Em 1970, o “problema de aprendizagem” era tido como um problema que tinha como causa uma disfunção neurológica não detectada em exame médico, chamada disfunção cerebral mínima – DCM. Esse “problema”, em muitos países e também no Brasil, era tratado por médicos, e ainda hoje esses profissionais são procurados pelas famílias para fornecerem algum diagnóstico. Bossa (2011, p. 77) destaca que, numa concepção patologizante, o rótulo DCM foi apenas um dentre os vários empregados para camuflar problemas que, na verdade, têm origem:
O atendimento educacional especializado – AEE gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino, deve ser realizado nas salas de:
Analise o caso a seguir. Luís é um aluno dos anos finais do ensino fundamental que, devido a um déficit no componente fonológico da linguagem, tem dificuldade para associar o símbolo gráfico, as letras, com o som que elas representam, e organizá-los, mentalmente, numa sequência temporal. Em decorrência disso, apresenta autoestima baixa, o que o torna, em muitas ocasiões, uma pessoa triste e deprimida. Com base nas características apresentadas acima, é possível afirmar que a dificuldade de aprendizagem experimenta por Luís é:
Para Nádia Bossa, em seu livro Fracasso escolar: um olhar psicopedagógico (Porto Alegre: Artmed, 2002), o fenômeno do fracasso escolar decorre, não de uma causa única, mas de um conjunto de determinações. Como exemplos de fatores comuns que podem produzir esse fenômeno, podemos mencionar: 1. Problemáticas afetivas. 2. Problemáticas sociais. 3. Problemáticas familiares. 4. Problemáticas escolares. Estão corretos:
Considerando que problemas de aprendizagem constituem uma ampla gama de condições que afetam negativamente o desempenho acadêmico de um indivíduo para entender, recordar ou comunicar informações (SMITH, Corine; STRICK, Lisa. Dificuldades de aprendizagem de A-Z: Guia completo para educadores e pais. Porto Alegre: Penso, 2012), assinale a única alternativa NÃO considerada a causa comum desses problemas:
De acordo com o art. 3º do Código de Ética do Psicopedagogo (ABPP), a atividade psicopedagógica tem como objetivos, exceto:
































