Os fatores de risco cardiovasculares ambientais são cada vez mais reconhecidos como importantes contribuintes para a elevada morbimortalidade global associada a esse grupo de doenças. Em relação aos efeitos nocivos da poluição atmosférica sobre o sistema cardiovascular, avalie as afirmativas a seguir. I. A exposição crônica a níveis elevados de PM2.5 está associada ao aumento do risco de infarto do miocárdio e morte cardiovascular. II. A exposição ao PM2.5 não está relacionada ao aumento do risco de eventos cerebrovasculares. III. A associação de hipertensão arterial e PM2.5 atmosférico já foi observada tanto em regiões de baixa quanto de elevada exposição. Está correto apenas o que se afirma em
A estimativa do risco cardiovascular, antes da indicação de medidas de prevenção primária, requer uma avaliação individualizada minuciosa. Nesse contexto, além da identificação de fatores de risco tradicionais, como hipertensão arterial e dislipidemia, o diagnóstico de fatores agravantes de risco é fundamental para uma avaliação mais precisa. Das opções a seguir, assinale a que não representa um fator agravante do risco cardiovascular, caso esteja presente nesse cenário.
O tratamento medicamentoso da síndrome coronariana crônica é um componente terapêutico fundamental para a melhora da qualidade de vida e a redução de desfechos clínicos adversos. Nesse contexto, os betabloqueadores são fármacos que podem auxiliar no controle de sintomas anginosos, mas algumas situações clinicas podem restringir a sua indicação. Entre as opções a seguir, assinale a que caracterizaria o paciente com angina estável como um candidato desfavorável para a indicação de betabloqueadores.
Além do tratamento da etiologia de base, o uso apropriado de drogas intravenosas é fundamental para a estabilização do paciente crítico com choque cardiogênico. Nesse contexto, dos fármacos a seguir, o que apresenta maior efeito inotrópico positivo é a
Considere um ensaio clínico hipotético de prevenção primária que comparou uma nova droga “A”, utilizada para reduzir o colesterol, com o placebo, para prevenir eventos cardiovasculares. O estudo mostrou que a droga “A” foi capaz de reduzir em 20% o risco relativo de infarto agudo do miocárdio (IAM) em relação ao placebo, ao longo de 4 anos de acompanhamento médio. Considerando que o NNT (número necessário para tratar) para reduzir 1 IAM foi de 250, assinale a opção que apresenta a respectiva porcentagem da incidência de infarto no grupo placebo e do tratado com a nova droga, nos 4 anos médios de acompanhamento do estudo.
Em relação ao caso, a seguinte intervenção poderia reduzir o risco de morte súbita a longo prazo associado à doença:
































