Observe o período abaixo.
“João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número”.
Pode-se afirmar que:
O livro “Cognição, neuropsicologia e aprendizagem”, de Fonseca (2008) fala da importância da educação cognitiva, que tem se tornado uma abordagem crucial a ser desenvolvida nas escolas regulares. O desenvolvimento da educação cognitiva requer um currículo cognitivo enfocado no desenvolvimento de funções que estão na origem dos processos de aprendizagem simbólicos e superiores. A educação cognitiva compreende portanto a aplicação de teoria cognitiva a todos os métodos de ensino, podendo abranger todas as disciplinas, pois procura colocar e explorar situações que permitam aprender a aprender e a resolver problemas. No que tange a aprender, podemos perceber os seguintes elementos:
Segundo Nieman (1999) os jovens estão cada vez mais obesos. Ele afirma ainda que metade das crianças obesas em idade escolar tornam-se adultos obesos, e mais de 80 por cento dos adolescentes obeso permanencem desse jeito na vida adulta. O autor citando Centers for Disease Control and Prevention (CDC), que fala das orientações dadas a escolas para combater esse cenário, defende que as escolas são encorajadas a:
Daolio (2007) no seu livro “Educação Física e conceito de cultura”, faz uma análise sobre a perspectiva da cultura na visão de outros autores como Go Tani, João Batista Freire, no Coletivo de Autores, Eleonor Kunz, Valter Bracht e Mauro Betti. O autor que fala de uma Educação Física da desordem, prega como prática metodológica a necessidade de se olhar para o ser de uma forma espiralada e menos estanque de camadas que não se comunicam. Daolio sugere assim que as camadas estão dispostas em um formato de espiral, deixando claro que elas devem se comunicar. Segundo o autor, estas camadas passam pela organização do ser e devem se comunicar, passando pela organização de um ser:
Tubino(1992), ao defender suas teses sobre o esporte moderno, ressalta que, ao considerar o esporte praticado na Grécia, na antiguidade clássica, foi a primeira manifestação do mesmo, mas numa perspectiva de "esporte antigo", enquanto que o "esporte moderno", nasceu com Thomas Arnold, no colégio Rugby, na Inglaterra. Segundo o autor, Arnold, sob influência de Darwin, tentou introduzir o utilitarismo no desenvolvimento do esporte moderno. Nesta direção, ele identificava no esporte, três características principais:
De origem inglesa, o Rúgbi ou Rugby é um esporte coletivo de intenso contato físico entre os jogadores. Concebido inicialmente como uma variação do futebol e é disputado atualmente em mais de 120 países espalhados pelo mundo, sobretudo nas Ilhas Britânicas, Austrália, Nova Zelândia, França e África de Sul. O campo consiste em uma área de 144 metros de comprimento por 70 metros de largura e a sua superfície deve ser de grama, areia, barro, grama artificial e, em casos especiais, até na neve. Tendo uma partida com duração de 1 hora e 20 minutos divididos em dois tempos de 40 minutos, a quantidade de jogadores titulares por cada equipe que inicia uma partida no Rugby tradicional é de:
A Educação Física é uma disciplina escolar de total importância na vida das crianças e também no histórico escolar. Para Ayala (2008), quando pensamos em Educação Física, logo imaginamos exercícios físicos, jogos, esportes e competições, mas devemos imaginar que esse componente curricular vai muito além. Nessa vertente, o ensino de atividades circenses surge como uma possibilidade de ampliação desse leque. Entre os materiais relativos às práticas circenses para o uso em aulas de Educação Física Escolar, podemos destacar as seguintes:
O ponto de vista dos alunos, os significados e valores que eles vinculam às várias atividades do ensino devem ser considerados pelo professor, pois a alteridade é um dos princípios pedagógicos que deve orientar a Educação Física (BETTI, 1999). Para Ricouer (1991), a alteridade implica numa dialética entre o “si” e o “diverso de si”: o outro (o aluno) é constitutivo do si mesmo (o professor) – ou vice-versa. Em outras palavras, o professor constitui-se em função do aluno – e vice-versa. Todorov (1991) estabelece três níveis nesse relacionamento:
A BNCC categoriza as práticas corporais em seis unidades temáticas que aparecem ao longo de todo Ensino Fundamental. Segundo a Base, é fundamental que os alunos tenham contato com o maior número possível de práticas e que todos estejam preparados para acolher a diversidade que representam. A partir dessas experiências, os alunos podem ressignificar a própria cultura. Outro aspecto importante é que os estudantes pensem sobre os valores inerentes às práticas e que possam desenvolver habilidades socioemocionais ao vivenciá-las. São as 6 unidades temáticas categorizadas pela BNCC:
































