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Prova Professor Substituto - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC
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Questão 1 de 23 Q2356694 Q1 da prova
Leia a crônica de Rubem Braga.
Meu ideal seria escrever…
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse: “ai meu Deus, que história mais engraçada!” . E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria: “mas essa história é mesmo muito engraçada!” .
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos .
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse e, tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina” .
E quando todos me perguntassem -- “mas de onde é que você tirou essa história?” … eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido e que, por sinal, começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história… ” .
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu havia inventado toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.

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Questão 2 de 23 Q2356696 Q2 da prova
Leia a crônica de Rubem Braga.
Meu ideal seria escrever…
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse: “ai meu Deus, que história mais engraçada!” . E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria: “mas essa história é mesmo muito engraçada!” .
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos .
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse e, tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina” .
E quando todos me perguntassem -- “mas de onde é que você tirou essa história?” … eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido e que, por sinal, começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história… ” .
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu havia inventado toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

O cronista:

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Questão 3 de 23 Q2356698 Q3 da prova
Leia a crônica de Rubem Braga.
Meu ideal seria escrever…
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse: “ai meu Deus, que história mais engraçada!” . E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria: “mas essa história é mesmo muito engraçada!” .
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos .
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse e, tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse -- “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” . E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês, em Chicago, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina” .
E quando todos me perguntassem -- “mas de onde é que você tirou essa história?” … eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido e que, por sinal, começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história… ” .
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu havia inventado toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

A crônica apresenta predomínio de:

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Questão 4 de 23 Q2356700 Q4 da prova

Considere a frase no contexto do texto “E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história.” Assinale a alternativa correta em relação à frase.

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Questão 5 de 23 Q2356701 Q5 da prova

Considere a Regência Verbal e assinale a alternativa correta.

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Questão 6 de 23 Q2356703 Q6 da prova

Assinale a alternativa em que todas as palavras foram formadas pelo mesmo processo de composição.

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Questão 7 de 23 Q2356705 Q7 da prova

Assinale a alternativa que mostra corretamente a função sintática do substantivo “cozinheira” em “Para a cozinheira queria que ela contasse a história”.

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Questão 8 de 23 Q2356706 Q8 da prova

Observe as frases:
“Opõe o peito magro ao para-choque”.
“O amor-perfeito, traindo / a sempre-viva morrendo… ”
“O pombo-correio pousou na couve-flor.” Assinale a alternativa que apresenta corretamente a flexão de número dos substantivos compostos.

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Questão 9 de 23 Q2356708 Q9 da prova

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
Agradeço Vossa Senhoria oportunidade para manifestar minha opinião respeito daquilo que meu ver não está correto. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.

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Questão 10 de 23 Q2356710 Q10 da prova

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.

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Questão 11 de 23 Q2356711 Q11 da prova

De acordo com a Lei nº 13.146/2015, Estatuto da Pessoa com Deficiência, é correto afirmar que:

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Questão 12 de 23 Q2356713 Q12 da prova

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) a respeito dos princípios, da finalidade e organização da educação nacional, conforme a Lei nº 9394/1996 (LDB) e suas atualizações.

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Questão 13 de 23 Q2356715 Q13 da prova

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), considerando as atribuições do professor substituto e o planejamento pedagógico.

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Questão 14 de 23 Q2356716 Q14 da prova

São práticas adequadas de gestão da sala de aula:

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Questão 15 de 23 Q2356718 Q15 da prova

Assinale a alternativa correta de acordo com a legislação vigente acerca da organização pedagógica do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

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Questão 16 de 23 Q2356720 Q16 da prova

A organização do cotidiano escolar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental deve contemplar:

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Questão 17 de 23 Q2356722 Q17 da prova

Durante o acolhimento na Educação Infantil, uma criança chora ao se separar da família. Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) sobre a conduta do professor substituto.

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Questão 18 de 23 Q2356724 Q18 da prova

Durante uma atividade em grupo no Ensino Fundamental, dois estudantes discutem. A professora substituta deve:

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Questão 19 de 23 Q2356725 Q19 da prova

São práticas que favorecem o desenvolvimento e a aprendizagem dos estudantes:

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Questão 20 de 23 Q2356727 Q20 da prova

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) de acordo com as atribuições relacionadas à documentação e continuidade do processo pedagógico na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

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Questão 21 de 23 Q2356729 Q21 da prova

Ao assumir a turma, o professor substituto deve:

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Questão 22 de 23 Q2356731 Q22 da prova

Durante a substituição, uma estudante do Ensino Fundamental apresenta dificuldade em realizar a tarefa. O professor deve:

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Questão 23 de 23 Q2356732 Q23 da prova

Ao final da substituição, o professor deve:

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