Qual das alternativas abaixo NÃO representa um fator de risco para a urolitíase na faixa etária pediátrica?
Qual das alterações imunológicas listadas abaixo NÃO é considerada um critério para o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil, de acordo com o Colégio Americano de Reumatologia?
Maria vem para consulta ambulatorial com seu filho de 6 meses para iniciar a transição alimentar. Sobre este tema, assinale a alternativa CORRETA.
Crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) são frequentemente acometidas por distúrbios do sono. Qual das alternativas abaixo contempla a melhor opção para o tratamento farmacológico, baseado nas melhores evidências científicas atualmente disponíveis, para distúrbios do sono em crianças com TEA?
Pré-escolar masculino, 4 anos de idade, com história de febre, tosse e cansaço há 10 dias, encontra-se há 5 dias em Emergência Pediátrica – área vermelha – por falta de vaga em Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrico (UTIP), com hipótese diagnóstica de Pneumonia Adquirida na Comunidade. Em uso de máscara não reinalante, venóclise e no quinto dia de Ceftriaxona, menor persiste com febre (4 picos diários), e na avaliação atual do plantonista, além de constatar a persistência da taquidispneia, o percebeu toxemiado. Ausculta pulmonar foi caracterizada por ausência de murmúrio vesicular em base de hemitórax direito. Solicitada nova Radiografia do Tórax (RXT), a qual evidenciou hipotransparência em lobos médio e inferior direito, com apagamento dos seios costal e cardiofrênicos ipsilateral, além de pequenas imagens que se assemelham a pneumatoceles em lobo superior direito, alterações essas não identificadas em RXT da admissão. Neste observava-se área de hipotransparência em parte do lobo inferior direito. Menor mantém-se dependente de suporte de oxigênio, além de queda importante do Estado Geral. Diante do atual quadro clínico/radiológico do pré-escolar, o Plantonista além de acionar o cirurgião pediátrico e tentar vaga em UTIP, deverá
Recém-nascido com 36 semanas e 4 dias de idade gestacional nasceu com Apgar 1’:6 e 5’:8, de parto vaginal, após genitora chegar em período expulsivo na emergência obstétrica. Realizou pré-natal com 7 consultas e refere duas infecções urinárias durante a gestação, todas tratadas e com controle de cura. Na admissão para o parto, a mãe apresentou temperatura axilar de 38,2°C. Exame físico: hipoatividade, discreto desconforto respiratório e resíduo gástrico em borra de café, sem outras alterações. A conduta adequada para esse paciente será:
Manoel, 5 meses, foi levado pela mãe para emergência pediátrica por quadro de tosse, febre baixa e inapetência há 3 dias. Foi o primeiro episódio de doença da criança. Ao exame, a pediatra verificou FR = 64ipm, SpO2 91%, tiragem subcostal e sibilos expiratórios em AHT, optando por internamento para oxigenoterapia. Sobre a doença que levou ao internamento, é CORRETO afirmar que
Assinale a alternativa que contém alterações laboratoriais fortemente sugestivas de Linfohistiocitose Hemofagocítica na pediatria.
Clara, 15 meses, vem apresentando quadro de febre elevada, coriza e tosse há quatro dias. Nas últimas 12 horas, vem apresentando dispneia importante e, ao ser levada pelos pais à emergência, precisou ser intubada devido à síndrome da angústia respiratória aguda por provável infecção viral. Que medidas profiláticas poderiam evitar casos como o de Clara?
Diante de um escolar com faringotonsilite aguda, com Teste rápido de detecção do antígeno estreptocócico positivo, qual dos antibióticos listados abaixo NÃO deve ser utilizado?
Atualmente, qual é o principal (mais frequente) agente infeccioso responsável por surdez sensorioneural congênita ao nascimento?
