Provas para Download

Prova Profissional da Educação 1 - Artes (Música) - Pref. Senador Canedo/GO
Visualizar os arquivos PDF
Ver profissional-da-educacao-1-artes-musica.pdf
PDF
profissional-da-educacao-1-artes-musica.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar profissional-da-educacao-1-artes-musica.pdf
PDF
profissional-da-educacao-1-artes-musica.pdf
Baixar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar profissional-da-educacao-1-artes-musica.pdf
PDF
profissional-da-educacao-1-artes-musica.pdf
Compartilhar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 35 Q1890359 Q1 da prova
Leia o Texto 1 para responder às questões 01 e 02 . Texto 1 Lenda da Iara A Iara é uma lenda do folclore brasileiro. Ela é uma linda sereia que vive no rio Amazonas, sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos. A Iara co stuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistí vel. Des- ta forma, os homens que a veem não conseguem resist ir aos seus desejos e pulam dentro do rio. Ela tem o poder de ce- gar quem a admira e levar para o fundo do rio qualq uer ho- mem com quem ela desejar se casar.Os índios acredit am tanto no poder da Iara que evitam passar perto dos lagos ao entardecer. Segundo a lenda, Iara era uma índia guerreira, q ue rece- bia muitos elogios do seu pai que era pajé.Os irmão s de Iara tinham muita inveja dela e resolveram matá-la à noi te en- quanto ela dormia. Iara, que possuía um ouvido bast ante aguçado, escutou o que eles tramavam e os matou.Com medo da reação de seu pai, Iara fugiu. Seu pai, o pa jé, reali- zou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la. C omo punição pelas mortes de seus irmãos a jogou no enco n- tro entre os rios Negro e Solimões. Alguns peixes l evaram a moça até a superfície e a transformaram em uma lind a se- reia. Disponível em: . Acesso em: 30 out. 2013.

A regra cultural expressa pela narrativa é sintetiz ada no provérbio

Reportar Erro
Questão 2 de 35 Q1890361 Q2 da prova
Leia o Texto 1 para responder às questões 01 e 02 . Texto 1 Lenda da Iara A Iara é uma lenda do folclore brasileiro. Ela é uma linda sereia que vive no rio Amazonas, sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos. A Iara co stuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistí vel. Des- ta forma, os homens que a veem não conseguem resist ir aos seus desejos e pulam dentro do rio. Ela tem o poder de ce- gar quem a admira e levar para o fundo do rio qualq uer ho- mem com quem ela desejar se casar.Os índios acredit am tanto no poder da Iara que evitam passar perto dos lagos ao entardecer. Segundo a lenda, Iara era uma índia guerreira, q ue rece- bia muitos elogios do seu pai que era pajé.Os irmão s de Iara tinham muita inveja dela e resolveram matá-la à noi te en- quanto ela dormia. Iara, que possuía um ouvido bast ante aguçado, escutou o que eles tramavam e os matou.Com medo da reação de seu pai, Iara fugiu. Seu pai, o pa jé, reali- zou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la. C omo punição pelas mortes de seus irmãos a jogou no enco n- tro entre os rios Negro e Solimões. Alguns peixes l evaram a moça até a superfície e a transformaram em uma lind a se- reia. Disponível em: . Acesso em: 30 out. 2013.

Do parágrafo 1 para o parágrafo 2, há uma mudança n o tempo verbal justificada pela

Reportar Erro
Questão 3 de 35 Q1890362 Q3 da prova
Leia o Texto 2 para responder às questões 03 e 04 . Texto 2 Corcunda, caolho, manco — Por que você me salvou? Ele a observou com ansiedade, tentando adivinhar o que ela dizia. Ela repetiu a pergunta, mas ele lançou-lh e um olhar profundamente triste e fugiu, deixando-a atôn ita. Após alguns momentos, o corcunda retornou, trazendo um p acote que atirou a seus pés. Eram roupas que mulheres cari dosas haviam deixado nos degraus da igreja. Ela pôs rapida mente um vestido e um xale brancos: um hábito de noviça d a Casa de Misericórdia. Mal acabara de se vestir, Quasímod o retor- nou, carregando um colchão sob um braço e um cesto sob o outro, onde havia uma garrafa, um pedaço de pão e al-

Os referentes dos pronomes “Ele”, “ela”, “o”, “a”, nas três primeiras linhas do texto, somente são identificado s nos enunciados seguintes, constituindo

Reportar Erro
Questão 4 de 35 Q1890364 Q4 da prova
Leia o Texto 2 para responder às questões 03 e 04 . Texto 2 Corcunda, caolho, manco — Por que você me salvou? Ele a observou com ansiedade, tentando adivinhar o que ela dizia. Ela repetiu a pergunta, mas ele lançou-lh e um olhar profundamente triste e fugiu, deixando-a atôn ita. Após alguns momentos, o corcunda retornou, trazendo um p acote que atirou a seus pés. Eram roupas que mulheres cari dosas haviam deixado nos degraus da igreja. Ela pôs rapida mente um vestido e um xale brancos: um hábito de noviça d a Casa de Misericórdia. Mal acabara de se vestir, Quasímod o retor- nou, carregando um colchão sob um braço e um cesto sob o outro, onde havia uma garrafa, um pedaço de pão e al- guns alimentos. — Coma — ele disse, completando, ao estender o c ol- chão pelo chão. — Durma. Era sua própria refeição e sua própria cama. A ci gana le- vantou os olhos em sua direção para agradecer-lhe, mas não disse uma palavra: o pobre homem era realmente horrí- vel. Então, ela abaixou a cabeça, tremendo de pavor. HUGO, Victor. O corcunda de Notre-Dame . Capítulo 11. Disponível em: . Acesso em: 28 out. 2013.

No desfecho do fragmento citado, está evidenciado q ue o corcunda entregou à cigana todo o pouco que tinha n a vida. Apesar disso, a avaliação final é que “o pobr e ho- mem era realmente horrível”, representando o confli to en- tre

Reportar Erro
Questão 5 de 35 Q1890366 Q5 da prova
Texto 3 Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pe lo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulga r seja começar pelo nascimento, duas considerações me le- varam a adoptar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto a utor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o es- crito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisé s, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, m as no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentate uco. MACHADO DE ASSIS. Joaquim Maria. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Capítulo 1, p. 2. Disponível em: . Acesso em: 28 out. 2013.

O autor do fragmento justifica sua decisão de começ ar a narrativa pelo fim da história, usando como estraté gia de convencimento, principalmente,

Reportar Erro
Questão 6 de 35 Q1890368 Q6 da prova
Texto 4 O monstro embaixo da cama Duvidei dos seus poderes e da sua existência, esten di a mão trêmula e sentenciei: – Se existe mesmo, pegará minha mão. Senti o calor e o toque mais quente que alguém com seis anos é capaz de imaginar. MELLO, Ana . Disponível em: . Acesso em: 5 nov. 2013.

O texto é um miniconto. Uma característica discursi vo- estrutural relevante para cumprir os propósitos des se gênero é:

Reportar Erro
Questão 7 de 35 Q1890369 Q7 da prova
Texto 4 O monstro embaixo da cama Duvidei dos seus poderes e da sua existência, esten di a mão trêmula e sentenciei: – Se existe mesmo, pegará minha mão. Senti o calor e o toque mais quente que alguém com seis anos é capaz de imaginar. MELLO, Ana . Disponível em: . Acesso em: 5 nov. 2013.

O grupo de palavras que concorre diretamente para a construção do mundo de possibilidades no qual os fa tos são construídos no texto “O monstro embaixo da cama ” é:

Reportar Erro
Questão 8 de 35 Q1890370 Q8 da prova
Disponível em: . Acesso em: 3 nov. 2013.

