Os inibidores de SGLT2 são medicações usadas no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 que apresentam, como principal indicação,
hiperglicemia, acidose metabólica e hipocalemia.
I. Influenza. II. Pneumococos. III. Hepatite B. Está correto o que se apresenta em
apenas dieta e exercícios físicos.
titular dose de metformina para 2,5 g/dia.
aumentar a dose de insulina glargina para alcançar uma meta de HbA1c < 7%.
retirar a dapagliflozina, pois a TFGe < 45 mL/min contraindica seu uso.
apresentam meia vida e biodisponibilidade semelhantes aos da insulina NPH.
uma superdosagem de insulina fornecida por esse sistema.
os análogos de GLP1 são uma boa opção de tratamento pois, além da melhora glicêmica, agregam perda de peso, proteção renal e cardiovascular.
a avaliação do perfil lipídico dessa paciente não tem validade pois ela não fez o jejum mínimo de 12h para a coleta.
reduzir eventos cardiovasculares em pelo menos 50%.
o aumento dos triglicerídeos e do LDL.
introduzir uma dieta mais restritiva e orientar atividade física de alto impacto.
outras causas de lesão renal, que não o DM, devem ser investigadas.
ezetimibe como primeira opção.
A obesidade é uma doença crônica e deve ser tratada com o uso de medicações por tempo prologado.
O Fibrosis-4 (Fib-4) é uma ferramenta útil de rastreio desses doentes e deve ser usado para definir aqueles com risco aumentado de fibrose.
iniciar imediatamente cálcio endovenoso, devido à hipocalcemia grave, e encaminhar para paratiroidectomia de urgência.
níveis de T4 livre.
iniciar glicocorticoide oral.
prednisona como tratamento de escolha para alívio da dor e com potencial de redução do risco de evolução para hipotireoidismo.
trata-se de um nódulo TI -RADS 4, e a sua punção é recomendada independentemente dos resultados dos exames laboratoriais.
calcitonina.
manter a dose de levotiroxina e não indicar radioiodoterapia, pois trata-se de paciente com Ca papilífero baixo risco.
indicar paratireoidectomia minimamente invasiva.
envelhecimento.
estrogênio vaginal em baixa dose.
terapia hormonal até a idade habitual da menopausa.
anticoncepcional combinado.
A adrenalectomia direita está indicada para o tratamento da hipertensão desse paciente.
realizar a adrenalectomia unilateral, mas avaliar antes autonomia de secreção do cortisol.
dosar metanefrinas urinárias e plasmáticas.
iniciar cabergolina em dose baixa e reavaliar a prolactina em um mês.
a dosagem de cortisol livre urinário.
receber hidratação venosa e hidrocortisona intravenosa ou intramuscular.
realizar cirurgia transesfenoidal para ressecção do adenoma.
pedir uma tomografia de abdômen com contraste para avaliar as adrenais dessa paciente.
a paciente é portadora de puberdade precoce central, e pelo avanço da idade óssea se beneficiará de tratamento.
solicitar dosagem de IGF-1 e IGFBP-3, além de teste de estímulo para avaliação do eixo GH-IGF-1.
































