Provas para Download

Prova Professor Substituto - Educação Física Bilíngue - Pref. Fortaleza/CE
Visualizar os arquivos PDF
Ver professor-substituto-educacao-fisica-bilingue.pdf
PDF
professor-substituto-educacao-fisica-bilingue.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar professor-substituto-educacao-fisica-bilingue.pdf
PDF
professor-substituto-educacao-fisica-bilingue.pdf
Baixar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar professor-substituto-educacao-fisica-bilingue.pdf
PDF
professor-substituto-educacao-fisica-bilingue.pdf
Compartilhar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 34 Q2221723 Q1 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Assinale a alternativa em que as três palavras se acentuam em razão de regras distintas.

Reportar Erro
Questão 2 de 34 Q2221725 Q2 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Levando-se em conta as regras de flexões nominal e verbal, caso se pluralizem os termos constantes deste período “ Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros ” (l. 02), de acordo com os aspectos sintático-morfossemânticos, ter-se-á este período composto:

Reportar Erro
Questão 3 de 34 Q2221727 Q3 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Em “ o fato de serem súditos de dom Pedro II ” (l. 16 e 17), o numeral constante desse fragmento classifica-se como:

Reportar Erro
Questão 4 de 34 Q2221730 Q4 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

No tocante aos pronomes constantes do primeiro parágrafo (da l. 01 à l. 06), qual é a afirmativa correta?

Reportar Erro
Questão 5 de 34 Q2221731 Q5 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Está na voz passiva o verbo da oração “ Considerava-se a feijoada um prato regional ” (l. 11); caso tal oração seja colocada na voz ativa, mantendo-se a mesma estrutura semântica oracional, deve-se forçosamente ter o seguinte período:

Reportar Erro
Questão 6 de 34 Q2221733 Q6 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Em qual período a forma verbal em destaque está flexionada no mesmo tempo e modo em que está o verbo ficar neste excerto “ O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara ” (l. 17)?

Reportar Erro
Questão 7 de 34 Q2221735 Q7 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Em referência aos preceitos da sintaxe de concordância verbal e à análise do período composto seguinte “ Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional ” (l. 10 e 11), qual é a asserção certa?

Reportar Erro
Questão 8 de 34 Q2221737 Q8 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Este extrato “ O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam ” (l. 13) compõe-se de:

Reportar Erro
Questão 9 de 34 Q2221739 Q9 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

No fragmento textual “ Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas ” (l. 05 e 06), a palavra destacada apresenta formas homônimas; aponte a alternativa em que o homônimo foi empregado erroneamente de acordo com o seu significado no contexto em que está inserido.

Reportar Erro
Questão 10 de 34 Q2221741 Q10 da prova
O Brasil nacionalista Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante as sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros [...]. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas sobre si próprio. Obcecado com sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando “Quem sou eu?”, “Que imagem eu devo passar?”, “O que me diferencia de vocês?”. Muito mais do que entre habitantes de outras pátrias, a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros têm de si próprios oscilou entre extremos. Até a década de 1930, tudo aquilo que hoje achamos naturalmente brasileiro – o samba, a feijoada, a capoeira, o futebol – não eram ícones da identidade nacional. Considerava-se a feijoada um prato regional como o barreado ou o acarajé. Nas colônias de imigrantes, pouca gente falava português [...]. Os brasileiros não se reconheciam . O futebol era um estrangeirismo que muitos intelectuais reprovavam como um povo alegre e cordial – e o mundo também não associava essa característica ao Brasil. A falta de identidade era considerada um problema desde os tempos do Império e se agravou com a República. Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara. Os brasileiros também tinham vergonha de si próprios. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. Rio de Janeiro: Leya, 2011, p. 150 -152.

Com base unicamente na interpretação deste trecho do texto “ Quando os militares derrubaram a monarquia, em 1889, acabaram com uma das poucas coisas em comum entre os brasileiros – o fato de serem súditos de dom Pedro II. O Brasil, sem a coroa, tinha ficado sem cara ” (l. 15, 16 e 17), é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 11 de 34 Q2221745 Q12 da prova

A pedagogia de projetos é uma metodologia de ensino que utiliza a experiência, permitindo que o aluno aprenda fazendo, reconheça sua própria autoria naquilo que constrói pela investigação, contextualize conceitos já conhecidos e descubra outros que emergem durante o desenvolvimento do projeto. Assim sendo, é CORRETO afirmar, em relação à citada pedagogia. I. Incentiva uma visão interdisciplinar do conhecimento e o desenvolvimento da autonomia dos alunos. II. Trata os conteúdos disciplinares como essencialmente teóricos e abstratos, sendo assim, um fim em si mesmos. III. Tem como características a intencionalidade e a flexibilidade. IV. Deve ser vista como uma atividade funcional, regular, metódica, que trabalha com objetivos e conteúdos prefixados, predeterminados. Qual a opção correta?

Reportar Erro
Questão 12 de 34 Q2221747 Q13 da prova

Preencha as lacunas: Ensinar é uma atividade __________, mediada pelo entendimento __________ entre o professor, os __________ e o __________, tendo, assim, um caráter __________, intencional e __________. Qual a opção que contém a sequência correta para preencher as lacunas acima?

Reportar Erro
Questão 13 de 34 Q2221749 Q14 da prova

Os saberes profissionais dos professores trazem consigo as marcas de um movimento dialético entre a atividade objetiva e sua própria humanidade. Sobre os saberes que determinam a formação do educador, é correto afirmar.

Reportar Erro
Questão 14 de 34 Q2221751 Q15 da prova

O jogo tem um papel importante na vida da criança. O jogo está estritamente relacionado com o processo evolutivo do pensamento, “jogar é pensar” (PIAGET, 1975). Em relação à utilização de jogos como ferramenta de ensino e aprendizagem, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 15 de 34 Q2221753 Q16 da prova

Sair de um modelo de aprendizagem empirista para um modelo construtivista implica a compreensão de que:

Reportar Erro
Questão 16 de 34 Q2221755 Q17 da prova

Fazer a gestão de tempos e espaços escolares é imprescindível e isso não é uma ideia nova. Tendo como base essa informação, preencha as lacunas do texto a seguir. Não se pode melhorar o tempo e o espaço, em especial os seus _________, sem considerar o conjunto do sistema _________ e do sistema _________. Se queremos uma _________ a serviço das _________, tempos e espaços devem ser pensados como peças importantes de uma arquitetura _________. Qual a opção que contém a sequência correta para preencher as lacunas acima?

Reportar Erro
Questão 17 de 34 Q2221757 Q18 da prova

O planejamento é um ato através do qual o professor projeta, organiza e sistematiza o fazer docente, em relação aos seus meios, forma e conteúdo. Dentre os princípios que devem orientar a prática de planejamento do professor, encontramos:

Reportar Erro
Questão 18 de 34 Q2221759 Q19 da prova

Dentre as formas de organização curricular, as mais frequentes nas escolas brasileiras são o regime seriado e o regime de ciclos. Na oportunidade em que está ocorrendo a implementação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) que, no Ceará, deu origem ao DCRC (Documento Curricular Referencial do Ceará), a orientação é no sentido de que, seja qual for a organização curricular adotada, seja desenvolvido um currículo que: I. traduza um conjunto de decisões sobre o projeto de homem/mulher que se pretenda formar, abrangendo valores sociais, interesses e aspirações pessoais e coletivos. II. mantenha a concepção tradicional de currículo, enquanto rol de disciplinas e conteúdos preestabelecidos, independente do projeto de sociedade buscado. III. favoreça maior interdisciplinaridade e contextualização, promovendo livre comunicação entre as diferentes áreas do conhecimento. IV. seja comprometido com a educação integral do estudante, rompendo com visões reducionistas que privilegiem a dimensão intelectual ou a dimensão afetiva. Considerando as afirmativas acima como VERDADEIRAS ou FALSAS, qual a opção correta?

Reportar Erro
Questão 19 de 34 Q2221761 Q20 da prova

Um objetivo muito importante da prática educativa é garantir ao educando condições de aprendizagem. Por sua vez, a avaliação da aprendizagem, componente essencial do ato pedagógico, constitui a ação de investigar a qualidade e dimensão das aprendizagens buscadas. Desse modo, o desenvolvimento de um processo de avaliação construtivo, não excludente, que dê conta das aprendizagens efetivamente realizadas, exige:

Reportar Erro
Questão 20 de 34 Q2221763 Q21 da prova

Sobre as identidades surdas, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 21 de 34 Q2221765 Q22 da prova

Sobre “comunidade surda”, de acordo com Strobel (2008), é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 22 de 34 Q2221767 Q23 da prova

Sobre o Ensino de Língua Portuguesa para surdos, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 23 de 34 Q2221769 Q25 da prova

De acordo com Gesser (2009), sobre a Libras e as demais línguas de sinais, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 24 de 34 Q2221771 Q26 da prova

Sobre o Oralismo, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 25 de 34 Q2221773 Q27 da prova

A Libras apresenta características também encontradas em outras línguas. Sobre essas características, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 26 de 34 Q2221776 Q28 da prova

O parâmetro fonológico das línguas de sinais identificado pelos linguistas Battison (1974), Klima e Bellugi (1979), na década de 1970, foi:

Reportar Erro
Questão 27 de 34 Q2221778 Q29 da prova

De acordo com Skliar (1997), sobre os modelos de representação da surdez, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 28 de 34 Q2221780 Q30 da prova

Sobre a história da Educação de surdos durante a Idade Moderna, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 29 de 34 Q2221782 Q31 da prova

Sobre o documento “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez” (2010), é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 30 de 34 Q2221784 Q32 da prova

De acordo com Machado (2000) e Peixoto (2004), sobre a alfabetização de crianças surdas em língua portuguesa, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 31 de 34 Q2221788 Q34 da prova

Sobre o Decreto nº 5626/05, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 32 de 34 Q2221790 Q35 da prova

Sobre a história da Educação de surdos nos Estados Unidos, é CORRETO afirmar.

Reportar Erro
Questão 33 de 34 Q2221796 Q38 da prova

O currículo cultural da Educação Física, proposto por Neira (2018), referenciado pelos estudos culturais, pelo multiculturalismo, pelo pós-estruturalismo e pelas teorias pós-colonialista, advoga que a educação física deve oportunizar o conhecimento dos diferentes sentidos e significados de cada cultura, por meio das manifestações corporais (NEIRA, 2018). Portanto, as práticas corporais, são temas da cultura e extraídos da ocorrência social de cada cultura. Para que o professor possa implementar os elementos didáticos-pedagógicos do currículo cultural em suas aulas, deve orientar-se pelos princípios ético-políticos. Nos itens abaixo, assinale a alternativa que contêm somente princípios do currículo cultura da educação física.

Reportar Erro
Questão 34 de 34 Q2221800 Q40 da prova

“A saúde é sem dúvida um tema central na história da Educação Física. É provável que no imaginário social esta seja a vinculação mais imediata que se faça com a Educação Física (ou talvez, com a atividade física) quando se pensa na sua função social, na sua razão de ser; uma vinculação orientada na equação: atividade física=saúde” (BRACHT, 2019, p. 107). Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: BRACHT, Valter. A Educação Física no Brasil: o que ela vem sendo e o que pode ser (elementos de uma teoria pedagógica para a Educação Física). Editora UNIJUI: Ijuí, 2019. Considerando as informações acima sobre a Referência da Saúde na Educação Física, é correto afirmar que:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota