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Prova Técnico Administrativo - UEM
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Questão 1 de 28 Q1957042 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – Monteiro Lobato escreveu o artigo "Paranoia ou mistificação" para rebater as denúncias de Anita Malfatti, publicadas na exposição "O escândalo do petróleo". II – Monteiro Lobato foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção por suas posições antimodernistas, desenvolvidas no tempo em que ele viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. III – Monteiro Lobato vendeu a fazenda que herdou de seu avô para exercer a promotoria em Areias, na região do Vale do Paraíba em 1911.

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Questão 2 de 28 Q1957044 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – Monteiro Lobato trabalhou na divisão "Queixas e Reclamações" do jornal O Estado de S. Paulo, depois de denunciar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos na fazenda que herdou de seu avô. II – A popularidade de Monteiro Lobato aumentou após ser preso pela ditadura Vargas por causa da publicação do livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. III – Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882 e faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

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Questão 3 de 28 Q1957046 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – Nos contos de Cidades mortas, Monteiro Lobato dá a dimensão exata do Vale do Paraíba no início do século XX, sua decadência após a passagem da economia cafeeira, seus costumes e sua gente, o que caracteriza o autor como regionalista. II – O regionalismo e a denúncia da realidade brasileira presentes na obra de Monteiro Lobato permitem que ele seja estudado como um pré-modernista, embora tenha assumido posições antimodernistas no plano puramente estético. III – Na literatura infantil lobatiana, há facetas do povo brasileiro com personagens representativos. Além disso, O Sítio do Picapau Amarelo é imagem do próprio Brasil.

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Questão 4 de 28 Q1957048 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – O Jornal O Estado de S. Paulo percebeu o valor da escrita de Monteiro Lobato depois de este publicar uma crítica à obra de Anita Malfatti no texto "Paranoia ou mistificação?". II – A Companhia Editora Nacional, fundada em 1944 por Monteiro Lobato, servia para expor ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura atuava para impedir a exploração de petróleo no Brasil. III – A vasta obra de Monteiro Lobato tornou-se pública depois que o autor integrou o grupo literário do Minarete, quando iniciou seus estudos na Faculdade de Direito do Largo São Francisco.

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Questão 5 de 28 Q1957050 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Di Cavalcanti revoltaram-se com o conservadorismo de Lobato porque eram avessos à verdadeira revolução artística que se iniciava em terras paulistas. II – O fato de ficção e realidade se misturam em torno do problema do petróleo na obra "O poço do Visconde" é um exemplo de que a literatura infantil lobatiana, além do caráter moralista e pedagógico, não abandona a luta pelos interesses nacionais empreendida pelo autor. III – Um tema abordado por Monteiro Lobato em Negrinha foi o preconceito racial e a situação dos negros após a abolição.

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Questão 6 de 28 Q1957052 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – No livro A menina do narizinho arrebitado, as personagens são gordas senhoras que adotavam meninas negras para escravizá-las em trabalhos caseiros. II – O artigo "Paranoia ou mistificação?, no qual Monteiro Lobato critica a pintura de Anita Malfatti, é um exemplo de posições antimodernistas assumidas pelo autor. III – O caboclo Jeca Tatu é a personagem principal do livro O poço do Visconde, obra em que Monteiro Lobato descreve e analisa o tipo humano característico da região do Vale do Paraíba.

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Questão 7 de 28 Q1957054 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

Monteiro Lobato (José de Nicola)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, Estado de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Após os primeiros estudos em sua cidade natal, matricula-se, em 1900, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tornando-se um dos integrantes do grupo literário do Minarete. Nessa época, inicia suas atividades junto à imprensa. Formado, exerce a promotoria pública em Areias, na região do Vale do Paraíba. Em 1911, herda de seu avô uma fazenda, passando a dedicar-se à agricultura. Três anos depois, um acontecimento definiria a carreira literária de Lobato: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreve uma "indignação" intitulada "Velha praga" e a envia para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo. O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu. A partir daí, os fatos se sucedem: Lobato vende a fazenda, publica Urupês, seu primeiro livro, funda a Editora Monteiro Lobato & Cia., a primeira editora nacional, e, mais tarde, a Companhia Editora Nacional e a Editora Brasiliense, esta em 1944. De 1927 a 1931, Lobato viveu em Nova York, nos Estados Unidos, como adido comercial. Admirado com a exploração dos recursos minerais, ao retornar ao Brasil, fundou o Sindicato do Ferro e a Cia. Petróleos do Brasil, passando a enfrentar a fúria das grandes empresas multinacionais e os "obstáculos" impostos pelo governo brasileiro. Dessa situação resultou outra "indignação" de Lobato: o livro-denúncia O escândalo do petróleo, publicado em 1936. Nesse livro, expõe ao leitor como a máquina do calamitoso Ministério da Agricultura "trabalhou" e "trabalha bem" dentro do espírito de "não tirar petróleo, nem deixar que o tirem", para concluir com a famosa frase de Shakespeare: "Há algo de podre no reino da Dinamarca". Sua luta prosseguiria até 1941, quando foi condenado pela ditadura de Vargas a seis meses de detenção. Nos últimos anos de sua vida, colaborou com artigos em jornais brasileiros e argentinos. Faleceu em 5 de julho de 1948, em São Paulo.

