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Prova Técnico Administrativo - PARANAEDUCAÇÃO
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Questão 1 de 21 Q1431730 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.

O mar, na rua

– A avenida Atlântica foi castigada por uma big ressaca – informou o pai. E o garoto, inquieto: Castigada por quê? Que foi que ela fez?
De fato, por que o mar tirou da Biblioteca Thomas Jefferson os livros de Truman Capote e os jogou à praia, com raiva? Por que partiu vitrinas, arrebatou joias, vestidos, cristais, espalhando tudo isso por aí, à louca?
Se ele estava aborrecido com os acontecimentos políticos, nesse caso devia traçar um plano de operações e passar o susto nos responsáveis diretos por esses acontecimentos, e não indiscriminadamente. Se alguns deles moram na Avenida Atlântica, usasse de cau tela e habilidade para não molestar os vizinhos, inocentes.
Não. O mar agiu em estado de fúria gratuita, aterrorizando, ferindo, destruindo a esmo. E orgulhoso de sua ferocidade, parecia gabar -se:
– Esta é uma ressaca digna da era nuclear. Nunca vocês viram uma igual.
E corremos todos a vê -la, medrosos e fascinados bichos noturnos. Aos altos edifícios da praia, o mar opunha outros, feitos e desfeitos num instante, e sua arquitetura vencia em capricho os estilos antigos e os modernos; casas de espuma, desabando com frago r e ironia em frente às habitações apavoradas do homem, e seus despojos de água iam invadir balcões, janelões, vestíbulos, garagens e casas de máquinas.
E no meio de sua fúria, o mar faz brincadeiras de humor grosso. Expulsa os automóveis como baratas em pânico e, aos recalcitrantes, empurra e derruba sobre a calçada, de rodas para cima. Dá banho nos transeuntes, de preferência os mais bem vestidos. Se um par de namorados, indiferente a tu do, insiste em ocupar um banco de pedra, banco e namorados submergem numa onda que lhes é especialmente remetida, e que estala como vaia. O banco é arrancado, e lá vão os dois, cobertos de areia e ridículo.
Mas são incidentes cômicos para diminuir a tensão do espetáculo. O que o mar pretende não é divertir pelo grotesco nem castigar os políticos nem purificar os vícios e misérias da cidade, lavando -os na onda amarga. Que importância podemos ter para ele, tão pequeninos em nossa bazófia de diretores de pesca e navegação? Que significam para ele nossas construções, ruas, lojas elegantes, veículos e comodidades? Não foi para destruir esses brinquedos civilizados que o mar alçou o colo.
Deve ter querido apenas manifestar -se o seu poderio, exibir -se a si mesmo como a grande força sem piedade e sem ódio, anterior às criações da cultura, aos ritos sociais. Uma força bela em si, e que atinge a máxima terribilidade em sua beleza. Isto é o mar – sem explicação maior, como a natureza toda, que não explicou ainda ao homem a que veio e nem mesmo porque o criou também a ele.
Mas o homem, diante da natureza, é um verme cabeçudo, e providencia bombas de sucção, sacos de areia, serviços de socorro, improvisa na madrugada a luta contra o mar. Defende sua cidade contra o colosso, e este, afinal, retira -se batido.
(Carlos Drummond de Andrade. Correio da Manhã , 21/04/1963. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17460/o -mar-na-rua)

No texto, o autor descreve o comportamento do mar durante uma ressaca. Assinale a alternativa cuja afirmação reflete a visão do autor sobre a relação entre a natureza e as criações humanas.

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Questão 2 de 21 Q1431732 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.

