I- Resgate do protagonismo do aluno, no processo de escolarização protagonizado pela criança considerada problema, convocando os pais ou responsáveis a aprenderem a estabelecerem limites claros e definidos junto à professores e supervisores, visando o bem dos demais que frequentam o ambiente escolar. II- Criação de estratégias que favoreçam a coletivização das práticas cotidianas, permitindo que todos da comunidade escolar possam expressar suas opiniões sobre os processos que estão envolvidos e construam estratégias comuns e contextualizadas à realidade que compartilham. III- Articulação com outras instituições que constituem a rede de cuidados da comunidade, para que os diagnósticos sejam rapidamente estabelecidos, visando a retirada e encaminhamento às salas de estimulação específicas aos diagnósticos.
































