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Na perspectiva da educação inclusiva, o processo educacional tem como objetivo promover o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Para isso, a educação especial passa a integrar a proposta pedagógica da escola
Conforme consta da Lei Complementar do município de Rio Branco nº 35/2017, é atribuição típica do professor de Libras:
Sobre o tema da fonética e fonologia em libras, as expressões não manuais (movimento da face, dos olhos, da cabeça ou do tronco) prestam-se a dois papéis nas línguas de sinais, que são:
Determinar quais são as unidades mínimas (parâmetros) que formam os sinais e estabelecer quais são os padrões possíveis de combinação entre essas unidades nas línguas sinalizadas é tarefa da
Com relação à oferta da modalidade oral da Língua Portuguesa aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, o Decreto nº 5.626/2005
Estabelece que a Língua Brasileira de Sinais não poderá substituir a modalidade escrita da Língua Portuguesa em todo o território nacional:
Brito (1995) separa as unidades mínimas constitutivas dos sinais em parâmetros primários e parâmetros secundários. Para a autora, são considerados primários:
Condutas ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas constituem, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015, barreiras
De acordo com os Decretos nº 5.626/2005 e nº 890/2014, considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, aferida por audiograma nas frequências de 500 Hz, 1.000 Hz, 2.000 Hz e 3.000 Hz, que apresenta
Na Libras, existe um grupo de sinais que expressam a relação entre os pontos estabelecidos no espaço e os argumentos que estão incorporados no verbo (Quadros e Karnopp, 2004), como ocorre, por exemplo, no sinal ENTREGAR, ilustrado na imagem a seguir. Essa categoria de sinais na Libras é denominada verbos
Conforme consta nos Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira língua na Educação Bilíngue de Surdos: da Educação Infantil ao Ensino Superior (Stumpf; Linhares, 2021), é fundamental estudar Libras nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) para
O Decreto nº 5.626/2005, considera como pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais - Libras. Essa concepção está coerente, conforme visão de autores como Skliar (1998), Quadros (2004) e Sá (2006), com qual tipo de visão sobre a surdez?
Perlin e Strobel (2014), ao fazerem um resgate histórico da cultura surda, considerada pelas autoras uma cultura contestada e periférica, afirmam que, assim como ocorrem com as diferentes culturas, a cultura surda é definida
Perlin (2004) afirma que, ao longo da história, houve uma imposição do modelo que identidade ouvinte, acarretando trucidamento da identidade surda. A autora tipifica esse tipo de violência como
A Libras evoluiu no século XIX através de registros históricos e entrou em contato com a Língua de Sinais Francesa (LSF) nas mãos do professor surdo francês E. Huet (Diniz, 2010). Segundo a autora, ele veio ao Rio de Janeiro em 1855 com a intenção de fundar uma escola para surdos hoje denominada
Na história da educação de surdos, o ano de 1880 está marcado no imaginário coletivo pela narrativa do acontecimento de um evento internacional em que foi deliberado que o método oral seria o ideal para a educação de surdos, proibindo o uso da língua de sinais. Esse evento é popularmente conhecido como


