O mar, na rua

– A avenida Atlântica foi castigada por uma big ressaca – informou o pai. E o garoto, inquieto: Castigada por quê? Que foi que ela fez?
De fato, por que o mar tirou da Biblioteca Thomas Jefferson os livros de Truman Capote e os jogou à praia, com raiva? Por que partiu vitrinas, arrebatou joias, vestidos, cristais, espalhando tudo isso por aí, à louca?
Se ele estava aborrecido com os acontecimentos políticos, nesse caso devia traçar um plano de operações e passar o susto nos responsáveis diretos por esses acontecimentos, e não indiscriminadamente. Se alguns deles moram na Avenida Atlântica, usasse de cau tela e habilidade para não molestar os vizinhos, inocentes.
Não. O mar agiu em estado de fúria gratuita, aterrorizando, ferindo, destruindo a esmo. E orgulhoso de sua ferocidade, parecia gabar -se:
– Esta é uma ressaca digna da era nuclear. Nunca vocês viram uma igual.
E corremos todos a vê -la, medrosos e fascinados bichos noturnos. Aos altos edifícios da praia, o mar opunha outros, feitos e desfeitos num instante, e sua arquitetura vencia em capricho os estilos antigos e os modernos; casas de espuma, desabando com frago r e ironia em frente às habitações apavoradas do homem, e seus despojos de água iam invadir balcões, janelões, vestíbulos, garagens e casas de máquinas.
E no meio de sua fúria, o mar faz brincadeiras de humor grosso. Expulsa os automóveis como baratas em pânico e, aos recalcitrantes, empurra e derruba sobre a calçada, de rodas para cima. Dá banho nos transeuntes, de preferência os mais bem vestidos. Se um par de namorados, indiferente a tu do, insiste em ocupar um banco de pedra, banco e namorados submergem numa onda que lhes é especialmente remetida, e que estala como vaia. O banco é arrancado, e lá vão os dois, cobertos de areia e ridículo.
Mas são incidentes cômicos para diminuir a tensão do espetáculo. O que o mar pretende não é divertir pelo grotesco nem castigar os políticos nem purificar os vícios e misérias da cidade, lavando -os na onda amarga. Que importância podemos ter para ele, tão pequeninos em nossa bazófia de diretores de pesca e navegação? Que significam para ele nossas construções, ruas, lojas elegantes, veículos e comodidades? Não foi para destruir esses brinquedos civilizados que o mar alçou o colo.
Deve ter querido apenas manifestar -se o seu poderio, exibir -se a si mesmo como a grande força sem piedade e sem ódio, anterior às criações da cultura, aos ritos sociais. Uma força bela em si, e que atinge a máxima terribilidade em sua beleza. Isto é o mar – sem explicação maior, como a natureza toda, que não explicou ainda ao homem a que veio e nem mesmo porque o criou também a ele.
Mas o homem, diante da natureza, é um verme cabeçudo, e providencia bombas de sucção, sacos de areia, serviços de socorro, improvisa na madrugada a luta contra o mar. Defende sua cidade contra o colosso, e este, afinal, retira -se batido.
(Carlos Drummond de Andrade. Correio da Manhã , 21/04/1963. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17460/o -mar-na-rua)

De acordo com o texto, como o mar interagia com os objetos e pessoas durante a ressaca?

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Questão 3 de 21 Q1431734 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.

