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Prova Técnico de Contabilidade - UFLA
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Questão 1 de 14 Q2400418 Q1 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

Com base no texto 1, assinale a alternativa CORRETA :

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Questão 2 de 14 Q2400421 Q2 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

Quanto ao seu universo de referência, o texto trata de

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Questão 3 de 14 Q2400422 Q3 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

Considerando o estilo com que esse texto foi escrito, analise cada asserção e assinale a alternativa INCORRETA :

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Questão 4 de 14 Q2400424 Q4 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

A partir da leitura do texto, infere -se, como posicionamento enunciativo do articulista:

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Questão 5 de 14 Q2400426 Q5 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em:

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Questão 6 de 14 Q2400428 Q6 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado NÃO se configura como pronome relativo.

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Questão 7 de 14 Q2400429 Q7 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

Na construção de um t exto, é comum que o autor/enunciador deixe marcas linguísticas explícitas que evidenciam uma avaliação sobre o conteúdo. Assinale a alternativa em que o elemento linguístico destacado NÃO indica avaliação.

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Questão 8 de 14 Q2400431 Q8 da prova
Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8 TEXTO 1 ChatGPT e o impacto da inteligência artificial em nossas vidas Leticia Piccolotto Ferreira O longo mês de janeiro teve fim, e o ChatGPT alcançou a marca de 100 milhões de usuários, antes mesmo de completar dois meses desde seu lançamento. O nome é complexo, mas, seguramente, você já deve tê-lo ouvido, afinal, o tema tem dominado as redes sociais, jornais e também as nossas conversas. Lançado em novembro de 2022 pela OpenAI, organização que tem como missão “garantir que a inteligência artifi cial beneficie toda a humanidade”, o ChatGPT é uma inteligência artificial que responde a perguntas variadas, gerando grandes quantidades de conteúdos sobre, basicamente, qualquer tema. Essa descrição pode soar modesta e até comum, afinal, estamos bastante acostumados a dialogar com os chamados chatbots em chamadas telefônicas, WhatsApp ou mensagens instantâneas. No entanto, especialistas asseguram que o ChatGPT é altamente disruptivo — alguns o consideram o melhor chatbot já inventado — pelo alto desempenh o na criação de conteúdo que se assemelha muito a materiais produzidos por seres humanos. A criatividade, um reino antes só ocupado por seres humanos, parece ter novos habitantes. O sucesso da tecnologia, que pertence ao grupo das chamadas “generative AI”, foi imediato e uma verdadeira febre digital. Após poucos dias de lançamento, a plataforma, que é gratuita, já reunia 1 milhão de usuários que testaram as funcionalidades da inteligência artificial das mais distintas. E como não podia ser diferente, o suce sso, amplo uso e a análise preliminar das diferentes aplicações do ChatGPT têm preocupado especialistas. Assim como observamos em casos anteriores — como os deepfakes, por exemplo — o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial suscita questões mu ito pertinentes sobre o uso ético da tecnologia. Há os que temem que soluções com o ChatGPT possam substituir humanos em diferentes tarefas relacionadas à produção de saberes, conteúdos e criatividade. Outros apontam que a inteligência artificial representa um perigo ao reconhecimento da verdade dos fatos e da identidade de seres humanos. Todas essas indagações são válidas e, infelizmente, ainda não alcançamos todas as respostas — e pode levar muito tempo até que as tenhamos. Isso não significa, definitivam ente, que devemos parar nossa busca. Especialmente, precisamos garantir que a utilização de tecnologias, especialmente as que têm como base a inteligência artificial, possa trazer benefícios reais à coletividade, em vez de danos irreversíveis. Afinal, pode soar extraordinário um robô que responde a todas as nossas perguntas e elabora textos complexos com o comando de um prompt, mas, qual a sua aplicabilidade prática? Como ele pode nos ajudar a resolver problemas complexos em diferentes áreas, como saúde e e ducação? E como essas soluções podem estar acessíveis ao maior número de pessoas, especialmente aquelas que contribuem com o aprendizado da própria inteligência artificial? É preciso que estejamos vigilantes, compreendamos que o desenvolvimento da tecnologia não é inerentemente ruim e possamos pactuar princípios e limites claros para a aplicação da inteligência artificial. Há inúmeras possibilidades para aplicação de soluções como o ChatGPT; cabe a nós, especialmente às lideranças em tecnologia, def inir as bases de sua utilização de forma ética para que esses benefícios possam ser colhidos por todos e, mais importante, não gerem como externalidades riscos a ninguém. FERREIRA, L. P. Disponível em: < https://canaltech.com.br/colunas/chatgpt -e-o-impacto -da-inteligencia -artificial -em-nossas -vidas> . Acesso em: 25 /02/2023.

