Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, em relação à avaliação na área de Arte, pode-se afirmar que:
Em relação aos currículos dos cursos da EJA – Educação de Jovens e Adultos, pode-se afirmar que:
O elemento da Música que pode ser definido como “a ordem e a proporção em que estão dispostos os sons que constituem a melodia e a harmonia” (BOHUMIL , 1996, P. 11) é:
Segundo Swanwick (2003, p. 113), no âmago da música está o processo de metáfora que ocorre de três modos. Sobre esses modos, pode-se afirmar, segundo o autor, que:
“O bumba-meu-boi é uma das mais ricas manifestações do folclore brasileiro, e ‘bumba’ é uma interjeição onomatopaica que indica estrondo de pancada ou queda – bumba-meu-boi significa bate ou chifra meu boi. Esse folguedo surgiu no nordeste do Brasil e disseminou-se por quase todo território nacional. Ao espalhar-se pelo país, adquiriu nomes, ritmos, formas de apresentação, indumentárias, personagens, instrumentos, adereços e temas diferentes (Furlanetto, 2010 p. 108).” Pode-se afirmar que o bumba-meu-boi maranhense:
“No ano de 2004, o Conselho Nacional de Educação aprovou o parecer que propõe as Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais (ERER) e para o Ensino de História e Cultura Africanas e Afro-Brasileiras (BRASIL, 2004). O documento, elaborado em parceria entre o Ministério da Educação e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, afirma os marcos legais da ERER como agenda de relevância no governo federal, apresentando princípios e ações educativas de combate ao racismo e à discriminação (Gonzaga e Beideke, 2020, p.2).” Em vista dessa afirmação, o arte-educador, em sua prática, deve:
“A artificação é a transformação da não-arte em arte. Isto consiste em um processo social complexo da transfiguração das pessoas, das coisas e das práticas. A artificação não somente tem a ver com mudança simbólica, deslocamento de hierarquias e legitimidade, mas, implica, também modificações muito concretas nos traços físicos e nas maneiras das pessoas, nas formas de cooperação e organização, nos bens e nos artefatos que são usados, etc. Esses processos redefinem os limites entre a arte e a não-arte, e reconstroem mundos sociais novos” (Roberta Shapiro, 2007 p. 136). Seguem, nas figuras de 1 a 3, exemplos de artificação: Figura 1. A obra de Man Ray “Obstrução” (1921/1924), 62 cabides em sequência geométrica. Figura 2. A obra de Marcel Duchamp “Fonte” (1917), urinol assinado R. Mutt. Figura 3. A performance interativa de Marina Abramović “A artista está presente” (2010). De acordo com as informações acima, sobre “artificação”, pode-se afirmar que:































