Quando falamos sobre Fortaleza antiga temos o centro da cidade como a maior referência da chamada Belle Époque, onde o comércio urbano fazia parte do cotidiano residencial. Assim, temos cafés, Passeios e lojas dentre os belos casarões e casas simples. Desde a virada do século XXI, os prefeitos buscam revitalizar o centro da cidade, trazendo equipamentos que fizeram parte desse contexto histórico. Atualmente, em 2025, temos 2 (dois) equipamentos de lazer que foram revitalizados. São eles:
Em 1730, um negro escravo africano tomou a iniciativa de erguer uma capelinha de taipa e palha no mesmo lugar da atual. Em 1742, o Padre Gomes Correia recomendou que os senhores de escravos permitissem que estes trabalhassem na manutenção e fizessem devoções na igrejinha. Em 27 de outubro de 1747, foi realizada ali a primeira festa da padroeira. Na história de Fortaleza, há vários elementos que comprovam a passagem de escravizados no nosso estado. A citação acima trata de uma construção religiosa do século XVIII. Estamos nos referindo à:
Era 5 de fevereiro de 1966 e os militares haviam tomado a presidência do Brasil quase 2 anos antes, no golpe de 1964. Veio o Ato Institucional 3. E com ele mais retirada de direitos. Dali em diante o que já acontecia com a presidência, se estendeu para governadores e prefeitos de capitais: a eleição passou a ser indireta e a população ficaria décadas sem exercer o direito de voto para os cargos do Executivo. Estamos nos referindo aos chamados governadores e prefeitos biônicos, os quais foram nomeados durante a Ditadura Militar em vez de serem eleitos por meio do voto popular. Nesse caso, o primeiro governador biônico do Ceará foi:
No século XIX, a História tornou-se ciência na análise do pensamento de August Comte o qual acreditava que os historiadores deviam contar os fatos como realmente aconteceram, buscando uma verdade absoluta e utilizando o mesmo método das ciências naturais, com foco em temas políticos e militares. Nesse sentido, pensando nesse momento, estamos nos referindo ao (à):
A Escola dos Annales (1929), na França, revolucionou o método histórico, por propor ir além dos métodos existentes e incluir os estudos da sociedade até então somente das Ciências Sociais. Podemos considerar que são características dos Annales:
A memória coletiva está intrinsecamente ligada à história de um grupo. Ela ajuda a preservar os eventos e as experiências do passado, permitindo que as gerações futuras tenham acesso a esse conhecimento. A memória coletiva também desempenha um papel na interpretação e na compreensão da história, influenciando a forma como os eventos são lembrados e significados. Sobre a memória coletiva, podemos considerar que:
I. Permite que as pessoas se conectem com o passado, preservando tradições e eventos culturais que marcam a identidade local.
II. A memória coletiva não tem relação com a história porque está solta no imaginário popular individual do lugar.
III. A memória coletiva está sujeita a mudanças ao longo do tempo influenciada pelas mudanças tecnológica e pelos eventos.
IV. A memória individual também faz parte do fato histórico porque a lembrança de um evento passado pode afetar as emoções.
V. A memória coletiva ajuda com a escuta das narrativas da população a identificar tradições e eventos, marcando uma identidade local.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
A matéria-prima do historiador são os fatos históricos que foram identificados com a elaboração dos métodos investigativos da História, começando no século XIX, quando a História se tornou uma ciência. São características do fato histórico:
O estudo sobre a memória se universalizou quando, como nunca, o passado está distante do presente, quando as pessoas não mais identificam sua herança pela perda dos antigos padrões de relacionamento social e a desintegração dos antigos laços entre as gerações. Para Gaddis (2003), “o estabelecimento da identidade requer o reconhecimento de nossa relativa insignificância no grande esquema das coisas”. Esse seria, no seu entender, um dos significados da maturidade nas relações humanas e mais, do próprio valor do uso da consciência histórica. A construção de identidades pessoais e sociais está relacionada à memória, já que, tanto no plano individual quanto no coletivo, ela permite que cada geração estabeleça vínculos com as gerações anteriores. Os indivíduos, assim como as sociedades, procuram preservar o passado como um guia que serve de orientação para enfrentar as incertezas do presente e do futuro. Sobre a citação acima, podemos considerar que se refere à importância da(o):