Pela leitura global do texto, infere -se que são impactos da inteligência artificial para a vida humana, EXCETO :

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Questão 9 de 14 Q2400433 Q9 da prova
Leia o texto 2 para responder às questões de 9 a 14 TEXTO 2 PUXÃO DE ORELHA DIGITAL “A inteligência artificial impressiona, mas é a derrota da ficção” Por Walcyr Carrasco Atualizado em 24 mar 2023, 19h26 - Publicado em 26 mar 2023, 08h00 Surgiu o programa de Inteligência Artificial para textos. É o ChatGPT . À primeira vista, impressiona. Ele escreve textos, chega a inventar nomes de personagens e cria situações. Só é preciso digitar o pedido, o tamanho e o tema para que ele escreva uma história original. Nas áreas médica, jurídica e acadêmica, nas quais mui tos textos têm formatos próximos, já é um estouro. Mas em ficção? Soube que há livros no mercado americano escritos inteiramente por IA! Um autor está acostumado a ser tratado como um ser único no mundo, uma espécie de maravilha da humanidade (assim como e nxadristas, já derrotados pelo computador). Mas o mundo anda, não anda? Fiquei curioso e instalei o tal Chat no meu laptop. Fiz tudo como me ensinaram. Segui todas as regras, menos uma, que eu não conhecia. Já falarei dela. Bem… eu quis testar os limites d a IA. Dei um tema provocativo. Muito provocativo. Pedi para escrever uma história infantil sobre um menino que batia na mãe (jamais escreveria esse texto, só queria ver como a IA se sairia). A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma his tória que promova ou normalize a violência doméstica. Como um modelo de linguagem, minha função é fornecer informações úteis ou educativas para meus usuários, sempre mantendo o respeito e a ética. Sugiro que pense em outro tema para a história, que possa s er mais positivo e inspirador”. Eu estava levando um puxão de orelha digital! Tentei outros temas. Tudo que a IA escrevia tinha um final inspirador, uma mensagem positiva. Digna de um texto religioso do século XIX. Cada texto parecia escrito pela fada Sini nho! A ideia de um texto, ou de qualquer criação artística, é também desafiar, inovar e, mesmo através de um final surpreendente, criar consciência crítica. A maioria dos contos infantis seria aprovada pela IA? Por exemplo, aquela história de a bruxa prend er João numa jaula, testar o dedinho para ver se está apetitoso para devorá -lo, seria aprovada? A IA, tal como está, escreverá sempre a mesma coisa. Eu nunca corri atrás da moral da história. Mas sempre falei de buscas interiores, sentimentos capazes de le var o pior vilão a uma transformação como ser humano. É um caminho mais difícil e, acredito, mais criativo. Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrã o positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história. (...) Talvez a IA um dia chegue a criar com emoção. Mas por enquanto continuo aq ui teclando minhas histórias. Eu não sabia, mas fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena. Revista Veja – 24/03/2023.

A percepção do articulista de que o ChatGPT é a derrota de ficção encontra respaldo em todas as alternativas, EXCETO :

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Questão 10 de 14 Q2400434 Q10 da prova
Leia o texto 2 para responder às questões de 9 a 14 TEXTO 2 PUXÃO DE ORELHA DIGITAL “A inteligência artificial impressiona, mas é a derrota da ficção” Por Walcyr Carrasco Atualizado em 24 mar 2023, 19h26 - Publicado em 26 mar 2023, 08h00 Surgiu o programa de Inteligência Artificial para textos. É o ChatGPT . À primeira vista, impressiona. Ele escreve textos, chega a inventar nomes de personagens e cria situações. Só é preciso digitar o pedido, o tamanho e o tema para que ele escreva uma história original. Nas áreas médica, jurídica e acadêmica, nas quais mui tos textos têm formatos próximos, já é um estouro. Mas em ficção? Soube que há livros no mercado americano escritos inteiramente por IA! Um autor está acostumado a ser tratado como um ser único no mundo, uma espécie de maravilha da humanidade (assim como e nxadristas, já derrotados pelo computador). Mas o mundo anda, não anda? Fiquei curioso e instalei o tal Chat no meu laptop. Fiz tudo como me ensinaram. Segui todas as regras, menos uma, que eu não conhecia. Já falarei dela. Bem… eu quis testar os limites d a IA. Dei um tema provocativo. Muito provocativo. Pedi para escrever uma história infantil sobre um menino que batia na mãe (jamais escreveria esse texto, só queria ver como a IA se sairia). A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma his tória que promova ou normalize a violência doméstica. Como um modelo de linguagem, minha função é fornecer informações úteis ou educativas para meus usuários, sempre mantendo o respeito e a ética. Sugiro que pense em outro tema para a história, que possa s er mais positivo e inspirador”. Eu estava levando um puxão de orelha digital! Tentei outros temas. Tudo que a IA escrevia tinha um final inspirador, uma mensagem positiva. Digna de um texto religioso do século XIX. Cada texto parecia escrito pela fada Sini nho! A ideia de um texto, ou de qualquer criação artística, é também desafiar, inovar e, mesmo através de um final surpreendente, criar consciência crítica. A maioria dos contos infantis seria aprovada pela IA? Por exemplo, aquela história de a bruxa prend er João numa jaula, testar o dedinho para ver se está apetitoso para devorá -lo, seria aprovada? A IA, tal como está, escreverá sempre a mesma coisa. Eu nunca corri atrás da moral da história. Mas sempre falei de buscas interiores, sentimentos capazes de le var o pior vilão a uma transformação como ser humano. É um caminho mais difícil e, acredito, mais criativo. Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrã o positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história. (...) Talvez a IA um dia chegue a criar com emoção. Mas por enquanto continuo aq ui teclando minhas histórias. Eu não sabia, mas fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena. Revista Veja – 24/03/2023.