O mar, na rua

– A avenida Atlântica foi castigada por uma big ressaca – informou o pai. E o garoto, inquieto: Castigada por quê? Que foi que ela fez?
De fato, por que o mar tirou da Biblioteca Thomas Jefferson os livros de Truman Capote e os jogou à praia, com raiva? Por que partiu vitrinas, arrebatou joias, vestidos, cristais, espalhando tudo isso por aí, à louca?
Se ele estava aborrecido com os acontecimentos políticos, nesse caso devia traçar um plano de operações e passar o susto nos responsáveis diretos por esses acontecimentos, e não indiscriminadamente. Se alguns deles moram na Avenida Atlântica, usasse de cau tela e habilidade para não molestar os vizinhos, inocentes.
Não. O mar agiu em estado de fúria gratuita, aterrorizando, ferindo, destruindo a esmo. E orgulhoso de sua ferocidade, parecia gabar -se:
– Esta é uma ressaca digna da era nuclear. Nunca vocês viram uma igual.
E corremos todos a vê -la, medrosos e fascinados bichos noturnos. Aos altos edifícios da praia, o mar opunha outros, feitos e desfeitos num instante, e sua arquitetura vencia em capricho os estilos antigos e os modernos; casas de espuma, desabando com frago r e ironia em frente às habitações apavoradas do homem, e seus despojos de água iam invadir balcões, janelões, vestíbulos, garagens e casas de máquinas.
E no meio de sua fúria, o mar faz brincadeiras de humor grosso. Expulsa os automóveis como baratas em pânico e, aos recalcitrantes, empurra e derruba sobre a calçada, de rodas para cima. Dá banho nos transeuntes, de preferência os mais bem vestidos. Se um par de namorados, indiferente a tu do, insiste em ocupar um banco de pedra, banco e namorados submergem numa onda que lhes é especialmente remetida, e que estala como vaia. O banco é arrancado, e lá vão os dois, cobertos de areia e ridículo.
Mas são incidentes cômicos para diminuir a tensão do espetáculo. O que o mar pretende não é divertir pelo grotesco nem castigar os políticos nem purificar os vícios e misérias da cidade, lavando -os na onda amarga. Que importância podemos ter para ele, tão pequeninos em nossa bazófia de diretores de pesca e navegação? Que significam para ele nossas construções, ruas, lojas elegantes, veículos e comodidades? Não foi para destruir esses brinquedos civilizados que o mar alçou o colo.
Deve ter querido apenas manifestar -se o seu poderio, exibir -se a si mesmo como a grande força sem piedade e sem ódio, anterior às criações da cultura, aos ritos sociais. Uma força bela em si, e que atinge a máxima terribilidade em sua beleza. Isto é o mar – sem explicação maior, como a natureza toda, que não explicou ainda ao homem a que veio e nem mesmo porque o criou também a ele.
Mas o homem, diante da natureza, é um verme cabeçudo, e providencia bombas de sucção, sacos de areia, serviços de socorro, improvisa na madrugada a luta contra o mar. Defende sua cidade contra o colosso, e este, afinal, retira -se batido.
(Carlos Drummond de Andrade. Correio da Manhã , 21/04/1963. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17460/o -mar-na-rua)

Assinale a alternativa que cita o sujeito do fragmento a seguir.
“Aos altos edifícios da praia, o mar opunha outros, feitos e desfeitos num instante”.

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Questão 4 de 21 Q1431736 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.

O mar, na rua

– A avenida Atlântica foi castigada por uma big ressaca – informou o pai. E o garoto, inquieto: Castigada por quê? Que foi que ela fez?
De fato, por que o mar tirou da Biblioteca Thomas Jefferson os livros de Truman Capote e os jogou à praia, com raiva? Por que partiu vitrinas, arrebatou joias, vestidos, cristais, espalhando tudo isso por aí, à louca?
Se ele estava aborrecido com os acontecimentos políticos, nesse caso devia traçar um plano de operações e passar o susto nos responsáveis diretos por esses acontecimentos, e não indiscriminadamente. Se alguns deles moram na Avenida Atlântica, usasse de cau tela e habilidade para não molestar os vizinhos, inocentes.
Não. O mar agiu em estado de fúria gratuita, aterrorizando, ferindo, destruindo a esmo. E orgulhoso de sua ferocidade, parecia gabar -se:
– Esta é uma ressaca digna da era nuclear. Nunca vocês viram uma igual.
E corremos todos a vê -la, medrosos e fascinados bichos noturnos. Aos altos edifícios da praia, o mar opunha outros, feitos e desfeitos num instante, e sua arquitetura vencia em capricho os estilos antigos e os modernos; casas de espuma, desabando com frago r e ironia em frente às habitações apavoradas do homem, e seus despojos de água iam invadir balcões, janelões, vestíbulos, garagens e casas de máquinas.
E no meio de sua fúria, o mar faz brincadeiras de humor grosso. Expulsa os automóveis como baratas em pânico e, aos recalcitrantes, empurra e derruba sobre a calçada, de rodas para cima. Dá banho nos transeuntes, de preferência os mais bem vestidos. Se um par de namorados, indiferente a tu do, insiste em ocupar um banco de pedra, banco e namorados submergem numa onda que lhes é especialmente remetida, e que estala como vaia. O banco é arrancado, e lá vão os dois, cobertos de areia e ridículo.
Mas são incidentes cômicos para diminuir a tensão do espetáculo. O que o mar pretende não é divertir pelo grotesco nem castigar os políticos nem purificar os vícios e misérias da cidade, lavando -os na onda amarga. Que importância podemos ter para ele, tão pequeninos em nossa bazófia de diretores de pesca e navegação? Que significam para ele nossas construções, ruas, lojas elegantes, veículos e comodidades? Não foi para destruir esses brinquedos civilizados que o mar alçou o colo.
Deve ter querido apenas manifestar -se o seu poderio, exibir -se a si mesmo como a grande força sem piedade e sem ódio, anterior às criações da cultura, aos ritos sociais. Uma força bela em si, e que atinge a máxima terribilidade em sua beleza. Isto é o mar – sem explicação maior, como a natureza toda, que não explicou ainda ao homem a que veio e nem mesmo porque o criou também a ele.
Mas o homem, diante da natureza, é um verme cabeçudo, e providencia bombas de sucção, sacos de areia, serviços de socorro, improvisa na madrugada a luta contra o mar. Defende sua cidade contra o colosso, e este, afinal, retira -se batido.
(Carlos Drummond de Andrade. Correio da Manhã , 21/04/1963. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17460/o -mar-na-rua)

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto a seguir.
“_____ muitos anos, a Avenida Atlântica foi castigada por uma big ressaca que demonstrou _____ força do mar, destruindo vitrines e jogando livros ____ praia”.

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Questão 5 de 21 Q1431737 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 07.

O mar, na rua

– A avenida Atlântica foi castigada por uma big ressaca – informou o pai. E o garoto, inquieto: Castigada por quê? Que foi que ela fez?
De fato, por que o mar tirou da Biblioteca Thomas Jefferson os livros de Truman Capote e os jogou à praia, com raiva? Por que partiu vitrinas, arrebatou joias, vestidos, cristais, espalhando tudo isso por aí, à louca?
Se ele estava aborrecido com os acontecimentos políticos, nesse caso devia traçar um plano de operações e passar o susto nos responsáveis diretos por esses acontecimentos, e não indiscriminadamente. Se alguns deles moram na Avenida Atlântica, usasse de cau tela e habilidade para não molestar os vizinhos, inocentes.
Não. O mar agiu em estado de fúria gratuita, aterrorizando, ferindo, destruindo a esmo. E orgulhoso de sua ferocidade, parecia gabar -se:
– Esta é uma ressaca digna da era nuclear. Nunca vocês viram uma igual.
E corremos todos a vê -la, medrosos e fascinados bichos noturnos. Aos altos edifícios da praia, o mar opunha outros, feitos e desfeitos num instante, e sua arquitetura vencia em capricho os estilos antigos e os modernos; casas de espuma, desabando com frago r e ironia em frente às habitações apavoradas do homem, e seus despojos de água iam invadir balcões, janelões, vestíbulos, garagens e casas de máquinas.
E no meio de sua fúria, o mar faz brincadeiras de humor grosso. Expulsa os automóveis como baratas em pânico e, aos recalcitrantes, empurra e derruba sobre a calçada, de rodas para cima. Dá banho nos transeuntes, de preferência os mais bem vestidos. Se um par de namorados, indiferente a tu do, insiste em ocupar um banco de pedra, banco e namorados submergem numa onda que lhes é especialmente remetida, e que estala como vaia. O banco é arrancado, e lá vão os dois, cobertos de areia e ridículo.
Mas são incidentes cômicos para diminuir a tensão do espetáculo. O que o mar pretende não é divertir pelo grotesco nem castigar os políticos nem purificar os vícios e misérias da cidade, lavando -os na onda amarga. Que importância podemos ter para ele, tão pequeninos em nossa bazófia de diretores de pesca e navegação? Que significam para ele nossas construções, ruas, lojas elegantes, veículos e comodidades? Não foi para destruir esses brinquedos civilizados que o mar alçou o colo.
Deve ter querido apenas manifestar -se o seu poderio, exibir -se a si mesmo como a grande força sem piedade e sem ódio, anterior às criações da cultura, aos ritos sociais. Uma força bela em si, e que atinge a máxima terribilidade em sua beleza. Isto é o mar – sem explicação maior, como a natureza toda, que não explicou ainda ao homem a que veio e nem mesmo porque o criou também a ele.
Mas o homem, diante da natureza, é um verme cabeçudo, e providencia bombas de sucção, sacos de areia, serviços de socorro, improvisa na madrugada a luta contra o mar. Defende sua cidade contra o colosso, e este, afinal, retira -se batido.
(Carlos Drummond de Andrade. Correio da Manhã , 21/04/1963. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17460/o -mar-na-rua)

