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Prova Professor Substituto de Educação Infantil - Temporário - Pref. Piracicaba/SP
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Questão 1 de 23 Q2095403 Q1 da prova
Leia a tira para responder às questões 01 e 02: (Fernando Gonsales. Disponível em https://www.instagram.com/p/ DKKTSvDOFFH/?img_index=4. Acesso em 06/06/2025)

Com base nos elementos verbais e não verbais, assinale a alternativa que apresenta informação correta sobre a tira.

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Questão 2 de 23 Q2095404 Q2 da prova
Leia a tira para responder às questões 01 e 02: (Fernando Gonsales. Disponível em https://www.instagram.com/p/ DKKTSvDOFFH/?img_index=4. Acesso em 06/06/2025)

Assinale a alternativa em que a frase do último quadro foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula.

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Questão 3 de 23 Q2095406 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 03 a 09: As primeiras expressões gráficas da humanidade já carregavam um valor informativo. As pinturas rupestres de Chauvet, na França; El Castillo, na Espanha; ou da Serra da Capivara, no Piauí, representavam animais, cenas de caça e comportamentos observados na natureza. Ainda que distan- tes do rigor científico atual, essas imagens podem ser vistas como as precursoras da ilustração científica: um esforço de registrar o mundo com o máximo de fidelidade possível para a época. Durante a Idade Média, os registros visuais perderam precisão: as imagens eram copiadas repetidamente, se dis- tanciando da observação direta. Com o Renascimento e o avanço da ciência moderna, esse cenário mudou. A invenção da imprensa e do microscópio possibilitou uma nova relação entre imagem e conhecimento. Artistas como Leonardo da Vinci passaram a desenhar com base na observação direta do corpo humano e da natureza, elevando o estatuto da ima- gem como linguagem científica. Com o surgimento da fotografia, seria natural imaginar que a ilustração científica perderia espaço. Mas isso não aconteceu. Pelo contrário: o olhar humano treinado ainda é insubstituível. Câmeras têm limitações — de foco, profundi - dade de campo, exposição — que podem comprometer a visibilidade de certos detalhes. A ilustração, por sua vez, per- mite selecionar, sintetizar e destacar o essencial. Hoje, o Brasil conta com uma comunidade vibrante de ilustradores científicos que vêm contribuindo para popularizar e qualificar essa linguagem. A ilustração científica resiste ao tempo não por nostalgia, mas por relevância. Ela continua sendo uma ponte entre o visível e o invisível, entre o conheci - mento acumulado e sua comunicação ao mundo. Persisten- te, versátil e fascinante, ela transforma informação em ima- gem, e imagem em entendimento — provando que, quando bem usada, a arte é uma das formas mais poderosas de fazer ciência.

Em relação à história das ilustrações científicas, é correto afirmar, de acordo com o texto, que

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Questão 4 de 23 Q2095407 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 03 a 09: As primeiras expressões gráficas da humanidade já carregavam um valor informativo. As pinturas rupestres de Chauvet, na França; El Castillo, na Espanha; ou da Serra da Capivara, no Piauí, representavam animais, cenas de caça e comportamentos observados na natureza. Ainda que distan- tes do rigor científico atual, essas imagens podem ser vistas como as precursoras da ilustração científica: um esforço de registrar o mundo com o máximo de fidelidade possível para a época. Durante a Idade Média, os registros visuais perderam precisão: as imagens eram copiadas repetidamente, se dis- tanciando da observação direta. Com o Renascimento e o avanço da ciência moderna, esse cenário mudou. A invenção da imprensa e do microscópio possibilitou uma nova relação entre imagem e conhecimento. Artistas como Leonardo da Vinci passaram a desenhar com base na observação direta do corpo humano e da natureza, elevando o estatuto da ima- gem como linguagem científica. Com o surgimento da fotografia, seria natural imaginar que a ilustração científica perderia espaço. Mas isso não aconteceu. Pelo contrário: o olhar humano treinado ainda é insubstituível. Câmeras têm limitações — de foco, profundi - dade de campo, exposição — que podem comprometer a visibilidade de certos detalhes. A ilustração, por sua vez, per- mite selecionar, sintetizar e destacar o essencial. Hoje, o Brasil conta com uma comunidade vibrante de ilustradores científicos que vêm contribuindo para popularizar e qualificar essa linguagem. A ilustração científica resiste ao tempo não por nostalgia, mas por relevância. Ela continua sendo uma ponte entre o visível e o invisível, entre o conheci - mento acumulado e sua comunicação ao mundo. Persisten- te, versátil e fascinante, ela transforma informação em ima- gem, e imagem em entendimento — provando que, quando bem usada, a arte é uma das formas mais poderosas de fazer ciência.

No que se refere à importância da ilustração científica, é correto afirmar, com base no texto, que ela

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Questão 5 de 23 Q2095409 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de 03 a 09: As primeiras expressões gráficas da humanidade já carregavam um valor informativo. As pinturas rupestres de Chauvet, na França; El Castillo, na Espanha; ou da Serra da Capivara, no Piauí, representavam animais, cenas de caça e comportamentos observados na natureza. Ainda que distan- tes do rigor científico atual, essas imagens podem ser vistas como as precursoras da ilustração científica: um esforço de registrar o mundo com o máximo de fidelidade possível para a época. Durante a Idade Média, os registros visuais perderam precisão: as imagens eram copiadas repetidamente, se dis- tanciando da observação direta. Com o Renascimento e o avanço da ciência moderna, esse cenário mudou. A invenção da imprensa e do microscópio possibilitou uma nova relação entre imagem e conhecimento. Artistas como Leonardo da Vinci passaram a desenhar com base na observação direta do corpo humano e da natureza, elevando o estatuto da ima- gem como linguagem científica. Com o surgimento da fotografia, seria natural imaginar que a ilustração científica perderia espaço. Mas isso não aconteceu. Pelo contrário: o olhar humano treinado ainda é insubstituível. Câmeras têm limitações — de foco, profundi - dade de campo, exposição — que podem comprometer a visibilidade de certos detalhes. A ilustração, por sua vez, per- mite selecionar, sintetizar e destacar o essencial. Hoje, o Brasil conta com uma comunidade vibrante de ilustradores científicos que vêm contribuindo para popularizar e qualificar essa linguagem. A ilustração científica resiste ao tempo não por nostalgia, mas por relevância. Ela continua sendo uma ponte entre o visível e o invisível, entre o conheci - mento acumulado e sua comunicação ao mundo. Persisten- te, versátil e fascinante, ela transforma informação em ima- gem, e imagem em entendimento — provando que, quando bem usada, a arte é uma das formas mais poderosas de fazer ciência.

Em –... essas imagens podem ser vistas como as pre-cursoras da ilustração científica… (1o parágrafo) –, a pa- lavra destacada apresenta sentido oposto ao de

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Questão 6 de 23 Q2095410 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de 03 a 09: As primeiras expressões gráficas da humanidade já carregavam um valor informativo. As pinturas rupestres de Chauvet, na França; El Castillo, na Espanha; ou da Serra da Capivara, no Piauí, representavam animais, cenas de caça e comportamentos observados na natureza. Ainda que distan- tes do rigor científico atual, essas imagens podem ser vistas como as precursoras da ilustração científica: um esforço de registrar o mundo com o máximo de fidelidade possível para a época. Durante a Idade Média, os registros visuais perderam precisão: as imagens eram copiadas repetidamente, se dis- tanciando da observação direta. Com o Renascimento e o avanço da ciência moderna, esse cenário mudou. A invenção da imprensa e do microscópio possibilitou uma nova relação entre imagem e conhecimento. Artistas como Leonardo da Vinci passaram a desenhar com base na observação direta do corpo humano e da natureza, elevando o estatuto da ima- gem como linguagem científica. Com o surgimento da fotografia, seria natural imaginar que a ilustração científica perderia espaço. Mas isso não aconteceu. Pelo contrário: o olhar humano treinado ainda é insubstituível. Câmeras têm limitações — de foco, profundi - dade de campo, exposição — que podem comprometer a visibilidade de certos detalhes. A ilustração, por sua vez, per- mite selecionar, sintetizar e destacar o essencial. Hoje, o Brasil conta com uma comunidade vibrante de ilustradores científicos que vêm contribuindo para popularizar e qualificar essa linguagem. A ilustração científica resiste ao tempo não por nostalgia, mas por relevância. Ela continua sendo uma ponte entre o visível e o invisível, entre o conheci - mento acumulado e sua comunicação ao mundo. Persisten- te, versátil e fascinante, ela transforma informação em ima- gem, e imagem em entendimento — provando que, quando bem usada, a arte é uma das formas mais poderosas de fazer ciência.

Observa-se palavra ou expressão empregada em sentido figurado em:

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Questão 7 de 23 Q2095412 Q18 da prova

Barbosa e Gobatto (2022) entendem que há, atualmente, uma invasão de didáticas aplicacionistas na Educação Infantil, que “são pensadas por terceiros (empresas e instituições não educacionais), veiculadas como planos de ação a serem comprados e executados em sistemas apostilados e livros didáticos destinados às crianças”. Para as autoras, essa é uma lógica que torna as profes-soras e os professores

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Questão 8 de 23 Q2095414 Q19 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 22 e 23: Isadora assumiu o papel de professora de Educação Infan- til, em uma escola de Piracicaba, quando passou a substituir uma colega, que saiu em licença-maternidade. Em um dado momento, ela distribuiu papéis e lápis de cor para seus alu-nos. Isadora observou atentamente os desenhos das crian- ças, percebendo que cada uma fazia a atividade de um modo: algumas desenhavam delicadamente, com a ponta do lápis, enquanto outras rabiscavam com intensidade e energia.

De acordo com o que apresenta Barbieri (2012), as dife- renças no modo de desenhar entre as crianças aconte-cem porque

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Questão 9 de 23 Q2095416 Q21 da prova

A respeito da perspectiva de Gobbi (2010) sobre as lin- guagens das crianças, assinale a alternativa correta.

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Questão 10 de 23 Q2095418 Q22 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 22 e 23: Isadora assumiu o papel de professora de Educação Infan- til, em uma escola de Piracicaba, quando passou a substituir uma colega, que saiu em licença-maternidade. Em um dado momento, ela distribuiu papéis e lápis de cor para seus alu-nos. Isadora observou atentamente os desenhos das crian- ças, percebendo que cada uma fazia a atividade de um modo: algumas desenhavam delicadamente, com a ponta do lápis, enquanto outras rabiscavam com intensidade e energia.

Uma professora de Educação Infantil tem estudado a i mportância do brincar no contexto escolar. Se com- preender corretamente o que defende Kishimoto (2010), essa professora entenderá a brincadeira como fer- ramenta para

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Questão 11 de 23 Q2095419 Q23 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 22 e 23: Isadora assumiu o papel de professora de Educação Infan- til, em uma escola de Piracicaba, quando passou a substituir uma colega, que saiu em licença-maternidade. Em um dado momento, ela distribuiu papéis e lápis de cor para seus alu-nos. Isadora observou atentamente os desenhos das crian- ças, percebendo que cada uma fazia a atividade de um modo: algumas desenhavam delicadamente, com a ponta do lápis, enquanto outras rabiscavam com intensidade e energia.

Isadora terá de organizar o cotidiano das crianças de sua turma. Se seguir o que Barbosa e Horn (em Craidy e Kaercher, 2001) propõem sobre o tema, Isadora deve criar uma sequência básica de atividades diárias como resultado

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Questão 12 de 23 Q2095421 Q24 da prova

Ferreiro (2010) afirma que a concepção que temos sobre a aprendizagem da língua escrita influencia nossa ação pedagógica. A autora defende a perspectiva da escrita como

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Questão 13 de 23 Q2095422 Q26 da prova

Para Paulo Freire (2019), a pedagogia do oprimido é aquela em que os homens estão empenhados na

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Questão 14 de 23 Q2095424 Q27 da prova

Cibele é uma professora experiente de Educação Infantil e está entusiasmada para realizar o planejamento para o grupo de crianças de 5 anos com quem vai trabalhar no próximo ano letivo. Sobre esse aspecto, ela assume a perspectiva defendida por Ostetto (2000), segundo a qual o planejamento: • É compreendido na ação, orientando-se por “prever, fazer, registrar e avaliar, para então seguir planejando - replanejando de acordo com o movimento, os desejos e as necessidades do grupo”. • Compreende a atitude crítica de cada educador em sua prática. • É entendido como uma “proposta que contém uma aposta, um roteiro de viagem em que, a cada porto, i ncorporam-se novas perspectivas, novos roteiros, rumo a novas aventuras”. Para ser coerente com o que defende a autora, Cibele deve reconhecer que o importante é

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Questão 15 de 23 Q2095426 Q28 da prova

Mantoan (2015) defende que as escolas inclusivas pro-põem um modo de organização do sistema educacional que considera

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Questão 16 de 23 Q2095428 Q29 da prova

Leia o trecho a seguir: “É a evolução da criança, encarada de forma ampla ou através de seus vários domínios interdependentes – os aspectos cognitivo, sensório-motor, socioemocional e físico” (NCPI, 2021). Essa descrição corresponde à perspectiva

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Questão 17 de 23 Q2095429 Q30 da prova

Barbosa (2009) defende que a prática social do brincar e da brincadeira seja respeitada incondicionalmente na Educação Infantil, tanto por ser no tempo da infância que ela se apresenta com maior intensidade, quanto por ser a experiência inaugural de

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Questão 18 de 23 Q2095431 Q32 da prova

O quadro a seguir, extraído de Pontes (2020), apresenta uma proposta de atividade matemática usando dinheiro: Atividade : José deu para Maria, cinco notas de dinheiro, para ir à padaria comprar pão e bolo. As notas foram: três de R$ 2,00 e duas de R$ 5,00. Maria comprou R$ 4,00 de pão e R$ 5,00 de bolo. Pergunta: a. Quanto Maria gastou? b. Quanto Maria trouxe de volta para casa? Em relação aos três tipos de habilidades da Educação Matemática – numérica, verbal e espacial –, o autor afirma que esse tipo de atividade, a exemplo da apresentada no quadro,

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Questão 19 de 23 Q2095433 Q33 da prova

De acordo com o que propõe Pott (2019), Wallon e V igotski compartilham uma mesma base epistemológica, assumindo uma visão de homem constituído de modo dialético, ou seja,

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Questão 20 de 23 Q2095434 Q34 da prova

De acordo com o Currículo da Rede Municipal de P iracicaba, há dois aspectos que “reafirmam os direitos das crianças, não apenas aos vinculados à proteção da vida, à participação social, cultural e política, mas tam-bém aos direitos de aprender, de questionar, de indagar, de fantasiar, de brincar, de explorar, de experimentar e de vivenciar”. Trata-se do binômio

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Questão 21 de 23 Q2095436 Q35 da prova

De acordo com o que estabelece a Resolução CNE/ CP no 01/2004 (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana), o profes- sor ou professora de Educação Infantil deve

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Questão 22 de 23 Q2095438 Q36 da prova

De acordo com a Resolução CNE/CEB n o 05/2009 (Dire- tivas Curriculares Nacionais para a Educação Infantil), as propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os princípios

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Questão 23 de 23 Q2095440 Q37 da prova

O documento Educação para os Objetivos de Desen - volvimento Sustentável: objetivos de aprendizagem (UNESCO, 2017) elenca competências-chave, de caráter transversal, que são necessárias a todos os educandos em diferentes níveis, de acordo com a idade. Uma d elas é descrita como “habilidade de aprender com outros; compreender e respeitar as necessidades, as perspec - tivas e as ações de outras pessoas (empatia); entender, relacionar e ser sensível aos outros (liderança empática); lidar com conflitos em um grupo; e facilitar a colaboração e a participação na resolução de problemas”. Trata-se da competência de

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