A regra cultural expressa pela narrativa é sintetiz ada no provérbio
Do parágrafo 1 para o parágrafo 2, há uma mudança n o tempo verbal justificada pela
Os referentes dos pronomes “Ele”, “ela”, “o”, “a”, nas três primeiras linhas do texto, somente são identificado s nos enunciados seguintes, constituindo
No desfecho do fragmento citado, está evidenciado q ue o corcunda entregou à cigana todo o pouco que tinha n a vida. Apesar disso, a avaliação final é que “o pobr e ho- mem era realmente horrível”, representando o confli to en- tre
O autor do fragmento justifica sua decisão de começ ar a narrativa pelo fim da história, usando como estraté gia de convencimento, principalmente,
O texto é um miniconto. Uma característica discursi vo- estrutural relevante para cumprir os propósitos des se gênero é:
O grupo de palavras que concorre diretamente para a construção do mundo de possibilidades no qual os fa tos são construídos no texto “O monstro embaixo da cama ” é:
Além da significação mais básica da palavra “monstr o”, as informações verbais e não verbais do cartaz relacio nam essa palavra
Segundo o projeto argumentativo do texto, que fatos le- vam as sacolinhas a serem chamadas de “monstros de polietileno”?
A macroestrutura do projeto argumentativo do texto sobre o uso das sacolinhas plásticas é resumida por:
A respeito da realidade docente brasileira compreen de-se que
De acordo com a Lei n. 9.394/1996, que estabelece a s Di- retrizes e Bases da Educação Nacional, a educação b ási- ca, obrigatória e gratuita, inclui o
No tocante à organização da educação básica brasile ira descrita pela Lei de Diretrizes e Bases, cabe aos e stados e municípios, respectivamente, assegurar
De acordo com o excerto, o direito à educação deve ser analisado
De acordo com Paulo Freire (2000), o preparo cientí fico do professor deve coincidir com sua retidão ética. Iss o signifi- ca que
No excerto, Paulo Freire refere-se a um modelo de e duca- ção do tipo
Em geral, os saberes da docência dividem-se entre o s co- nhecimentos específicos das diversas áreas de conhe ci- mento e os saberes pedagógicos. Para Franco (2008), os saberes pedagógicos se fundamentam
A avaliação da aprendizagem escolar pode ser realiz ada em várias dimensões, de acordo com os objetivos def ini- dos pelo professor. No caso de uma avaliação format iva, o objetivo é:
De acordo com as Diretrizes Curriculares para a Edu cação Básica, o currículo é “constituído pelas experiênci as esco- lares que se desdobram em torno do conhecimento, pe r- meadas pelas relações sociais, buscando articular v ivên- cias e saberes dos alunos com os conhecimentos hist ori- camente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes”. Esta regulamentação ta m- bém prevê que os currículos devem se organizar em d uas partes, sendo uma base nacional, comum a todo o país, e uma parte diversificada, a ser definida pelos
No período joanino (1808-1821), o Rio de Janeiro co nhe- ceu importante movimento musical. D João VI, ao transfe - rir a Corte para o Brasil, trouxe consigo uma série de músi- cos europeus – compositores, cantores, instrumentis tas –, o que favoreceu a música sacra e a implantação da ó pera no Brasil. Alguns compositores se destacaram nesse perí - o do. Dentre eles:
Afastando-se da influência do drama wagneriano, no Ro - mantismo do século XIX, compositores buscaram uma e x - pressão musical própria. Seguindo métodos europeus, ini- ciou-se um trabalho composicional considerado precu rsor do nacionalismo no Brasil e em outros países da Amé rica Latina. Os compositores nacionalistas empregaram te mas da música folclórica e popular brasileira, seguindo técnicas composicionais europeias. Entre eles, destacam-se:
A música de fins do século XVI até a metade do sécu lo XVIII é chamada barroca. A estética barroca – conce itos grandiosos, contrastes, desenhos ornamentados e exa cer- bada qualidade teatral – permeou todos os aspectos da cultura europeia. São formas musicais que emergiram nesse período:
Por concentrar a maioria dos grandes compositores d o pe- ríodo, Viena torna-se centro da vida musical em mea dos do século XVIII. A 1ª Escola de Viena é representad a por três grandes compositores do Classicismo europeu – Jo- seph Haydn, Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig Van Be - ethoven. No início do século XX, a capital austríac a é ce- nário da 2ª Escola de Viena, formada pelos seguinte s compositores:
Durante o ano de 2013, com ciclos de palestras, fes tivais e artigos comemorou-se o bicentenário do genial compo sitor romântico Richard Wagner, amplamente discutido em e s- tudos biográficos. Sua produção musical
Como gênero instrumental e virtuosístico da música popu- lar brasileira, o choro conheceu distintas formaçõe s, desde as últimas décadas do século XIX. As primeiras comp osi- ções que o caracterizaram tiveram como destaque os se- guintes compositores-instrumentistas:
As atividades de canto são fundamentais no desenvol vi- mento da percepção auditiva e no aprimoramento da t écni- ca vocal. Portanto, aquecer e desaquecer a voz são cuida- dos que todo professor de música deve ter ao lidar com a execução de peças cantadas. Faz parte do aqueciment o vocal o seguinte procedimento:
Leia o texto a seguir. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) constitue m um referencial para a educação fundamental no país. Apesar de sua natureza aberta e flexível, o referido docum ento apon- ta diretrizes para ações em sala de aula, contempla ndo dife- rentes áreas de conhecimento. São eixos norteadores na área de Música: “Comunicação e expressão em música: in- terpretação, improvisação e composição”, “Apreciaçã o signifi- cativa em música: escuta, envolvimento e compreensã o da linguagem musical”, e “A música como produto cultur al e his- tórico: música e sons do mundo”. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais : Arte. Brasília: MEC/SEF, 1998. Com base nos PCNs, o projeto que contempla o eixo “ Co- municação e expressão em música: interpretação, imp rovi- sação e composição” tem como enfoque:
Leia o texto a seguir. John Paynter, compositor e professor, é reconhecido inter- nacionalmente pelo trabalho que desenvolveu em esco las inglesas, propondo e defendendo um fazer musical cr iativo nas aulas de música. [...] Seu pensamento fundament a-se, por um lado, nas ideias educativas características do início do século XX, tendo como alicerce pedagógico os princ ípios de liberdade, descoberta e individualidade e, por o utro, acompanha a revolução musical dos compositores da é po- ca. MATEIRO, Teresa . John Paynter: a música criativa nas escolas. In: MA - TEIRO, Teresa; ILARI, Beatriz. (Orgs.). Pedagogias em educação musi- cal. Curitiba: Ibpex, 2011. p. 245. De acordo com o texto, a atividade que é um exemplo da metodologia de ensino musical de Paynter é a seguin te:
É função do regente em um grupo coral ou instrument al a promover a qualidade da execução e interpretação mu si- cais, assim como prezar pelo bom relacionamento ent re os integrantes do grupo. Suas atitudes, muitas vezes, influen- ciam mais que seu discurso. Para que ele seja bem-s uce- dido em seu trabalho, tornam-se necessárias, além d os aspectos gestuais, algumas habilidades no âmbito da consciência auditiva, da comunicação e da interpre tação. Tais habilidades estão ligadas, respectivamente, ao s se- guintes aspectos:
Keith Swanwick, por meio do Modelo C(L)A(S)P, defen de que a aprendizagem musical deve buscar o desenvolvi - mento de algumas habilidades. Visando a uma formaçã o musical abrangente, uma matriz curricular em música deve contemplar, dentre outros aspectos, algumas habilid ades, que, segundo o Modelo C(L)A(S)P, podem ser descrita s como:
A avaliação constitui um procedimento fundamental n o pro- cesso de aprendizagem. No caso de grupos corais, a obser- vação dos regentes pode se dar de maneira espontâne a, in- tuitiva e interativa. Por meio desse acompanhamento, estão avaliando e ensinando. ANDRADE, Margaret Amaral de. Avaliação do canto cor al: critérios e fun- ções. In: HENTSCHKE, L.; SOUZA. J. (Orgs.). Avaliação em Música : re- flexões e práticas. São Paulo: Moderna, 2003. Para verificar o desempenho do grupo, a avaliação d o re- gente deve ocorrer por meio de
Leia o texto a seguir. Alguns fatores, como a formação instrumental, quanti tativo de músicos, função da banda e repertório, permitem classifi- car as diferentes constituições das bandas. Com bas e nes- tes critérios, descrevemos os seguintes grupos: Gru po 1 – Grupo formado majoritariamente por instrumentos de sopro e de percussão, podendo ser acrescido de violoncelo s e contrabaixos. Seu emprego se dá sem deslocamento, d evido à dificuldade de locomoção de alguns instrumentos. Pode executar qualquer tipo de repertório; Grupo 2 – Gru po forma- do majoritariamente por instrumentos de sopro da fa mília dos metais e por instrumentos de percussão. Por não pos- suir a família das palhetas, a execução de grandes peças fica restrita. Sua utilização é própria para o deslo camento e para evoluções. SILVA, Lélio Eduardo. Musicalização através da band a de música escolar: uma proposta de metodologia de ensaio fundamentada na análise do de- senvolvimento musical dos seus integrantes e na obs ervação da atuação dos “Mestres da banda”. 2010. 259 f. Tese (Doutorad o em Música) – Uni- versidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. (Adaptado). As descrições apresentadas no texto referem-se, res pecti- vamente, a
Ao traçar um panorama da pedagogia musical brasilei ra, constatamos que, no decorrer da primeira metade do sé- culo XX, alguns músicos desenvolveram metodologias sig- nificativas para o ensino da música. São nomes de d esta- que da pedagogia musical brasileira desse período:
O planejamento de uma disciplina envolve a definiçã o de objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos e ava- liação. De acordo com as concepções atuais da educa ção musical, um dos objetivos do ensino de música na ed uca- ção básica consiste em desenvolver no aluno
Leia o texto a seguir. Nas tendências tecnológicas atuais, existe uma conv ergên- cia entre as telecomunicações, os meios de comunica ção de massa e a informática, que estabelece uma linguagem polis- sêmica. [...] Ao introduzir novos aparelhos e combi nar o som com imagens e movimento, esse fenômeno, conhecido t am- bém por multimídia, torna-se um dos fenômenos mais impor- tantes no âmbito técnico, político, cultural e eco nômico do século XX. SOUZA, J. Cotidiano e mídia: desafios para uma educ ação musical con- temporânea. In: SOUZA, Jusamara. (Org.) Música, cotidiano e educa- ção . Porto Alegre: UFRGS, 2000. p. 48. A proposta que alia a transmissão eletrônica de inf orma- ções com imagem e som, fomenta a indústria musical, as- sociando o produto musical com a imagem do artista, é denominada de:

