Recém-nascido com 36 semanas e 4 dias de idade gestacional nasceu com Apgar 1’:6 e 5’:8, de parto vaginal, após genitora chegar em período expulsivo na emergência obstétrica. Realizou pré-natal com 7 consultas e refere duas infecções urinárias durante a gestação, todas tratadas e com controle de cura. Na admissão para o parto, a mãe apresentou temperatura axilar de 38,2°C. Exame físico: hipoatividade, discreto desconforto respiratório e resíduo gástrico em borra de café, sem outras alterações. A conduta adequada para esse paciente será a seguinte:
Criança de 12 anos, sexo masculino, foi encaminhado para o Ambulatório de Hepatologia Pediátrica, por apresentar hepatomegalia, icterícia colestásica e aumento de transaminases, identificados por Pediatra há um mês. Sorologias dos principais agentes infecciosos virais causadores de hepatite aguda foram negativas. Em consulta de rotina com Oftalmologista, foi identificado o anel de Kayser-Fleischer. Diante desses achados, o Hepatologista suspeitou da Doença de Wilson. Qual dos resultados de exames laboratoriais listados abaixo corrobora essa hipótese diagnóstica?
A principal manifestação clínica, a qual geralmente é a mais precoce, em lactentes, que faz o Pediatra suspeitar da Síndrome da enterocolite induzida por proteína alimentar (FPIES), fenótipo agudo, é a seguinte:
Adolescente masculino, 13 anos, sobrepeso (pela curva do IMC x idade, da OMS) queixa-se de dor intermitente na parte anterior da perna direita há semanas. Nega dor em outras partes do corpo, febre ou perda de peso. Relata que a queixa sempre ocorre após a prática de exercícios físicos. Ao exame clínico, Pediatra apenas identificou discreto aumento de volume e dor à palpação na tuberosidade anterior da tíbia direita do adolescente. Diante do exposto, a principal hipótese diagnóstica é de
Considere um escolar com diagnóstico de cetoacidose diabética, recém internado em Unidade de Terapia Intensiva, após uma hora da expansão volêmica e com glicemia superior a 400 mg/dL. O pediatra intensivista deverá iniciar a insulino terapia, com insulina regular em bomba de infusão, na velocidade de (U de insulina regular/kg/h)
Miguel de 1 ano e 2 meses de idade tem história de bronquiolite aos 10 meses de vida. Desde então, apresentou 5 episódios de sibilância com necessidade de idas à emergência e melhora após uso de salbutamol inalatório. Qual é a melhor conduta terapêutica inicial nesse caso?
Lactente feminino de 6 meses de vida, proveniente da Zona da Mata do Estado, é encaminhada ao Ambulatório de Neuropediatria de um Hospital de referência, por apresentar atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Na consulta, a avaliação neurológica evidenciou hipotonia universal, hipomimia facial, indiferença aos estímulos do ambiente, além de estrabismo convergente, bem como ausência do movimento de abdução dos olhos, achados esses compatíveis com paralisia bilateral do VI e VII pares cranianos. Também foi identificada a presença de pés tortos. Ao conversar com a mãe da menor, ela afirmou ter feito uso de ‘comprimidos’ no primeiro trimestre de gravidez com o intuito de abortar. Ao término da consulta, a profissional deverá suspeitar que a lactente é, provavelmente, portadora da Síndrome
Sobre as alterações fisiopatológicas observadas em uma criança com desnutrição energético-proteica, podemos afirmar que NÃO ocorre
A Síndrome de Lise Tumoral (SLT) representa uma emergência oncológica a qual pode ocorrer de forma espontânea ou após o início da terapêutica quimioterápica. Uma das complicações mais temíveis da SLT é a lesão renal aguda. Todas as alterações laboratoriais são clássicas na SLT, EXCETO
Qual é o papel do formoterol no manejo da exacerbação da asma em crianças?
Um Recém-nascido, filho de mãe com diagnóstico de infecção pelo HIV, poderá ser considerado baixo risco na seguinte situação:
De acordo com as atuais Diretrizes para o Tratamento da Sepse e Choque séptico na Pediatria, qual a droga de primeira escolha a ser administrada em pré-escolar em choque séptico hipotensivo e refratário à fluidoterapia inicial?