Além da significação mais básica da palavra “monstr o”, as informações verbais e não verbais do cartaz relacio nam essa palavra

Reportar Erro
Questão 9 de 35 Q1890372 Q9 da prova
Texto 6 Por uma vida menos plástica? Desde os anos 1970, as sacolinhas cumprem duas funç ões essenciais na rotina dos brasileiros. Servem para c arregar as compras do supermercado e embalar o lixo domésti co. O problema, alertam os ambientalistas, surge na hora do des- carte do produto. Essas mesmas sacolas plásticas, po r des- cuido ou desleixo, entopem bueiros, causando alagam entos nas cidades. Seu longo ciclo de vida (demoram mais d e 100 anos para se degradarem) faz ainda com que abarrote m aterros sanitários, onde correspondem a até 10% do lixo. Carregadas para rios e mares, as sacolinhas poluem o ecos- sistema e matam por asfixia ou indigestão animais m ari- hos, como peixes, aves e tartarugas. O fato é que a nature- za simplesmente não conseguiu, até agora, encontrar um meio de digerir com eficiência esses "monstros" de polietile- no. A solução, então, seria a sociedade livrar-se d este incô- modo. Mas como? Algumas prefeituras e governos de Es ta- dos brasileiros tentaram criar leis que proibissem o forneci- mento de sacolinhas em supermercados. Representante s da indústria de plástico recorreram à Justiça, que, po r sua vez, considerou os projetos de lei inconstitucionais. Disponível em: . Acesso em : 4 nov. 2013.

Segundo o projeto argumentativo do texto, que fatos le- vam as sacolinhas a serem chamadas de “monstros de polietileno”?

Reportar Erro
Questão 10 de 35 Q1890374 Q10 da prova
Texto 6 Por uma vida menos plástica? Desde os anos 1970, as sacolinhas cumprem duas funç ões essenciais na rotina dos brasileiros. Servem para c arregar as compras do supermercado e embalar o lixo domésti co. O problema, alertam os ambientalistas, surge na hora do des- carte do produto. Essas mesmas sacolas plásticas, po r des- cuido ou desleixo, entopem bueiros, causando alagam entos nas cidades. Seu longo ciclo de vida (demoram mais d e 100 anos para se degradarem) faz ainda com que abarrote m aterros sanitários, onde correspondem a até 10% do lixo. Carregadas para rios e mares, as sacolinhas poluem o ecos- sistema e matam por asfixia ou indigestão animais m ari- hos, como peixes, aves e tartarugas. O fato é que a nature- za simplesmente não conseguiu, até agora, encontrar um meio de digerir com eficiência esses "monstros" de polietile- no. A solução, então, seria a sociedade livrar-se d este incô- modo. Mas como? Algumas prefeituras e governos de Es ta- dos brasileiros tentaram criar leis que proibissem o forneci- mento de sacolinhas em supermercados. Representante s da indústria de plástico recorreram à Justiça, que, po r sua vez, considerou os projetos de lei inconstitucionais. Disponível em: . Acesso em : 4 nov. 2013.

A macroestrutura do projeto argumentativo do texto sobre o uso das sacolinhas plásticas é resumida por:

Reportar Erro
Questão 11 de 35 Q1890375 Q11 da prova
Leia o texto a seguir. Praticamente consenso nos documentos e pesquisas est u- dados é a dificuldade de se atrair bons estudantes para a docência com o pagamento de baixos salários e carre iras com poucas possibilidades de progressão […] autores têm ressaltado que melhores salários poderiam atrair pr ofissio- nais com melhor qualificação para a profissão docen te. BARBOSA, Andreza. As implicações dos baixos salário s para o trabalho docente no Brasil. Anais da 35ª ANPED, GT 05, 2012. (Adaptado).