Em 1884, o jornalista José do Patrocínio cunhou o título de Ceará Terra da Luz, termo até hoje mantido. Nesse sentido, a razão desse título se deveu:
No Ceará, o século XIX foi marcado pela tecnologia e pela intelectualidade da elite. No final do século, surgiu um grupo de jovens intelectuais que antecederam o movimento artístico da Semana de 1922. Os jovens intelectuais criaram um grupo literário que buscava uma identidade nacional na literatura. Estamos falando de:
O primeiro cemitério de Fortaleza data de 1848 quando do processo de aformoseamento da cidade que se afirmava enquanto capital. O cemitério foi construído perto da conhecida Praça da Estação, por causa do avanço da medicina social que previa um cemitério longe das residências devido aos miasmas dos mortos que eram trazidos pelos fortes ventos da cidade. Estamos nos referindo ao:
O Museu da Indústria inaugurado em 2014 é uma grande referência aos cinco séculos da indústria cearense no entorno privilegiado historicamente ao lado de importantes equipamentos que contam a história antiga da cidade. Funciona em um prédio de construção antiga, ainda sob o império de D. Pedro II no final do século XIX, passando por vários usos até chegar ao Museu da Indústria. Sua primeira função foi:
Com o fim do Regime Militar em 1985, houve o retorno das eleições diretas para governador e prefeito dos estados. Nesse sentido, quais foram o(a) primeiro(a) prefeito(a) de Fortaleza e o primeiro governador do estado do Ceará eleitos diretamente pelo povo pós-Ditadura.
O histórico de secas no Ceará perpassa os séculos XIX e XX, com muitas promessas políticas e tentativas de combate aos impactos da seca em cada período. Há uma seca que foi relatada em uma obra literária como experiência vivenciada pela autora e foi a primeira a ser implantado o sistema de campo de concentração para abrigar os “flagelados da seca”, como o Alagadiço, que chegou a abrigar 8 mil pessoas. Essa foi a seca de:
Uma das tradições no Carnaval do Ceará, a manifestação cultural traz consigo a exaltação, a ancestralidade negra, seja através da reverência a entidades de religiões de matriz africanas ou pela dança dramática carregada de simbologismos e histórias seculares. Desde os anos 1930, os grupos de festejos no estado do Ceará se reúnem durante o Carnaval. Em 2015, tornou-se patrimônio imaterial, reverenciando a ancestralidade negra no Ceará. Estamos nos referindo ao(à):
Durante o século XIX, Fortaleza foi se consolidando como capital e foi adquirindo equipamentos urbanos para o comércio e a indústria da época. Ainda no império escravista, alguns equipamentos foram construídos por escravos mostrando a modernidade. Entre os anos 1840 e 1846, houve a construção de um equipamento que guiava os navios no porto. É uma das mais antigas construções que temos na atualidade. Estamos nos referindo ao (à):
O Cine Ceará, festival de cinema que teve seu início em 1991, idealizado por Eusélio de Oliveira e Francis Vale, para divulgação do cinema cearense, em 2006, passou a ser chamado de Festival Ibero-Americano de Cinema devido ao grande sucesso e ao alcance de produções cinematográficas que elevaram o nome do Ceará como produtor da arte cinematográfica. O Festival acontece no segundo semestre de cada ano em que local?
A festa dos Karetas na cidade de Jardim, no Ceará, acontece há mais de dois séculos na cidade. Homens e mulheres saem nas ruas mascaradas, com chocalhos e tambores para celebrar a colheita. Um evento que reúne o urbano e rural, com elementos de festa pagã que já foi atualizada com equipamentos sem esquecer as máscaras que são confeccionadas para a festa. Sendo festa de época, a festa dos Karetas acontece no(a):
Quando são titulados pelo estado do Ceará – algo que acontece desde 2003 – ganham o direito de tornar-se um tesouro vivo oficializado, participando de eventos e formações para a valorização do patrimônio imaterial. Nesse processo, também recebem o certificado de Notório Saber pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), com oportunidade de dar aulas em faculdades e escolas. Desde 2003 que o governo do estado do Ceará reconhece os cearenses que fazem parte da cultura local, com saberes e tradições que herdaram de suas famílias. Sendo assim, tradições, artes de fazer, modos de fazer, como os profetas da chuva, que, com seu saber ancestral, conseguem prever um bom inverno ou uma seca. Sendo assim, o governo reconhece a importância dessas pessoas para a identidade do estado do Ceará e dar o título de:
































