva para coletar material para a realização de alguns exames, incluindo a potassemia sérica. Para a realização desse exame, deve-se coletar:





