A respeito da realidade docente brasileira compreen de-se que

Reportar Erro
Questão 12 de 35 Q1890377 Q12 da prova

De acordo com a Lei n. 9.394/1996, que estabelece a s Di- retrizes e Bases da Educação Nacional, a educação b ási- ca, obrigatória e gratuita, inclui o

Reportar Erro
Questão 13 de 35 Q1890379 Q14 da prova

No tocante à organização da educação básica brasile ira descrita pela Lei de Diretrizes e Bases, cabe aos e stados e municípios, respectivamente, assegurar

Reportar Erro
Questão 14 de 35 Q1890381 Q15 da prova
Leia o texto a seguir. Compreender e realizar a educação, entendida como u m di- reito individual humano e coletivo, implica conside rar o seu poder de habilitar para o exercício de outros direi tos, isto é, para potencializar o ser humano como cidadão pleno, de tal modo que este se torne apto para viver e conviver e m deter- minado ambiente, em sua dimensão planetária. A educ ação é, pois, processo e prática que se concretizam nas relações sociais que transcendem o espaço e o tempo escolare s, ten- do em vista os diferentes sujeitos que a demandam. CNE/CEB nº 7/2010. Estabelece as Diretrizes Curricu lares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

De acordo com o excerto, o direito à educação deve ser analisado

Reportar Erro
Questão 15 de 35 Q1890382 Q16 da prova

De acordo com Paulo Freire (2000), o preparo cientí fico do professor deve coincidir com sua retidão ética. Iss o signifi- ca que

Reportar Erro
Questão 16 de 35 Q1890384 Q17 da prova
Leia o trecho a seguir. Se, na experiência de minha formação, que deve ser p erma- nente, começo por aceitar que o formador é o sujeito em re- lação a quem me considero o objeto , que ele é o sujeito que me forma e eu, o objeto por ele formado , me considero como um paciente que recebe os conhecimentos-conteúdos-a cu- mulados pelo sujeito que sabe e que são a mim trans feridos. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia : saberes necessários à pratica do- cente. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

No excerto, Paulo Freire refere-se a um modelo de e duca- ção do tipo

Reportar Erro
Questão 17 de 35 Q1890385 Q18 da prova

Em geral, os saberes da docência dividem-se entre o s co- nhecimentos específicos das diversas áreas de conhe ci- mento e os saberes pedagógicos. Para Franco (2008), os saberes pedagógicos se fundamentam

Reportar Erro
Questão 18 de 35 Q1890387 Q19 da prova

A avaliação da aprendizagem escolar pode ser realiz ada em várias dimensões, de acordo com os objetivos def ini- dos pelo professor. No caso de uma avaliação format iva, o objetivo é:

Reportar Erro
Questão 19 de 35 Q1890388 Q20 da prova

De acordo com as Diretrizes Curriculares para a Edu cação Básica, o currículo é “constituído pelas experiênci as esco- lares que se desdobram em torno do conhecimento, pe r- meadas pelas relações sociais, buscando articular v ivên- cias e saberes dos alunos com os conhecimentos hist ori- camente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes”. Esta regulamentação ta m- bém prevê que os currículos devem se organizar em d uas partes, sendo uma base nacional, comum a todo o país, e uma parte diversificada, a ser definida pelos

Reportar Erro
Questão 20 de 35 Q1890390 Q21 da prova

No período joanino (1808-1821), o Rio de Janeiro co nhe- ceu importante movimento musical. D João VI, ao transfe - rir a Corte para o Brasil, trouxe consigo uma série de músi- cos europeus – compositores, cantores, instrumentis tas –, o que favoreceu a música sacra e a implantação da ó pera no Brasil. Alguns compositores se destacaram nesse perí - o do. Dentre eles:

Reportar Erro
Questão 21 de 35 Q1890391 Q22 da prova

Afastando-se da influência do drama wagneriano, no Ro - mantismo do século XIX, compositores buscaram uma e x - pressão musical própria. Seguindo métodos europeus, ini- ciou-se um trabalho composicional considerado precu rsor do nacionalismo no Brasil e em outros países da Amé rica Latina. Os compositores nacionalistas empregaram te mas da música folclórica e popular brasileira, seguindo técnicas composicionais europeias. Entre eles, destacam-se:

Reportar Erro
Questão 22 de 35 Q1890393 Q23 da prova

A música de fins do século XVI até a metade do sécu lo XVIII é chamada barroca. A estética barroca – conce itos grandiosos, contrastes, desenhos ornamentados e exa cer- bada qualidade teatral – permeou todos os aspectos da cultura europeia. São formas musicais que emergiram nesse período:

