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Prova Professor - Laboratório Pedagógico II de Língua Portuguesa (Anos Finais do Ensino Fundamental) - Pref. Caxambu do Sul/SC
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Questão 1 de 7 Q1075080 Q14 da prova
Leitores de carteirinha: junho de 2021
Jovens frequentadores de bibliotecas comunitárias resenham seus livros preferidos
Jamile da Cruz Novais, 18 – Salvador (BA)
Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo: diário de uma favelada. Esse é o primeiro livro da escritora Carolina Maria de Jesus, que foi publicado por intermédio de um repórter que se interessou pelo diário em que ela escrevia quase todos os dias. Como ela era semianalfabeta, para o livro ser publicado, teve que passar por algumas alterações, mas tentaram e conseguiram manter a originalidade de sua escrita. Ela morava numa favela em São Paulo e era catadora de material reciclável. Era daí que ela tirava seu sustento e o de seus três filhos. Ela via como a vida de muitos se esvaíra, era essa a sua realidade, mas continuava a manter-se forte, principalmente pelos seus filhos. Depois da publicação de Quarto de despejo, que foi traduzido para mais de dez línguas, ela se mudou para uma casa melhor, no subúrbio da cidade. Morreu aos 62 anos, devido a uma crise de asma. A leitura agrega bastante no nosso conhecimento, expõe talentos, traz reflexão e nos ensina cada lição! Nessa obra, vemos a vida do favelado, do pobre e do preto, passando fome, frio e todo tipo de discriminação, tendo que chegar a comer comida do lixão. Essa é, infelizmente, a nossa nação. São situações reais, muitas vezes tratadas como banais, mas em que se percebem agressões, assassinatos, sofrimento. Aí pensamos: quando é que vai acabar esse tormento? Tanto racismo, preconceito, humilhação. Lutaremos para mudar isso, população! Está na hora de evoluir e mostrar respeito. Afinal de contas, ninguém merece viver em um quarto de despejo. Carolina Maria de Jesus, escritora, mãe solteira, compositora, poetisa, preta, brasileira, mostrou sua força, a de mulher guerreira.

O Texto 1 foi extraído de uma revista de livros contemporânea, de uma seção na qual os colaboradores eram leitores jovens que falavam sobre suas experiências de leitura. Analise as alternativas a seguir e assinale a correta.

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Questão 2 de 7 Q1075081 Q15 da prova

Leia a tirinha a seguir, do cartunista André Dahmer, de uma série que aborda o mundo digital, com um personagem encapuzado chamado Algoritmo. Assinale a alternativa correta em relação à tirinha.

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Questão 3 de 7 Q1075082 Q16 da prova
É um Adjunto, e daí?
Na prática escolar típica, tanto os ensinamentos quanto os exercícios e as avaliações param, frequentemente, na identificação de objetos e funções. É comum que se solicite a alunos ou vestibulandos que respondam se tal palavra é um adjetivo ou um substantivo, se um certo “que” é uma conjunção integrante ou um pronome etc. A minha pergunta, que tenho feito a professores em palestras, e que repito aqui, é a seguinte: depois que você achou um advérbio, o que é que você faz com ele? Pergunto sempre isso porque acho que o importante não é identificar, embora este possa ser o primeiro e necessário passo para depois poder dar outros. Mas, repito, em geral, para-se na identificação. Eu diria que o mais importante não é identificar, mas tentar explicitar o que é que tal palavra ou locução está fazendo aí. Especialmente, que importância tem para a significação. Com quais outras palavras ou expressões está relacionada? Se mudasse de lugar, provocaria uma mudança no sentido? Tomemos um exemplo bastante simples (se é que há algum exemplo simples em alguma língua), a frase: “O chefe disse que ia viajar ontem.” Tenho certeza de que, se essa frase fizesse parte de um exame qualquer, e supondo que o examinador quisesse checar o conhecimento do candidato a propósito de “ontem” perguntaria pela função dessa palavra na frase ou por sua classificação segundo a gramática.

Assinale a alternativa correta de acordo com o Texto 2.

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Questão 4 de 7 Q1075083 Q17 da prova

Após ler o Texto 2, um professor dos Anos Finais elaborou as seguintes questões para a frase “O chefe disse que ia viajar ontem”: 1. Quando é que o chefe viaja? 2. Quando é que disse o que disse? 3. A palavra “ontem” é um advérbio de tempo? 4. Se a palavra “ontem” for deslocada para o início da frase, ela muda o sentido do que foi enunciado? 5. A palavra “ontem” funciona como adjunto adverbial? Quais questões demonstram uma abordagem de análise linguística que ultrapassa a identificação morfológica ou sintática dos termos?

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Questão 5 de 7 Q1075084 Q18 da prova
O texto abaixo compõe O livro das ignorãças, de Manoel de Barros.
No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos. A criança não sabe que o verbo escutar não funciona para cor, mas para som. Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira. E pois. Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer nascimentos — O verbo tem que pegar delírio.

Assinale a alternativa correta com base em sua leitura e interpretação do Texto 3.

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Questão 6 de 7 Q1075085 Q19 da prova

Sobre a BNCC, é correto afirmar que:

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Questão 7 de 7 Q1075086 Q20 da prova

Tendo em vista o que a Base Curricular Municipal da Educação Fundamental de Concórdia estabelece sobre avaliação, é correto afirmar que o documento:

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