“Mas o homem, diante da natureza, é um verme cabeçudo”.
Considerando apenas a afirmação selecionada, assinale a alternativa em que a classificação da palavra está INCORRETA.

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Questão 6 de 21 Q1431741 Q8 da prova

Paulo recebeu 348 bolinhas de gude de seu tio, 89 bolinhas de gude de sua prima e 196 bolinhas de gude de seu avô. Contudo, ele decidiu compartilhá -las com seus amigos e doou 1/3 de todas as bolinhas que recebeu. Sabendo disso, com quantas bolinhas de gude Paulo ficou?

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Questão 7 de 21 Q1431749 Q13 da prova

Pedro começou a economizar dinheiro em janeiro. No primeiro mês, ele economizou R$ 200,00. A cada mês subsequente, ele economiza R$ 50,00 a mais do que no mês anterior. Quanto Pedro terá economizado ao todo ao final de 12 meses?

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Questão 8 de 21 Q1431750 Q14 da prova

Considere a seguinte sequência de letras: C, J, Q, X, ... Qual é a próxima letra na sequência?

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Questão 9 de 21 Q1431752 Q15 da prova

A ID de anúncio no Windows 10 é uma ferramenta utilizada por desenvolvedores de aplicativos e redes de publicidade para fornecer anúncios mais relevantes aos usuários. Considerando as práticas de privacidade e segurança da informação, qual das seguintes alternativas está CORRETA sobre a gest ão da ID de anúncio no Windows 10?

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Questão 10 de 21 Q1431757 Q18 da prova

Em Tecnologia da Informação (TI), a eficiência refere -se à capacidade de realizar tarefas de forma rápida e com o mínimo de recursos, enquanto a eficácia é a capacidade de atingir os objetivos desejados. Considerando esses conceitos, qual das seguintes práticas é mais eficaz e eficiente para prevenir ataques de phishing que visam obter informações confidenciais dos funcionários em um ambiente corporativo?

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Questão 11 de 21 Q1431761 Q20 da prova

Atualmente, tanto a Microsoft quanto o Google oferecem serviços de nuvem que permitem a colaboração simultânea em documentos. Essas plataformas são fundamentais para ambientes corporativos que exigem um trabalho colaborativo eficiente. Considerando isso, qual recurso é mais apropriado para permitir aos usuários colaborar simultaneamente em um mesmo documento, facilitando o gerenciamento compartilhado de informações?

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Questão 12 de 21 Q1431762 Q21 da prova

De acordo com o Regimento Interno do Paranaeducação , o Conselho de Administração do Paranaeducação é composto por 5 (cinco) membros natos e 7 (sete) membros efetivos. Sobre o assunto, analise os itens a seguir.

I – O Secretário de Estado da Educação.
II – O Secretário de Estado da Cultura.
III – O Secretário de Estado do Planejamento e Coordenação Geral.
IV – O Secretário de Estado da Comunicação.
V – O Presidente do Conselho Estadual de Educação.

