Um dos parâmetros que pode ser ajustado para prevenir complicações induzidas pela ventilação mecânica é a pressão positiva ao final da expiração (PEEP). Ela deve sempre ser ajustada de forma individualizada, com objetivo de encontrar a PEEP “ideal” para minimizar seus efeitos adversos. Um efeito adverso de um ajuste de PEEP acima do ideal é o(a):
Em observância à interação cardiopulmonar da paciente, o impacto esperado na distribuição das zonas pulmonares de West é de:
Em relação à fisiologia cardíaca, a repercussão esperada nesse caso é:
O plano de atendimento fisioterapêutico durante a internação pré-operatória desse paciente deve conter:
Mulher de 64 anos, com história patológica pregressa de doença pulmonar obstrutiva crônica moderada, é internada para realização de gastrectomia total de adenocarcinoma gástrico. No quinto dia de pós-operatório, a paciente apresentou insuficiência respiratória aguda, necessitando de intubação orotraqueal. Após duas falhas de extubação, ela foi traqueostomizada, e a equipe de fisioterapia iniciou o processo de desmame ventilatório. Com o sucesso do desmame, a equipe multidisciplinar decidiu iniciar o processo de decanulação, já que a paciente apresentava Pemáx = 65cmH2O, fluxo máximo da tosse = 170L/min e teste de corante negativo. Sobre a decisão da equipe, avalia-se que foi:
Paciente de 36 anos, com hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabético e dislipidêmico, procurou atendimento fisioterapêutico, devido à crise de dor cervical associada à migrânea de forte intensidade. O paciente relata que as crises atuais têm sintomas mais fortes que os já vivenciados, além de levar a episódios de tontura e quedas. Durante a avaliação fisioterapêutica, foi identificada redução da amplitude de movimento ativa no início da rotação para a direita e extensão cervical. A palpação revelou aumento de tensão dos músculos suboccipitais, esternocleidomastóideo e escalenos. Visando prosseguir com a prescrição do tratamento, foram solicitados exames de radiografia cervical, de Doppler e de ressonância magnética, que não evidenciaram alterações. Com base no caso descrito, a conduta mais adequada por parte do fisioterapeuta é realizar:
Adolescente internada para investigação de miopatia, ao exame fisioterapêutico apresentou quadro de tetraparesia flácida, independente, durante as trocas posturais no leito e para assumir sedestação. Entretanto, quando sentada, verificou-se limitação para assumir posição ortostática, além de necessitar de auxílio durante a realização da segunda fase da tarefa. Considerando as fases que envolvem a mudança da posição sentada para a de pé, os músculos possivelmente acometidos, respectivamente, são:
Homem de 27 anos, previamente hígido, procurou avaliação fisioterapêutica devido a quadro de vertigem, náusea e alteração de equilíbrio durante as atividades de vida diária. Durante exame subjetivo, o fisioterapeuta avaliou a hipótese de quadro de vertigem posicional paroxística benigna por acometimento do canal semicircular posterior. A descrição da manobra diagnóstica para esse caso e sua adequada interpretação, respectivamente, são:
Sobre o teste realizado pela equipe de fisioterapia, é correto afirmar que ele é:
Devido ao descondicionamento apresentado pelo paciente, o fisioterapeuta decide implementar o treino físico aeróbico, cujos benefícios são:
A estabilização inicial do RN deve ser realizada com a adoção de medidas que:
Como correção cirúrgica, o procedimento híbrido é uma opção alternativa ao primeiro estágio da técnica clássica de reparo em estágios, sendo realizado durante a primeira semana de vida. No pós-operatório, o equilíbrio entre os fluxos sanguíneos sistêmicos e pulmonar e a garantia de oferta de oxigênio (O2) aos tecidos dependem de vários fatores como: associação de drogas vasoativas, estratégia ventilatória, reposição volêmica e manutenção da pressão arterial média em 50mmHg. Para a gasometria arterial, as orientações compreendem que:
Paciente de 9 anos, com diagnóstico de leucemia linfóide aguda (LLA), no pós-operatório imediato de tumor primário, queixa-se de fadiga e fraqueza muscular generalizada, o que o faz permanecer em repouso e contribui para manutenção da inatividade e consequente descondicionamento. O objetivo principal da fisioterapia, nesses casos, é evitar a síndrome da imobilidade.
A intervenção da fisioterapia em crianças com LLA em tratamento de quimioterapia deve ser realizada o mais cedo possível e com maior ênfase nas atividades, a fim de melhorar a resistência e a qualidade de vida. No entanto, no caso de plaquetas com valores de 20.000 a 30.000/mm³, são indicados exercícios:

































