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Questão 1 de 10Q1365426Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
A classe da palavra está incorreta em: "Podemos dizer
que os humanos "domesticaram" populações de
mosquitos (...)."
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
O antônimo da palavra "vegano" em "O macho é vegano
(...)", é:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
Em: "Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam
humanos.", a forma verbal apassivada é:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
Em: "Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquitos (...)", as aspas na forma verbal
indicam:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
Qual o valor semântico do termo "Apenas" em: "Apenas
as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos."?
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Mosquito de estimação
Apenas as fêmeas do Aedes aegypti picam humanos.
Elas usam as proteínas presentes no nosso sangue para
amadurecer os ovos dentro do organismo. Quatro dias
depois da picada, os ovos estão prontos para sair. E a
água parada é o "ninho" que a mãe precisa encontrar
para botá-los. O macho é o vegano da relação: se
contenta apenas com frutas.
Só que nem todas as fêmeas preferem humanos,
especificamente. Populações de A. aegypti que vivem
nas savanas africanas, por exemplo, se alimentam de
outros animais e não mostram interesse especial em
nós. Já os mosquitos que vivem nos ambientes urbanos
ao redor do mundo se especializaram em seguir nosso
cheiro.
Podemos dizer que os humanos "domesticaram"
populações de mosquito involuntariamente quando
começaram a se organizar de forma mais complexa e
(principalmente) armazenar grandes quantidades de
água. As primeiras civilizações forneciam um estoque
quase inesgotável de sangue e "ninhos" para as fêmeas
− e isso fez com que elas se especializassem em nós.
Estudos de 2020 e 2023 sugerem uma hipótese de
como isso aconteceu. Sabemos que o Aedes aegypti é
originário da África, então os pesquisadores coletaram
populações especialistas (que preferem humanos) e
generalistas (que picam qualquer animal) por todo o
continente. As especialistas se concentram no norte da
África, mostrando que a aproximação com humanos
provavelmente rolou por ali.
(Super Interessante, março 2024)