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Questão 1 de 5Q2070919Q1 da prova
Escolaridade diminui fecundidade O melhor método anticoncepcional para as adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade, menor a fecundidade e maior a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Com apoio do Unicef e do Ministério da Saúde, uma pesquisa, realizada pela BEMFAM (Sociedade Civil, Bem-Estar Familiar no Brasil), ouviu 4.528 mulheres de 15 a 24 anos, de várias regiões do país, e constatou a relação direta entre escolaridade e gravidez. Cerca de 34% das mulheres entre 15 e 19 anos, com até 3 anos de escolaridade, já são mães ou estão grávidas do primeiro filho. Com quatro anos de estudo, a fecundidade baixa para 25%; de 5 a 8 anos, para 18%. Quando a adolescente estuda num período entre 9 e 11 anos, a fecundidade vai para 6% – a diferença entre quem tem de até 3 anos a 11 anos de escolaridade decai de 34% para 3%. À medida que a jovem estuda, ela passa a ter mais perspectivas de vida, apostando numa profissão. Também adquire maiores informações sobre concepção e como evitá-la. Tende, portanto, a retardar a gravidez. Os métodos anticoncepcionais seguem escala inversa à da fecundidade: 37% dos jovens, homens e mulheres, com mais de 9 anos de escolaridade usam camisinha. A pesquisa revela que, apesar de todas as campanhas educativas, as mensagens sobre os perigos de doenças sexualmente transmissíveis ainda não chegam à maioria dos adolescentes. Apenas 33%, tanto de homens como de mulheres, usaram algum método de prevenção contra a gravidez ou doenças antes da primeira relação sexual.
Sobre o conteúdo do texto, assinale o que for correto.
Escolaridade diminui fecundidade O melhor método anticoncepcional para as adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade, menor a fecundidade e maior a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Com apoio do Unicef e do Ministério da Saúde, uma pesquisa, realizada pela BEMFAM (Sociedade Civil, Bem-Estar Familiar no Brasil), ouviu 4.528 mulheres de 15 a 24 anos, de várias regiões do país, e constatou a relação direta entre escolaridade e gravidez. Cerca de 34% das mulheres entre 15 e 19 anos, com até 3 anos de escolaridade, já são mães ou estão grávidas do primeiro filho. Com quatro anos de estudo, a fecundidade baixa para 25%; de 5 a 8 anos, para 18%. Quando a adolescente estuda num período entre 9 e 11 anos, a fecundidade vai para 6% – a diferença entre quem tem de até 3 anos a 11 anos de escolaridade decai de 34% para 3%. À medida que a jovem estuda, ela passa a ter mais perspectivas de vida, apostando numa profissão. Também adquire maiores informações sobre concepção e como evitá-la. Tende, portanto, a retardar a gravidez. Os métodos anticoncepcionais seguem escala inversa à da fecundidade: 37% dos jovens, homens e mulheres, com mais de 9 anos de escolaridade usam camisinha. A pesquisa revela que, apesar de todas as campanhas educativas, as mensagens sobre os perigos de doenças sexualmente transmissíveis ainda não chegam à maioria dos adolescentes. Apenas 33%, tanto de homens como de mulheres, usaram algum método de prevenção contra a gravidez ou doenças antes da primeira relação sexual.
Sobre o segundo parágrafo do texto, assinale o que for correto.
Escolaridade diminui fecundidade O melhor método anticoncepcional para as adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade, menor a fecundidade e maior a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Com apoio do Unicef e do Ministério da Saúde, uma pesquisa, realizada pela BEMFAM (Sociedade Civil, Bem-Estar Familiar no Brasil), ouviu 4.528 mulheres de 15 a 24 anos, de várias regiões do país, e constatou a relação direta entre escolaridade e gravidez. Cerca de 34% das mulheres entre 15 e 19 anos, com até 3 anos de escolaridade, já são mães ou estão grávidas do primeiro filho. Com quatro anos de estudo, a fecundidade baixa para 25%; de 5 a 8 anos, para 18%. Quando a adolescente estuda num período entre 9 e 11 anos, a fecundidade vai para 6% – a diferença entre quem tem de até 3 anos a 11 anos de escolaridade decai de 34% para 3%. À medida que a jovem estuda, ela passa a ter mais perspectivas de vida, apostando numa profissão. Também adquire maiores informações sobre concepção e como evitá-la. Tende, portanto, a retardar a gravidez. Os métodos anticoncepcionais seguem escala inversa à da fecundidade: 37% dos jovens, homens e mulheres, com mais de 9 anos de escolaridade usam camisinha. A pesquisa revela que, apesar de todas as campanhas educativas, as mensagens sobre os perigos de doenças sexualmente transmissíveis ainda não chegam à maioria dos adolescentes. Apenas 33%, tanto de homens como de mulheres, usaram algum método de prevenção contra a gravidez ou doenças antes da primeira relação sexual.
Escolaridade diminui fecundidade O melhor método anticoncepcional para as adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade, menor a fecundidade e maior a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Com apoio do Unicef e do Ministério da Saúde, uma pesquisa, realizada pela BEMFAM (Sociedade Civil, Bem-Estar Familiar no Brasil), ouviu 4.528 mulheres de 15 a 24 anos, de várias regiões do país, e constatou a relação direta entre escolaridade e gravidez. Cerca de 34% das mulheres entre 15 e 19 anos, com até 3 anos de escolaridade, já são mães ou estão grávidas do primeiro filho. Com quatro anos de estudo, a fecundidade baixa para 25%; de 5 a 8 anos, para 18%. Quando a adolescente estuda num período entre 9 e 11 anos, a fecundidade vai para 6% – a diferença entre quem tem de até 3 anos a 11 anos de escolaridade decai de 34% para 3%. À medida que a jovem estuda, ela passa a ter mais perspectivas de vida, apostando numa profissão. Também adquire maiores informações sobre concepção e como evitá-la. Tende, portanto, a retardar a gravidez. Os métodos anticoncepcionais seguem escala inversa à da fecundidade: 37% dos jovens, homens e mulheres, com mais de 9 anos de escolaridade usam camisinha. A pesquisa revela que, apesar de todas as campanhas educativas, as mensagens sobre os perigos de doenças sexualmente transmissíveis ainda não chegam à maioria dos adolescentes. Apenas 33%, tanto de homens como de mulheres, usaram algum método de prevenção contra a gravidez ou doenças antes da primeira relação sexual.
A argumentação desenvolvida no texto é formada por diferentes estratégias argumentativas, entre elas é possível reconhecer:
Escolaridade diminui fecundidade O melhor método anticoncepcional para as adolescentes é a escola: quanto maior a escolaridade, menor a fecundidade e maior a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Com apoio do Unicef e do Ministério da Saúde, uma pesquisa, realizada pela BEMFAM (Sociedade Civil, Bem-Estar Familiar no Brasil), ouviu 4.528 mulheres de 15 a 24 anos, de várias regiões do país, e constatou a relação direta entre escolaridade e gravidez. Cerca de 34% das mulheres entre 15 e 19 anos, com até 3 anos de escolaridade, já são mães ou estão grávidas do primeiro filho. Com quatro anos de estudo, a fecundidade baixa para 25%; de 5 a 8 anos, para 18%. Quando a adolescente estuda num período entre 9 e 11 anos, a fecundidade vai para 6% – a diferença entre quem tem de até 3 anos a 11 anos de escolaridade decai de 34% para 3%. À medida que a jovem estuda, ela passa a ter mais perspectivas de vida, apostando numa profissão. Também adquire maiores informações sobre concepção e como evitá-la. Tende, portanto, a retardar a gravidez. Os métodos anticoncepcionais seguem escala inversa à da fecundidade: 37% dos jovens, homens e mulheres, com mais de 9 anos de escolaridade usam camisinha. A pesquisa revela que, apesar de todas as campanhas educativas, as mensagens sobre os perigos de doenças sexualmente transmissíveis ainda não chegam à maioria dos adolescentes. Apenas 33%, tanto de homens como de mulheres, usaram algum método de prevenção contra a gravidez ou doenças antes da primeira relação sexual.
Sobre a palavra anticoncepcional, assinale o que for correto.