Em uma enfermaria de clínica médica, internou-se uma paciente com lesões líticas visualizadas na tomografia de coluna lombar. Ao exame físico, ela apresentava sonolência, fraqueza e desidratação. Um familiar relatou que o quadro se agravou há uma semana. Também havia constipação no último mês quando deixou de deambular devido às dores dorsais. Exames complementares demonstravam: anemia normocítica e normocrômica (Hb 8,5 g/dL), cálcio sérico em 14,2 mg/dL, globulina em 10 g/dL, albumina em 3,2 g/dL. Sobre o caso descrito e a conduta adequada, é correto afirmar que
Um paciente de 57 anos saiu do consultório de seu clínico assistente com uma prescrição médica que continha, dentre outras medicações, a substância finerenona. Tal droga tem indicação de uso na seguinte situação clínica:
Na modalidade oral da profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), o esquema usado é de
Homem de 45 anos, previamente hígido, realiza colonoscopia de rastreamento para câncer colorretal, sem história familiar da doença. O exame endoscópico revelou dois pólipos ressecados: um pólipo hiperplásico de 4 mm, localizado no reto; e um pólipo de 6 mm, no cólon sigmoide, cuja análise histopatológica evidenciou hiperplasia polipoide composta por glândulas tubulares e retas, sem atipias citológicas, associada a discreto infiltrado linfoplasmocitário e leve edema do córion. Não houve sangramento, dor ou complicações durante o procedimento. Considerando as diretrizes atuais de rastreamento para câncer colorretal, a conduta mais apropriada é realizar colonoscopia
Homem de 45 anos é acompanhado ambulatorialmente por nódulo tireoidiano. Não há linfadenomegalias cervicais e o nódulo mede 2,2 cm. TSH está dentro da normalidade e não há sintomas compressivos. Após biópsia por punção aspirativa com agulha fina (PAAF) de nódulo sólido, hipoecoico, com margens irregulares, detectado ao ultrassom no lobo esquerdo da tireoide, o laudo citológico classifica o material como: Bethesda III – atipia de significado indeterminado/lesão folicular de significado indeterminado (AUS/FLUS). Diante dessa situação, a conduta mais adequada é
Mulher de 48 anos, sem comorbidades, é avaliada em consulta ambulatorial após detecção incidental de um nódulo em lobo direito da tireoide, durante exame físico de rotina. Refere boa saúde geral, sem sintomas compressivos ou disfônicos. Ao exame, palpa-se nódulo firme, móvel à deglutição, de 2 cm, indolor, sem linfadenomegalias cervicais. Não há antecedentes familiares de câncer de tireoide ou exposição à radiação cervical. TSH sérico está dentro da faixa de normalidade. Ultrassonografia da tireoide mostra nódulo sólido, hipoecoico, com margens levemente irregulares, microcalcificações finas e ausência de halo periférico, compatível com classificação TI-RADS 4. Considerando o caso descrito, a próxima etapa na condução é
Uma mulher de 43 anos, com diagnóstico de miastenia gravis há três anos, foi internada para investigação de dispneia. A doença havia sido caracterizada como generalizada, com altos títulos de anticorpos contra o receptor de acetilcolina (AChR). Após tratamento adequado e melhora clínica, uma massa mediastinal foi identificada na tomografia computadorizada, com suspeita de timoma. A paciente evoluía bem, em uso de piridostigmina e corticosteroide oral. Considerando a situação clínica apresentada, a conduta mais apropriada é
Paciente de 58 anos, portador de adenocarcinoma gástrico em tratamento quimioterápico há 3 meses, foi internado por quadro de confusão mental, alteração da marcha e diplopia. O exame físico revela ataxia cerebelar, nistagmo horizontal bilateral e paralisia do sexto par de nervo craniano à direita. A família relatou inapetência importante e perda ponderal de 15 kg nos últimos 2 meses, além de episódios de vômitos frequentes relacionados à quimioterapia. Considerando o quadro descrito, a conduta terapêutica mais apropriada é
