Recém-nascido de 41 semanas de idade gestacional nasceu de parto cesáreo por genitora não desejar induzir parto vaginal. Pré-natal completo, sem intercorrências. Apresentou Apgar 1’:6 e 5’:9 e evoluiu com desconforto respiratório em sala em parto. Exame físico: estado geral regular, dispneico, TSC +2/+4, TIC +2/+4, gemente, hipoativo. AR: murmúrio vesicular presente com estertores grossos difusos, FR: 72ipm, SatO2 90%. Presença de mecônio impregnado em unhas e coto umbilical. O diagnóstico mais provável para esse paciente é o seguinte:
Cristina de 7 anos apresenta história de placas eritematosas, elevadas, pruriginosas, sem angioedema associado, no 6º dia de uso de amoxicilina para tratamento de uma amigdalite. Usou amoxicilina previamente para tratamento de uma otite e não apresentou reações. Qual é o diagnóstico e a melhor conduta?
Entre os fármacos listados abaixo utilizados na prática pediátrica, assinale aquele que está menos relacionado à injúria/insuficiência hepática aguda induzida por medicamentos.
Crianças com hiponatremia grave (sódio sérico menor que 120 mEq/L) devem receber solução salina hipertônica a 3%, numa velocidade de infusão que forneça até 1-2 mEq/Kg/h desse eletrólito. Qual o nome da complicação mais temível que decorre da correção rápida de sódio?
Gustavo tem 15 anos e apresenta quadro de hidroadenite supurativa de repetição em região axilar. Já fez tratamento com antibióticos tópicos e sistêmicos, sem resposta. Nesse caso, devemos pensar na possibilidade de cofatores, como
A epilepsia ausência da infância (EAI) é uma síndrome epiléptica, caracterizada por inúmeras crises de ausência ao longo do dia, desencadeadas, muitas vezes, por hiperventilação. Diante de um escolar com EAI, qual dos fármacos abaixo constitui a primeira linha de tratamento?
Paciente de 3 meses, pesando 5Kg, nascido termo, parto vaginal e com calendário vacinal atualizado está internado com hipótese diagnóstica de bronquiolite. No segundo dia de internamento, evoluiu com piora do padrão respiratório, com importante tiragem subcostal, tiragem intercostal, retração de fúrcula e batimentos de asa nasal. A ausculta pulmonar, que era simétrica e com estertores e sibilos difusos, evoluiu com assimetria e significativa redução à esquerda. Após 2 horas de ventilação não invasiva, paciente seguia com quadro de desconforto respiratório e saturação periférica de oxigênio máxima de 87% com FiO2 50%. Você optou por intubar paciente. Seguem as imagens referentes ao momento imediatamente posterior à intubação e 6 horas após o início da ventilação mecânica. Diante do caso, qual complicação o paciente apresentou, sua conduta e materiais utilizados?
Paciente com 3 anos, portador de trissomia do cromossomo 21, já confirmado com avaliação clínica e exame genético, está em seguimento ambulatorial. No momento, mantém-se assintomático, com avaliação clínica observando bom estado geral, corado e anictérico, ausculta pulmonar e cardíaca normais, com abdome semigloboso, RHA+ depressível, sem visceromegalias; hipermobilidade articular. Diante da condição genética, algumas precauções e pesquisa de quadros clínicos relacionados. Quais exames devem ser solicitados durante essa avaliação anual ambulatorial?
Criança de 5 anos vinha com quadro de sintomas de secreção, tosse e coriza há 11 dias, quando apresentou piora da sintomatologia, com queda significativa do estado geral e início de febre alta sustentada nos últimos 3 dias. Genitora muito preocupada levou sua criança em consulta com médico assistente. Qual o diagnóstico e a conduta direcionada para o tratamento do quadro nesse momento?
Paciente de 7 anos vem para acompanhamento de rotina já com diagnóstico de asma e rinite alérgica, porém estava com sintomas controlados desde a última consulta (há 4 meses), tendo sido suspensa medicação de manutenção. Durante a entrevista, você entende que ele tem apresentado rinorreia hialina de forma esporádica (2 a 3 vezes a cada 15 dias) com espirros em salvas diários, com roncos noturnos e sonolência durante as aulas desde a cessação das medicações. Genitora refere que já foi chamada na escola duas vezes nesse período para conversa acerca do comportamento da criança. Nega uso de corticoides tópicos ou sistêmicos e nega uso de beta 2 agonista de curta duração inalatório. Qual sua definição diagnóstica e conduta frente ao quadro?

































