Com base na teoria dos gêneros textuais, o texto acima enquadra-se predominantemente na tipologia textual de base:
Considerando-se este fragmento do texto “especificam-se relações existentes entre o ensino de Língua Portuguesa e as tecnologias da comunicação” (l. 11), com qual objetivo dos PCN abaixo nominados o teor desse trecho está relacionado diretamente?
O texto A apresenta as características de um texto formal, em que se percebem as marcas da norma-padrão da língua portuguesa, sendo tal formato condicionado pela variação:
Entre as estratégias de textualização, no texto A, observa-se:
Em referência aos mecanismos atinentes à coordenação e à subordinação, é correto afirmar que, no texto A:
Menciona-se, no texto A, a proposta de “critérios de avaliação” (l. 12). Assinale, entre os itens abaixo, aquele que NÃO constitui critério de avaliação nos PCN, no tocante ao ensino de Língua Portuguesa.
Nas l. 05 e 06 do texto A, alude-se a “alguns dos principais problemas do ensino da língua”. Entre as opções abaixo, qual é a única que representa um dos problemas citados na parte introdutória dos PCN?
Quanto à “proposta em relação ao movimento de reorientação curricular nos últimos anos” (l. 06), tal movimento deve-se:
Com sustentação apenas no teor do primeiro parágrafo (da l. 01 à l. 03), é certo asseverar que:
Em uma situação hipotética, um aluno do nono ano leu o texto A, que representa um fragmento de um texto maior, como especificado na fonte, ao final do texto. Levando-se em conta que esse aluno sabe aplicar o conceito de suporte com base na teoria dos gêneros textuais, ele chegaria facilmente à conclusão de que o suporte de tal texto é:
Neste excerto “Também não é uma pura atividade de garimpagem de informações objetivas” (l. 05 e 06), o termo destacado constitui exemplo da relação entre significação e contexto, ou seja, esse substantivo sofreu deslocamento semântico, uma vez que não se trata da atividade desenvolvida por um garimpeiro, passando a ter a seguinte acepção, em conformidade com Houaiss (2009):
A partir da relação entre o teor do segundo parágrafo e aquilo que preconizam os PCN (op. cit.) quanto à prática da “leitura de textos escritos”, assinale, entre os procedimentos seguintes, aquele que se relaciona mais intrinsecamente ao conteúdo do aludido parágrafo.
Este fragmento textual “Já é suficiente ter claro que a compreensão, enquanto ‘leitura da realidade’, ‘leitura do mundo’, é uma atividade bastante complexa, em geral de cunho ideológico e nunca isenta de equívocos” (da l. 03 à l. 05) corrobora o entendimento de que compreender efetivamente um texto:
A análise sintática no nível interoracional requer dos alunos conhecimentos acerca da coordenação e da subordinação. Baseando-se neste período composto “Se os manuais escolares ainda não tomaram conhecimento das diversas possibilidades que existem de tratar a compreensão de texto, isto não deve ser motivo para desânimo” (l. 01 e 02), a qual conclusão correta chegaria um aprendente acerca da análise sintática de tal período?
Dionísio* refere ser preciso “que os livros didáticos saibam enfrentar, como ressalta Rangel (2001: 13), ‘os novos objetos didáticos do ensino de língua materna: o discurso, os padrões de letramento, a língua oral, a textualidade, as diferentes ‘gramáticas’ de uma mesma língua etc.’ Na parceria livro didático – professor, parece-me que ambos ainda estão acertando o passo na travessia entre as teorias linguísticas e o ensino de língua materna”; tal asserção corrobora a crítica apresentada pelo texto B a respeito de:
Segundo Azeredo*, “qualquer que seja a acepção em que se empregue o termo gramática, duas noções interligadas sempre estarão presentes”: a noção de um sistema de unidades e de regras; a noção de coexistência de tais unidades, ou seja, elas devem pertencer à mesma:
Azeredo (op. cit.) também afirma não haver “problema com esse conceito de gramática (normativa), desde que se tenha bastante clareza sobre a finalidade da prática escolar baseada nele. O equívoco da tradição que exagerou a importância desse conceito foi fazer crer que a variedade padrão é um uso universalmente indispensável à comunidade. O problema, que existe, está na insuficiência de descrições sobre o uso padrão contemporâneo do português do Brasil e na consequente falta de uma política clara de ensino da língua, apesar dos esforços de vários estudiosos brasileiros”. Com base nesse raciocínio, o ensino da gramática normativa deve ser conduzido, levando-se em conta que:
Dias e Ferreira* consideram ser “necessário, desde cedo, serem esclarecidos para o educando os aspectos regulares e irregulares do sistema ortográfico, assim como ressaltar que, apesar de integrarem um mesmo sistema linguístico, fala e escrita não são processos idênticos, [...] e é em virtude disso que percebemos, nos textos dos discentes, a interferência da oralidade”. Para se atingirem tais objetivos, cabe ao professor:
De acordo com Dias e Ferreira (op. cit.), há estudos que comprovam que os erros ortográficos podem categorizar-se como desvios relacionados ao sistema ortográfico, em razão de a escrita ser regida por um sistema de convenções cujo aprendizado é lento e gradual, e como desvios relacionados aos processos fonológicos, sendo que estes desvios:
Em conformidade com os PCN (op. cit.), considerando a teoria bakhtiana acerca dos gêneros textuais, assinale a afirmação incorreta.
A relevância do ensino e da aprendizagem de língua portuguesa com base numa abordagem morfossintática baseia-se principalmente na habilidade de:
Em conformidade com o que comenta Segate*, “o ensino com gêneros textuais é de fundamental importância no processo de ensino-aprendizado da língua. Afinal, o trabalho em sala de aula com os diversos gêneros contribui para o aluno ter acesso à língua em funcionamento, o que permite ao aprendiz maiores condições para receber e produzir diversos textos”. Por isso, os PCN (op. cit.), ao tratarem da “seleção de textos”, recomendam que tal processo:
É ponto pacífico que o sistema fonético-fonológico interfere no sistema ortográfico, e alguns desvios dessa natureza já foram categorizados, como o bordão de um dos personagens de Chico Anysio (o ator Alberto Roberto), que repetia: “Não garavo!” (Não gravo!). Obviamente, tal forma equivocada pode, muito provavelmente, invadir o espaço dedicado à modalidade escrita da língua portuguesa, sobretudo durante o processo de aquisição da escrita. Esse tipo de desvio é categorizado como:
Kleiman (apud Evangelista e Jerônimo*) apresenta três tipos de conhecimento a ser ativados, a fim de o aluno conseguir ler textos de forma proficiente: o conhecimento linguístico; o conhecimento textual; o conhecimento de mundo. Considerando tal assertiva, o que se entende por conhecimento linguístico?
Os PCN (op. cit.), a respeito da “reflexão gramatical na prática pedagógica”, preconizam:
O texto C, claramente, expõe alguns aspectos negativos dos meios tecnológicos na escola, contudo os PCN (op. cit.) apresentam argumentos para defender o uso de tais meios no processo de ensino e de aprendizagem de língua portuguesa, como este argumento:
Neste excerto “a sala de aula não se torna tão atraente como o mundo virtual” (l. 03 e 04), o termo sublinhado, com fundamento nos princípios da significação e do contexto, apresenta qual carga semântica segundo Aulete Digital?
A partir da análise deste trecho “Os alunos passam pela escola” (l. 05), com base na articulação morfossintática e na dicotomia saussuriana entre sintagma (o eixo das combinações) e paradigma (o eixo das escolhas), assinale a alternativa cujo teor está exato.
Entre as estratégias de textualização, qual NÃO consta do texto C?
O texto C, por óbvio, é um fragmento de um texto maior, ou seja, trata-se de um artigo científico, o qual, segundo Dolz e Schneuwly (apud Segate, op. cit.), apresenta, de modo prevalecente, a seguinte capacidade de linguagem dominante:

