Observe as ocorrências de dois-pontos nas passagens a seguir. I. “A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma história que promova ou normalize a violência doméstica.” (linhas 11e 12) II. “(...) fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena.” (linhas 30 e 31) Assinale a alternativa em que se justifica, correta e respectivamente, o emprego de dois-pontos.

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Questão 11 de 14 Q2400436 Q11 da prova
Leia o texto 2 para responder às questões de 9 a 14 TEXTO 2 PUXÃO DE ORELHA DIGITAL “A inteligência artificial impressiona, mas é a derrota da ficção” Por Walcyr Carrasco Atualizado em 24 mar 2023, 19h26 - Publicado em 26 mar 2023, 08h00 Surgiu o programa de Inteligência Artificial para textos. É o ChatGPT . À primeira vista, impressiona. Ele escreve textos, chega a inventar nomes de personagens e cria situações. Só é preciso digitar o pedido, o tamanho e o tema para que ele escreva uma história original. Nas áreas médica, jurídica e acadêmica, nas quais mui tos textos têm formatos próximos, já é um estouro. Mas em ficção? Soube que há livros no mercado americano escritos inteiramente por IA! Um autor está acostumado a ser tratado como um ser único no mundo, uma espécie de maravilha da humanidade (assim como e nxadristas, já derrotados pelo computador). Mas o mundo anda, não anda? Fiquei curioso e instalei o tal Chat no meu laptop. Fiz tudo como me ensinaram. Segui todas as regras, menos uma, que eu não conhecia. Já falarei dela. Bem… eu quis testar os limites d a IA. Dei um tema provocativo. Muito provocativo. Pedi para escrever uma história infantil sobre um menino que batia na mãe (jamais escreveria esse texto, só queria ver como a IA se sairia). A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma his tória que promova ou normalize a violência doméstica. Como um modelo de linguagem, minha função é fornecer informações úteis ou educativas para meus usuários, sempre mantendo o respeito e a ética. Sugiro que pense em outro tema para a história, que possa s er mais positivo e inspirador”. Eu estava levando um puxão de orelha digital! Tentei outros temas. Tudo que a IA escrevia tinha um final inspirador, uma mensagem positiva. Digna de um texto religioso do século XIX. Cada texto parecia escrito pela fada Sini nho! A ideia de um texto, ou de qualquer criação artística, é também desafiar, inovar e, mesmo através de um final surpreendente, criar consciência crítica. A maioria dos contos infantis seria aprovada pela IA? Por exemplo, aquela história de a bruxa prend er João numa jaula, testar o dedinho para ver se está apetitoso para devorá -lo, seria aprovada? A IA, tal como está, escreverá sempre a mesma coisa. Eu nunca corri atrás da moral da história. Mas sempre falei de buscas interiores, sentimentos capazes de le var o pior vilão a uma transformação como ser humano. É um caminho mais difícil e, acredito, mais criativo. Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrã o positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história. (...) Talvez a IA um dia chegue a criar com emoção. Mas por enquanto continuo aq ui teclando minhas histórias. Eu não sabia, mas fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena. Revista Veja – 24/03/2023.

Na cons trução de um texto, os operadores argumentativos são responsáveis por estabelecer coesão textual e por orientar o leitor na construção de sentido. As análises apresentadas estão corretas, EXCETO em:

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Questão 12 de 14 Q2400438 Q12 da prova
Leia o texto 2 para responder às questões de 9 a 14 TEXTO 2 PUXÃO DE ORELHA DIGITAL “A inteligência artificial impressiona, mas é a derrota da ficção” Por Walcyr Carrasco Atualizado em 24 mar 2023, 19h26 - Publicado em 26 mar 2023, 08h00 Surgiu o programa de Inteligência Artificial para textos. É o ChatGPT . À primeira vista, impressiona. Ele escreve textos, chega a inventar nomes de personagens e cria situações. Só é preciso digitar o pedido, o tamanho e o tema para que ele escreva uma história original. Nas áreas médica, jurídica e acadêmica, nas quais mui tos textos têm formatos próximos, já é um estouro. Mas em ficção? Soube que há livros no mercado americano escritos inteiramente por IA! Um autor está acostumado a ser tratado como um ser único no mundo, uma espécie de maravilha da humanidade (assim como e nxadristas, já derrotados pelo computador). Mas o mundo anda, não anda? Fiquei curioso e instalei o tal Chat no meu laptop. Fiz tudo como me ensinaram. Segui todas as regras, menos uma, que eu não conhecia. Já falarei dela. Bem… eu quis testar os limites d a IA. Dei um tema provocativo. Muito provocativo. Pedi para escrever uma história infantil sobre um menino que batia na mãe (jamais escreveria esse texto, só queria ver como a IA se sairia). A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma his tória que promova ou normalize a violência doméstica. Como um modelo de linguagem, minha função é fornecer informações úteis ou educativas para meus usuários, sempre mantendo o respeito e a ética. Sugiro que pense em outro tema para a história, que possa s er mais positivo e inspirador”. Eu estava levando um puxão de orelha digital! Tentei outros temas. Tudo que a IA escrevia tinha um final inspirador, uma mensagem positiva. Digna de um texto religioso do século XIX. Cada texto parecia escrito pela fada Sini nho! A ideia de um texto, ou de qualquer criação artística, é também desafiar, inovar e, mesmo através de um final surpreendente, criar consciência crítica. A maioria dos contos infantis seria aprovada pela IA? Por exemplo, aquela história de a bruxa prend er João numa jaula, testar o dedinho para ver se está apetitoso para devorá -lo, seria aprovada? A IA, tal como está, escreverá sempre a mesma coisa. Eu nunca corri atrás da moral da história. Mas sempre falei de buscas interiores, sentimentos capazes de le var o pior vilão a uma transformação como ser humano. É um caminho mais difícil e, acredito, mais criativo. Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrã o positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história. (...) Talvez a IA um dia chegue a criar com emoção. Mas por enquanto continuo aq ui teclando minhas histórias. Eu não sabia, mas fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena. Revista Veja – 24/03/2023.

Leia o trecho, a seguir, e as proposições apresentadas: “Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrão positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história.” (linhas 24 a 26) Infere -se que o articulista:

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Questão 13 de 14 Q2400439 Q13 da prova
Leia o texto 2 para responder às questões de 9 a 14 TEXTO 2 PUXÃO DE ORELHA DIGITAL “A inteligência artificial impressiona, mas é a derrota da ficção” Por Walcyr Carrasco Atualizado em 24 mar 2023, 19h26 - Publicado em 26 mar 2023, 08h00 Surgiu o programa de Inteligência Artificial para textos. É o ChatGPT . À primeira vista, impressiona. Ele escreve textos, chega a inventar nomes de personagens e cria situações. Só é preciso digitar o pedido, o tamanho e o tema para que ele escreva uma história original. Nas áreas médica, jurídica e acadêmica, nas quais mui tos textos têm formatos próximos, já é um estouro. Mas em ficção? Soube que há livros no mercado americano escritos inteiramente por IA! Um autor está acostumado a ser tratado como um ser único no mundo, uma espécie de maravilha da humanidade (assim como e nxadristas, já derrotados pelo computador). Mas o mundo anda, não anda? Fiquei curioso e instalei o tal Chat no meu laptop. Fiz tudo como me ensinaram. Segui todas as regras, menos uma, que eu não conhecia. Já falarei dela. Bem… eu quis testar os limites d a IA. Dei um tema provocativo. Muito provocativo. Pedi para escrever uma história infantil sobre um menino que batia na mãe (jamais escreveria esse texto, só queria ver como a IA se sairia). A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma his tória que promova ou normalize a violência doméstica. Como um modelo de linguagem, minha função é fornecer informações úteis ou educativas para meus usuários, sempre mantendo o respeito e a ética. Sugiro que pense em outro tema para a história, que possa s er mais positivo e inspirador”. Eu estava levando um puxão de orelha digital! Tentei outros temas. Tudo que a IA escrevia tinha um final inspirador, uma mensagem positiva. Digna de um texto religioso do século XIX. Cada texto parecia escrito pela fada Sini nho! A ideia de um texto, ou de qualquer criação artística, é também desafiar, inovar e, mesmo através de um final surpreendente, criar consciência crítica. A maioria dos contos infantis seria aprovada pela IA? Por exemplo, aquela história de a bruxa prend er João numa jaula, testar o dedinho para ver se está apetitoso para devorá -lo, seria aprovada? A IA, tal como está, escreverá sempre a mesma coisa. Eu nunca corri atrás da moral da história. Mas sempre falei de buscas interiores, sentimentos capazes de le var o pior vilão a uma transformação como ser humano. É um caminho mais difícil e, acredito, mais criativo. Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrã o positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história. (...) Talvez a IA um dia chegue a criar com emoção. Mas por enquanto continuo aq ui teclando minhas histórias. Eu não sabia, mas fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena. Revista Veja – 24/03/2023.

A escolha dos elementos linguísticos contribui para o efeito de sentido no texto. A análise do efeito de sentido possibilitada pelo elemento linguístico destacado está correta, EXCETO em:

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Questão 14 de 14 Q2400441 Q14 da prova
Leia o texto 2 para responder às questões de 9 a 14 TEXTO 2 PUXÃO DE ORELHA DIGITAL “A inteligência artificial impressiona, mas é a derrota da ficção” Por Walcyr Carrasco Atualizado em 24 mar 2023, 19h26 - Publicado em 26 mar 2023, 08h00 Surgiu o programa de Inteligência Artificial para textos. É o ChatGPT . À primeira vista, impressiona. Ele escreve textos, chega a inventar nomes de personagens e cria situações. Só é preciso digitar o pedido, o tamanho e o tema para que ele escreva uma história original. Nas áreas médica, jurídica e acadêmica, nas quais mui tos textos têm formatos próximos, já é um estouro. Mas em ficção? Soube que há livros no mercado americano escritos inteiramente por IA! Um autor está acostumado a ser tratado como um ser único no mundo, uma espécie de maravilha da humanidade (assim como e nxadristas, já derrotados pelo computador). Mas o mundo anda, não anda? Fiquei curioso e instalei o tal Chat no meu laptop. Fiz tudo como me ensinaram. Segui todas as regras, menos uma, que eu não conhecia. Já falarei dela. Bem… eu quis testar os limites d a IA. Dei um tema provocativo. Muito provocativo. Pedi para escrever uma história infantil sobre um menino que batia na mãe (jamais escreveria esse texto, só queria ver como a IA se sairia). A resposta: “Desculpe, não é apropriado ou ético escrever uma his tória que promova ou normalize a violência doméstica. Como um modelo de linguagem, minha função é fornecer informações úteis ou educativas para meus usuários, sempre mantendo o respeito e a ética. Sugiro que pense em outro tema para a história, que possa s er mais positivo e inspirador”. Eu estava levando um puxão de orelha digital! Tentei outros temas. Tudo que a IA escrevia tinha um final inspirador, uma mensagem positiva. Digna de um texto religioso do século XIX. Cada texto parecia escrito pela fada Sini nho! A ideia de um texto, ou de qualquer criação artística, é também desafiar, inovar e, mesmo através de um final surpreendente, criar consciência crítica. A maioria dos contos infantis seria aprovada pela IA? Por exemplo, aquela história de a bruxa prend er João numa jaula, testar o dedinho para ver se está apetitoso para devorá -lo, seria aprovada? A IA, tal como está, escreverá sempre a mesma coisa. Eu nunca corri atrás da moral da história. Mas sempre falei de buscas interiores, sentimentos capazes de le var o pior vilão a uma transformação como ser humano. É um caminho mais difícil e, acredito, mais criativo. Um projeto como a IA, nos moldes em que foi lançada, também é um programa de dominação intelectual. Só se fala das mesmas coisas, sempre em um padrã o positivo — ou falsamente positivo, porque há muitas maneiras de contar uma história. (...) Talvez a IA um dia chegue a criar com emoção. Mas por enquanto continuo aq ui teclando minhas histórias. Eu não sabia, mas fiquei conhecendo a primeira regra da IA: só se pode escrever o que a moral comum ordena. Revista Veja – 24/03/2023.

A partir das pistas linguísticas e pela leitura glob al do texto, infere -se que o articulista apresentou os seguintes posicionamentos em relação ao ChatGPT, EXCETO:

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