De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA. I – A publicação dos livros de contos Urupês, Ideias de Jeca Tatu, Cidades mortas e Negrinha solidificam a popularidade e o prestígio de Monteiro Lobato. II – A obra de Monteiro Lobato é composta tanto pela chamada literatura adulta quanto pela literatura infantil que, além do caráter moralista e pedagógico, não abandona a luta pelos interesses nacionais empreendida pelo autor. III – No livro O escândalo do petróleo, rebatizado como O poço do Visconde, a ficção e a realidade se misturam em torno do problema do petróleo, desencadeado pelo calamitoso Ministério da Agricultura.

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Questão 8 de 28 Q1957055 Q8 da prova

Em "o caboclo Jeca Tatu, a princípio chamado de vagabundo e indolente" (linhas 93-94), a palavra em destaque poderia ser substituída por

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Questão 9 de 28 Q1957062 Q12 da prova

Analise as informações a seguir sobre o fenômeno da crase e depois assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 10 de 28 Q1957064 Q13 da prova

Em "O preconceito racial e a situação dos negros após a abolição foi outro tema abordado pelo autor de Negrinha." (linhas 98-100), o verbo em destaque é

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Questão 11 de 28 Q1957065 Q14 da prova

Em "seus artigos na imprensa aumentaram-lhe a popularidade e o prestígio" (linhas 74-75), a palavra em destaque desempenha a função sintática de

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Questão 12 de 28 Q1957067 Q15 da prova

Em "No entanto, no plano puramente estético, Lobato assumiu posições antimodernistas" (linhas 58-60), a locução em destaque NÃO poderia ser substituída por

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Questão 13 de 28 Q1957068 Q16 da prova

Em "O jornal, percebendo o valor daquela carta, publica-a fora da seção destinada aos leitores, no que acerta, pois a carta provoca polêmica, estimulando Lobato a escrever outros artigos, como por exemplo "Urupês", e a criar seu famoso personagem Jeca Tatu." (linhas 19 a 25), a classificação gramatical correta das ocorrências de "a", em destaque, respectivamente, são

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Questão 14 de 28 Q1957070 Q17 da prova

Em "A partir daí, os fatos se sucedem" (linha 25), a expressão em destaque se refere a

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Questão 15 de 28 Q1957072 Q18 da prova

Em "No entanto, no plano puramente estético, Lobato assumiu posições antimodernistas" (linhas 58 a 60), a expressão em destaque indica

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Questão 16 de 28 Q1957077 Q21 da prova

Em informática, usamos várias siglas. Assinale a alternativa em que a denominação usual está incorreta.

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Questão 17 de 28 Q1957080 Q23 da prova

Tem-se as células A2, A3, A4, A5, A6, A7, A8, A9 e A10, preenchidas no Microsoft Excel com dados. Quer-se que esses dados sejam colocados na mesma ordem, porém, respectivamente, nas células: B1, C1, D1, E1, F1, G1, H1, I1, e J1. Qual é a forma mais prática para fazer isso?

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Questão 18 de 28 Q1957082 Q24 da prova

Relacione as colunas da esquerda (extensões de arquivos) com a coluna da direita, programa recomendado para abertura e indique a sequência correta da coluna da direita.

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Questão 19 de 28 Q1957084 Q25 da prova

Considerando o Microsoft Word 2010, assinale a alternativa correta.

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Questão 20 de 28 Q1957085 Q26 da prova

Considerando que a Constituição Federal de 1988 determinou que a lei regulamentará a individualização da pena, qual é a pena que não pode ser aplicada no Brasil?

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Questão 21 de 28 Q1957087 Q27 da prova

Quando o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo, em virtude de concurso público, adquire a estabilidade?

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Questão 22 de 28 Q1957089 Q29 da prova

De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado do Paraná (Lei Estadual n.º 6.174/1970), durante o estágio probatório, quais são os requisitos necessários que serão apurados para a confirmação do funcionário no cargo efetivo para o qual foi nomeado?

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Questão 23 de 28 Q1957090 Q30 da prova

Considerando o rol elencado no artigo 123 do Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado do Paraná (Lei Estadual n.º 6.174/1970), em qual circunstância não ocorrerá a vacância do cargo público?

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Questão 24 de 28 Q1957096 Q33 da prova

A razão entre o número de professores e o número de alunos em um departamento de uma universidade é de 1 : 20. Sabendo que há 280 alunos vinculados a esse departamento, o número de docentes desse departamento é

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Questão 25 de 28 Q1957099 Q35 da prova

A impressora usada pelos professores de um departamento de uma universidade precisa ter seu toner trocado após a impressão de 10.000 páginas. Sabendo que a demanda média de impressão desse departamento é de 400 páginas por dia, o toner dessa impressora precisa ser trocado, em média, a cada

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Questão 26 de 28 Q1957103 Q37 da prova

Um professor aplicou uma prova, com 2 horas de duração, a uma turma de 60 alunos. E ele verificou que a quantidade de alunos que entregaram a prova após transcorrido um tempo t era sempre proporcional a t, sendo que o último aluno a entregar a prova o fez no prazo máximo fornecido para a resolução da prova. Assim, quando faltavam 42 minutos para o término da prova, ainda restavam quantos alunos fazendo a prova na sala?

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Questão 27 de 28 Q1957106 Q39 da prova

Como o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990) considera a pessoa com 13 anos de idade?

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Questão 28 de 28 Q1957107 Q40 da prova

De acordo com o artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990), sem prejuízo de outras providências legais, quem deve ser obrigatoriamente comunicado nos casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra crianças e adolescentes?

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