O efeito de humor, produzido na charge, deve-se à
Segundo o texto, a abordagem crítica do pensador india-no Amartya Kumar Sen está associada ao fato de ele
Em relação ao texto, pode-se concluir que
Na argumentação que desenvolve em seu texto, a autora vale-se
“Mas será possível uma orient ação ético-filosófica para o tema?” Essa pergunta presente no segundo parágrafo do texto,
Com base nos argumentos que desenvolve em seu texto, o autor se vale do seguinte procedimento:
A preocupação de Crystal com a preservação das línguas, identifica-se com o fato de
A expressão “a língua de Shakespeare” (2º parágrafo) permite ao leitor identificar a figura
O autor da tira utiliza em seu texto a ironia construída
Pela leitura da tira, é possível interpretar que a música sertaneja
Entre as implicações positivas da organização dos pro-cessos educativos por ciclos, destaca-se a
Segundo Arroyo (1999), a organização do trabalho em ciclos de desenvolvimento humano leva ao questiona-mento e à superação de concepções e práticas de forma-ção e qualificação de profissionais da educação, o que provoca mudanças no processo formador. Conforme o autor, isso significa que
Arroyo (1999) e Krug (2001) apontam como critério ne-cessário para a organização das turmas de alunos na escola de Ciclos de Formação:
A educação inclusiva tem sido objeto de polêmica no meio educacional. A diversidade na escola impulsiona os professores a depararem com sua própria diversidade étnica, cultural, social. Diante dessa realidade,
Na atualidade, o trabalho conjunto e integrado de admi-nistradores, educadores e outros profissionais torna-se uma exigência, dada a natureza multirreferencial da edu-cação. O tipo de planejamento administrativo que atende a essa exigência é
Ao contrário do que eram considerados no passado, as crianças e os adolescentes mostram-se como seres que pensam, têm sentimentos, emoções e, portanto, são participantes ativos do mundo e requerem uma educação que respeite suas individualidades e formas de aprender. Desse modo, o papel da educação básica é
Rudolf von Laban (1879-1958), coreógrafo austro-húngaro, criou um movimento que revolucionou a manei-ra de pensar o corpo em movimento. Ele desenvolveu um método de análise do movimento, definindo os elementos que o compõem. Elaborou igualmente um método de escrita em dança, a Labanotiation, que foi introduzido no Brasil por Maria Duschenes. Esse método
São representantes dos períodos Medieval, Renascentis-ta, Barroco e Clássico, respectivamente, os compositores:
Observe a imagem e o texto, a seguir. "SÓ A ANTROPOFAGIA nos une, Socialmente. Eco-nomicamente. Filosoficamente. / Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. / De todos os tratados de paz. / Tupi or not tupi, that is the questi-on." (Manifesto Antropofágico, 1928) Pode-se dizer que o “Manifesto Antropofágico”, de Oswald de Andrade, e a obra “Antropofagia”, de Tarsila do Amaral, constituíram bandeiras do movimento modernista brasileiro. Nesse sentido, o Modernismo Brasileiro foi um movimento
No Brasil, no Período Colonial as artes eram desenvolvi-das ou por escravos, mestiços e homens humildes, que produziam artesanato mecânico ou, então, por monges e irmãos religiosos com base nos conhecimentos herdados da Idade Medieval, tendo como princípio o respeito à fé. No Barroco desenvolvido aqui, os copiadores, gozando de certa liberdade, reproduziam os trabalhos da forma como eles o sentiam, o que resultou em traços de uma cultura que estava se formando, dando ao Barroco brasi-leiro características próprias. Todo esse processo é inter-rompido com a chegada da Missão Francesa, em 26 de março de 1816. Os artistas franceses organizam um sis-tema de ensino das Belas Artes, consolidando o Neoclas-sicismo. Na perspectiva do Neoclassicismo, o ensino privilegiava
Em relação a aspectos metodológicos, na Escola Nova o ensino da arte priorizava
No Brasil, a República (1889) é o marco da escola tradi-cional. Nesse período, o ensino do desenho era relacio-nado
Augusto Rodrigues, em 1948, funda no Rio de Janeiro a Escolinha de Arte do Brasil, que inaugura um importante movimento que se alastra por todo o País e que tinha a orientação teórica de Herbert Read, defensor da educa-ção através da arte pela livre-expressão. Essa metodolo-gia pode ser resumida da seguinte forma:
Leia o texto abaixo. A multiculturalidade é o denominador comum dos movi-mentos atuais direcionadas à democratização da educa-ção em todo o mundo. Os códigos elaborados pelos eu-ropeus e pelos norte-americanos brancos não são os únicos válidos, apesar de serem os mais valorizados na escola, por razões fundadas na dependência econômica, que se intensifica com a dependência cultural. A preocu-pação com o pluralismo cultural, a multiculturalidade, o interculturalismo nos leva necessariamente a considerar e respeitar as diferenças, evitando uma pasteurização ho-mogeneizante na escola (Ana Mae Barbosa, 2002). Em uma educação de caráter multicultural, o papel da arte seria conferir
Com base no texto e na observação da imagem, pode-se afirmar que a obra de Hélio Oiticica promove, por meio da dança, a
O artista plástico Hélio Oiticica queria ressaltar com seus “Parangolés”
Um(a) educador(a) de arte, ao trabalhar a leitura de ima-gem, poderia chamar a atenção do olhar dos seus alunos para esta obra de Oiticica, apresentando a seguinte des-crição:
Nas relações de ensino/aprendizagem, o papel do pro-fessor de arte, na contemporaneidade, em sua atuação no ensino fundamental, é
Leia atentamente os dois trechos a seguir. LDB 5.692/71 – Art. 7º Será obrigatória a inclusão de Educação Moral e Cívica, Educação Física, Educação Artística e Programas de Saúde nos currículos plenos dos estabelecimentos de lº e 2º graus, observado quanto à primeira o disposto no Decreto-Lei n. 369, de 12 de setembro de 1969. LDB 9.394/96 – Art. 26. § 2º O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvol-vimento cultural dos alunos. Essas duas Leis de Diretrizes e Bases da Educação Na-cional foram determinantes nas políticas e concepções de formação dos professores de arte, nos últimos 30 anos, pois
A Resolução CNE/CBE nº-2/98 instituiu as Diretrizes Cur-riculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Em 04 de outubro de 2005, essa resolução foi alterada em seu artigo 3º, inciso IV, alínea b, mudando-se o termo “Edu-cação Artística” para “Arte”. Qual o sentido central dessa alteração?
Segundo Roy Bennett (1986), é possível encontrar uma série de características ou marcas de estilos que permite definir uma obra musical como sendo do século XX. Nesse sentido, uma peça do século XX possui as seguintes características:
Segundo os PCN (1996), “o teatro dá a oportunidade da criança se apropriar crítica e construtivamente dos conteúdos sociais e culturais de sua comunidade median-te troca com seus grupos”. Nesse sentido, as propostas pedagógicas devem compreender a educação teatral como uma combinação de atividades para o desenvolvi-mento
A Universidade Federal da Bahia cria, em 1956, o primei-ro curso de ensino superior de dança no Brasil. Este cur-so nasceu com caráter de vanguarda, tendo como primei-ra diretora a dançarina polonesa Yanka Rudzka, que trouxe as marcas do expressionismo alemão, contrarian-do a corrente de dança que imperava até então no cená-rio artístico e educacional brasileiro. Essa corrente domi-nante compreendia
Nas propostas atuais em relação ao teatro, o entendimen-to e a articulação dos eixos fazer, ler e contextualizar podem ser compreendidos, respectivamente, como:
Na fabricação de objetos, o ser humano busca a solução para os problemas de produção por meio de dois compor-tamentos básicos, o pragmático e o estético. Isto significa a busca de
Observe as imagens a seguir. Essas são imagens de duas importantes festas do calen-dário cultural goiano − As Cavalhadas de Pirenópolis (Festa do Divino) e a Procissão do Fogaréu da Cidade de Goiás (Semana Santa). Essas são as festas
Sancionada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, alterando a atual Lei de Diretrizes e Bases (LDB), a Lei 10.639/03 torna obrigatória a inclusão da História e Cultu-ra Africana nos currículos do Ensino Fundamental e Mé-dio. Essa Lei determina que os referidos conteúdos sejam trabalhados
