Reportar Erro
Questão 23 de 35 Q1890394 Q24 da prova

Por concentrar a maioria dos grandes compositores d o pe- ríodo, Viena torna-se centro da vida musical em mea dos do século XVIII. A 1ª Escola de Viena é representad a por três grandes compositores do Classicismo europeu – Jo- seph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig Van Be - ethoven. No início do século XX, a capital austríac a é ce- nário da 2ª Escola de Viena, formada pelos seguinte s compositores:

Reportar Erro
Questão 24 de 35 Q1890396 Q25 da prova

Durante o ano de 2013, com ciclos de palestras, fes tivais e artigos comemorou-se o bicentenário do genial compo sitor romântico Richard Wagner, amplamente discutido em e s- tudos biográficos. Sua produção musical

Reportar Erro
Questão 25 de 35 Q1890398 Q26 da prova

Como gênero instrumental e virtuosístico da música popu- lar brasileira, o choro conheceu distintas formaçõe s, desde as últimas décadas do século XIX. As primeiras comp osi- ções que o caracterizaram tiveram como destaque os se- guintes compositores-instrumentistas:

Reportar Erro
Questão 26 de 35 Q1890399 Q41 da prova

As atividades de canto são fundamentais no desenvol vi- mento da percepção auditiva e no aprimoramento da t écni- ca vocal. Portanto, aquecer e desaquecer a voz são cuida- dos que todo professor de música deve ter ao lidar com a execução de peças cantadas. Faz parte do aqueciment o vocal o seguinte procedimento:

Reportar Erro
Questão 27 de 35 Q1890401 Q42 da prova

Leia o texto a seguir. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) constitue m um referencial para a educação fundamental no país. Apesar de sua natureza aberta e flexível, o referido docum ento apon- ta diretrizes para ações em sala de aula, contempla ndo dife- rentes áreas de conhecimento. São eixos norteadores na área de Música: “Comunicação e expressão em música: in- terpretação, improvisação e composição”, “Apreciaçã o signifi- cativa em música: escuta, envolvimento e compreensã o da linguagem musical”, e “A música como produto cultur al e his- tórico: música e sons do mundo”. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais : Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998. Com base nos PCNs, o projeto que contempla o eixo “ Co- municação e expressão em música: interpretação, imp rovi- sação e composição” tem como enfoque:

Reportar Erro
Questão 28 de 35 Q1890403 Q43 da prova

Leia o texto a seguir. John Paynter, compositor e professor, é reconhecido inter- nacionalmente pelo trabalho que desenvolveu em esco las inglesas, propondo e defendendo um fazer musical cr iativo nas aulas de música. [...] Seu pensamento fundament a-se, por um lado, nas ideias educativas características do início do século XX, tendo como alicerce pedagógico os princ ípios de liberdade, descoberta e individualidade e, por o utro, acompanha a revolução musical dos compositores da é po- ca. MATEIRO, Teresa . John Paynter: a música criativa nas escolas. In: MA - TEIRO, Teresa; ILARI, Beatriz. (Orgs.). Pedagogias em educação musi- cal. Curitiba: Ibpex, 2011. p. 245. De acordo com o texto, a atividade que é um exemplo da metodologia de ensino musical de Paynter é a seguin te:

Reportar Erro
Questão 29 de 35 Q1890405 Q44 da prova

É função do regente em um grupo coral ou instrument al a promover a qualidade da execução e interpretação mu si- cais, assim como prezar pelo bom relacionamento ent re os integrantes do grupo. Suas atitudes, muitas vezes, influen- ciam mais que seu discurso. Para que ele seja bem-s uce- dido em seu trabalho, tornam-se necessárias, além d os aspectos gestuais, algumas habilidades no âmbito da consciência auditiva, da comunicação e da interpre tação. Tais habilidades estão ligadas, respectivamente, ao s se- guintes aspectos:

Reportar Erro
Questão 30 de 35 Q1890406 Q45 da prova

Keith Swanwick, por meio do Modelo C(L)A(S)P, defen de que a aprendizagem musical deve buscar o desenvolvi - mento de algumas habilidades. Visando a uma formaçã o musical abrangente, uma matriz curricular em música deve contemplar, dentre outros aspectos, algumas habilid ades, que, segundo o Modelo C(L)A(S)P, podem ser descrita s como:

Reportar Erro
Questão 31 de 35 Q1890408 Q46 da prova

A avaliação constitui um procedimento fundamental n o pro- cesso de aprendizagem. No caso de grupos corais, a obser- vação dos regentes pode se dar de maneira espontâne a, in- tuitiva e interativa. Por meio desse acompanhamento, estão avaliando e ensinando. ANDRADE, Margaret Amaral de. Avaliação do canto cor al: critérios e fun- ções. In: HENTSCHKE, L.; SOUZA. J. (Orgs.). Avaliação em Música : re- flexões e práticas. São Paulo: Moderna, 2003. Para verificar o desempenho do grupo, a avaliação d o re- gente deve ocorrer por meio de

Reportar Erro
Questão 32 de 35 Q1890410 Q47 da prova

Leia o texto a seguir. Alguns fatores, como a formação instrumental, quanti tativo de músicos, função da banda e repertório, permitem classifi- car as diferentes constituições das bandas. Com bas e nes- tes critérios, descrevemos os seguintes grupos: Gru po 1 – Grupo formado majoritariamente por instrumentos de sopro e de percussão, podendo ser acrescido de violoncelo s e contrabaixos. Seu emprego se dá sem deslocamento, d evido à dificuldade de locomoção de alguns instrumentos. Pode executar qualquer tipo de repertório; Grupo 2 – Gru po forma- do majoritariamente por instrumentos de sopro da fa mília dos metais e por instrumentos de percussão. Por não pos- suir a família das palhetas, a execução de grandes peças fica restrita. Sua utilização é própria para o deslo camento e para evoluções. SILVA, Lélio Eduardo. Musicalização através da band a de música escolar: uma proposta de metodologia de ensaio fundamentada na análise do de- senvolvimento musical dos seus integrantes e na obs ervação da atuação dos “Mestres da banda”. 2010. 259 f. Tese (Doutorad o em Música) – Uni- versidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. (Adaptado). As descrições apresentadas no texto referem-se, res pecti- vamente, a

Reportar Erro
Questão 33 de 35 Q1890412 Q48 da prova

Ao traçar um panorama da pedagogia musical brasilei ra, constatamos que, no decorrer da primeira metade do sé- culo XX, alguns músicos desenvolveram metodologias sig- nificativas para o ensino da música. São nomes de d esta- que da pedagogia musical brasileira desse período:

Reportar Erro
Questão 34 de 35 Q1890413 Q49 da prova

O planejamento de uma disciplina envolve a definiçã o de objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos e ava- liação. De acordo com as concepções atuais da educa ção musical, um dos objetivos do ensino de música na ed uca- ção básica consiste em desenvolver no aluno

Reportar Erro
Questão 35 de 35 Q1890415 Q50 da prova

Leia o texto a seguir. Nas tendências tecnológicas atuais, existe uma conv ergên- cia entre as telecomunicações, os meios de comunica ção de massa e a informática, que estabelece uma linguagem polis- sêmica. [...] Ao introduzir novos aparelhos e combi nar o som com imagens e movimento, esse fenômeno, conhecido t am- bém por multimídia, torna-se um dos fenômenos mais impor- tantes no âmbito técnico, político, cultural e eco nômico do século XX. SOUZA, J. Cotidiano e mídia: desafios para uma educ ação musical con- temporânea. In: SOUZA, Jusamara. (Org.) Música, cotidiano e educa- ção . Porto Alegre: UFRGS, 2000. p. 48. A proposta que alia a transmissão eletrônica de inf orma- ções com imagem e som, fomenta a indústria musical, as- sociando o produto musical com a imagem do artista, é denominada de:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota