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Prova Técnico em Enfermagem - Pref. Romelândia/SC
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Questão 1 de 12 Q1999053 Q1 da prova
O texto a seguir pertence ao livro Memórias de um aprendiz escritor, de Moacyr Scliar, e servirá como base para responder as questões de 01 a 04: Memórias de um aprendiz de escritor Escrevo há muito tempo. Costumo dizer que, se ainda não aprendi – e acho mesmo que não aprendi, a gente nunca para de aprender – não foi por falta de prática. Porque comecei muito cedo. Na verdade, todas as minhas recordações estão ligadas a isso, a ouvir e contar histórias. Não só histórias dos personagens que me encantaram, o Saci-Pererê, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, Hércules, Teseu, os Argonautas, Mickey Mouse, Tarzan, os Macabeus, os piratas, Tom Sawyer, Sacco e Vanzetti. Mas também as minhas próprias histórias, as histórias de meus personagens, estas criaturas reais ou imaginárias com quem convivi desde a infância. Na verdade, eu escrevi ali em cima. Verdade é uma palavra muito relativa para um escritor de ficção. O que é verdade, o que é imaginação? No colégio onde fiz o segundo grau, o Júlio de Castilhos, havia um rapaz que tinha fama de mentiroso. Fama, não; ele era mentiroso. Todo mundo sabia que ele era mentiroso. Todo mundo, menos ele. Uma vez, o rádio deu uma notícia alarmante: um avião em dificuldades sobrevoava Porto Alegre. Podia cair a qualquer momento. Fomos para o colégio, naquele dia, preocupados; e conversávamos sobre o assunto, quando apareceu ele, o Mentiroso. Pálido: – Vocês nem podem imaginar! Uma pausa dramática, e logo em seguida: – Sabem este avião que estava em perigo? Caiu perto da minha casa. Escapamos por pouco. Gente, que coisa horrível! E começou a descrever o avião incendiando, o piloto gritando por socorro... Uma cena impressionante. Aí veio um colega correndo, com a notícia: o avião acabara de aterrissar, são e salvo. Todo mundo começou a rir. Todo mundo, menos o Mentiroso: – Não pode ser! – repetia, incrédulo, irritado. – Eu vi o avião cair! Agora, quando lembro este fato, concluo que não estava mentindo. Ele vira, realmente, o avião cair. Com os olhos da imaginação, decerto; mas para ele o avião tinha caído, e tinha incendiado, e tudo o mais. E ele acreditava no que dizia, porque era um ficcionista. Tudo que precisava, naquele momento, era um lápis e papel. Se tivesse escrito o que dizia, seria um escritor; como não escrevera, tratava-se de um mentiroso. Uma questão de nomes, de palavras. Palavras. São tudo, para quem escreve. Ou quase tudo. Como a serra, o martelo, a plaina, a madeira, a cola e os pregos para o marceneiro; como a colher, o prumo, os tijolos e a argamassa para o pedreiro; como a fazenda, a linha, a tesoura e a agulha para o alfaiate. Estou falando em instrumentos de trabalho, porque literatura nem sempre parece trabalho. Há uma história (sempre contando histórias, Moacyr Scliar! Sempre contando histórias!) sobre um escritor e seu vizinho. O vizi nho olhava o escritor que estava sentado, quieto, no jardim, e perguntava: Descansando, senhor escritor? Ao que o escritor respondia: Não, trabalhando. Daí a pouco o vizinho via o escritor mexendo na terra, cuidando das plantas: Trabalhando? Não, respondia o escritor, descansando. As aparências enganam; enganam até ao próprio escritor. Gabriel García Marquez conta que, quando senta para escrever, gosta de estar rodeado dos mais variados instrumentos: a máquina, vários lápis, tesoura, cola, borracha, grampeador – para se sentir como um operário que vai empreender a tarefa; o operário em construção, de Vinicius de Moraes: “Era ele quem fazia casas/Onde antes só havia chão”. As palavras são tudo, você disse, Moacyr? Você mentiu, Moacyr. Mais uma vez você mentiu. As palavras não são tudo, e disso você bem sabe. A emoção conta, caro Moacyr. A emoção, as ideias, as lembranças. Fale um pouco sobre você, Moacyr. Sim, senhor. SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Nacional, 1994. 01) No texto, o escritor Moacyr Scliar:

No texto, o escritor Moacyr Scliar:

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Questão 2 de 12 Q1999056 Q2 da prova
O texto a seguir pertence ao livro Memórias de um aprendiz escritor, de Moacyr Scliar, e servirá como base para responder as questões de 01 a 04: Memórias de um aprendiz de escritor Escrevo há muito tempo. Costumo dizer que, se ainda não aprendi – e acho mesmo que não aprendi, a gente nunca para de aprender – não foi por falta de prática. Porque comecei muito cedo. Na verdade, todas as minhas recordações estão ligadas a isso, a ouvir e contar histórias. Não só histórias dos personagens que me encantaram, o Saci-Pererê, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, Hércules, Teseu, os Argonautas, Mickey Mouse, Tarzan, os Macabeus, os piratas, Tom Sawyer, Sacco e Vanzetti. Mas também as minhas próprias histórias, as histórias de meus personagens, estas criaturas reais ou imaginárias com quem convivi desde a infância. Na verdade, eu escrevi ali em cima. Verdade é uma palavra muito relativa para um escritor de ficção. O que é verdade, o que é imaginação? No colégio onde fiz o segundo grau, o Júlio de Castilhos, havia um rapaz que tinha fama de mentiroso. Fama, não; ele era mentiroso. Todo mundo sabia que ele era mentiroso. Todo mundo, menos ele. Uma vez, o rádio deu uma notícia alarmante: um avião em dificuldades sobrevoava Porto Alegre. Podia cair a qualquer momento. Fomos para o colégio, naquele dia, preocupados; e conversávamos sobre o assunto, quando apareceu ele, o Mentiroso. Pálido: – Vocês nem podem imaginar! Uma pausa dramática, e logo em seguida: – Sabem este avião que estava em perigo? Caiu perto da minha casa. Escapamos por pouco. Gente, que coisa horrível! E começou a descrever o avião incendiando, o piloto gritando por socorro... Uma cena impressionante. Aí veio um colega correndo, com a notícia: o avião acabara de aterrissar, são e salvo. Todo mundo começou a rir. Todo mundo, menos o Mentiroso: – Não pode ser! – repetia, incrédulo, irritado. – Eu vi o avião cair! Agora, quando lembro este fato, concluo que não estava mentindo. Ele vira, realmente, o avião cair. Com os olhos da imaginação, decerto; mas para ele o avião tinha caído, e tinha incendiado, e tudo o mais. E ele acreditava no que dizia, porque era um ficcionista. Tudo que precisava, naquele momento, era um lápis e papel. Se tivesse escrito o que dizia, seria um escritor; como não escrevera, tratava-se de um mentiroso. Uma questão de nomes, de palavras. Palavras. São tudo, para quem escreve. Ou quase tudo. Como a serra, o martelo, a plaina, a madeira, a cola e os pregos para o marceneiro; como a colher, o prumo, os tijolos e a argamassa para o pedreiro; como a fazenda, a linha, a tesoura e a agulha para o alfaiate. Estou falando em instrumentos de trabalho, porque literatura nem sempre parece trabalho. Há uma história (sempre contando histórias, Moacyr Scliar! Sempre contando histórias!) sobre um escritor e seu vizinho. O vizi nho olhava o escritor que estava sentado, quieto, no jardim, e perguntava: Descansando, senhor escritor? Ao que o escritor respondia: Não, trabalhando. Daí a pouco o vizinho via o escritor mexendo na terra, cuidando das plantas: Trabalhando? Não, respondia o escritor, descansando. As aparências enganam; enganam até ao próprio escritor. Gabriel García Marquez conta que, quando senta para escrever, gosta de estar rodeado dos mais variados instrumentos: a máquina, vários lápis, tesoura, cola, borracha, grampeador – para se sentir como um operário que vai empreender a tarefa; o operário em construção, de Vinicius de Moraes: “Era ele quem fazia casas/Onde antes só havia chão”. As palavras são tudo, você disse, Moacyr? Você mentiu, Moacyr. Mais uma vez você mentiu. As palavras não são tudo, e disso você bem sabe. A emoção conta, caro Moacyr. A emoção, as ideias, as lembranças. Fale um pouco sobre você, Moacyr. Sim, senhor. SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Nacional, 1994. 02) Use V para verdadeiro e F para falso, de acordo com as informações do texto lido: (___) Moacyr deixa induvidoso o fato de se considerar um aprendiz de escritor. (___) O texto é metalinguístico. (___) O escritor de ficção, para Moacyr, não vê diferença entre a realidade e a imaginação. (___) Por ser imperceptível para muitas pessoas o trabalho do escritor é considerado algo trivial. Respeitando a ordem em que as sentenças aparecem, temos:

Use V para verdadeiro e F para falso, de acordo com as informações do texto lido: (___) Moacyr deixa induvidoso o fato de se considerar um aprendiz de escritor. (___) O texto é metalinguístico. (___) O escritor de ficção, para Moacyr, não vê diferença entre a realidade e a imaginação. (___) Por ser imperceptível para muitas pessoas o trabalho do escritor é considerado algo trivial. Respeitando a ordem em que as sentenças aparecem, temos:

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Questão 3 de 12 Q1999058 Q4 da prova
O texto a seguir pertence ao livro Memórias de um aprendiz escritor, de Moacyr Scliar, e servirá como base para responder as questões de 01 a 04: Memórias de um aprendiz de escritor Escrevo há muito tempo. Costumo dizer que, se ainda não aprendi – e acho mesmo que não aprendi, a gente nunca para de aprender – não foi por falta de prática. Porque comecei muito cedo. Na verdade, todas as minhas recordações estão ligadas a isso, a ouvir e contar histórias. Não só histórias dos personagens que me encantaram, o Saci-Pererê, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, Hércules, Teseu, os Argonautas, Mickey Mouse, Tarzan, os Macabeus, os piratas, Tom Sawyer, Sacco e Vanzetti. Mas também as minhas próprias histórias, as histórias de meus personagens, estas criaturas reais ou imaginárias com quem convivi desde a infância. Na verdade, eu escrevi ali em cima. Verdade é uma palavra muito relativa para um escritor de ficção. O que é verdade, o que é imaginação? No colégio onde fiz o segundo grau, o Júlio de Castilhos, havia um rapaz que tinha fama de mentiroso. Fama, não; ele era mentiroso. Todo mundo sabia que ele era mentiroso. Todo mundo, menos ele. Uma vez, o rádio deu uma notícia alarmante: um avião em dificuldades sobrevoava Porto Alegre. Podia cair a qualquer momento. Fomos para o colégio, naquele dia, preocupados; e conversávamos sobre o assunto, quando apareceu ele, o Mentiroso. Pálido: – Vocês nem podem imaginar! Uma pausa dramática, e logo em seguida: – Sabem este avião que estava em perigo? Caiu perto da minha casa. Escapamos por pouco. Gente, que coisa horrível! E começou a descrever o avião incendiando, o piloto gritando por socorro... Uma cena impressionante. Aí veio um colega correndo, com a notícia: o avião acabara de aterrissar, são e salvo. Todo mundo começou a rir. Todo mundo, menos o Mentiroso: – Não pode ser! – repetia, incrédulo, irritado. – Eu vi o avião cair! Agora, quando lembro este fato, concluo que não estava mentindo. Ele vira, realmente, o avião cair. Com os olhos da imaginação, decerto; mas para ele o avião tinha caído, e tinha incendiado, e tudo o mais. E ele acreditava no que dizia, porque era um ficcionista. Tudo que precisava, naquele momento, era um lápis e papel. Se tivesse escrito o que dizia, seria um escritor; como não escrevera, tratava-se de um mentiroso. Uma questão de nomes, de palavras. Palavras. São tudo, para quem escreve. Ou quase tudo. Como a serra, o martelo, a plaina, a madeira, a cola e os pregos para o marceneiro; como a colher, o prumo, os tijolos e a argamassa para o pedreiro; como a fazenda, a linha, a tesoura e a agulha para o alfaiate. Estou falando em instrumentos de trabalho, porque literatura nem sempre parece trabalho. Há uma história (sempre contando histórias, Moacyr Scliar! Sempre contando histórias!) sobre um escritor e seu vizinho. O vizi nho olhava o escritor que estava sentado, quieto, no jardim, e perguntava: Descansando, senhor escritor? Ao que o escritor respondia: Não, trabalhando. Daí a pouco o vizinho via o escritor mexendo na terra, cuidando das plantas: Trabalhando? Não, respondia o escritor, descansando. As aparências enganam; enganam até ao próprio escritor. Gabriel García Marquez conta que, quando senta para escrever, gosta de estar rodeado dos mais variados instrumentos: a máquina, vários lápis, tesoura, cola, borracha, grampeador – para se sentir como um operário que vai empreender a tarefa; o operário em construção, de Vinicius de Moraes: “Era ele quem fazia casas/Onde antes só havia chão”. As palavras são tudo, você disse, Moacyr? Você mentiu, Moacyr. Mais uma vez você mentiu. As palavras não são tudo, e disso você bem sabe. A emoção conta, caro Moacyr. A emoção, as ideias, as lembranças. Fale um pouco sobre você, Moacyr. Sim, senhor. SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Nacional, 1994. 04) “ Porque comecei muito cedo .” A conjunção porque estabelece uma explicação entre as ideias. Pode ser substituída somente por uma das alternativas abaixo por possuir o mesmo valor. Marque-a:

“ Porque comecei muito cedo .” A conjunção porque estabelece uma explicação entre as ideias. Pode ser substituída somente por uma das alternativas abaixo por possuir o mesmo valor. Marque-a:

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Questão 4 de 12 Q1999061 Q6 da prova

O vocábulo QUEM, dependendo do contexto em que está inserido, pode ser pronome de diferentes tipos. Na frase: “ Minha amiga, com quem eu sempre podia conversar, foi morar em outro país .”, o pronome QUEM é classificado como:

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Questão 5 de 12 Q1999063 Q7 da prova

Observe os substantivos compostos abaixo: 1- Reco-reco 2- Pé-de-meia 3- Cor-de-rosa Passando-os para o plural, temos:

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Questão 6 de 12 Q1999066 Q8 da prova

Alguns substantivos suscitam dúvidas em relação à flexão de gênero, de acordo com a norma culta padrão. Dos substantivos abaixo todos são classificados SOMENTE como femininos, exceto em uma alternativa. Aponte-a:

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Questão 7 de 12 Q1999080 Q20 da prova

Assinale a alternativa que tem a sequência correta do Hino do Estado de Santa Catarina: Sagremos num hino de estrelas e flores Num canto sublime de glórias e luz, As festas que os livres frementes de ardores, Celebram nas terras gigantes da cruz. Quebram-se férreas cadeias, Rojam algemas no chão; Do povo nas epopeias ... ... ... ... ...

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Questão 8 de 12 Q1999091 Q26 da prova

Dos medicamentos abaixo assinale a alternativa correta que corresponde a um medicamento anti-hipertensivo inibidor da Enzima Conversora de Angiotensina:

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Questão 9 de 12 Q1999093 Q27 da prova

Nome atribuído ao período em que ocorre a transição da mulher do ciclo reprodutivo para o não reprodutivo:

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Questão 10 de 12 Q1999095 Q28 da prova

Indivíduo do sexo masculino, arquiteto, 31 anos vai até uma sala de vacina para conferir se seu esquema vacinal está completo. Ele possui registo de vacina antitetânica aplicada dose de reforço em 2018 e 3 doses de vacina da hepatite B aplicada quando ele era criança. Considerando que este paciente não tem nenhuma comorbidade, quais vacinas faltam para completar seu esquema de imunização considerando que ele reside na região oeste de SC?

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Questão 11 de 12 Q1999097 Q29 da prova

A resolução RDC 306/2004 trata sobre a classificação dos resíduos em serviços de saúde. A qual grupo pertencem os resíduos infectantes?

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Questão 12 de 12 Q1999099 Q30 da prova

Doença causada por uma bactéria, transmitida pela urina de animais (principalmente ratos) em contato direto ou indireto com a pele que tem como sintomas dor de cabeça, dor pelo corpo, febre alta, calafrios, e principalmente dor na panturrilha. De qual doença estamos falando?

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