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Questão 1 de 7Q1877023Q2 da prova
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
De acordo com o texto, qual peça, na roupa dos médicos do século XVII, cumpria função semelhante à das gravatas de hoje?
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
Assinale a alternativa que contém uma palavra que serve de sinônimo à palavra assepsia (l. 16).
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
O pronome o (l. 38) retoma qual referente no texto?
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir, considerando sua validade em relação ao que está explicitado no texto.
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
O pronome ele (l. 39) retoma qual referente no texto?
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
Assinale a alternativa que contém uma palavra que serve de sinônimo à palavra pitoresco (l. 36).
Instrução: As questões 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O uso de roupas brancas pelos profissionais de saúde é relativamente recente, aparecendo no Ocidente a partir do século XIX. Antes disso, não há registro do contrário, considerando as importantes pinturas em que os médicos são retratados no exercício da Medicina. No quadro “A lição de Anatomia do Dr. Pulp”, de 1632, o médico aparece em uma indumentária escura, cuja gola branca nada tinha a ver com a profissão, era apenas um acessório da moda na época, equivalente às gravatas da atualidade. Dois outros quadros clássicos mostram que os médicos que atendiam o povo preferiam roupas de cores escuras como preto, verde-musgo e marrom. Possivelmente o uso do branco tornou-se mais habitual a partir da introdução de medidas de assepsia para prevenir as mortes no ambiente hospitalar. Até os primeiros anos do século XIX, as causas das doenças eram pouco conhecidas. Somente Pasteur, na segunda metade do século XIX, conseguiria demonstrar definitivamente a necessidade de assepsia e limpeza dos ambientes hospitalares. Com tal conhecimento da origem das doenças, nada mais apropriado para os profissionais do que roupas de cores claras, pois facilitam a visualização de manchas, sujeiras, respingos de sangue e outras substâncias. No século XX, há inúmeros registros sobre o uso de branco entre profissionais de saúde. Muitos serviços médicos, públicos ou privados, instituíram o uso de branco por meio de normativas. Para caracterizar e diferenciar os uniformes de alguns especialistas da Medicina e dos enfermeiros, o antigo decreto nº 8.380 do município de São Paulo, de 1969, carregou nos detalhes. Ao regulamentar o uso do branco nos serviços municipais de saúde da cidade, o pitoresco documento definiu até o material do botão. O uniforme era cedido pela Prefeitura e aqueles que o recebessem estavam “obrigados a zelar” por ele, “mantendo-os sempre bem conservados e limpos”. Além disso, o decreto determinava “cancelamento do ponto do servidor que se apresentasse irregularmente uniformizado ou sem uniforme, de forma a acarretar o desconto integral do dia de trabalho”.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir, considerando sua validade em relação ao que está explicitado no texto.