Agora, assinale a alternativa que indica somente itens que contêm membros natos do Conselho de Administração.

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Questão 13 de 21 Q1431767 Q24 da prova

Considerando os três grandes Modelos de Administração Pública brasileiros, encontramos um que se destaca pelas seguintes características.

I – Ênfase na organização de uma forte e rígida hierarquia.
II – Foco nas normas e estrutura como forma de facilitar o controle da atividade desenvolvida.
III – Maior preocupação com métodos e processos de trabalho do que com resultados propriamente ditos.
IV – Predominância dos princípios do profissionalismo e formalização.

As características acima correspondem a qual Modelo de Administração Pública?

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Questão 14 de 21 Q1431769 Q25 da prova

Analise os seguintes benefícios.

I – Alto nível de segurança proporcionado por criptografia avançada.
II – Independência de HDs físicos.
III – Redução de custos, sobretudo em termos de instalação.
IV – Baixa manutenção.
V – Backups automáticos.

Entre as alternativas a seguir, a única que traz uma tecnologia capaz de proporcionar todos os benefícios listados acima é o(a):

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Questão 15 de 21 Q1431771 Q26 da prova

Analise os itens a seguir e, depois, assinale a alternativa que traz de forma CORRETA os termos que representam cada um deles.

I – Ocupado por servidor público.
II – Ocupado por empregado público que pode atuar em entidade privada ou pública da Administração indireta.
III – Conjunto de atribuições destinadas aos agentes públicos, abrangendo tipos temporário e de confiança.

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Questão 16 de 21 Q1431776 Q29 da prova

Leia com atenção as afirmativas a seguir, que abordam o tema atendimento ao público.

I – A existência de uma cultura de comportamento ético dentro do ambiente organizacional reflete de forma positiva nas rotinas de atendimento ao público.
II – Entre as posturas que um servidor público pode assumir diante do contribuinte, a postura defensiva ao lidar com o público é positiva porque auxilia na garantia de um bom atendimento.
III – Ao contrário do que acontece com empresas privadas, que enfrentam forte concorrência, as empresas públicas não precisam se preocupar em ofertar um bom atendimento ao público.
IV – Competências comportamentais como empatia, objetividade e respeito devem ser desenvolvidas porque contribuem de forma positiva para a promoção de um bom atendimento ao público.

Quais das afirmativas acima estão CORRETAS quanto ao atendimento ao público?

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Questão 17 de 21 Q1431784 Q34 da prova

“Existem muitos tipos diferentes de backup , cada um mais apropriado a determinado tipo de situação. Por exemplo: o backup __________ faz a cópia dos arquivos criados ou modificados desde o backup anterior, armazenando apenas o que é diferente da cópia anterior. Já o backup __________ faz uma cópia de todos os arquivos que há no computador e, apesar de mais demorado, engloba todos os arquivos existentes na máquina”.

Qual das alternativas a seguir completa, respectivamente, os tipos de backup mencionados no enunciado de forma CORRETA?

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Questão 18 de 21 Q1431787 Q36 da prova

Com relação à Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 19 de 21 Q1431789 Q37 da prova

Sobre as relações humanas no ambiente de trabalho e o atendimento ao público, assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 20 de 21 Q1431791 Q38 da prova

Analise a seguinte situação.

“Durante um atendimento ao contribuinte, um servidor público entra em contato com informações confidenciais que não devem ser expostas para não constranger ou prejudicar o cidadão atendido. Diante disso, o servidor age de forma discreta e se compromete a passar as informações obtidas apenas a quem realmente precisa ter acesso a elas para que o problema do contribuinte seja resolvido”.

Agora, assinale a alternativa que cita os princípios básicos do bom atendimento ao público demonstrados pelo servidor em questão.

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Questão 21 de 21 Q1431792 Q39 da prova

O Modelo de Administração Pública Gerencial é definido por diversas características. Indique a alternativa que traz de forma CORRETA uma dessas características.

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